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terça-feira - 12/12/2017 - 10:50h
Gestão Robinson Faria

“Garachué” com poder leva governo a ser “isso aí”


O Governo Robinson Faria (PSD) pecou muitos nos últimos tempos na gestão administrativa e também na articulação política.

O resultado é isso aí. Claro que não seria diferente.

Robinson e ex-prefeito: espaço para garachué mandar e muitos problemas a serem administrados (Foto: arquivo)

Dando espaço para “garachué (“Cabra” que faz mandado em casa de jogo, em cabaré. Moleque de recado) ser articulista, protagonista, dono de espaços e líder, o resultado não poderia ser outro.

Agora, faltando pouco mais de um ano para terminar seu mandato, o governador tenta o quase impossível: salvar a gestão e sua imagem.

Mas o governo continua infestado dessa espécie. Não falta garachué.

Lembra muito o ocaso do Governo Francisco José Júnior (PSD) na Prefeitura de Mossoró, engolido por exemplares de garachués poderosos.

O que ocorreu?

O então prefeito sequer conseguiu concluir uma campanha à própria reeleição.

Pelo menos garantiu boa vida pós-mandato. Ainda bem.

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Categoria(s): Administração Pública / Política / Só Pra Contrariar
sábado - 09/12/2017 - 07:28h
Mudanças

Reforma de Robinson passa por Mossoró com foco político


Do Blog Saulo Vale

A reforma administrativa no governo Robinson Faria (PSD), iniciada a partir da saída repentina da primeira-dama, Julianne Faria (PSD), deve ter reflexos no segundo maior colégio eleitoral do estado.

Robinson está com força esvaziada (Foto: arquivo)

O governo, a menos de 13 meses de acabar, peca feio na articulação política em diversas cidades do interior, com destaque para Mossoró.

Sem apoio de qualquer liderança política de peso, Robinson tem em suas mãos um PSD fragmentado. Outrora, o partido já teve grande expressão política em Mossoró, com um prefeito (Francisco José Júnior), com um presidente da Câmara Municipal (Jório Nogueira) e com o reitor da Universidade do Estado do RN (UERN) (Pedro Fernandes).

O primeiro e o terceiro saíram do partido em demonstrações claras e públicas de insatisfação; o segundo, continua, mas não possui cargo eletivo.

Grupos

Acrescente aí a insatisfação dos três vereadores da legenda – Emílio Ferreira, Tony Cabelos e Maria das Malhas – com o governador Robinson Faria. Eles já tentaram chamar atenção com ameaças de debandada da sigla. Sem sucesso.

Só para se ter uma ideia, o governador Robinson Faria tem dificuldades até de escalar alguém do governo em Mossoró para representá-lo em eventos públicos (veja: Robinson ignora políticos e militar o representa em evento AQUI).

A última tentativa do governador de reagrupamento de sua base política na Terra de Santa Luzia foi quando convidou a deputada Larissa Rosado (PSB) para presidir o PSD em Mossoró. Conversas não avançaram. O grupo assumiu discurso forte de oposição de uns tempos para cá.

Já o grupo da prefeita Rosalba Ciarlini, que ainda possui cargos na estrutura do governo estadual (Isaura Rosado – Cultura), também se mostra distante e sem interesse em dialogar politicamente com Robinson.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 06/12/2017 - 08:40h
Mossoró

Terceirizados da prefeitura estão sem salários há sete meses


Do Blog Saulo Vale

Continua o drama dos servidores terceirizados que prestam serviço à Prefeitura de Mossoró.

O atraso nos salários chega há 7 meses, sem perspectiva de ser atualizado.

Tendem a passar Natal e Ano Novo de bolsos vazios.

Nota do Blog Carlos Santos – Estranho é que a mesma imprensa que vociferava contra o então prefeito Francisco José Júnior (PSD, hoje sem partido), devido a esse problema, se cala, ou fala em sussurros agora, na gestão Rosalba Ciarlini (PP).

Nas redes sociais, muitos dos “revoltados” e gladiadores dos direitos do cidadão e dos trabalhadores, mergulharam de vez.

Mossoró é um caso perdido.

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Categoria(s): Administração Pública
quinta-feira - 30/11/2017 - 09:18h
Mossoró

Limpeza urbana com reajuste de 48,3% é “fiscalizada”

Em um ano e meio pagamento à empresa "engorda" de forma superlativa, mas está tudo "normal"

Portaria Interna sob o número 027/2017, da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Meio Ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos da Prefeitura Municipal de Mossoró, designou dois servidores públicos para “gestor de contrato” e “fiscal de contrato”.

São respectivamente Valmir Arcanjo da Silva e Antônio Everton Ferreira.

A medida se refere à contratação da empresa Vale Norte Construtora Ltda., da Bahia, que no último dia 6 teve publicada decisão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) para mais seis meses de contrato (o quarto sem licitação, além de um aditivo). Ela atua no serviço de limpeza urbana desde maio de 2016 em Mossoró. Em um ano e meio teve reajuste contratual de 48,3%.

Portaria com designações é algo protocolar na legislação que trata de licitações e concorrências

O estranho, é que esse tipo de procedimento na administração pública é tomado imediatamente após à veiculação do contrato a que ele se refere. A dispensa de licitação de número 73/2017 está publicada no Jornal Oficial do Município (JOM) de número 432-A, de 6 de novembro de 2017.

Só agora, no JOM de número 435-A, datado de ontem (quarta-feira, 29), mas posto no ar hoje na Internet, é que saem as protocolares designações.

Mais de dois milhões e 368 mil por mês (por enquanto)

Em mais seis meses com dispensa de licitação em caráter “emergencial”, a Vale Norte vai empalmar R$ 2.368.811,33 mensalmente. O total do contrato é de 14.212,868,48, até início de maio de 2018. Até lá terá faturado mais de R$ 52 milhões por dois anos de contrato.

