terça-feira - 25/10/2016 - 06:58h
Folha de São Paulo

Henrique teve Eduardo Cunha como referência em conta suíça


Da coluna Painel (Folha de São Paulo)

Henrique Alves e Eduardo Cunha: afinidades que o advogado do ex-ministro prefere não comentar fora dos autos (Foto: Folha de São Paulo)

Espelho, espelho meu

Investigadores da Lava Jato identificaram várias semelhanças nos procedimentos usados por Eduardo Cunha e Henrique Alves para a abertura de contas no exterior. As letras nos formulários são praticamente idênticas e, em pelo menos um dos casos, o endereço de instalação das empresas controladoras é o mesmo. Além disso, o ex-ministro do Turismo pelo PMDB cita Cunha como referência na papelada das contas. Há relatos de que o mesmo gerente realizou as operações.

Outro lado

“Henrique Eduardo Alves é inocente. Este advogado, todavia, entende ser deselegante com a Justiça que sua defesa seja, antes de sua primeira manifestação nos autos, apresentada na imprensa”, diz Marcelo Leal.

Veja postagem na própria página do Folha de São Paulo (online) clicando AQUI.

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Categoria(s): Política

Comentários

  1. Carlos André diz:

    Mui amigos!!!!!

  2. Inácio Augusto de Almeida diz:

    O que vai ser julgado primeiro:
    O processo Cunha/Henrique Alves, o processo Vulcano ou os recursos SAL GROSSO.
    Aposto no SAL GROSSO e dou um ano de lambujem.
    ///////
    OS RECURSOS SAL GROSSO ESTÃO POR UMA PEINHA PARA SEREM JULGADOS. E MAIS NÃO DIGO.

  3. João Claudio diz:

    “Henrique Eduardo Alves é inocente. Este advogado, todavia, entende ser deselegante com a Justiça que sua defesa seja, antes de sua primeira manifestação nos autos, apresentada na imprensa”, diz Marcelo Leal.

    Em se tratando do $iganinho, o ”adevogado” quer que a justiça trabalhe em silencio, que não vaze nada no sentido de poupar o seu cliente INOCENTE que é lalau, mas que veste paletó e tem conta e dinheiro sujo depositado na Suíça. É deselegante KKKKKKKKKKKKKKK

    É não, ”dotô”. Deselegante e imoral, é o seu cliente meter a mão no dinheiro publico.

    DUVIDO que, se o cliente fosse um Zé Ninguém, ele tivesse feito essa declaração. DU-VI-DO.

    Ora, deselegante??? PQP KKKKKKKKK Homi, arranje outra menos risível. ”Deselegante” foi de torar as alças de qualquer corpete.

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