quinta-feira - 31/01/2008 - 14:17h

Força popular sustenta o carnaval de verdade em Mossoró


Mossoró – sem tradição carnavalesca popular, cumpre o chamado "tríduo" momesco de forma diferente. É a iniciativa privada quem dá vida à festa.

Hoje às 20h no Hotel Villa Oeste, há o "III Baile de Máscaras", sob organização da repórter social Marilene Paiva (Jornal de Fato); no bairro Doze Anos, o "Juca´s bar" realiza a partir das 20h, o "Carnajuca".

Para completar o tríduo (que significa três) de festejos pagãos, haverá outra edição do "Carnabuco", na quarta-feira de cinzas (6). Começa ao meio-dia na Rua Joaquim Nabuco no bairro Alto da Conceição. É promovida por moradores e frequentadores do "Bar da Rinha."

A Prefeitura de Mossoró repete a fórmula de promover um esquálido carnaval de rua, subsidiado pelo erário, mas organizado em poucas semanas. Assim mesmo, só acontece num dia. Será na sexta (1o), começando às 20 horas na "Estação das Artes Eliseu Ventania."  

No próprio saite da prefeitura, a programação é apresentada sem sequer mencionar dia e horário do evento (AQUI).

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quinta-feira - 31/01/2008 - 14:02h

DEM quer aliança com o PMDB de Felipe Guerra


Integrante do primeiro time do DEM em Felipe Guerra, o ex-vereador Joel Canela vê como factível a aliança do partido com o PMDB no município. O diálogo está aberto.

Para Canela, é necessário apenas que o  governismo com o prefeito Braz Costa e o ex-prefeito Hulgo Costa cheguem a bom termo, internamente. O DEM não terá problemas para compor chapa sucessória e à Câmara Municipal em 2008.

"Já apoiamos o senador Garibaldi Filho (PMDB) ao governo em 2006", diz. 

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quinta-feira - 31/01/2008 - 12:31h

Lobinho ameaça a “viúva”


Está ficando difícil a concorrência para os humoristas profissionais. A classe política continua invadindo a área.

Veja-se agora o exemplo do senador maranhense Edison Lobão Filho, alcunhado de "Lobinho". Com o pai no Ministério de Minas e Energia, ele ganhou assento de painho – visto que era suplente, no Senado.

Lobinho está submerso em rumorosas situações com o dinheiro público. Justifica o apelido. O perigo de sua passagem por Brasília, não é querer comer a vovozinha e, sim, passar a "viúva."

Um dia essa terra ainda vai cumprir seu ideal.  

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quinta-feira - 31/01/2008 - 12:02h

Atuais vereadores terão grande dificuldade eleitoral


Talvez pela primeira vez na história da Câmara de Mossoró, o favoritismo natural dos ocupantes da Casa, não seja tão expressivo como em épocas anteriores. O desgaste da legislatura em vigor é visível.

Investigada pelo Ministério Público, que deverá denunciar vários parlamentares, por crimes como formação de quadrilha, a câmara atual sangra. A reeleição normalmente difícil é uma tarefa hercúlea para seus ocupantes.

Em alguns casos, o agravante à própria imagem deteriorada, é a posição partidária. Vereadores como Francisco José Júnior (PMN) e Benjamim Machado (PTB), naturais favoritos em seus partidos, precisam do “recheio” de outros, como fermento e “esteira.” Mas quem se propõe ao sacrifício e de graça?

Certas estratégias que parecem óbvias nem sempre batem com a realidade. Quem pode falar sobre o assunto é o advogado Édson Oliveira (PSL).  Com muita engenhosidade e tirocínio político, ele montou o partido em 2004 sem aceitar qualquer vereador em mandato.

Édson acreditava que seria o eleito, com a ajuda dos demais que “engordariam” a legenda. Acertou. Houve apenas um pequeno erro de cálculo. Ele não imaginava que o esforçado sargento Osnildo Moraes o superasse, se elegendo como único vereador do partido em 2004.

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quinta-feira - 31/01/2008 - 03:56h

Grupo se complica em caso sobre suposto “racismo”


Afinal de contas, o que há de verdade no enredo cheio de atalhos e desvios, em torno de suposto incidente ocorrido no "Mossoró West Shopping", na quinta (24), com características de "racismo"? É isso que vou tentar elucidar abaixo.

As informações que pairam no ar são as mais desencontradas possíveis. Os poucos setores da mídia que procuraram apurar o caso, correm o risco de produzir injustiças. O que parece certo é a existência de um episódio, onde o filho de um graduado empresário do clã Porcino teria sido detido por policiais militares.

