quinta-feira - 05/10/2017 - 08:22h
Insuficiência de desempenho

CCJ do Senado aprova demissão de servidor público


Do G1

Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou na quarta-feira (4) regras que permitem a demissão de servidor público estável por “insuficiência de desempenho”, aplicáveis a todos os poderes, nos níveis federal, estadual e municipal.

A regulamentação tem por base o substitutivo apresentado pelo relator, senador Lasier Martins (PSD-RS).

A matéria ainda passará por três comissões, começando pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

Nota do Blog – Não vejo por que medo em relação a uma eventual aprovação da matéria.

Os bons servidores, claro.

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Categoria(s): Administração Pública / Política

Comentários

  1. Honório de Medeiros diz:

    Os bons servidores somente temem os maus servidores.

    • Francisco César. diz:

      Honório de Medeiros bom dia, os bons servidores temem e sofrem muitas vezes calados as patifarias dos maus servidores, com essa medida do Senado Federal vem inibir a atitude de servidores públicos que não tem a mínima capacidade de trabalhar no atendimento as pessoas. Um abraço.

  2. François Silvestre diz:

    Seria tudo muito razoável se tivéssemos um sistema político-administrativo sério. Não temos. E o risco é o superior hierárquico, bajulador, perseguir o servidor por não ser ele aliado do líder do chefe. Quem vai aquilatar o “bom” e o “mau”? É uma carta em branco perigosíssima contra o servidor, em tese, apolítico ou adversário. Ou estou dizendo asneiras? Ou mudou tudo de ontem pra hoje e eu não fui informado? O nome disso é patifaria contra a estabilidade. Coisa dos rogérios marinhos da vida. E quem vai demitir o relator dessa matéria, em cujo currículo não há sinais de “bom servidor”. Um carreirista cheio de suspeitas.

  3. Francisco César. diz:

    Será uma coisa maravilhosa para o povo que precisa dos serviços Públicos no Brasil, pois conheço muitos funcionários concursados que batem no peito e dizem ” que se dane o prefeito ou o Governo pois não podem me demitir “. E fazem das repartições Públicas que representam o que bem quer sem medo de qualquer punição. Vou dizer mais, na minha opinião de cada 10 servidores Públicos 3 ou 4 tem certa dedicação ao trabalho o resto é o resto, só esperando a mufufa entrar na conta a cada fim de mês.

  4. João Claudio diz:

    O fim da vaquejada e o fim da contribuição sindical obrigatória foram anunciados, festejados, mas virou traque molhado.

    Eu acho que essa ai vai dar chabu. Também.

    Eu conheço o brasil. Aqui só anda em marcha ré. A visão da classe politica não passa da ponta da ”venta”. Dai, o atraso generalizado.

  5. rodolfo diz:

    também não vejo. tive a oportunidade de trabalhar em uma repartição publica e vi muitos ganhando como “acionistas” de uma empresa. Não trabalhavam e só ganhavam dinheiro (verdadeiros marajás). Serviço público tem a obrigação de ser de qualidade, quem quiser ganhar dinheiro com a cara que vá ser celebridade.

  6. François Silvestre diz:

    Quando da edição do AI-5, um dos membros daquele “colegiado” interrogou o vice-presidente Pedro Aleixo, único contrário ao Ato, “V. Excelência está temendo as decisões honradas do presidente”? Pedro Aleixo respondeu: “Não. Eu temo o guarda da esquina”. Só uma pergunta básica: e se o servidor mau atendente for correligionário do superior, a queixa do mal atendido será considerada? Na Escandinávia talvez.

  7. elves alves diz:

    Até sou a favor da estabilidade do servidor público. Não como ela é hoje, entretanto.
    Servidor público competente e proativo deve traçar e perseguir metas de qualidade e produtividade.
    O alcance de tais metas seria convertido em estabilidade no emprego, “por mérito” do próprio servidor.
    De modo que o próprio servidor aquilataria sua conduta no serviço público, sem precisar de beneplácito de superior hierárquico.

    • elves alves diz:

      O simples fato de “estabilidade no emprego” ser uma prerrogativa exclusiva do servidor público, diferenciando-o dos demais trabalhadores do mercado (aqueles que, em última instância, pagam o salário destes), já exigiria uma compensação mínima visando ao equilíbrio e à diluição de castas. Por exemplo, deveria ser vetado ao servidor público o direito à sindicalização.

  8. Samir Albuquerque diz:

    Sou a favor…

    Vejo a realidade na minha “repartição” onde os “novatos” (os que entraram no último concurso) trabalham enquanto uma esmagadora maioria (não todos, por óbvio) dos servidores mais antigos passam o dia pelos corredores ou em suas salas pintando livros de colorir, jogando ou assistindo pornografia, e, ainda, tem aqueles que vem de manha, bate o ponto, vão-se, voltam pra bater o ponto no almoço, vão novamente, voltam, batem o ponto e só aparecem novamente para bater o ponto no fim do expediente, sem falar naqueles que vivem de atestados.

    Esse corporativismo sindicalista o qual só projete o servidor ruim não me entra. Tem muita coisa tramitando no Congress~o realmente ruim para os servidores, mas essa PL ai não é uma delas… Bem, pelo menos não aos bons servidores.

  9. João Claudio diz:

    Os maus servidores são os que mais adoram os sindicatos. São os que estão à frente dos movimentos grevistas. São os primeiros a chiar quando a carga de trabalho aumenta. São eles que se escoram nos servidores novatos. São eles a causa do atraso no serviço publico. São eles que dizem ganhar salario de miséria.

    Eu acho que eles não valem o que o gato enterra.

    Oxalá seja dado um merecido pé na bunda de todos. Um não, dois.

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