O novo reajuste foi da ordem de 2,2% (acima da inflação dos últimos seis meses).

"Limpeza avança" em Mossoró

Seu primeiro contrato em Mossoró há um ano e meio (maio de 2016), na gestão do então prefeito Francisco José Júnior (PSD, hoje sem partido), tinha valor de R$ 9.582.519,36 (R$ 1.597.086,56 por mês).

Foi considerado um “escândalo” e tratado como o “Luxo do Lixo”, em reportagens especiais desencadeadas pelo Jornal de Fato. Até despertou o Ministério Público à abertura de um Inquérito Civil Público (veja AQUI).

Tudo “normal” agora

Agora, pagar mais de R$ 2,368 milhões mensalmente, é visto como “normal”. A prefeitura silencia e boa parte da imprensa se omite.

Uma “engorda” de R$ 771.724, 80 (48,3%/mês) em um ano e meio de quatro contratos com dispensa de licitação (e um aditivo), é algo natural. Como também é normal, não informar oficialmente o resultado da licitação marcada para o último dia 16 (dez dias após a mais recente dispensa).

O mais patético, é que os servidores públicos municipais pleiteiam reajuste salarial e receberam como resposta oficial da municipalidade, que só poderia ofertar 3,97%. Seria a reposição da inflação no período de maio 2016 a abril de 2017.

A justificativa para essa merreca? “O percentual é de acordo com as dificuldades orçamentárias que enfrenta o município, além da adequação à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)”, afirmou a gestão Rosalba Ciarlini em nota oficial.

Ah, tá!

Leia também: Prefeita mantém serviço milionário e suspeito sem licitação AQUI;

Leia também: Rosalba pagará mais de R$ 28 milhões sem licitação AQUI.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
segunda-feira - 13/11/2017 - 12:02h
Constatação

Prefeitura poderia funcionar com 250 cargos comissionados


Com passagem pela Secretaria de Planejamento da Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM) entre 10 de fevereiro e 21 de outubro de 2015, tendo feito pelo menos dois estudos denominados de “Plano Municipal de Enfrentamento à Crise Econômica”, o professor Josivan Barbosa bem que tentou reduzir drasticamente o número de cargos comissionados na municipalidade.

Josivan e Francisco: conselho ignorado (Foto: PMM)

Sem sucesso.

Segundo ele, a PMM teria como funcionar plenamente com cerca de 250 cargos comissionados. Em vez disso, o então prefeito Francisco José Júnior (sem partido) deixou quase 640 comissionados ao final do seu governo em 31 de dezembro de 2016.

Caiu na tentação de agradar bancada de vereadores (que pedia a “cabeça” de Josivan Barbosa), e favorecer lideranças partidárias, compadres e comadres.

Reprovação

Saiu do governo como campeão de reprovação.

Hoje, na gestão Rosalba Ciarlini (PP), por enquanto são “oficialmente” 555 nomeados e a crise se aprofunda, com retomada do fantasma do atraso salarial. Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Ministério Público do RN (MPRN) cobram redução drástica de pessoal.

Só na Câmara Municipal o pensamento é outro.

A bancada governista quer mais “espaços”, ou seja, cargos (veja AQUI).

Leia também: Prefeitura gasta mais de 60% da receita com folha de pessoal AQUI;

Leia também: Promotoria cobra que Rosalba pare empreguismo em prefeitura AQUI;

Leia também: Rosalba garante, até aqui, 555 pessoas em cargos comissionados AQUI.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
quinta-feira - 09/11/2017 - 06:06h
Lixo de luxo

Empresa Sanepav se me mexe para voltar à limpeza urbana


A empresa Saneamento Ambiental Ltda. (SANEPAV), que atuou na limpeza urbana de Mossoró de 2005 até final de abril de 2016, poderá retornar a esse pedestal.

Tem-se mexido nos bastidores para esse fim, ou seja, ser novamente terceirizada desse modalidade de prestação de serviço, da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Sanepav atuou em Mossoró de 2005 até início de 2016, quando foi substituída litigiosamente (Foto: Mossoró Notícias)

Paralelamente, não deve ser esquecido que a empresa de origem paulista acionou judicialmente a prefeitura, ainda na gestão do prefeito Francisco José Júnior (sem partido), para receber valores que se aproximam de R$ 9 milhões.

A propósito, a promotora de Justiça Micaele Fortes Caddah, da 11ª Promotoria de Justiça da Comarca de Mossoró, instaurou o Inquérito Civil nº 06.2016.00003785-0 (veja AQUI) no primeiro semestre do ano passado, relativa à Dispensa de Licitação nº 05/2016, em que foi contratada a substituta da Sanepav, a Vale Norte Construtora Ltda.

Questionamentos do Ministério Público

Na mesma ação, a promotora passou a questionar a existência de contradição entre uma dívida de quase nove milhões de reais do município de Mossoró com a Sanepav, que prestava o serviço de limpeza urbana, e a contratação emergencial de outra empresa para prestação do mesmo serviço por R$ 9.582.519,36; além do descumprimento do contrato celebrado entre a Prefeitura de Mossoró e a Sanepav.

Desde que esse procedimento do MP foi aberto, a Prefeitura de Mossoró já realizou mais três dispensas de licitação e ofertou um aditivo contratual à Vale Norte, procedimentos feitos nas gestões do próprio Francisco José Júnior e a atual prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

“Lixo é um luxo”

Mais de R$ 300 milhões em números atualizados já foram consumidos com essa modalidade de serviço contratado pela Prefeitura Municipal de Mossoró, com uso de apenas duas empresas, nos últimos anos. A última licitação aconteceu vez em 2005. Outra foi engatilhada ano passado, mas barrada judicialmente. Dia 16 de novembro próximo a municipalidade prepara outra.