A prisão não se consumara. Pelo menos não existe qualquer Boletim de Ocorrência (BO) nesses termos. O que não significa dizer que tudo seja invencionice popular ou pura má-fé.

O problema teria ocorrido por volta de meio-dia e 40 minutos na "Praça de Alimentação" do shopping. Um filho do empresário Fábio Porcino – conforme relatos, desdenhara de uma mulher, que seria juíza do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), substituta em Mossoró.

Numa conversa ao celular, pelo que foi narrado ao Blog, ele informava ao interlocutor que estava próximo a uma "negrinha". Seria a juíza. A citara como referência para ser localizado no local.

Interpelado quanto ao tratamento, que caracterizaria racismo (ou injúria racial), o desentendimento terminou com a polícia sendo chamada. A vítima determinara a prisão do estudante, identificado como "Fabinho". A partir daí começaria uma história à parte, recheada de mistério, perambulando por labirintos onde até aqui os maiores prejudicados são os próprios Porcinos.

O empresário Porcino Júnior – um dos principais executivos do grupo e irmão de Fábio, emitiu nota na imprensa na terça (29), garantindo que "em nenhum momento foi detido ou preso."  A usina de boatos e versões já o dependurara sob essa condição. Entretanto a "Nota de Esclarecimento" só deu maior combustão à celeuma, pois apesar de escudá-lo, não desmentiu o caso. 

Sobretudo em segmentos da imprensa de Natal, não apenas surgiu o nome de Júnior, como de Fábio Porcino, como envolvidos no fato. Em cada versão aparecia um deles. A nota, em síntese, mais complicou do que elucidou. Ficou fácil de perceber que o estrago virou metástase.

O advogado Aldo Fernandes, numa entrevista de rádio, admitiu que existira um problema, mas procurou minimizar tudo. Exaltou a importância do conglomerado empresarial. Nesse ínterim, a suposta vítima não prestou queixa formal, não deu entrevista à imprensa e terminou ajudando no disse-me-disse.

Até o momento, sobram ameaças de processos contra setores da imprensa que divulgarem o acontecimento. Tudo ficaria bem mais fácil de ser esclarecido, se o Grupo Porcino Costa tivesse simplesmente sido ágil, se pronunciando oficialmente sobre a questão.

Se ocorrera o entrevero entre um de seus herdeiros e essa autoridade, nada mais fácil do que deixar tudo em "pratos limpos". O antimarketing é devastador. O jogo de esconde-esconde termina vitimando a verdade e deixando todos como suspeitos ou logo apontados como culpados, aos olhos da opinião pública. 

Paira no ar sinais de uma "Operação Abafa." O que ajuda menos ainda.

* Leia matéria sobre o assunto mais abaixo ou clique AQUI.

Categoria(s): Nelson Queiroz
quinta-feira - 31/01/2008 - 01:57h

Eleição para vereador terá quociente acima de 10 mil votos


Não são apenas os chamados “caciques” da política mossoroense que estão andando  em terreno minado. O período de pré-campanha-2008 exige tato, visão e muitos outros sentidos. Do contrário, o êxito eleitoral pode se desmanchar numa decisão errada.

Os pré-candidatos a vereador, diferente do que ocorria num passado mais remoto, não podem enxergar apenas o espaço restrito do período oficial de campanha. Política de alianças, estratégia pessoal e outros cuidados devem ser tomados com muita reflexão.

Com apenas 13 vagas em jogo, a Câmara de Mossoró  tende a ser disputada por mais de 130 concorrentes.  Em 2004 foram 142. O quociente eleitoral é outro peso. Cada partido ou coligação terá de obter pelo menos algo em torno de 10.150 votos, caso sejam apurados 131 mil sufrágios.

Com cerca de 150 mil votantes, o município tende historicamente a desperdiçar em torno de 18% desse manancial entre abstenções, brancos e nulos. Daí a queda estimada para 131 mil válidos. Foram 143.235 aptos em 2004, mas compareceram 125.829 (87,83%).

Ainda houve registro de 2.245  (1,78%) votos em branco e 2.968 (2,36%) nulos.  Só para legendas foram dados 10.278 votos (8,52%).

A disputa à câmara em 2004, pela primeira vez oferecendo-se 13 assentos na Casa, registrou 120.596 votos válidos (soma de nominais e de legenda). Daí saiu o cálculo para o quociente (divisão dos votos pelo total de cadeiras). O número obtido foi de 9.276 votos para eleger um vereador. 

