quarta-feira - 28/06/2017 - 09:30h
Senado

Renan ataca Henrique Alves em bate-boca com Garibaldi Filho


Dois ex-presidentes do Senado e integrantes do PMDB bateram boca nessa terça-feira (27) em pleno cenário dessa Casa. A animosidade causou profundo mal-estar na bancada governista.

O entrevero acabou se acirrando, quando Garibaldi Filho (PMDB-RN) cobrou de Renan Calheiros (PMDB-AL) coerência, além de lhe ensinar que “liderança não se impõe”. Ponderava que ele precisava se afinar com a linha política traçada para a bancada, em relação ao projeto de Reforma Trabalhista.

A reação de Renan Calheiros foi curta e dilacerante, mexendo com a suscetibilidade de Garibaldi Filho. O senador alagoano virou-se para Garibaldi e deu um salto verbal mortal.

Assinalou que o ex-ministro, ex-presidente da Câmara Federal Henrique Alves (PMDB), primo de Garibaldi, estava preso por “integrar uma quadrilha, uma quadrilha” (veja AQUI a denúncia contra o ex-parlamentar).

No ataque

- Eu compreendo a provocação do senador Garibaldi. Não é a primeira vez, não será a última vez. Eu compreendo o estado de espírito do senador Garibaldi Alves – ironizou Renan Calheiros, antes de lembrar da prisão de Henrique Alves como suposto quadrilheiro.

Garibaldi engatou uma tréplica em meio ao pronunciamento de Renan, causando uma confusão de vozes. “Senador, senador, o senhor não pode se referir ao ex-ministro Henrique Eduardo Alves dessa maneira…”

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), interveio no confronto ao avisar que estava encerrando a sessão. Mesmo assim, Renan – fora do microfone ainda seguiu no ataque, fitando Garibaldi Filho e vociferando palavras inaudíveis à captação do áudio.

Até bem poucos anos, Renan e Henrique comandavam respectivamente Senado e Câmara Federal na gestão Dilma Rousseff (PT), como dois dos mais importante e poderosos homens da República.

O litígio público entre Renan e Garibaldi expôs o nível de estresse na bancada governista, num momento em que mesmo no poder está em permanente convulsão.

Como desdobramento dessa situação, o PMDB começou a trabalhar saída de Renan da liderança, como o Blog publicou ao final da noite passada (veja AQUI).

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terça-feira - 27/06/2017 - 22:42h
Tensão

Garibaldi pode assumir liderança do PMDB em lugar de Renan


Do G1 (Por Andréia Sadi)

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), procurou o presidente Michel Temer na noite desta terça-feira (27) após discutir no plenário com o líder do PMDB na Casa, Renan Calheiros (AL). Os dois divergiram, principalmente, sobre a reforma trabalhista, em análise no Senado – Jucá é o relator.

Com o aval do presidente, Jucá já articula para esta quarta (28) a troca na liderança do PMDB.

Ex-ministro de Temer, Jucá colheu assinaturas na bancada, formada por 22 senadores, para destituir Renan do posto. Ele quer Garibaldi Alves (RN) na liderança do PMDB.

Renan irritou o governo ao ameaçar fazer trocas na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, que votará nesta quarta a reforma trabalhista.

Ex-presidente do Senado, Renan tem sido um dos principais oposicionistas do governo Temer desde que o presidente assumiu.

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sexta-feira - 09/06/2017 - 07:04h
RN

Bolsonaro é recebido efusivamente e sob homenagem a Ustra


O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) chegou à tarde dessa quinta-feira (8) ao Rio Grande do Norte, em desembarque no Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, numa programação de pré-candidato a presidente da República. Estava sob denso aparato de segurança.

Foi recebido por numeroso grupo de manifestantes aos gritos de “mito” e “presidente”.

No pátio do aeroporto, ele chegou a discursar pregando cruzada contra a corrupção e foi saudado por vários manifestantes aos gritos de “Viva Ustra!”

A homenagens dos manifestantes resgatou o nome do coronel Carlos Brilhante Ustra, reconhecido torturador da época do regime militar.

Ustra e Garibaldi

Bolsonaro não fez referência ao “homenageado” em seu discurso, mas tem vinculação com a lembrança. Ano passado, ao pronunciar seu voto pela cassação da então presidente Dutra, lembrou de Ustra.

Enquanto aguardavam Jair Bolsonaro, vários militantes viram chegar primeiro o senador Garibaldi Filho (PMDB), que passou a ser alvo de ataques sob o epíteto de “ladrão, ladrão!”.

Bolsonaro fez palestra à noite num hotel em Natal a convite da União Nordestina dos Plantadores de Cana de Açúcar do Nordeste. Hoje pela manhã concede entrevistas à imprensa, para depois voar para o Rio de Janeiro.

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segunda-feira - 22/05/2017 - 09:20h
No Twitter

Garibaldi se solidariza com Temer, mas depois se arrepende


Através do seu endereço na rede social denominada de Twitter, o senador Garibaldi Filho (PMDB) defendeu ostensivamente o presidente Michel Temer (PMDB) nesse domingo (21).