No dia 25 de outubro de 2016, o então vereador e hoje secretário de Desenvolvimento Econômico do município, Lahyrinho Rosado (PSB), bradou: “Lixo é um luxo. Essa frase retrata a realidade de Mossoró, que paga milhões a empresas para fazer a coleta de lixo na cidade”(veja AQUI).

Leia também: Rosalba pagará mais de R$ 28 milhões à empresa sem licitação AQUI;

Leia também: Prefeita mantém serviço milionário e ‘suspeito’ sem licitação AQUI.

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Categoria(s): Administração Pública / Justiça/Direito/Ministério Público
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quarta-feira - 08/11/2017 - 11:22h
Meu Lixo, Minha Vida

Rosalba pagará mais de R$ 28 milhões à empresa sem licitação

Empresa obtém quarto contrato sem concorrência com aval de prefeita que "preserva" área delicada

A Prefeitura Municipal de Mossoró, gestão Rosalba Ciarlini (PP), contrata pela segunda vez consecutiva e sem licitação alguma, a empresa Vale Norte Construtora Ltda. da Bahia. São mais seis meses, além de outro reajuste financeiro que impressiona pelos valores.

O novo contrato garantido pela prefeita Rosalba Ciarlini à empresa que desembarcou em Mossoró na gestão Francisco José Júnior (sem partido), em maio do ano passado, saltou de R$ 13.900,123,44 para R$ 14.212,868,48. O novo reajuste é da ordem de 2,2% (acima da inflação dos últimos seis meses).

Discurso da então prefeita não resistiu à sua própria gestão; privilégios injustificáveis garantem contratos (Foto: arquivo)

A nova dispensa de número 73/2017 está publicado no Jornal Oficial do Município (JOM) de número 432-A, de 6 de novembro de 2017.

Em mais seis meses com dispensa de licitação sem justificativa, a Vale Norte vai empalmar R$ 2.368.811,33 mensalmente.

O mais estranho, no caso, entre tantas situações muito estranhas, é que a Prefeitura Municipal de Mossoró marcou licitação para limpeza urbana para o próximo dia 16, às 8 horas. Teve quase um ano para realizar esse processo e não o fez, cavilosamente ou por incompetência (você deduz, webleitor).

Depois de ser contratada sem licitação em maio de 2016 – valor de R$ 9.582.519,36 – no governo Francisco José Júnior, a Vale Norte ganhou aditivo de R$ 2.395.629,84 em setembro do mesmo ano, por um contrato com duração de um mês e dois dias, de 6 de outubro de 2016 a 10 de novembro de 2016. Total: R$ 11.978,149,20.

Meu Lixo, Minha Vida

O novo compromisso com a Vale Norte e, que vigorou a partir de 4 de maio de 2017, foi garantido pelo então prefeito em novembro de 2016, contrato de seis meses, no valor total de R$ 12.252.217,20. Com dispensa de licitação, claro. A segunda.

Resumindo, em 12 meses de Mossoró (maio de 2016 a maio de 2017), sem participar de qualquer concorrência, a Vale Norte empalmou mais de R$ 24 milhões  (R$ 24.230,366,40).

Lixo, greve de garis, reclamações: contrato garantido (Foto: arquivo - agosto de 2017)

A administração de Rosalba Ciarlini deu outra força à empresa. O Jornal Oficial do Município (JOM) de Mossoró publicou em sua edição de número 406, de 5 de maio deste ano de 2017, “extrato contratual da dispensa de licitação nº 04/2017″, que se refere ao contrato nº 15/2017, com valor globalizante de quase R$ 14 milhões. Na verdade, R$ 13.900,123,44.

Do primeiro contrato da Vale Norte – em maio do ano passado  - para maio deste ano houve um sobrepreço (reajuste) endossado por Rosalba de 45,05%.  São R$ 4.317,604,08 a mais em relação à primeira dispensa de licitação realizada pelo ex-prefeito, há um ano. O serviço, em apenas 12 meses de crise e recessão, obteve ‘engorda’ contratual que saltou de R$ 9.582.519,36 para R$ 13.900,123,44.

Agora, o novo “anabolizante” contratual lhe dará um faturamento de números espantosos: R$ 28.112.991,92 apenas no governo de Rosalba Ciarlini (maio deste ano a maio de 2018).

Significa dizer que, se não houver qualquer aditivo (o que é possível), a Vale Norte vai abocanhar R$ 28.112.991,92 da Prefeitura Municipal de Mossoró, com aval rosalbista (dois contratos sem licitação). Foram R$ 24.230,366,40 nos acertos da administração do ex-prefeito (dois contratos sem licitação e um aditivo).

Em dois anos (maio de 2016 a maio de 2018), a Vale Norte terá sorvido R$ 52.343.358,32. Esse total de recursos suplanta os R$ 48 milhões utilizados pelo Governo Federal no Programa Minha Casa, Minha Vida, para construir 844 casas do Conjunto Odete Rosado, a ser inaugurado em Mossoró nas próximas semanas.

Caberia o governo Rosalba Ciarlini formalizar o programa “Meu Lixo, Minha Vida”.

“Cruzados da moralidade”

O lixo de Mossoró é um luxo. Desde 2005, só ocorreu uma concorrência. Depois disso, apenas “dispensa de licitação”. Só a Vale Norte consegue agora a quarta dispensa seguida, além de um aditivo em um ano e meio de atuação local.

Câmara Municipal de Mossoró, Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Ministério Público do RN (MPRN) têm motivos de sobra para vasculhar esse monturo fétido, nauseante e insalubre. Mas claro que em Mossoró, o fetiche investigativo é outro.

Na época de Francisco José Júnior, o próprio grupo de Rosalba, militância nas redes sociais e “mídia camarada” fizeram uma ostensiva campanha contra essa modalidade de contratação e à própria Vale Norte. Obtiveram êxito parcial. Pelo menos político-eleitoral.