Os partidos de maior envergadura, mais tradicionais, onde a concorrência interna é dilacerante, a briga promete ser carnívora. O DEM, por exemplo, vai ferver. Outros tidos como nanicos, sabem que precisarão de coligações com outros congêneres. Do contrário, será pouco provável que consigam o triunfo de pelo menos um candidato.

PROPORCIONAL

Segundo a Lei 9.504/97, que rege as eleições, cada partido poderá ter “até 150% do número de lugares a preencher (20, no caso de Mossoró)”, conforme o “Artigo 10”. No parágrafo 1º, assevera que independentemente do número de partidos coligados, a aliança proporcional poderá registrar candidatos “até o dobro do número de lugares a preencher (ou seja, 26, em Mossoró)."

A tendência, é que surjam diversas alianças proporcionais, separadas do vínculo direto da majoritária. Assim, se amplia espaço para mais candidaturas. Um medo comum a muitos pré-candidatos, é servirem apenas de “esteira” para eleger os mais robustos.  Todo cuidado é pouco.

Contudo, quem apostar no desgaste dos atuais vereadores, para avançar e surpreender como “opção”, tende a raciocinar corretamente.  O escândalo da “Operação Sal Grosso” ainda nem provocou seus primeiros efeitos. 

* Saiba mais sobre esse assunto ainda hoje.

Aguarde. 

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quinta-feira - 31/01/2008 - 00:09h

Dono de Hotel Olho D´água do Milho é assassinado


Foi achado hoje à tarde às margens da CE-356 (Baraúna a Russas-CE), a "Estrada do Melão", o corpo do empresario e ex-presidiário Renato Alonso. Ele era proprietário do "Hotel Olho D´água do Milho", em Caraúbas.

Renato passou pela Cadeia Publica de Caraubas, Penitenciaria Agrícola Mário Negocio e Cadeia Pública de Mossoró.

Seu corpo foi localizado crivado de balas.

Ele tinha mandado de prisão em aberto em São Paulo, pela prática de crime de assalto, mas estava em liberdade por "ordem judicial". As características levantadas no local do achado, segundo o inspetor Everton Fernandes da Polícia Civil de Russas, indicam que houve "desova" do cadáver. Renato teria sido morto noutro lugar.

Diligências realizadas na busca da elucidação do crime, até aqui, traçaram um roteiro das últimas horas de vida de Renato. A vítima saíra de Caraubas para Mossoró onde iria se encontrar com sua esposa. Daí, estaria marcada uma reunião com outro personagem (nome preservado).

Roberto Alonso não apareceu no local combinado com a própria esposa. Daí em diante começa o mistério. Ao ligar para esse suposto amigo, a esposa da vítima foi informada que o marido não aparecera.

"Provavelmente o homicidio ocorreu em Mossoró. O corpo fora jogado à margem da CE-356, proximo à divisa com Baraúna, na RN-017", comenta o inspetor. "Realizaremos um trabalho em conjunto entre as Delegacias Regional de Russas e Mossoró para tratar da elucidação do caso", afirma. 

Categoria(s): Segurança Pública/Polícia
quarta-feira - 30/01/2008 - 20:07h

PMDB mossoroense vira “casa de noca”


Outrora um dos mais influentes e cobiçados partidos em atuação em Mossoró, o PMDB virou a "casa de noca". Nele prospera um burburinho babélico.

Ninguém se entende.

"O partido não tem sequer uma sede", resmunga o ex-deputado estadual J. Belmont. O ex-vereador e militante histórico Antônio Mota oferece um imóvel de sua propriedade no bairro Boa Vista, sem ônus de aluguel, para homiziar a sigla. 

Em recente encontro político na casa da prefeita Fafá Rosado (DEM), em Tibau, nomes do partido esperavam ser convidados. Tinham programado até uma reunião com o senador Garibaldi Filho (PMDB). Nem uma coisa nem outra. Não foram vistos nem muito menos lembrados.

Depois de passar cerca de 20 anos sob controle do grupo Rosado (da deputada Sandra Rosado-PSB), como "dote" do aluizismo para aliança política, o partido anda à deriva.

Há uma boa possibilidade do PMDB terminar "arrendado" por outra banda dos Rosados, o chamado "rosalbismo" liderado pelo ex-deputado Carlos Augusto (DEM).

Anote aí.

Categoria(s): Sem categoria
quarta-feira - 30/01/2008 - 19:52h

FumoCard


Faltam inventar mais o quê?

Pacientes que têm receita médica para usar maconha contra certas doenças poderão adquirir a erva numa "máquina de refrigerantes" especial. A informação é da rede de TV americana CBS.

Ou seja, está vindo aí o FumoCard. Ah coisas que só ele compra.

Veja AQUI.