Postagem às 13h38 minutos do domingo (21), com defesa contundente e acusação clara, atesta "denúncia caluniosa" contra Temer

Foi enfátivo e sem rodeios, mas depois a postagem foi retirada do ar, em face de crescentes manifestações de reprovação à sua postura e, por conseguinte, ao próprio presidente.

Veja o que ele escreveu:

- Quero manifestar minha solidariedade ao presidente Michel Temer alvo de denúncia caluniosa e dizer da minha confiança seu governo reformista (sic).

Nota do Blog - Nem o ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB), primo do senador, encoberto por uma série de denúncias, teve tamanha advocacia do congressista.

Estranho, muito estranho.

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terça-feira - 16/05/2017 - 11:07h
Campanha 2002

Delatora diz que Henrique Alves pagou campanha “por fora”


Do jornal O Estado de São Paulo

Em depoimento do Ministério Público Federal, a empresária Mônica Moura declarou que, em 2002, acertou caixa 2 para a campanha de Henrique Eduardo Alves (PMDB) ao Governo do Rio Grande do Norte. A combinação, segundo a delatora e mulher do marqueteiro João Santana, se deu com o próprio Henrique Alves, ex-ministro do Turismo (Governo Temer).

Mônica Moura relatou que o peemedebista era o candidato de Garibaldi Alves Filho ao governo naquele ano. Segundo a empresária, Henrique Alves deixou a campanha no início, ‘antes de começar o horário gratuito’, e deu lugar a Fernando Freire.

Henrique terminou não sendo candidato a governador àquele ano e o nome foi Fernando Freire (Foto: Reuters/Ueslei Marcelino)

“Essa campanha foi mais ou menos uns 4 milhões, 4,5, 5 milhões o valor acho que do primeiro turno, que foi pago da mesma forma. Esse meu acerto de campanha foi feito com Henrique Alves, porque ele era o candidato, então acertei diretamente com ele e que receberia, e aí, ele pediu para pagar uma parte por fora e uma parte por dentro. Nós tivemos um contrato menor, nessa época, bem menor do que a parte paga em caixa 2. Ele mandou alguém pagar”, declarou.

A delatora disse que após a saída de Henrique Alves, ‘assumiu o Fernando Freire, que era o vice do Garibaldi’.

“Ele virou o candidato de repente e nós fizemos a campanha com ele”, afirmou. “Logo no início, eu não me lembro como foi, o que foi que a gente recebeu durante o pequeno período em que o Henrique Alves foi candidato. Mas logo depois assumiu Fernando Freire, que era o governador, e aí Fernando Freire assumiu o pagamento dessa parte não oficial. Ele mandava gente dele entregar dinheiro a gente no hotel em que a gente estava”, relatou.

O Ministério Público Federal perguntou Mônica Moura sobre o porquê de Henrique Eduardo Alves ter acertado o pagamento dos custos.

“Porque ele ia ser o candidato, ele era o candidato. Ele que ia resolver, ele tinha condições de resolver os pagamentos, né? Eu nunca falei de dinheiro com Garibaldi, foi sempre com Henrique Eduardo Alves”, narrou.

O outro lado

Henrique Alves e Fernando Freire manifestam-se sobre o assunto em pauta, através de suas assessorias:

Nota à Imprensa

Em relação ao trecho da delação de MÔNICA MOURA em que esta teria afirmado que HENRIQUE EDUARDO ALVES teria acertado pagamento de valores por fora para a campanha ao Governo do Rio Grande do Norte no ano de 2002, vimos esclarecer o que segue:

As afirmações da mencionada publicitária sobre fatos ocorridos há quase 15 anos não são verdadeiras.

HENRIQUE EDUARDO ALVES jamais discutiu contrato de propaganda para campanha ao cargo de Governador do Rio Grande do Norte com MÔNICA MOURA. Aliás, o candidato antecipadamente lançado naquele ano pela coligação sequer pertencia ao PMDB.

No ano de 2002 HENRIQUE já chegou à convenção do PMDB, realizada no mês de junho, como candidato a Deputado Federal e sua campanha foi realizada por publicitários do Rio Grande do Norte.

Por estas razões, a defesa repudia veementemente qualquer insinuação de sua participação nos atos ilícitos que lhe foram atribuídos.

Brasília, 16 de maio de 2017. Marcelo Leal de Lima Oliveira – OAB/DF 21.932

Advogado Flaviano Fernandes – que defende Fernando Freire:

“Adotaremos apenas a descrição de nos manifestarmos nos autos se existirem autos que venham apurar esse fato, visto que já se encontram prescritos – faz 15 anos.”

Veja matéria completa clicando AQUI.