O TCE freaou licitação que seria feita para a limpeza urbana no final do governo, em valores que se aproximavam de R$ 150 milhões.

Com a eleição da atual prefeita, o comportamento desses “cruzados da moralidade” mudou. A própria prefeita, também.

História de insalubridade moral

Leia também: Prefeita mantém serviço milionário e ‘suspeito’ sem licitação AQUI;

Leia também: Termina domingo contrato com empresa de limpeza urbana AQUI;

Leia também: Prefeitura fará licitação para limpeza urbana AQUI;

Leia também: Gestão Rosalba ‘esquece’ promessa sobre limpeza urbana AQUI.

Em campanha, Rosalba Ciarlini prometeu rever contratos suspeitos e descartar prestadores de serviços/produtos quando chegasse à prefeitura. Haveria pente-fino.

A Vale Norte, em poucos meses de seu governo foi uma das campeãs de reclamações do contribuinte. Convive com greves de garis e queixas da própria administração – Limpeza urbana gera reclamações e prefeitura se defende AQUI. Ganhou dois contratos. Por enquanto.

O caso da Vale Norte é a prova material e alarmante, de que tudo não passou de retórica de campanha, onde as doações financeiras não costumam aparecer, nem por 800 mil averiguações, em qualquer prestação de contas. Assim continuará.

Está bom ou quer mais?

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Categoria(s): Administração Pública / Política / Reportagem Especial
domingo - 05/11/2017 - 09:28h
Eleições 2018

Ex-deputado Francisco José pode outra vez ser candidato


O editor do Blog Carlos Santos e Francisco José (pai) em Mossoró (Foto: Blog Carlos Santos)

Ex-deputado estadual, o “enfermeiro do povo”, o “irmãozinho” Francisco José, poderá voltar à cena político-eleitoral em 2018.

Seria a opção em lugar do próprio filho, ex-vereador e ex-prefeito mossoroense Francisco José Júnior  (sem partido), que saiu profundamente desgastado da gestão municipal em 2016.

Em 2014, Francisco José (pai) chegou a apresentar candidatura outra vez à Assembleia Legislativa, mas rumoroso caso de registro de mudança partidária (até hoje intencionalmente encoberto por densa camada de mistério), acabou o alijando da disputa.

Para o próximo ano, uma nova postulação dele estaria viabilizada por meios mais seguros.

Nota do Blog - Há pouco mais de duas semanas reencontrei o ex-deputado estadual em Mossoró, em evento da Assembleia Legislativa.

Conhecemo-nos há décadas.

Ele retornou à atividade que lhe deu notoriedade e visibilidade social, a prática da enfermagem, no bairro Paredões – em Mossoró.

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Categoria(s): Política
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sexta-feira - 03/11/2017 - 12:08h
Mossoró

Termina domingo contrato com empresa de limpeza urbana


Vai até o próximo domingo (5), o contrato da empresa baiana Vale Norte Construtora Ltda., no valor de R$ 13.900,123,44/mensais, responsável pela limpeza urbana em Mossoró.

Limpeza movimentou mais de R$ 300 milhões (Foto: arquivo)

No próximo dia 16 a Prefeitura de Mossoró promete realizar licitação (que não acontece desde 2005) para o serviço.

Nesse período, apenas duas empresas atuaram: Sanepav Saneamento Ambiental Ltda., que ficou 11 anos, e a Vale Norte, que está nesse papel desde maio do ano passado (um ano e seis meses).

Ela teve contratação sem licitação na gestão Francisco José Júnior e com a atual prefeita Rosalba Ciarlini houve renovação de compromisso, outra vez sem qualquer concorrência.

Em todo esse período, em números atualizados, mais de R$ 300 milhões foram pagos nesses contratos.

Leia também: Gestão Rosalba Ciarlini “esquece” promessa sobre limpeza urbana AQUI;

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Categoria(s): Administração Pública
terça-feira - 31/10/2017 - 10:15h
Mossoró

Desodorante vencido


A gestão Rosalba Ciarlini (PP) ainda vai andar com o ex-prefeito Francisco José Júnior por muito tempo debaixo do sovaco.

Tudo é culpa dele!

Desodorante está vencido, mulher!

Vamos trabalhar!

Francamente!

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sexta-feira - 27/10/2017 - 22:17h
Mossoró

Conjunto com 844 moradias será entregue nesse sábado


Vai acontecer amanhã (sábado, 28), a partir das 8 horas, no ginásio do Colégio Pequeno Príncipe no bairro Paredões em Mossoró, o sorteio de casas do Conjunto Odete Rosado, com previsão de conclusão às 13 horas.

O evento vai contar com a participação da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), além de representantes da Caixa Econômica Federal (CEF) e Ministério Público.

O Conjunto Residencial Odete Rosado é o maior empreendimento do Programa Minha Casa Minha Vida do Rio Grande do Norte.

São 844 moradias e investimento da ordem de R$ 48 milhões.

A obra começou em setembro de 2014 na gestão Francisco José Júnior/Dilma Rousseff e deveria ter sido entregue em agosto do ano seguinte.

Está localizado na área denominada de Alto da Pelonha.

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Categoria(s): Administração Pública / Gerais
sexta-feira - 27/10/2017 - 19:10h
Exorcismo

Cruz de Caravaca e dentes de alho na prefeitura


Com o Palácio da Resistência abarrotado de servidores, aliados políticos, familiares e amigos, a prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP) foi muito cumprimentada por seu aniversário nessa quinta-feira (26).

Mas em meio ao beija-mão e em missa de ação de graças, não faltou quem lembrasse em discurso os males “da gestão passada”.

De novo, claro, para justificar as dificuldades da governante.

Pelo visto, o ex-prefeito Francisco José Júnior ainda vai ser levado debaixo do sovaco por muito tempo.

Passa da hora de se fazer um exorcismo!

