terça-feira - 10/10/2017 - 23:52h
Sindiserpum

“Greve” sindical chega ao fim de forma melancólica


Chegou ao fim, de forma melancólica, como foi todo o movimento, a “greve” empinada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM).

Completaria um mês nessa quarta-feira (11).

Nunca passou de um pífio aglomerado de sindicalistas, tão-somente, que chegou a se reunir algumas vezes à calçada da sede da municipalidade (Palácio da Resistência).

Nas redes sociais, como é comum, não faltaram apoios e “participantes”. A grande maioria dos “apoiadores” nunca saiu do comodismo da rede, sofá ou cama com smartphone à mão.

A entidade não conseguiu mobilizar os servidores, em luta por reajuste salarial acima do proposto (3,93%) pela gestão Rosalba Ciarlini (PP).

Nota do Blog – O Sindiserpum precisa se reinventar, repensar suas estratégias de luta e sua relação com os próprios servidores.

Definha velozmente, desde que foi “parceiro” da gestão Francisco José Júnior (PSD), por conveniência político-partidária.

Paga o preço do alinhamento iníquo. Essa greve foi sem nunca ter sido. Nunca passou de uma paralisação do próprio sindicato.

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Categoria(s): Gerais / Política

Comentários

  1. joao paulo diz:

    O sindicato precisa saber que não tem mais força para reivindicar alguns benefícios ta se acabando no Brasil e o daqui de Mossoró estar no mesmo caminho – sindicato de beira de calçada, pensava que era como antes usando as estratégias do sem terra querendo invadir os órgãos públicos municipais.

  2. João Claudio diz:

    ♫ Sindicalha esquerdalha!

    ♫ Sindicalha esquerdalha!

    ♫ Sindicalha esquerdalha!

  3. Adílio diz:

    São despreparados. Não representam efetivamente os anseios dos servidores, mas apenas os interesses de um partido político. Demorou, porém os servidores aprenderam que com esse “sindicato” não vão a lugar nenhum. Nesse caso, refiro-me aos servidores da Saúde, que era quem carregava basicamente as manifestações nos anos passados. Em janeiro será a vez dos professores, pois o piso salarial modifica-se nesse período nacionalmente. Como as administrações normalmente concedem o piso, esse “sindicato” ainda têm respaldo dessa categoria, pois os docentes ficam achando que “conseguiram” alguma coisa por causa dessa “instituição”, que mantém o rebanho. Com a saúde acabou o faz de conta!

  4. marcel Robson diz:

    Estive nesta última terça-feira em um posto de saúde do bairro por volta das 15:30h pra vacinar minha filha junto com minha esposa. Solicitei ao meu chefe pra sair um pouco antes do fim do expediente pra repor em outro dia. Ao chegarmos no posto, tinha umas nove pessoas. Dessas nove, trabalhando mesmo so o médico e a zeladora. O restante estavam tão empolgados na conversa que nem me viram. Quem deu a informação mesmo foi a zeladora. Pra variar, a mesma informou que a pessoa quê realizava a aplicação de vacina não se encontrava, e que eu fosse procurar em outro posto. E assim fizemos. Ao chegarmos no outro a situação era bem parecida, mas dessa vez nos viram logo. No entanto, aplicação de vacina só no período da manhã. Fico revoltado quando entro no órgão público e vejo esse desleixo com a população e a falta de produtividade desses funcionários. Trabalho em empresa privada e nos dedicamos pra empresa poder obter resultados, porque assim teremos a esperança de nossos empregos e salários. Dessa forma, sou totalmente contra aumento de salários. Muitos que ali trabalham (claro não todos) acham que estão fazendo favores a comunidade.

  5. Eleves Alves diz:

    Anotem aí: com a implementação da reforma trabalhista, no próximo novembro, a sindicalha expletiva capitulará. Não haverá mais aquela imensidão de espaço para as famigeradas “fábricas de greves”.
    Sindicatos terão de justificar sua existência, sob pena de falirem por absoluta incompetência.

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