Categoria(s): Nelson Queiroz
quarta-feira - 30/01/2008 - 19:25h

Jazz e Carnaval


Recebo a programação de Carnaval de Garanhuns (PE). Inusitada, digamos. Mas supimpa, sem dúvidas.

Por lá, a partir do sábado (2), haverá o "Garanhuns Jazz Festival".

Nomes de proa da música instrumental do país e até dos EUA, berço desse gênero na comunidade negra, farão apresentações em palcos distintos na cidade. Tudo sob clima idílico, em mais de 800 metros acima do nível do mar.

A homenagem especial deste ano será à trindade Louis Armstrongm B.B. King e Billie Holliday. Dixie Jazz Band (SP), Kenny Brown (EUA) e a Orquestra de Percussão em Latas Meninos de Garanhus são algumas das atrações.

Não fosse um pequeno problema quanto à minha estabilidade pecuniária, estaria por lá. Quem sabe em 2009. Obrigado pelo convite. 

Conheça esse município AQUI.  

Categoria(s): John Deacon
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quarta-feira - 30/01/2008 - 18:50h

Célio Martins manda ver; Pinheiro aprova em Apodi


O secretário de Obras de Apodi, Célio Martins (PR), está com tudo e não está prosa. Só um enorme contratempo deve tirá-lo da disputa à prefeitura.

Adesivos espalhados em carros e outras manifestações de saudação ao seu nome, com endosso sem estardalhaço do prefeito e médico José Pinheiro (PR), o deixam à vontade. Ele manda ver.

Irmão do ex-prefeito de Upanema Amarildo Martins, Célio caiu na graça de Pinheiro. Candidatíssimo, portanto. Ele não estaria com "o bloco na rua" sem o pleno consentimento e incentivo do prefeito.

Quem quiser que corra atrás.

Categoria(s): Sem categoria
quarta-feira - 30/01/2008 - 15:59h

Mentiras e deslizes num caso real


Há dias Mossoró comenta em cochicos, quase em sussuros, um suposto incidente ocorrido na Praça de Alimentação do "Mossoró West Shopping." Envolveria componente de tradicional e abastada família local.

Em evidência, muito mais versões do que fato. Predominam boatos naturais e artificiais. A verdade parece condenada à morte e poucos envolvidos direta e indiretamente no incidente manifestam desejo de salvá-la.

Posso dissecar sobre a questão, sobretudo quanto à sua atmosfera de disse-me-disse. Entretanto também sujeito a deslizes, haja vista uma mistura explosiva à cobertura de qualquer fato jornalístico: de um lado temos uma onda de interrogações e de outro uma blindagem com meias-verdades e silêncio intrigante.

No meio, há o episódio limpo e seco. Está à espera de quem o exume, o expondo à opinião pública sem tantas impurezas.

Fora da cidade, pertinho no Ceará, meu telefone tocou várias vezes com interlocutores me comunicando o acontecimento. Outros queriam detalhes em primeira mão, antes de acesso ao próprio Blog. Em todos, uma versão diferente, personagens distintos e ninguém capaz de fazer uma narrativa confiável.

Em qualquer manual de jornalismo ou mesmo com o simples uso do bom senso, é recomendável o quê? Fuçar mais ainda a notícia, tentar separar joio do trigo. Tenho feito isso desde então, a começar da distância física de Mossoró, além de procurar quem pudesse esclarecer tudo. 

Acumulam-se ainda dezenas de e-mails cobrando a publicação de "tudo", com juízo de valor formado. Alguns até provocativos e insultantes. Porém nenhum conseguia plasmar o que denunciava-cobrava. Ninguém citava nome ou sobrenome de envolvidos. "Gente importante", "pessoa de família rica (…)" etc foram os termos usados como "pistas".

Não faltaram e-mails com remetentes de nome e endereços falsos. O pente-fino tecnológico detecta essa armação facilmente. Com um aperto é possível saber a origem do computador (IP). 

Conheço bem esse modelo de "fonte." Manifesta um virtual espírito de cidadania e de justiça, mas às escondidas, sem se envolver. Se dou uma informação inverídica e busco o testemunho de quem me passou o dado, numa eventual demanda judicial, claro que não a terei. 

A longa estrada do jornalismo me ensinou a fazer umas perguntas básicas ao "alter ego", quando alguém me passa "um furo": Qual o interesse da fonte naquela veiculação? Pretende me ajudar desinteressadamente? Deseja tirar dividendos em favor próprio ou se trata de vingança-recalque?

Não se descarte ainda a vontade de outros em contribuir ao bom jornalismo. O que consegui extrair desse enredo intrincado, até aqui, passo a narrar – e analisar – adiante.

