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terça-feira - 05/12/2017 - 22:02h
Esperança

Robinson aguarda R$ 750 milhões para sanear folha de pessoal


O governador Robinson Faria (PSD) alimenta uma esperança e guarda a “sete chaves” um trunfo para reoxigenar as contas do estado.

Trata-se de um socorro financeiro do Governo Federal, da ordem de 750 milhões de reais.

É um pleito reiteradas vezes solicitado ao presidente Michel Temer (PMDB) e apresentado ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Robinson quer sinal positivo de Meirelles e aval de Temer para sanear folha de pessoal (Foto: arquivo)

Ele é nos moldes do que foi proporcionado ao Rio de Janeiro, mas em valores até modestos.

No Rio de Janeiro foi decretado “estado de calamidade financeira”, sendo o estado federado de maior déficit fiscal do país.

O decreto que regulamenta a ajuda financeira da União ao estado do Rio de Janeiro foi publicado em 28 de julho deste ano.

No caso do RN, os recursos possibilitarão a atualização salarial dos servidores e cobertura de compromissos com fornecedores e prestadores de serviço.

Mas essa conta não sai de graça. O estado precisará fazer sua parte, para que seja acertado o fluxo de caixa entre o Tesouro Nacional e o erário estadual.

Venda de ativos do RN (como empresas) deve constar dessa negociação. A lei que cria o Regime de Recuperação Fiscal prevê auxílio a estados com problemas de liquidez, mas também cobra a “fatura”.

Traremos mais informações depois.

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Categoria(s): Administração Pública / Política

Comentários

  1. Francisco diz:

    Foto: Meireles está dando o sinal positivo, mas Temer está dormindo. E agora ????

  2. fernando diz:

    AI VEM MAIS UMA AÇÃO DO JUDICIÁRIO….ADEUS SALARIO DOS SERVIDORES.

    • Amorim diz:

      Pitonisa Fernando!

      “TJ determina que Estado regularize parte dos repasses do duodécimo ao TCE até dia 20″

      Mossoró RN, 06 de dezembro de 2017!! 17.38h

  3. François Silvestre diz:

    O “socorro ao Rio” murchou. Voltou tudo ao que era. Atraso de salários e fornecedores. Aqui, foi o empréstimo que morreu antes da dívida contraída. Cadê? Depois foi o saque no Fundo Previdenciário, juridicamente impossível. Ainda bem. Agora, essa nova mentira. Será o peru do Natal? Ou será o Benedito? Peru na mesa ou no fiofó dos bestas?

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