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segunda-feira - 04/01/2016 - 10:10h
Mossoró

Servidores fazem mobilização na rua cobrando seus salários


Servidores municipais realizaram assembleia hoje pela manhã em frente à sua sede, em Mossoró.

De imediato, já saíram em passeata até a sede da Prefeitura, o Palácio da Resistência, onde decidiram acampar.

Caminhada saiu da sede do Sindiserpum e já se encontra em frente à Prefeitura (Foto: Sindiserpum)

A mobilização é organizada – com greve – pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM).

Sindicato e servidores cobram pagamento atualizado de salário, que a municipalidade anuncia ser possível fazer “até o dia 10″ deste mês.

Outros compromissos estão em atraso, em especial com pessoal da Saúde.

Categoria(s): Gerais / Política

Comentários

  1. João Claudio diz:

    Pela foto, percebe-se uma multidão incalculável. Creio que todas as ruas do centro estão interditadas. Um sufoco.

    Misericórdia.

  2. Elton diz:

    É um absurdo como tratam os professores no Brasil inteiro, que a única saída é a FEDERALIZAÇÃO da Educação Básica até o Ensino Médio.

  3. Inácio Augusto de Almeida diz:

    Vozes d’África

    Deus! ó Deus! onde estás que não respondes?
    Em que mundo, em qu’estrela tu t’escondes
    Embuçado nos céus?
    Há dois mil anos te mandei meu grito,
    Que embalde desde então corre o infinito…
    Onde estás, Senhor Deus?…

    Qual Prometeu tu me amarraste um dia
    Do deserto na rubra penedia
    — Infinito: galé! …
    Por abutre — me deste o sol candente,
    E a terra de Suez — foi a corrente
    Que me ligaste ao pé…

    ………………………..

    A Europa é sempre Europa, a gloriosa! …
    A mulher deslumbrante e caprichosa,
    Rainha e cortesã.
    Artista — corta o mármor de Carrara;
    Poetisa — tange os hinos de Ferrara,
    No glorioso afã! …

    Sempre a láurea lhe cabe no litígio…
    Ora uma c’roa, ora o barrete frígio
    Enflora-lhe a cerviz.
    Universo após ela — doudo amante
    Segue cativo o passo delirante
    Da grande meretriz.

    ………………………………

    Mas eu, Senhor!… Eu triste abandonada
    Em meio das areias esgarrada,
    Perdida marcho em vão!
    Se choro… bebe o pranto a areia ardente;
    talvez… p’ra que meu pranto, ó Deus clemente!
    Não descubras no chão…

    E nem tenho uma sombra de floresta…
    Para cobrir-me nem um templo resta
    No solo abrasador…
    Quando subo às Pirâmides do Egito
    Embalde aos quatro céus chorando grito:
    “Abriga-me, Senhor!…”
    ……………………

    Nem vêem que o deserto é meu sudário,
    Que o silêncio campeia solitário
    Por sobre o peito meu.
    Lá no solo onde o cardo apenas medra
    Boceja a Esfinge colossal de pedra
    Fitando o morno céu.

    De Tebas nas colunas derrocadas
    As cegonhas espiam debruçadas
    O horizonte sem fim …
    Onde branqueia a caravana errante,
    E o camelo monótono, arquejante
    Que desce de Efraim

    …………………………………

    Não basta inda de dor, ó Deus terrível?!
    É, pois, teu peito eterno, inexaurível
    De vingança e rancor?…
    E que é que fiz, Senhor? que torvo crime
    Eu cometi jamais que assim me oprime
    Teu gládio vingador?!

    ………………………………….

    Foi depois do dilúvio… um viadante,
    Negro, sombrio, pálido, arquejante,
    Descia do Arará…
    E eu disse ao peregrino fulminado:
    “Cam! … serás meu esposo bem-amado…
    — Serei tua Eloá. . . ”

    Desde este dia o vento da desgraça
    Por meus cabelos ululando passa
    O anátema cruel.
    As tribos erram do areal nas vagas,
    E o nômade faminto corta as plagas
    No rápido corcel.

    …………………………..

    Cristo! embalde morreste sobre um monte
    Teu sangue não lavou de minha fronte
    A mancha original.
    Ainda hoje são, por fado adverso,
    Meus filhos — alimária do universo,
    Eu — pasto universal…

    Hoje em meu sangue a América se nutre
    Condor que transformara-se em abutre,
    Ave da escravidão,
    Ela juntou-se às mais… irmã traidora
    Qual de José os vis irmãos outrora
    Venderam seu irmão.

    Basta, Senhor! De teu potente braço
    Role através dos astros e do espaço
    Perdão p’ra os crimes meus!
    Há dois mil anos eu soluço um grito…
    escuta o brado meu lá no infinito,
    Meu Deus! Senhor, meu Deus!!…

    CASTRO ALVES

  4. Inácio Augusto de Almeida diz:

    ” Estou me convencendo que tudo o que fizerem com o povo brasileiro é pouco.
    Um povo que suporta tudo isto e não se revolta é porque merece toda esta humilhação.
    Em Mossoró trabalhadores nas ruas clamando pelos seus salários. Nos restaurantes de luxo políticos se banqueteiam usando verbas públicas que direcionam para este fim através de leis imorais que eles aprovam. Estes da foto clamam pelo recebimento dos salários. Ainda têm força de saírem à rua e de gritarem pelos seus direitos. Mas em Mossoró dezenas de milhares de trabalhadores perderam seus empregos e já não conseguem nem falar porque calados foram pela depressão que acomete a todos os que veem seus filhos chorando de fome.
    “Senhor! De teu potente braço
    Role através dos astros e do espaço
    Perdão p’ra os crimes meus!
    Há dois mil anos eu soluço um grito…
    Escuta o brado meu lá no infinito,
    Meu Deus! Senhor, meu Deus!!… ”
    CASTRO ALVES
    ////
    SAL GROSSO NÃO VAI PRESCREVER! SAL GROSSO NÃO PODE PRESCREVER!
    SE SAL GROSSO PRESCREVER EU DIREI AOS MEUS FILHOS QUE O CRIME COMPENSA.

  5. José Maria Luz diz:

    Ridículo o que o Sindicato dos servidores fazem com os servidores, pura ilusão, lógico que é uma manifestação política, com interesse político. Se a Prefeitura começar a atrasar o pagamento dos servidores, lógico que não é porque quer. A crise vem de cima para baixo é Mossoró é Brasil. Torço que o Prefeito consiga contornar essa queda de arrecadação o mais rápido possível.

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