sábado - 29/12/2007 - 22:07h

Sucessão em Natal exigirá forte política de alianças


O que os números da pesquisa Certus revelam (veja abaixo), quanto à corrida à Prefeitura do Natal, podem nos oferecer elementos a várias considerações. Algumas observações são elementares.

Fica claro que ninguém tem "combustível" suficiente para empinar candidatura em faixa própria. Nem mesmo Micarla de Souza (PV), que revela bom desempenho.

No caso do deputado federal Rogério Marinho (PSB), a vontade pessoal e a visível preferência da governadora Wilma de Faria (PSB), não foram o bastante para içá-lo. Continua quase ao chão.

Ao contrário do que aconteceu em duas campanhas distintas, quando impôs suas preferências, Wilma tem dificuldades para manter o estilo de empurrar goela abaixo o que deseja. Em 1992, ela botou o engenheiro Aldo Tinoco Filho (PDT) como candidato e o fez prefeito. Da mesma forma em 2004 com o próprio Carlos Eduardo Alves (PSB), atual prefeito.

Com uma administração significativa, aprovada pela sociedade, Carlos não parece inclinado a endossar Marinho. O candidato de Wilma pode até não ser o seu. Contudo, unidos, talvez o candidato de ambos seja imbatível.

A deputada federal Fátima Bezerra (PT) aparece bem. Entretanto, sabe que é muito pouco para dobrar adversários, ainda mais num provável segundo turno.

Na oposição, o PMDB tem na pesquisa o que qualquer pessoa medianamente bem-informada sabe: o vereador Hermano Morais (PMDB) não vinga.

Agora é estranho, que na pesquisa o nome do secretário Raniere Barbosa não tenha sido colocado. Na espontânea, compreensível, visto que depende da manifestação natural do eleitor. E por que não na estimulada?

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