Nota do Blog – A campanha eleitoral de 2002 foi vencida por Wilma de Faria (então no PSB). Ela foi para o segundo turno após vencer as chapas Fernando Bezerra (PTB)-Carlos Augusto Rosado (PFL) e Fernando Freire-Laíre Rosado (PMDB), também. Tinha como vice o deputado Antônio Jácome. Disputou o segundo turno contra Freire.

Henrique era nome “certo” para ser vice na chapa presidencial do senador José Serra (PSDB), mas reportagem da revista IstoÉ (veja AQUIAQUI) implodiu sua postulação.

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quinta-feira - 11/05/2017 - 23:07h
Fernando Freire

Ex-governador do RN é citado em delação de marqueteiros


A Justiça Federal em cinco Estados, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) são os destinos dos pedidos de providência encaminhados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) à Corte com base nas delações dos marqueteiros João Santana e Monica Moura e de André Santana, funcionário do casal.

Freire: mais problema (Foto: reprodução)

Sem contar os estrangeiros, dezesseis políticos brasileiros são citados em 21 petições – a 22ª ainda não teve o conteúdo divulgado.

Só o Paraná receberá metade das petições, 11, a serem analisadas na primeira instância, pela Procuradoria da República no Estado e pelo juiz Federal Sérgio Moro. As seções da Justiça Federal nos Estados de Rio Grande do Norte, Sergipe, Mato Grosso do Sul e São Paulo receberão um caso cada uma.

Fernando Freire

No Rio Grande do Norte aparece o ex-governador Fernando Freire, ave rara na política do RN, que está preso devido o chamado “Máfia dos gafanhotos”. Recentemente ele teve nova condenação (veja AQUI).

O ex-governador foi citado como  um dos beneficiados com trabalho do casal João Santana-Mônica Moura, marqueteiros que teriam feito sua campanha ao governo estadual em 2002 e recebido pagamento de “caixa 2″.

Fernando Freire à época era governador. Vice de Garibaldi Filho (PMDB), que se desincompatibilizou do cargo de governador para ser candidato ao Senado, Freire foi à disputa e terminou derrotado por Wilma de Faria (à época no PSB).

Veja AQUI detalhes sobre a delação de João Santana e Mônica Moura.

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sábado - 29/04/2017 - 04:20h
eleições 2018

Possibilidade de Garibaldi ser candidato a estadual segue viva


Há uma corrente de pensamento dentro do PMDB que trabalha e torce para que o senador Garibaldi Filho concorra a uma vaga à Assembleia Legislativa no próximo ano.

Walter e Garibaldi: 2018 em questão (Foto: arquivo)

Ele, de público, já chegou a descartar essa hipótese. Nem pensar.

Mas o assunto não está morto e sepultado.

Entrevistado pela TV Cabo Mossoró (TCM), jornalista Bruno Barreto, em sua estada em Mossoró no dia 12 de janeiro, disse que atribuía esse ‘boato’ à “coisa de adversários”.

O zunzunzum ganha terreno e não sai das conversas politicas desde o ano passado.

“Chapa Alves”

É o sonho de vários pré-candidatos e deputados estaduais do partido. Garibaldi candidato, seria puxador de votos capaz de assegurar eleição de mais gente.

Paralelamente, abriria espaço para desafogar a “chapa Alves” à Câmara Federal, em que seu filho Walter tenta a reeleição e seu primo Henrique Alves sonha em retornar a esse poder.

Vale repetir: o assunto não está morto e sepultado.

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sexta-feira - 28/04/2017 - 17:28h
Em Natal

Lindolfo Sales, ex-presidente do INSS, foi alvo de operação


Por Dinarte Assunção (Blog do ID) e Blog Carlos Santos

O alvo da Lava Jato no RN, na segunda fase da Operação Satélites (veja AQUI), foi Lindolfo Sales Neto, ligado ao senador Garibaldi Filho (PMDB).

Lindolfo presidiu INSS e é do grupo do senador Garibaldi Filho (Foto: web)

Quatro policiais federais cumpriram mandado hoje contra Lindolfo e apreenderam documentos em seu apartamento.

Lindolfo foi diretor do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) quando Garibaldi foi ministro da Previdência. Antes disso, integrava a equipe de gabinete do senador.

Garibaldi diz desconhecer operação

Chegou a ocupar a presidência do INSS em dezembro de 2012.

O senador Garibaldi Alves Filho informa que oficialmente desconhece qualquer ação a respeito da chamada Operação Satélites, nem a citação do nome de um ex-assessor nesta investigação.

Natural de Recife, Sales foi professor do Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Mestre em Engenharia Civil pela Universidade de Missouri (EUA), foi também diretor-geral do Detran (RN) e secretário de Planejamento e Finanças do Estado do Rio Grande do Norte na gestão Garibaldi.

Caixa 2

Lindolfo aparece em delações premiadas da Construtora Norberto Odebrecht, que envolvem o senador com suposto recebimento de R$ 200 mil da empresa para Caixa 2 em campanha. Seria o intermediário da negociação.