Nada que uma Cruz de Caravaca e uns dentes de alho não resolvam.

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quinta-feira - 12/10/2017 - 11:54h
Opinião

Poder que cega e revela a burrice preexistente na política do RN


O poder fascina e faz sina. Cega, que se diga. Os exemplos podem ser pinçados aqui e ali, na quantidade que quisermos, em qualquer tempo, sem nenhuma restrição geopolítica ou ideológica. Da infância à idade outonal. Sem veto de gênero ou raça, credo etc.

No Rio Grande do Norte, os últimos anos têm revelado que proporcionalmente à implosão do erário e ao esfacelamento dos serviços públicos, o fervor ao poder cresce obsessivamente. É regra com escassas exceções.

Robinson Faria (PSD), governador, é um caso mais atual a ser analisado. Apesar de ter níveis crescentes e incontroláveis de reprovação administrativa e repulsa política, delira com olhos esbugalhados e vítreos.

Ele repete entre os que lhe rodeiam, o mantra de que será reeleito.

Friedrich Nietzsche, filósofo alemão, afirmava que “o poder emburrece”. Mas em muitos e muitos casos, ele apenas expõe a burrice preexistente. Estava lá, à espera de ser reanimada. O RN é pródigo em situações assim.

A visão de Robinson Faria, é de que numa competição de baixo nível, espécie de Liga de Acesso à Papuda, possa vencer em face da mediocridade da peleja e pelas vantagens de estar aboletado na “máquina” estatal.

É provável, porém, que ele não concorra à sucessão estadual. A motivação pode ser um choque de racionalidade ou um sopapo judicial.

Isso não tira de Robinson a característica que lhe marcou no acesso ao governo: a crença no possível.

Essa também era a firme convicção da antecessora Rosalba Ciarlini (PP), atual prefeita mossoroense, quando em 2014 ainda se saracoteou para tentar a reeleição.

Rosalba foi impedida, não pelos índices estelares de rejeição ao governo (chegou a 82% em setembro daquele ano) e à sua imagem, mas por seu partido à época. O DEM do senador José Agripino, que não lhe deu legenda à aventura.

Antes de ambos, quem esteve com essa cegueira proporcionada pelo cargo e virou verbete do fracasso (“micarlização”), foi a ex-prefeita natalense Micarla de Sousa (era do PV). Ela chegou a 91,60% de reprovação em fevereiro de 2012, último ano de sua hecatombe administrativa. Terminou ejetada da prefeitura por decisão judicial.

Nesse rol, é oportuno ser lembrado o ex-prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD) numa narrativa mais recente. Ele também se via convencido de que seria reeleito ano passado, apesar de ter pesquisas com até 82% de repulsa popular.

Sua teimosia o levou a viver situação humilhante. Candidato, desistiu da luta eleitoral a poucos dias do pleito, por absoluta insuficiente de intenção de votos. Seu slogan de campanha soou ridículo no final melancólico: “Sempre resistir. Recuar, jamais!”

Em todos esses casos, a psicologia tem explicação para esse atordoamento, que colocou e coloca esses protagonistas políticos desconectados do mundo lá fora. Para que desçam do pedestal, é preciso o tal “choque de realidade”, o que não ocorre sem traumas.

Às vezes o tratamento só é possível nas urnas. Quando chegam a elas, claro. Aí o “rei” estará nu, como na parábola do dinamarquês Hans Christian Andersen. Será muito tarde.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Política
quarta-feira - 11/10/2017 - 09:48h
Mossoró sem jeito

Nova maquete se incorpora a acervo do ilusionismo político

Peça de propaganda repete fórmula do Nogueirão reformado e ampliado e Santuário de Santa Luzia

A classe política de Mossoró acrescenta mais uma novidade a seu acervo de tapeações e desatinos. Na verdade, repete fórmula. Agora é a maquete da sede própria da Câmara Municipal de Mossoró que entra em cena.

Na segunda-feira (9), a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) reuniu com pompas um elenco de vereadores, secretários e imprensa no Palácio da Resistência (sede do Executivo), para apresentar o projeto (veja AQUI) da futura sede do Legislativo. Custo do mimo: R$ 10 milhões.

A maquete do "Versailles" afronta a cidade em que pessoas morrem ou ficam mutiladas por falta de assistência (Reprodução)

Para começar, claro. Sempre aparecem depois os aditivos e não está na conta todo o acervo mobiliário, tapetes, condicionadores de ar, equipamentos de segurança etc., que a obra depois de pronta precisará para dar vida ao lugar, que ficará em terreno no Nova Betânia.

A prefeita é reincidente nessa modalidade de arte. A arte de iludir com uso de maquetes e similares.

Golpe com o Nogueirão

Em 2012, no ápice da campanha municipal, na condição de governadora do RN, ela desembarcou na cidade para apresentar a maquete do Estádio Manoel Leonardo Nogueira (Nogueirão), com promessa de investir R$ 39 milhões em reforma e ampliação.

Nunca colocou uma pá de cá no Nogueirão, que passou por várias interdições. Foi um legítimo estelionato político-eleitoral e esportivo. Sabia desde o primeiro momento que o estado, alquebrado, não teria como investir tanto recurso no empreendimento.

Mas sejamos justos. Ela não está só nesse ilusionismo que continua fazendo vítimas, com apoio da maioria da imprensa, que não se arvora a fazer o mínimo de análise crítica dos fatos, recapitulando a história recente e a reincidência nesse tipo de “enrolation”.

Em 2012, Rosalba já tinha apresentado maquete para iludir mossoroenses em algo que não botou uma pá de cal (Foto: arquivo)

O ex-prefeito Francisco José Júnior (PSD) também deixou sua contribuição. Ele apareceu com a maquete do Santuário de Santa Luzia, que seria construído no alto da Serra Mossoró.