Não saia daí.

Daqui a pouco retorno.

Categoria(s): Nelson Queiroz
quarta-feira - 30/01/2008 - 15:39h

PC do B e PT conversam sobre aliança em 2008


Dirigentes do PT e do PC do B em Mossoró reuniram-se nessa terça (29), na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTE). Em pauta a sucessão municipal.

Os partidos discutem possibilidade de renovação de aliança entre ambos, às eleições deste ano. A princípio, há definição apenas de que as duas siglas voltarão a se reunir após o dia 13 de fevereiro, quando a nova direção do PT tomará posse.

O PC do B, por exemplo, ratificou necessidade de que seja lançada candidatura própria à sucessão da prefeita Fafá Rosado (DEM). Ao mesmo tempo, reiterou que o nome do ex-vice-prefeito Antônio Capistrano (PC do B) está mantido para essa discussão.

Categoria(s): Sem categoria
quarta-feira - 30/01/2008 - 14:42h

Nós, os aborígines


Nossa vocação para colonizados, algo atávico e impregnado no DNA, a cada dia vai se firmando. Continuamos aborígines.

O paparicado ao jogador de futebol David Beckham, em sua passagem pela Grande Natal, é nauseante. Tutty Vasques, do "Estadão", não deixa de fazer sua gozação. É porque não o avisaram da melhor: há alguns meses, o atleta teria anunciado desejo em fazer campanha para Natal sediar jogos na Copa do Mundo de 2004.

Francamente! 

A nota tem o seguinte título: Potiguar desde pequenininho. Veja-a abaixo:

A identidade de David Beckham com o Rio Grande do Norte, francamente, que coisa admirável, né não?

E pensar que tem gente que não acredita no ser humano.

Ô, raça!

Categoria(s): Nelson Queiroz
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quarta-feira - 30/01/2008 - 11:26h

Gerais… Gerais… Gerais… Gerais…


A repórter social Marilene Paiva anuncia: seu "III Baile de Máscaras" está confirmadíssimo para essa quinta (31), na área de eventos do Hotel Villa Oeste em Mossoró. "Radiola Club e seus Metais" manda ver na musicalidade. Ainda haverá apresentação da bateria da "Escola de Samba Balanço da Mocidade. Tudo a partir das 20h. Sucesso. 

Obrigado à leitura deste Blog ao professor Anchieta Alves (diretor do Teatro Lauro Monte Filho-Mossoró), ex-prefeito Roberto Germano (Caicó) e vereador Joel Canela (Felipe Guerra).

Todos os vivas do mundo à Prefeitura de Mossoró e à Petrobras, parceiras numa obra fundamental a qualquer cidade: Aterro Sanitário. Inauguração hoje, às 10h. O empreendimento fica à saída para Areia Branca, BR-110, KM 49. Custo de R$ 3,3 milhões.

Categoria(s): Nelson Queiroz
quarta-feira - 30/01/2008 - 11:19h

Francisco Saraiva será desembargador do RN


Ex-juiz de Direito nas comarcas de Apodi e Mossoró, o magistrado Francisco Dantas Saraiva Sobrinho vai ocupar assento no Tribunal de Justiça do Estado (TJE). Será em lugar da doutora Clotilde Madruga, em vias de aposentadoria da corte.

Francisco Saraiva teve passagem marcante por Mossoró, fomentando e dinamizando o "Tribunal Popular do Júri." Até bem pouco tempo era titular da 9a Vara Criminal em Natal.

Num passado remoto, o magistrado atuou no rádio, antes de enveredar pela Ciência Jurídica.

Sua posse ocorrerá no dia 4 de março, em horário e local a serem definidos ainda. Parabéns e sucesso.

Categoria(s): Blog
  • Lion, Moda Masculina, de João Paulo Araújo - 11-08-15
quarta-feira - 30/01/2008 - 10:29h

Brasília ganha obra necessária à sua vida e ao país


O quinto presídio federal de segurança máxima especial será construído no Distrito Federal. Garantia do ministro da Justiça, Tarso Genro.

De acordo com o Departamento Penitenciário Nacional, R$ 25 milhões serão investidos, para construção e compra de aparato tecnológico.

Realmente estamos no país da piada pronta. Assim, Chico Anísio, Tom Cavalcanti e outros humoristas terminam desempregados.

Quem achava um absurdo Mossoró – no sertão do RN – receber um equipamento com igual característica, agora deve se sentir conformado. Afinal de contas, um presídio federal não poderia estar em melhor lugar: Brasília.