A Procuradoria-geral da República (PGR) pediu a abertura de inquérito contra Garibaldi para investigar crime de caixa dois. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, enviou todo o material de volta para que a PGR se manifeste sobre a possibilidade de extinção da punibilidade do senador em função do tempo em que o fato ocorreu e da idade dele.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
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sábado - 22/04/2017 - 10:25h
Documento histórico

Veja “Raio X” com “Tudo sobre a delação da Odebrecht”


O portal G1 colocou no ar um documento expressivo em relação à Operação Lava Jato.

Abriu página especial com “Raio X” do caso. “Tudo sobre a Delação da Odebrecht” é o título do material especial que tem permanente atualização para o internauta acompanhar a apuração judicial.

Os políticos citados, apelidos, os pontos-chave das delações, os inquéritos e as petições, os vídeos e perfil da da Construtora Norberto Odebrecht da empresa estão expostos.

No caso do Rio Grande do Norte, é possível colher todas as minudências dos nomes citados até aqui na lista do ministro-relator dessa demanda no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin:

Robinson Faria (PSD) – AQUI;

José Agripino (DEM) – AQUI;

Garibaldi Filho (PMDB) – AQUI;

Felipe Maia (DEM) – AQUI;

Fábio Faria (PSD) – AQUI;

Rosalba Ciarlini (PP) – AQUI;

Wilma de Faria (PTdoB) – AQUI;

Henrique Alves (PMDB) – AQUI;

Iberê Ferreira (PSB, já falecido) – AQUI.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 20/04/2017 - 20:06h
RN

Transposição do São Francisco tem nova etapa definida


Garibaldi e Barbalho: transposição (Foto: cedida)

As obras remanescentes da primeira etapa (1N) do Eixo Norte do Projeto de Integração (transposição) do Rio São Francisco podem ser retomadas já na próxima semana. O Ministério da Integração Nacional assinou nesta quinta-feira (20) contrato com o Consórcio Emsa-Siton.

O consórcio apresentou a melhor proposta no processo de licitação. A previsão é de que as águas do rio São Francisco corram pelas estruturas físicas de todo o Eixo Norte e cheguem ao Ceará até o final de 2017. Esse trecho foi projetado para beneficiar mais de 7 milhões de pessoas no estado e também no Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraíba.

O passo seguinte do processo será a publicação do Extrato de Contrato entre o ministério e o consórcio no Diário Oficial da União. Após essa formalização, será assinada a Ordem de Serviço para início das obras remanescentes já na próxima semana.

Ministro

O valor pactuado é de R$ 516,84 milhões.

Ao tomar conhecimento da notícia, o senador Garibaldi Filho (PMDB) cumprimentou o ministro Helder Barbalho pelo desfecho do processo.

“A atuação do ministro Helder Barbalho foi decisiva para que finalmente houvesse a assinatura do contrato”, afirmou.

O Projeto de Integração do Rio São Francisco possui 477 quilômetros de extensão, divididos em eixos Norte e Leste, e beneficiará 12 milhões de pessoas no Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraíba. Hoje a região de Campina Grande e a cidade de Monteiro (PB), além de Sertânia (PE) já recebem as águas do ‘Velho Chico’.

Categoria(s): Gerais
sábado - 15/04/2017 - 15:56h
Odebrecht

Delator detalha ‘apoio’ a Garibaldi Filho, Wilma e Iberê


Por Dinarte Assunção (Blog ID)

Em depoimento a procuradores da República no Rio Grande do Norte, em dezembro passado, o ex-diretor da Odebrecht Ariel Parente, relatou que, das tratativas de que ele participou, os repasses para o senador Garibaldi Filho  foram considerados um investimento da construtora, pois sua influência poderia ser útil no futuro.

“João Pacífico (chefe da Odebrecht para o Nordeste) veio a Natal e tivemos reunião na casa de Garibaldi. Lá, pacífico relatou que iríamos contribuir com R$ 200 mil, que foram pagos em duas parcelas”, explicou Parente.

“O senador agradeceu, indicou um interlocutor para operacionalizar, que eu não recordo o nome. Alguém com nome de Leopoldo ou Lindolfo, alguma coisa assim… Era um nome parecido com esse.”

Segundo o delator, o interlocutor do senador foi informado sobre as datas de pagamento. “Não me recordo se o recebimento foi em casa de câmbio em Recife ou São Paulo”.

Nas planilhas, o senador tinha o codinome de “Lento”.

Wilma de Faria (“Cobra”) e Iberê Ferreira (“Hospital”) também receberam propina, diz delator

O ex-diretor da Odebrecht Ariel Parente afirmou em delação premiada que pagou propina no valor de R$ 1.145.000,00 para a ex-governadora Wilma de Faria e o ex-governador Iberê Ferreira de Souza. O valor foi desviado, contou o delator, das contrapartidas do Governo do Estado para a obra da Estação de Tratamento de Esgoto do Baldo, inaugurada em 2010.

De acordo com Ariel, o pleito teria sido feito pelo irmão da ex-governadora Carlos Faria, secretário-chefe do Gabinete Civil do governo Wilma.