Chegou ao requinte da trucagem, ao “importar” um empresário bondoso e devoto da santinha, que garantiria pelo menos R$ 15 milhões para tanger a obra. Tudo, claro, em nome de sua fé.

Trouxas

Até representantes da Igreja Católica local caíram nesse golpe, pagando mico que hoje preferem esquecer. Virou assunto proibido no clero mossoroense, quase pecado mortal, se remexer nesse assunto.

Esse povo de Mossoró não aprende mesmo. Gosta de ser enganado, ser transformado em trouxa e ser ridicularizado além dos limites do município.

O agravante nesse caso mais recente do “golpe da maquete”, é que alguns de seus personagens voltam ao local do crime, com a mesma desfaçatez de antes.

Francisco José Júnior e sua "maquete", em mais um ato de trucagem comum à política de Mossoró (Foto: arquivo)

Pior ainda: numa conjuntura financeira delicada, principalmente para a saúde pública, que vive seu pior momento. Tem gente morrendo e ficando mutilada por falta de cirurgias eletivas, insulina, remédios básicos ou simples analgésicos.

Médicos prometem parar atividades (veja AQUI) porque prefeitura não os paga.

1% de bom senso

Quem conhece razoavelmente o atual prédio que abriga a Câmara Municipal de Mossoró, sabe que ele é dispendioso e inapropriado para continuar abrigando esse poder. É caro, que se diga.

Porém, cadê aquele 1% de bom senso que teria sobrado aos seus ocupantes, para priorizarem o interesse público em vez desse “Versailles” do semiárido? Será que não sobrou nem isso aos caríssimos vereadores e à prefeita que “fez, faz e sabe fazer”?

Francamente!

Parar por aqui para não baixar o nível (o que rende mais processos judiciais, mas é cabível ao caso).

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Categoria(s): Política / Reportagem Especial
  • Repet
quarta-feira - 04/10/2017 - 10:34h
Política e história

Disputa à Assembleia Legislativa gera grande expectativa

Mossoró já elegeu 4 deputados estaduais em 1974 e espera 2018 com cenário confuso para novo feito

Mossoró já chegou a determinar a eleição de quatro deputados estaduais num único ano. Foi em 1974, há 43 anos. Um feito raro. Poderá ser repetir no próximo ano, mas é precipitado se fazer um vaticínio nesse sentido.

João Newton: 1974 (Foto: arquivo)

O excelente resultado contrasta com o fenômeno de 2014: nenhum candidato nativo do município chegou ao êxito nas urnas.

Em 2014, os deputados mossoroenses que tentaram a reeleição, Larissa Rosado (PSB) e Leonardo Nogueira (DEM), fracassaram.  Nenhum novato local vingou.

Quem se sobressaiu, com votos determinantes de Mossoró à eleição-surpresa, foi o ex-prefeito areia-branquense Manoel Cunha Neto (PHS), “Souza”, que tem laços familiares, profissionais e estudantis com a cidade. Cerca de 18% dos seus votos foram do eleitorado local.

Em 1974, foram eleitos João Newton da Escóssia (Arena) e Alcimar Torquato (Arena), com apoio do deputado federal Vingt Rosado (Arena). O primeiro, cunhado do parlamentar; o segundo, natural de Luís Gomes, mas que há mais de uma década atuava na medicina local.

Eleitos de 1974 a 2014  tendo Mossoró como base

1974 – João Newton da Escóssia, Alcimar Torquato, Assis Amorim e Luís Sobrinho;

1978 – Carlos Augusto Rosado

1982 – Jota Belmont e Carlos Augusto Rosado

1986 – Laíre Rosado e Carlos Augusto Rosado

1990 – Carlos Augusto, Antônio Capistrano e Frederico Rosado

1994 – Frederico Rosado e Francisco José (pai)

1998 – Frederico Rosado, Sandra Rosado e Ruth Ciarlini

2002 – Larissa Rosado, Francisco José (pai) e Ruth Ciarlini

2006 – Larissa Rosado e Leonardo Nogueira

2010 – Larissa Rosado e Leonardo Nogueira

2014 – Nenhum

“De quebra”, ainda teve a reeleição do médico Dalton Cunha (Arena). Era mossoroense da gema, mas tinha como base principal de votos o município de Apodi e adjacências.

Luís Sobrinho (MDB) e Assis Amorim (MDB), apoiados pelo ex-governador cassado Aluízio Alves (MDB), também foram eleitos no mesmo ano a partir de Mossoró.

Frederico: 1990 (Foto: Arquivo)

Um dado interessante dessa lista de eleitos: nenhum era da família Rosado. Depois de 1974, em todas as eleições essa oligarquia elegeu membros seus à Assembleia Legislativa, à exceção de 2014.

Derrocada

Em 2018, com um cenário político extremamente confuso, Mossoró pode ter uma profusão de candidaturas à Assembleia Legislativa. Há possibilidade de repetir 1974 ou ficar num meio-termo.

Porém é pouco provável que se veja uma reedição de 2014. Três candidaturas do clã Rosado a deputado estadual, desgaste político da então governadora Rosalba Ciarlini (PP), a prefeitura nas mãos de um adversário dos Rosados (prefeito Francisco José Júnior) e escassez de recursos para financiamento de campanhas, foram alguns dos fatores que desenharam a derrocada à época.

Alguém pode sobrar

Mesmo assim, a conjuntura que se forma para o próximo ano poderá gerar surpresas, principalmente porque após se reunificar parcialmente, o clã Rosado tentará eleger quadros familiares num contexto completamente diferente do passado recente e tempos mais remotos.

O “maior eleitor” mossoroense, a Prefeitura Municipal de Mossoró, historicamente não tem elegido mais do que um deputado estadual por pleito. Preliminarmente, não há qualquer pré-candidatura Rosado se formando na oposição, mas pode surgir a figura da ex-prefeita Fafá Rosado (ainda no PMDB).