Resta saber se vão começar a montar a cerca de concreto e arame farpado a partir da "Praça dos Três Poderes" ou não. No de Mossoró, o medo de muitos dos críticos do empreendimento de Primeiro Mundo, é que ele atrairá quadrilhas para suporte a alguns presos de organizações criminosas.

Não tenho um pingo de medo. Angustia-me é que muitos dos nossos candidatos a "hóspedes" continuem soltos, coabitando o mesmo espaço urbano conosco.

Categoria(s): Administração Pública
quarta-feira - 30/01/2008 - 10:13h

Deixem sua alteza em paz!


O Carnaval de Faz-de-conta de Mossoró está "bombado", diz a imprensa. Não acredite. Tudo balela. Na prática, a festa só acontece na mídia remunerada para promovê-lo e na cabeça de uma penca de inocentes úteis da periferia.

O grosso da população ignora que o "tríduo" de um dia seja verdade. É outra invenção mirabolante do governo municipal.

Depois os mossoroenses ainda não querem ser motivos de pilhérias lá fora. A turma facilita; dá o mote de bandeja à galhofa. 

A mais recente zombaria fica com a "polêmica" quanto à escolha do Rei Momo. É qualquer coisa de hilariante. Não me arrisco a narrar nos detalhes, para não me desmanchar em riso, fugindo ao cerne da questão.

Em tese, o "soberano da gente" – Rodrigo Delfino – não poderia ser escolhido, porque é servidor do município em cargo comissionado. Eis o argumento dos detratores de sua alteza. Pois diga. 

Ano passado não houve idêntica situação? 

O inusitado naquele período, é que o "concorrente" do Rei Momo vencedor, o comissionado Joãozinho Escóssia, era um "adversário-laranja". Foi arranjado pela organização do carnaval, também nos quadros de servidores da prefeitura, para simular uma disputa. Outra mentirinha, para não perderem o hábito.

Olha, se Mossoró não existisse, precisaria ser inventada.

Sucupira é aqui! Esquindô, esquindô…

Categoria(s): Sem categoria
quarta-feira - 30/01/2008 - 01:34h

As primeiras horas de Gabriela (agonia e vida)


Mesmo com o silêncio cúmplice de muitos, a mentira canhestra de outros tantos, a cidade de Mossoró tem acompanhado o drama da recém-nascida prematura "Vitória Gabriela". Por este Blog e o Jornal Página Certa, o fato ganhou repercussão.

Um pouco depois, segmentos diversos da mídia se tocaram não apenas para esse caso em particular, mas à crise que envolve a falta de estrutura da "Casa de Saúde Dix-sept Rosado". O relato abaixo não é de um jornalista. É de um pai que, apesar do desespero, enxerga que muitas outras vidas estão sob ameaça e dezenas e centenas de outras já feneceram.

Leia com atenção. Difícil não se comover. 

Por mais que estivesse habituado a ouvir denúncias de pais desesperados por perderem seus filhos recém-nascidos, por falta de condições de atendimento e do não-funcionamento de uma UTI Neonatal, em Mossoró, jamais imaginei que a vida me preparasse tamanha surpresa e fatalidade. Descobri forças que não pensava possuir. 

De repente, a gravidez saudável de minha esposa, Cleilma Fernandes, foi interrompida na madrugada de sábado (19) por um descolamento de placenta de causa ainda não identificada. Entretanto, algo assinalado na literatura e ciência médica. 

Imediatamente a obstetra, doutora Verônica Meireles, foi comunicada e pediu que a paciente fosse encaminha à Maternidade Almeida Castro, da Casa de Saúde Dix-Sept Rosado. Não havia outra opção. Assim procedemos. 

Acompanhada do médico anestesista Ronaldo Fixina, doutora Verônica chegou rapidamente à maternidade. O procedimento foi feito com urgência e Cleilma, em poucos minutos, já estava na sala de parto. Pedi para entrar, o que foi permitido, graças a Deus. Não conseguiria ficar de fora, vendo minha mulher sob tamanha agonia, apesar da expectativa da chegada de nossa criança. 

Não havia pediatra assistindo o parto, apenas doutora Verônica, uma auxiliar de enfermagem e o anestesista Ronaldo Fixina – que ajudava no procedimento.

Embora tenha sabido depois que a pediatra de plantão se encontrava no hospital, em outro local, mas não no ambiente da sala de parto.  

HEROÌSMO 

Enquanto o bebê não nascia, tenso, eu olhava as coisas em volta. Não via nenhum equipamento de pediatria, como aparelhos de ressuscitação. No nascimento de outras filhas em Maceió (AL) e Recife (PE), eu testemunhara outro quadro e amplas condições técnicas, estruturais e de pessoal.