Nas planilhas, Wilma está relacionada ao codinome “Cobra”; Iberê, “Hospital”, referência à sua saúde, já que, em 2010, ele enfrentava um câncer, cujas complicações lhe levariam à morte posteriormente.

Ainda de acordo com o relato de Parente, Iberê, quando assumiu o governo em março de 2010, o procurou solicitando dinheiro para a campanha. Ele afirmou que não poderia contribuir já queo Estado estava devendo à Odebrecht.

“Ele prometeu que nos pagaria e eu destinei parte dos últimos pagamentos que estão no sistema para Iberê”, explicou o delator.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 12/04/2017 - 16:12h
A lista de Fachin

Idade elevada deve livrar Agripino e Garibaldi de processos


Por Dinarte Assunção (Portal Noar)

Os senadores José Agripino (DEM), Garibaldi Filho (PMDB) e o deputado federal Felipe Maia (DEM) não tiveram contra si inquéritos abertos na lista do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Os delatores da empreiteira Odebrecht indicaram repasses de R$ 200 mil para Garibaldi, R$ 100 mil para José Agripino e R$ 50 mil para Felipe Maia como caixa dois, na eleição de 2010.

O relator Edson Fachin, contudo, determinou a remessa dos documentos de volta à PGR.

Ele levou em consideração que a Procuradoria Geral da República deve se manifestar sobre a extinção da punibilidade para Agripino e Garibaldi em razão da idade. Não é pedido para Felipe Maia extinção de punibilidade.

A legislação prevê extinção de punibilidade para maiores de 70 anos. Agripino tem 72 e Garibaldi completou 70 em fevereiro deste ano.

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Categoria(s): Política
  • Repet
quarta-feira - 12/04/2017 - 00:14h
O outro lado

Rosalba e Garibaldi emitem nota sobre citação em lista


Dos oito políticos do RN que aparecem na lista do relator da Operação Lava Jato (veja AQUI), pelo menos dois se pronunciaram oficialmente. São o senador Garibaldi Filho (PMDB) e a prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP).

Veja notas oficiais de ambos:

O senador Garibaldi Filho se declara surpreso com a notícia de inclusão do seu nome nas notícias de delações e, ao mesmo tempo em que nega tais suspeitas, põe-se à disposição da Justiça para quaisquer esclarecimentos, inclusive disponibilizando os sigilos bancário, fiscal e telefônico, e espera agilidade na apuração e responsabilidade na distinção entre doações lícitas e sem qualquer contrapartida das doações irregulares.

Assessoria do Senador Garibaldi Filho

A respeito da matéria do jornal o Estado de São Paulo, a prefeita Rosalba Ciarlini esclarece que nunca recebeu doação de campanha da Odebrecht nem durante seu período no Governo do estado do Rio Grande do Norte contratou qualquer obra ou serviço com essa empresa ou o grupo e também não recebeu deles qualquer benefício ou favor.

Isso, por si só, prova a completa improcedência da referência a seu nome.

Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura de Mossoró

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quinta-feira - 06/04/2017 - 15:40h
Operação Lava Jato

Relator inclui parlamentares do RN em apuração de propina


D’O Estado de São Paulo

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que “fatos potencialmente criminosos” atribuídos na delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado a três senadores e quatro deputados federais sejam juntados a um inquérito que já tramita no STF, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), e também determinou que as citações a cinco ex-parlamentares sejam encaminhadas ao juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.

Fachin abre caminho para investigação de parlamentares (Foto: STF)

A decisão abre a possibilidade de a PGR investigar os senadores Valdir Raupp (PMDB-TO), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) e Agripino Maia (DEM-RN) e os deputados federais Walter Alves (PMDB-RN), Felipe Maia (DEM-RN), Jandira Feghali (PC do B-RJ) e Luiz Sergio (PT-RJ), no âmbito de um procedimento de investigação já em andamento contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE), em que se apuram supostos crimes praticados em relação com a Transpetro e a Petrobras.

Sérgio Machado relatou que estes congressistas receberam propina, via doação oficial, com recursos oriundos de vantagens indevidas pagas por empresas contratadas pela Transpetro.

Desvios

“Todos os fatos potencialmente criminosos a eles relacionados e narrados pelo colaborador encontram-se no contexto dos desvios operados por Sérgio Machado no âmbito da Transpetro. Tais fatos, em uma melhor avaliação, podem ser investigados no âmbito do inquérito 4215, em tramitação junto a esta egrégia Corte. Por isso, basta, por ora, a juntada dos termos de depoimento referente a tais fatos nos autos do feito em curso”, disse o procurador-geral.