No governismo, as primas Larissa Rosado e Lorena Rosado (PP) – filha da prefeita Rosalba e secretária do Desenvolvimento Social do município, tendem a ser candidatas no mesmo palanque. Alguém pode sobrar.

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Categoria(s): Política / Reportagem Especial
sexta-feira - 29/09/2017 - 10:47h
Em Mossoró

Um apoio possível para o governo do estado


Até aqui, a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) não tem definição certa, “imexível”, quanto às campanhas majoritárias do próximo ano no Rio Grande do Norte.

Fátima e Rosalba: união possível (Foto: Web)

Tudo é possível, inclusive o inimaginável para muita gente que trata política com o fígado.

Um apoio à postulação ao governo da senadora Fátima Bezerra (PT), por exemplo, é mais do que possível.

Em 2014, ela já tivera.

O rosalbismo reforçou a campanha da petista em Mossoró, dando-lhe reforço considerável à votação superlativa que obteve. Rosalba fez declaração pública de apoio no dia 29 de setembro, a poucos dias do pleito (veja AQUI).

Senado em Mossoró

Fátima Bezerra (PT) – 59.726 (69,83%)
Wilma de Faria (PSB) – 23.512 (27,49%)
Maioria Pró-Fátima –  36.214 (42,34%).

Em contrapartida, o sindicalismo petista no âmbito do estado arrefeceu a pressão contra o governo da então governadora Rosalba Ciarlini, que estava em seus estertores.

Porém é importante lembrar da conjuntura da época. O prefeito Francisco José Júnior (então no PSD) vivia o apogeu de sua gestão e puxou eleições de Fátima e de Robinson Faria (PSD) ao governo em solo mossoroense.

Leia também: As razões de Rosalba para apoiar a “companheira” Fátima AQUI.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 28/09/2017 - 08:30h
Prefeitura de Mossoró

Promotor emite recomendação originária de auditoria em folha


O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), por intermédio do promotor da 7ª Promotoria de Justiça de Mossoró, Fábio de Weimar Thé, encaminhou recomendação ao secretário municipal de Administração e Finanças para que providencie a regularidade das fichas financeiras de servidores que estão com pagamento suspenso por não realizarem biometria.

Há controvérsia sobre a realização do crédito, pois alguns servidores comprovaram que não estão recebendo seus vencimentos.

A recomendação foi expedida considerando inquérito civil que tramita na Promotoria de Justiça que tem por objeto apurar a existência de 622 servidores com destino ignorado no âmbito da Prefeitura de Mossoró.

Auditoria

No documento, o MPRN recomenda também a restituição de valores indevidamente pagos a uma servidora que manteve vínculo com o Município por meio de contrato temporário firmado em outubro de 2010 e rescindido em agosto de 2012, mas cujo vínculo efetivamente foi encerrado somente em 31 de dezembro de 2014, segundo informações prestadas pela Prefeitura.

A recomendação deriva de procedimento aberto pelo MPRN, a partir de auditoria na folha de pessoal da municipalidade, desencadeada pelo próprio prefeito Francisco José Júnior à época (2014), para identificar eventuais irregularidades e distorções.

Saiba mais detalhes sobre a recomendação clicando AQUI.

Leia também: Prefeitura procura 622 servidores que têm “destino ignorado” AQUI.

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Categoria(s): Administração Pública / Justiça/Direito/Ministério Público
sexta-feira - 22/09/2017 - 17:39h
Mossoró

Civilidade de Gustavo Rosado e Francisco José dá saudades


Manifestantes do serviço público municipal de Mossoró começam a ter saudades do ex-prefeito Francisco José Júnior (PSD) e do “prefeito de fato” Gustavo Rosado.

Numa das ocupações com Francisco José Júnior, manifestantes tinham atendimento especial no palácio

O primeiro, antecessor próximo da atual prefeita Rosalba Ciarlini (PP), autorizava que protestos fossem feitos no pátio e até interior do Palácio da Resistência, sede da municipalidade, com instalação de barracas e até colchonetes, wi-fi liberado etc. Tudo liberado.

Guarda Civil foi escalada para reforçar segurança (Foto: Cedida)

Já Gustavo, que administrava a prefeitura em lugar da irmã e prefeita de direito Fafá Rosado (PMDB, então no DEM), chegava ao requinte de mandar servir água, café, sucos e quitutes para aplacar sede e fome dos manifestantes.

Sol

Com Rosalba é diferente: Prefeitura no cadeado, Polícia Militar, Polícia de Trânsito, Guarda Civil Municipal (GCM) e determinação para que não se permita instalação de barracas ou lonas na calçada do Palácio da Resistência.

A ordem é deixar a militância sindical sob sol escaldante.

Quem diria, hein?

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) está com saudades da civilidade de Francisco José Júnior e Gustavo Rosado.

Faz sentido. Ô!

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Categoria(s): Administração Pública / Política
  • Repet
sexta-feira - 22/09/2017 - 05:32h
Critica

Lamentáveis maus-tratos e humilhações oficiais em Mossoró


Carlos Santos,

Quando o assunto é a luta pelos direitos dos Servidores da Saúde, quem conversa comigo sabe que não me sinto minimamente representado pelo “sindicato” dos servidores públicos de Mossoró e por consequência não adiro a qualquer posicionamento tomado por eles, tanto que não estou em greve, como quase ninguém da Saúde.

Prefeitura proibiu sindicalistas de usarem lonas e barracas para se protegerem do sol (Foto: Web)

Apesar disso, gostaria de fazer o registro de um fato que entendo ser lamentável envolvendo esse “sindicato” e a Prefeitura de Mossoró.
Refiro-me ao posicionamento da atual gestão, que coloca carros oficiais em exposição sobre praça pública, mas resolve impedir que os manifestantes coloquem uma simples tenda na calçada para fazerem o seu protesto protegidos do sol escaldante de Mossoró.