Descobri logo que muitos médicos, enfermeiros e pessoal de apoio que atuam na Casa de Saúde Dix-sept Rosado chegam ao extremo do heroísmo.  Não demorou muito e às 5h20 "Gabriela" nasceu. 

A auxiliar de enfermagem exclamou: "É uma menina! Está morta, vocês querem ver…?"

Eu e Cleilma, atordoados, dissemos que não. Ficamos tristes. Naquele momento, havia desabado todo projeto de vida que havíamos preparado para receber Gabriela. Daí, de chofre, a auxiliar de enfermagem saiu com a suposta "natimorta" para outra sala.  

De súbito, resolvi ver meu bebê mesmo que ele estivesse morto. Encontrei-a sozinha num quarto localizado na parte posterior à sala de parto. Aproximei-me e vi que respirava. Atônito, saí em busca de socorro ou explicação e entrei numa sala onde estavam cerca de cinco mulheres se contorcendo em dores. Sozinhas. 

Perdi-me no labirinto de salas por alguns instantes, sem ter visto nenhum médico ou auxiliar de enfermagem. Voltei ao local em que estava a pequenina Gabriela e vi doutor Fixina dando os primeiros socorros. Não me contive em olhar e, ao sair, cruzei com duas enfermeiras e ouvi quando uma delas comentou: "…ela não sobrevive mais que vinte minutos".

As poucas esperanças que eu tinha foram desmoronando.  Sabendo que Cleilma ficara bem-assistida aos cuidados de doutora Verônica, resolvi sair daquele ambiente e esperar do lado de fora. Isolado, fiz a minha oração e pedi conformação e forças para que pudesse confortar Cleilma que estava fragilizada.

Não demorou muito, doutor Fixina chegou com ar de espanto e felicidade. "A criança está viva…, respirando. Entre para vê-la. A pediatra quer falar com você". Ao chegar ao recinto novamente vi que Gabriela estava assistida por um pequeno aparelho de oxigênio, mexendo braços, pernas e chorando. Quase não acreditei. Minhas esperanças renasceram. 

Mas, a luta por sua sobrevivência apenas estava começando.

Com muita vontade de viver, Gabriela fazia a sua parte. Resistia a cada minuto de espera por socorro. Com semblante calmo e transmitindo a confiança de seus 34 anos de experiência a pediatra, doutora Ana Lopes disse: "Trata-se de um bebê prematuro extremo. Se tivéssemos aqui uma UTI Neonatal as chances dessa criança sobreviver seriam de mais de 90%. Sem a UTI Neonatal essa chance se reduz a quase zero".

A sensação de impotência nessa situação foi terrível.

Ver uma filha agonizando, quando poderia estar numa UTI Neonatal, que tanto alertei à sua prioridade, era um pesadelo. Por que aquilo chegara a mim, a Cleilma e àquela inocente? Só me lembrei das caras dos canalhas anunciando sorridentes que a UTI de Mossoró estava pronta, numa pura demagogia criminosa. 

Respirei fundo e perguntei-a como proceder e ela respondeu: "Somente a remoção urgente para Natal ou Fortaleza poderá salvar sua filha. É preciso providenciar uma UTI no ar. Em último caso uma ambulância UTI, mas, em Mossoró, não há nenhuma ambulância equipada para esses procedimentos de urgência. Mesmo assim, o risco da viagem terrestre é enorme". 

Comuniquei a Cleilma o que estava se passando, justifiquei a minha ausência e parti em busca de soluções imediatas. O que poderia ser um procedimento de rotina da maternidade da Casa de Saúde Dix-Sept Rosado, providenciar a logística dos pacientes de riscos, se transformou numa transferência de problemas. É como se dissessem: "Se vira que o filho é teu".

Tudo isso, num momento de alta fragilidade de pais e parentes que precisam justamente do apoio profissional de uma unidade de saúde.   

SAMU 

Tentei o SAMU em vão. Tinha que pedir iniciativa a alguém ligado à Gerência de Saúde ou ao próprio agitador cultural Gustavo Rosado, chefe de Gabinete da prefeita Fafá Rosado (DEM) e seu irmão. Ele, que é tido como "prefeito de fato" tem o poder sobre a vida e a morte em muitos casos.

Ambulância, se houver, só se movimenta com o "sim" ou o "não" dele.

Nascido em berço de ouro, o "prefeito" deve ter dificuldade de entender como o mundo funciona em favelas, nos cortiços e mocambos da cidade "da gente" e na maternidade dos seus primos, que até bem pouco tempo eram seus chefes político.  Acionei o Ministério Público Estadual, através do promotor de Saúde, Leonardo Nagashima, pouco antes das sete horas da manhã do sábado. Fui prontamente atendido. Sua agilidade e fôlego, com sentido humanístico, fizeram com que uma ambulância se deslocasse de Natal.