Teriam sido repassados R$ 850 mil a Valdir Raupp, R$ 450 mil a Garibaldi Alves Filho, R$ 300 mil a Agripino Maia, R$ 250 mil a Walter Alves, R$ 250 mil a Felipe Maia, R$ 100 mil a Jandira Feghali, e R$ 400 mil a Luiz Sergio, por diferentes construtoras, sobretudo Queiroz Galvão e Camargo Correia. Como um todo, o período corresponde as eleições de 2010 até as eleições de 2014 – embora cada caso tenha um período específico.

Fachin também atendeu ao pedido da PGR para que sejam encaminhadas a Sérgio Moro as citações a Henrique Eduardo Alves, ex-deputado pelo PMDB-RN e ex-ministro do governo Temer; Cândido Vaccarezza, ex-deputado federal pelo PT-SP e atual integrante do PTB; Jorge Bittar, ex-deputado federal pelo PT-RJ; Ideli Salvatti, ex-senadora e ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais; e Edson Santos, ex-deputado federal e ex-ministro da Secretaria Especial da Igualdade Racial do governo Lula.

Caberá a Sérgio Moro analisar as informações do delator Sérgio Machado de que eles teriam receberam propina via doação oficial de campanha. O envio à primeira instância se deve ao fato de que, ao perderem o mandato no Congresso, eles já não detêm prerrogativa de foro no STF.

Propinas para PMDB

Divulgada em junho de 2016, a delação de Sérgio Machado trouxe a informação de que, nos 11 anos dele à frente da Transpetro, ao menos R$ 100 milhões em propinas foram repassados para a cúpula do PMDB no Senado. Os fatos relacionados a outros senadores do partido estão em análise em outras investigações, não mencionadas nos trechos específicos.

Outro lado. Entre os parlamentares citados, a defesa do senador Ivan Raupp nega que ele tenha cometido crimes. “Trata-se de má-fé de delatores que buscam benefícios para si imputando falsidades a terceiros. Esperamos que o Ministério Público Federal e o Poder Judiciário reconheça a verdade sobre os fatos”, diz o advogado Daniel Gerber.

Em nota, a defesa da deputada Jandira Feghali diz que ela “não tem nada a temer, que não se pode confundir doação oficial ao partido com propina e que o único destino para esse assunto é o arquivamento”.

O outro lado

Quando a delação de Sérgio Machado foi divulgada, em 2016, o senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) afirmou, em nota, que o próprio delator afirmou que as doações eleitorais “foram oficiais e sem nenhuma troca de favor, benesse ou vantagem de qualquer natureza”.

Também após o surgimento das citações, o senador Agripino Maia afirmara que as doações que buscou como presidente do DEM “foram obtidas sem intermediação de terceiros, mediante solicitações feitas diretamente aos dirigentes das empresas doadoras”. Dissera também que não teria nenhuma contrapartida a oferecer a qualquer empresa que se dispusesse a fazer doação em troca de favores de governo. O senador afirmou, ainda, que “as doações recebidas – todas de origem lícita – foram objeto de prestação de contas, devidamente aprovadas pela Justiça Eleitoral”.

Os deputados Luiz Sérgio e Felipe Maia negaram ter recebido valores ilícitos. Walter Alves (PMDB-RN) afirmou que o próprio delator ressalta que as doações eleitorais foram oficiais, “sem nenhuma troca de favor, benesse ou vantagem de qualquer natureza”.

Entre os que poderão passar a ser investigados em Curitiba, Candido Vaccarezza disse ao Broadcast Político que está processando Sérgio Machado pelas citações. “Como você sabe ele diz que enviou o dinheiro para o DIretório Estadual do PT e que este repassou para minha conta de campanha em 2010. Como você sabe também o repasse para minha conta de campanha do DR foi zero”, disse.

Henrique Alves

Não foi obtido contato com Henrique Eduardo Alves. Mas, quando a delação foi divulgada, ele havia dito que repudiava “a irresponsabilidade e leviandade das declarações desse senhor”. O ex-deputado e ex-ministro Edson Santos, do PT, afirmara que é “absurda” a acusação de Machado de que ele recebeu dinheiro de propina.

Também em 2016, o ex-deputado federal e ex-presidente da Telebras Jorge Bittar informou que ele nunca teve contato ou reunião com Sérgio Machado para pedir recursos para campanha eleitoral, e que todas as doações recebidas “foram feitas de forma legal e devidamente registradas junto à Justiça Eleitoral”.

E a ex-ministra Ideli Salvatti afirmou que as doações à sua campanha eleitoral ao governo de Santa Catarina em 2010 foram declaradas e aprovadas pelos órgãos competentes, e que sua conduta pública é regida pelos princípios da ética, moral e legalidade.

No mesmo pedido da PGR, havia uma fundamentação para não investigar o atual presidente Michel Temer, por citações de Sérgio Machado, por se referir a “fato estranho ao mandato”. O despacho do ministro Fachin não toca nesse ponto, uma vez que não houve demanda a ele relacionada.

O delator revelou uma suposta operação de captação de recursos ilícitos, envolvendo Temer e o senador Valdir Raupp (PMDB-RR), para abastecer, em 2012, a campanha do então candidato Gabriel Chalita (PDT), que na época integrava o PMDB, para Prefeitura de São Paulo. Tanto Michel Temer como Chalita negam irregularidades.