Só tenho a lamentar esse ocorrido!

Designar Guardas Civis e policiais militares para intimidarem as manifestações dos servidores ao mesmo tempo em que as UBS (Unidades Básicas de Saúde) são constantemente alvos de violência e, nada é feito, para proteger a vida dos trabalhadores, é uma VERGONHA!

Espero que os Servidores da Saúde e população que repugnavam atitudes semelhantes da gestão passada, não se omitam diante desse e de outros fatos que estão deixando a situação do trabalhador da Saúde cada vez pior.

Não sejam seletivos. Ou melhor, não sejam medíocres. Os fatos estão aí!

Adílio César – odontólogo e advogado

Leia também: Manifestação é recebida com cadeado, polícia, guarda civil e sol AQUI.

Nota do Blog – Sublinho suas palavras, Adílio.

Fico pasmo com com esse tipo de postura do governo municipal. Maltrata, humilha, ridiculariza seres humanos que são também munícipes, antes de serem sindicalistas e servidores públicos. Tomou-os como inimigos e se esmera no sadismo.

Imagino se o inquilino do Palácio da Resistência fosse o ex-prefeito Francisco José Júnior. O mundo viria abaixo, as redes sociais estariam entupidas de agressões e críticas a ele.

Agora, não. Tem gente que acha o máximo. Preocupante. Verdadeiramente me preocupo com o que ainda vem por aí na cidade que moro, trabalho e sobrevivo.

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Categoria(s): E-mail do Webleitor / Gerais / Política
quarta-feira - 20/09/2017 - 07:20h
Francisco pai, Francisco filho

Conselho de pai para filho na política


Entre amigos, o ex-deputado estadual Francisco José (PPL) tem reproduzido um conselho que estaria passando ao filho e ex-prefeito mossoroense Francisco José Júnior:

Francisco, pai: um tempo (Foto: Web)

- Dê um tempo, saia de cena.

Para Francisco José, pai, o filho não deve ser candidato a qualquer cargo eletivo em 2018.

Até aqui, o ex-prefeito não revela planos para o futuro próximo na política.

À época da prefeitura, estimava que seria nome imbatível ao Senado e natural sucessor de Robinson Faria (PSD) ao governo.

Mas não conseguiu concluir a própria campanha à sucessão municipal no ano passado. Desistiu.

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Categoria(s): Política
  • Repet
quarta-feira - 20/09/2017 - 06:56h
Política

Ex-prefeito pede desfiliação do partido de Robinson Faria


Do Blog de Saulo Vale

O ex-prefeito de Mossoró Francisco José Júnior pediu oficialmente desfiliação do PSD, partido hoje encabeçado em Mossoró pelo ex-vereador Jório Nogueira. O PSD é presidido no RN pelo governador Robinson Faria.

O pedido foi protocolado esta semana junto à Justiça Eleitoral e ao Diretório Municipal da legenda.

Ele foi fundador do PSD e integrava o partido desde a sua fundação.

À epoca em que anunciou a sua saída do partido, recebeu convites do PSC, presidido pelo ex-vereador Renato Fernandes, e do PMN, encabeçado pelo comerciante Nicó Fernandes.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 14/09/2017 - 09:57h
Mossoró

Rosalba repete receita de Francisco José Jr. para eleger filha


A Prefeitura Municipal de Mossoró começa amanhã (sexta-feira, 15), o que denomina de projeto ‘Mossoró Mais Cidadã’. Segundo é divulgado, é a primeira de muitas edições e acontecerá logo a partir das 8 h, no bairro Belo Horizonte, na Escola Estadual Raimundo Gurgel.

Francisco José Júnior fez "Meu Bairro Melhor" (Foto: PMM)

A fórmula utilizada na iniciativa não é nova, mas é usualmente levada a termo em período pré-eleitorais – com outras nomenclaturas, em Mossoró: consiste na disponibilização de serviços de várias secretarias, de forma que “estes cheguem mais próximos à população dos mais diversos bairros”, explica informação oficial da gestão Rosalba Ciarlini (PP).

A aposta agora é colocar à frente da programação a pré-candidata a deputado estadual e filha da prefeita Rosalba Ciarlini, secretária do Desenvolvimento Social Lorena Ciarlini.

Meu Bairro Melhor

Em 2015, ano anterior ao pleito municipal de 2016, o então prefeito Francisco José Júnior (PSD) começou essa mesma estratégia de levar serviços municipais em massa para comunidades periféricas. Era “Meu Bairro Melhor”.

Fazia uma blitz, com atuação integrada de várias secretarias. Dias depois, tudo voltava ao “normal” em cada comunidade visitada: lixo nas ruas, falta de remédios e outros insumos nas unidades de saúde, precariedade na iluminação pública etc.

O Mossoró Mais Cidadã é também clone do “Prefeitura nos Bairros” que Rosalba Ciarlini já utilizou com mesmo formato em passagens anteriores pela prefeitura, em vésperas de campanhas eleitorais.

No âmbito estadual, a primeira-dama e secretária do Trabalho, Habitação e Ação Social (SETHAS), Julianne Faria (PSD), não foge à fórmula mágica: há meses empreende por municípios do RN o “Vila Cidadã”, oferecendo os mesmos serviços para ao final não resolver nada.

Nota do Blog – Enfim, a mesma “coleira” com nomes diferentes. São décadas de faz-de-conta com nomes diferentes, com objetivos iguais e resultados práticos pífios à população. Segue a dependência, o clientelismo/assistencialismo e a dominação pela necessidade alheia.

Tudo é feito para parecer que algo está sendo feito, de verdade, para minorar as necessidades dos mais carentes.

Tudo muda para continuar como sempre esteve.

Ah, povo para sofrer!

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Categoria(s): Política
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