quarta-feira - 04/10/2017 - 15:36h
Política

Grupo Rosado e Robinson precisam um do outro em Mossoró


Uma provável aliança entre o governador Robinson Faria (PSD) e o grupo da vereadora Sandra Rosado (PSB) e da deputada estadual Larissa Rosado (PSB) é questão de tempo. E de necessidade mútua, que se diga.

Desde que rompeu com o então prefeito Francisco José Júnior no ano passado, o governador ficou sem qualquer referência política de peso e de capital eleitoral em Mossoró.

Robinson Faria, Larissa Rosado e Sandra Rosado em fevereiro de 2012 - em Tibau (Foto: arquivo)

Agarrou-se a alternativas pueris e inexpressivas, como Jório Nogueira (PSD), que apesar de estar na presidência da Câmara Municipal no pleito municipal passado, sequer conseguiu se reeleger. Enfim, sem nada a oferecer.

Quem passou a “apitar” e até definir nomeações para cargos no estado, por exemplo, foi Kléber Azevedo, assessor direto de Julianne Faria (PSD),  primeira-dama e secretária de Estado do Trabalho e Ação Social (SETHAS).

Capacidade de organização

É quem tem representado o governismo em Mossoró, até por cima de antigos seguidores do governador, que tiveram mandato eletivo na cidade.

Quem também viu um vácuo e aproximou-se foi o vereador João Gentil (PV), estreante na Câmara Municipal. Senso de oportunidade ou oportunismo, como queira.

Com o grupo Rosado é diferente. Mesmo em profundo desgaste de imagem, consideráveis problemas judiciais, descapitalização eleitoral e convertido por necessidade de sobrevivência ao “rosalbismo”, possui vasta experiência política que pode ser útil ao governador.

“Feridas”

Pior para ambos os lados talvez não fique. Principalmente para o grupo de Sandra e Larissa, que parece sem uma saída político-eleitoral viável em relação à campanha de 2018.

É importante ser sublinhado também, que uma composição entre os dois grupos não seria algo estranho. Já estiveram afinados. O PSD de Robinson deu apoio à postulação de Larissa em 2012 à Prefeitura de Mossoró. A própria Larissa Rosado chegou a ser cogitada por ele como sua vice, na corrida eleitoral de 2014, em que saiu vencedor.

Mas as “feridas” do pleito suplementar municipal de maio de 2014, quando a deputada perdeu a disputa para o prefeito interino Francisco José Júnior (então no PSD), tornaram difíceis essa arrumação.

Leia também: Grupo de Sandra ‘cola’ em Robinson à cata de saída eleitoral AQUI.

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Categoria(s): Política

Comentários

  1. François Silvestre diz:

    E o povo precisa da ausência deles!

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