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segunda-feira - 03/04/2017 - 06:35h
Promessa

Duplicação da BR-304 terá processo licitatório aberto


A diretoria colegiada do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) aprovou delegação de competência para a superintendência do DNIT no Rio Grande do Norte preparar, até julho, todo o processo licitatório referente a duplicação do trecho da BR-304 que liga a bifurcação do final da Reta Tabajara até o município de Santa Maria.

A boa notícia foi transmitida pelo órgão ao senador Garibaldi Filho (PMDB), que é autor de uma emenda ao Orçamento de 2017, aprovada pela Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado, no final do ano passado, destinando recursos para a duplicação.

O DNIT-RN também foi autorizado a, depois de julho, organizar toda a licitação da duplicação da BR-304 no trecho que liga os municípios de Santa Maria e Lajes.

Hoje (segunda-feira, 3), o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, estará no Rio Grande do Norte.

Ele visitará as obras da duplicação da Reta Tabajara e inaugurará o viaduto de Emaús, em Parnamirim.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
sábado - 01/04/2017 - 13:07h
Revista Época

Garibaldi Filho estranha rebeldia de Renan Calheiros


Coluna Expresso Época, por Murilo Ramos (Revista Época)

O senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) está impressionado com a reação contrária do líder do partido no Senado, Renan Calheiros, aos projetos de interesse do Planalto em tramitação na Casa.

“Se continuar assim, vai ser uma explosão. O governo não pode [esperar consenso em tudo]. E precisa ter cuidado porque o líder [Renan] está rebelado. Ninguem sabe por quê. Mas está rebelado com o governo. Se a terceirização [projeto] está incomodando, imagina só a Previdência [reforma]…”

Muitos sabem o porquê de Renan estar assim: quer mais poder na Esplanada dos Ministérios.

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Categoria(s): Política
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sexta-feira - 31/03/2017 - 23:43h
Transpetro

Políticos do RN são envolvidos em delação sobre Caixa 2


Por Anna Ruth (Blog Política em Foco)

O procurador geral da República Rodrigo Janot solicitou ao Supremo a inclusão das citações feitas pelo ex-presidente da Transpetro a sete parlamentares em um dos inquéritos que estão em andamento na Corte para apurar fraudes na estatal.

O chefe do MP quer que o STF autorize investigações do suposto envolvimento dos senadores Valdir Raupp (PMDB-RO), Garibaldi Alves (PMDB-RN) e Agripino Maia (DEM-RN), além dos deputados Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Luiz Sérgio (PT-RJ), Walter Alves (PMDB-RN) e Felipe Maia (DEM-RN).

Sérgio Machado contou na delação que esses parlamentares e outros ex-congressistas pediram doações oficiais para a Transpetro, sendo que algumas delas representaram vantagens ilícitas.

Na ocasião em que a delação de Sérgio Machado foi divulgada, em junho do ano passado, todos os políticos citados negaram irregularidades nas doações.

Desmembramento

Em petição encaminhada nesta semana a Edson Fachin, o procurador-geral da República solicitou que o relator da Lava Jato autorize o desmembramento das investigações que envolvem os políticos que perderam o foro privilegiado: os ex-deputados Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Cândido Vaccarezza (PT-SP), Jorge Bittar (PT-RJ) e Edson Santos (PT-RJ) e a ex-senadora Ideli Salvatti (PT-SC).

Nesses casos, Janot sugeriu que as apurações sejam encaminhadas ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 31/03/2017 - 09:36h
RN

Grupo Alves assume papel de protagonista no vácuo do poder


Parece que há vacância no poder no Rio Grande do Norte. Surgem sinais de que o assento do governador do estado, no Centro Administrativo em Natal, está sem ocupante.

Henrique, Garibaldi, Rosalba e outros integrantes de comitiva estiveram com Temer (Foto: cedida)

Nos últimos dias e horas, lideranças do grupo Alves ocuparam fartos espaços na mídia e em Brasília, como se estivessem no poder estadual.

O ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB) agendou e comandou audiência com seu amigo e correligionário Michel Temer (PMDB), presidente da República, para receber comitiva comandada pela prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP) – veja AQUI.

“Governador”

Nas redes sociais, possivelmente por ato falho ou força do inconsciente, o senador Garibaldi Alves Filho (PMDB) apresentou-se como “governador” na divulgação de agenda com um prefeito (veja AQUI), em Brasília.

Na Capital Federal, algum jornalista que cubra a política nacional e não esteja mais atento ao rincão potiguar, pode ficar embaraçado. Parece que quem está no governo é Henrique Alves. O primo e senador Garibaldi Filho é reforço de luxo, circulando com políticos do RN pelos escaninhos do Governo Federal.