Mossoró, com seus quase 250 mil habitantes, orçamento municipal de quase R$ 300 milhões para 2008, não dispunha de equipamento adequado ao translado de minha filha em agonia.   Entre a vida e a morte.   Ao voltar à maternidade da Dix-sept  apareceu outro problema. O pediatra, doutor Jéferson, tinha dificuldade em conseguir um leito na UTI do Hospital Santa Catarina, em Natal.

Novamente tive que recorrer a amigos influentes e, finalmente, a vaga estava garantida. Gabriela respirava, há cerca de sete horas, apenas com o oxigênio e o procedimento médico feito pela pediatra Ana Lopes. Eles a sustentavam viva e, certamente, uma FORÇA superior. 

Cansada, Gabriela teve ainda que vencer outra etapa de quatro horas de viagem até dar entrada no Hospital Santa Catarina, às 16h do sábado. Ao todo, foram onze horas de resistência do bebê. "Foi quase um milagre ela chegar viva!", disse um neonatologista de plantão do Hospital Santa Catarina. 

O bebê de 955 gramas, prematuro, com gestação de pouco menos de seis meses, parecia destinada a ser não apenas uma filha, mas uma renovação de forças. Chegava para ratificar que seus pais e as pessoas de bem de Mossoró não podem se calar ou apostar na indiferença, para ver como é que fica. 

DEUS 

Até o fechamento dessa matéria (23h de sexta, 25), Gabriela se recuperava bem. Seu estado ainda é grave para um prematuro de 27 semanas, que sofreu com a demora do socorro. Mas graças a Deus, há uma boa evolução clínica. Agradeço ainda aos médicos e outros profissionais dedicados que a assistiram; aos amigos e à sua própria vontade de viver.

Os "20 minutos" que alguém previra para sua existência terrena, já foram superados em muito. Vai muito mais além. Tenho muita fé nisso.    Esse é o resumo da verdadeira história que aconteceu no episódio de "Vitória Gabriela."

Canalhas com perfil de assassinos tentam me desmentir através da imprensa.    É bom lembrar que tudo isso se passou a partir da maternidade da Casa de Saúde Dix-Sept Rosado, que tem o ex-deputado federal Laire Rosado como diretor clínico. Mas aqui não me reporto ao político, mas àquele homem que prestou juramento de zelo à vida.

Este relato não é uma peça de ataque politiqueiro e, sim, de louvação à justiça, à dignidade e à cidadania.

O que me aconteceu ganha notoriedade em face da exposição pública que minha atividade proporciona. Porém, não sou exceção ao lado de Cleilma e Vitória Gabriela. Somos a parte – agora visível, de um "iceberg" de frieza no tratamento de vidas humanas. Mortes são uma realidade na Casa de Saúde Dix-sept Rosado, onde mensalmente se amontoam cadáveres de pequenos inocentes, sem nome ou sobrenome  nobres.

Essa massa inconsciente, o povão, não sabe o mal que o banditismo engravatado lhe causa. Tão inocente que é como a minha Vitória Gabriela.

Carlos Duarte – Diretor do Jornal Página Certa

Categoria(s): Nair Mesquita
quarta-feira - 30/01/2008 - 01:10h

Pensando bem…


"Parece-me fácil viver sem ódio, coisa que nunca senti, mas viver sem amor acho impossível."

Jorge Luís Borges, poeta argentino

Categoria(s): Pensando bem...
quarta-feira - 30/01/2008 - 00:55h

Blog fala sobre suposto caso de racismo e bebê prematuro


Veja abaixo, alguns destaque para as próximas horas, madrugada adentro. São postagens anunciativas e analíticas, além de reprodução especial do Jornal Página Certa.

Vamos lá:

- Verdades e versões sobre suposto caso de racismo em Mossoró
- Pai relata drama de prematuro na Casa de Saúde Dix-sept Rosado
- PMDB não se entende e é isolado em sucessão
- Carnaval com jazz revela o que é cultura
- Brasília ganhará obra que lhe faltava: um presídio para gente de alta periculosidade.

E muito mais. Aguarde aí.  

Categoria(s): Comunicado do Blog
quarta-feira - 30/01/2008 - 00:28h

Só pra contrariar


Na fase de jerico que o América vive, contratar um treinador com o nome de "Roberto Cavalo" (AQUI), parece sina.

Sostô! Nãm! 

Categoria(s): Blog
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