A ocupação desse espaço revela destreza política e influência, mas também instiga a se questionar o próprio papel do governador de direito nesse contexto. Ele e seus aliados parecem conformados em serem eclipsados pelos derrotados nas  urnas em 2014, que se preparam mais uma vez para novo confronto eleitoral.

Avançam num terreno movediço, mas diante de um governo fragilizado.

Só para lembrar: oficialmente, o governador do Rio Grande do Norte é Robinson Faria (PSD).

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Política
quinta-feira - 30/03/2017 - 22:20h
Em Brasília

Michel Temer promete recursos para obras em Mossoró


A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) participou na tarde desta quinta (30) de audiência no Palácio do Planalto, onde foi recebida pelo presidente da República, Michel Temer (PMDB). O presidente assegurou a liberação de recursos de aproximadamente R$ 70 milhões para recuperação viária e construção de dois novos espaços públicos.

Temer posou ao lado da prefeita e demais membros da comitiva potiguar que ele recebeu (Foto: cedida)

O encontro contou com as presenças do deputado federal Beto Rosado (PP), do senador Garibaldi Alves Filho (PMDB), do ex-ministro e ex-deputado Henrique Alves (PMDB) e dos secretários municipais de Planejamento e Infraestrutura, Aldo Fernandes e Kátia Pinto.

Na ocasião foi apresentado um Plano de Ações para Mossoró, que inclui planejamentos e descrições de obras de recuperação e execução com necessidade imediata. A proposta que contempla o Corredor Cultural, situado na Avenida Rio Branco, solicita trabalho de recuperação de pontos turísticos e culturais do município, são eles: Teatro Municipal Dix Huit Rosado, Praça de Convivência, Memorial da Resistência, Praça da Criança e Estação das Artes.

Equipamentos

O projeto debatido com o presidente Temer cita ainda a construção de dois equipamentos na Avenida Rio Branco. A Arena Cultural será um local dotado de espaços capazes de abrigar os concursos de quadrilhas do Mossoró Cidade Junina, além de eventos culturais que integram a programação da cidade.

O equipamento poderá receber ainda os praticantes de patinação.  Já a Praça Viva será um espaço de convivência com área verde e voltada ao lazer e relaxamento.

A verba assegurada pelo presidente será destinada ainda para recuperação da malha viária das vias com base nas rotas do transporte coletivos.

Com informações da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Categoria(s): Administração Pública / Política
quinta-feira - 30/03/2017 - 20:52h
Em Brasília

Garibaldi Filho cumpre agenda na condição de “governador”


Ato falho? Premonição? Aspiração? Você decide. O certo é que nas redes sociais hoje, o senador Garibaldi Filho (PMDB) foi apresentado como “governador” do Rio Grande do Norte, recebendo um prefeito em Brasília.

Endereços na Internet, de Garibaldi Filho, destacaram sua agenda como "governador"

O texto diz o seguinte: “O prefeito de Parelhas, Alexandre Petronilo, participou de audiência com o ‘governador’ Garibaldi Filho…”

Só para lembrar: o atual governador do Rio Grande do Norte é Robinson Faria (PSD).

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Categoria(s): Política
  • Repet
terça-feira - 28/03/2017 - 08:42h
Em 2018

Rogério Marinho se move para candidatura ao Senado


O deputado federal Rogério Marinho (PSDB) enxerga como viável uma candidatura própria ao Senado, no próximo ano. Trabalha com esmero nesse projeto.

Articulado, ele move-se com destreza no movediço terreno político potiguar.

Se levar a termo essa ideia, vai enfrentar nomes de peso como os atuais senadores Garibaldi Filho (PMDB) e José Agripino (DEM) que marcham à reeleição.

Neto do célebre deputado federal Djalma Marinho, derrotado ao governo do Estado em 1960 e ao Senado em 1974, ele não tem aqui um mandato executivo no currículo, como ocorreu com o avô.

Pode tirar esse estigma. Ou não.

Aguardemos, pois.

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Categoria(s): Política
sábado - 25/03/2017 - 19:25h
Hoje

Novas filiações mostram reforço de PSDB no RN


O evento do PSDB – hoje, num hotel de Natal (veja AQUI) – marcou a filiação de novos prefeitos ao partido no RN. Também foi anunciada a entrada do presidente da Federação dos Municípios do RN (FEMURN), o ex-prefeito de Lajes, Benes Leocádio, no partido.

O prefeito de São Tomé, Babá Pereira, e de Barcelona, Luiz Marfra, representaram os novos filiados.

Estiveram presentes o presidente da Assembleia Legislativa do RN, Ezequiel Ferreira de Souza, e os deputados estaduais Márcia Maia, Raimundo Fernandes e Gustavo Carvalho, todos do PSDB.

O senador Garibaldi Alves Filho (PMDB) e o deputado estadual George Soares (PR) também prestigiaram o evento, que ainda reuniu os prefeitos e vereadores eleitos pelo partido em 2016, além de lideranças políticas de várias regiões do Estado.

A principal atração, porém, foi o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).

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Categoria(s): Política
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