quinta-feira - 17/08/2017 - 19:06h
Audiência

Temer promete estudo para apoio à segurança do RN


Uma equipe técnica, composta por delegados e técnicos, da Secretaria Nacional de Segurança (Senasp) estará no Rio Grande do Norte na próxima semana para se reunir com representantes da Secretaria Estadual de Segurança Pública. O objetivo é diagnosticar, em conjunto com as autoridades locais, os pontos mais atingidos pela violência que assola o estado e definir quais as ações deverão ser implementadas nos próximos dias para combater os altos índices de criminalidade.

Temer, de costas, ouviu relatos da bancada federal e demais participantes da reunião (Foto: Marcos Correa/PR, Flickr - Presidência da República)

A decisão foi anunciada nesta quinta-feira (17) pelo próprio presidente Temer durante reunião com a bancada federal potiguar.

O encontro foi solicitado no início da semana pelo senador José Agripino (DEM). “Vou ter um olhar especial para o Rio Grande do Norte. Agora, peço a contrapartida do governo do estado para dar sequência às nossas ações dentro de um plano estratégico de emergência interno”, disse o presidente Temer no decorrer da reunião.

Durante o encontro, também ficou decidido que deputados e senadores do RN analisem o remanejamento de algumas das suas emendas parlamentares em prol da segurança estadual.

Coletes, armamento, munição, viaturas

Segundo a secretária de Estado da Segurança, Sheila Freitas, presente  na reunião, o RN irá, inclusive, cobrar da União dispositivos, como coletes, armamento, munição e viaturas cedidos para todas as cidades-sede da Copa do Mundo, como é o caso de Natal, material que o governo federal ainda deve ao estado do Rio Grande do Norte.

Participaram da reunião os senadores Garibaldi Alves (PMDB) e José Agripino (DEM), os deputados Felipe Maia (DEM); Rafael Motta (Pros); Beto Rosado (PP); Fábio Faria (PSD) e Walter Alves (PMDB).

Ausência incompreensível

Também compareceram o secretário Nacional de Segurança, general Carlos Alberto Cruz; o secretário Executivo do Ministério da Justiça, José Levi Melo do Amaral Junior; o ministro Eliseu Padilha e o comandante-geral da Polícia Militar do RN, coronel Osmar José Maciel de Oliveira.

Uma ausência incompreensível foi do governador Robinson Faria (PSD), que desde a fase de pré-campanha eleitoral em 2014, prometia ser o “Governador da Segurança”, mas convive com os piores índices de violência de todos os tempos no estado. Justificou que não estaria na reunião, porque iria inaugurar obras no município de São Tomé (veja AQUI).

Além dele, a senadora Fátima Bezerra (PT) e os deputados federais Rogério Marinho (PSDB), Antônio Jácome (Podemos) e Zenaide Maia (PR).

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Categoria(s): Política / Segurança Pública/Polícia
sexta-feira - 28/07/2017 - 06:50h
Manifestação

Entidades de trabalhadores protestam contra políticos em Caicó


Em Caicó, na região Seridó, a movimentação social em torno da festa da padroeira Sant’Ana nessa quinta-feira, teve a presença de políticos de todos os matizes, como senadores, deputados federais e estaduais.

Peça de propaganda do Sinte/RN foi distribuída fartamente no dia passado em Caicó (Foto: cedida)

Mas também foi oportunidade de protesto.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do RN (SINTE/RN), Regional de Caicó, e outras entidades representativas de trabalhadores, distribuíram abanadores em que vociferam contra senadores, deputados federais e o governador “Robson” (em vez de Robinson), tratado como “aquele que FARIA, mas não faz”.

Parlamentares

No alto da peça distribuída fartamente, há o título: “Caicó NÃO vota em TRAIDOR! Esses votaram contra os trabalhadores do RN:

E abaixo foram listados (com fotos) os senadores José Agripino (DEM) e Garibaldi Filho (PMDB), deputados federais Rogério Marinho (PSDB), Felipe Maia (DEM), Walter Alves (PMDB), Fábio Faria (PSD) e Beto Rosado (PP).

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Categoria(s): Política
sábado - 22/07/2017 - 07:52h
Política

Garibaldi admite sofrimento com prisão de Henrique Alves


Do Blog Política em Foco (Anna Ruth)

Durante entrevista hoje ao Jornal da cidade, da 94 FM do Natal nessa sexta-feira (21), o senador Garibaldi Filho (PMDB) afirmou que espera a justiça para o ex-deputado Henrique Alves (PMDB).

O senador afirmou que o momento é de sofrimento.

“Vejo com muita preocupação. Todo Rio Grande do Norte sabe o que estamos sofrendo. Digo nós da família e nós do PMDB. O nosso sentimento é de confiança de que no julgamento dos tribunais superiores ele possa ter a sua conduta, sentença venha a receber a justiça que ele merece”, afirmou.

Nota do Blog - Henrique está preso na Academia de Polícia Militar do RN em Natal, desde o dia 6 de junho, devido dois mandados de prisão relacionados à Operação Lava Jato.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 19/07/2017 - 06:10h
Senado

Seis em cada 10 senadores respondem a ações no Supremo


Do Congresso em Foco

Garibaldi e Agripino estão em lista (Foto: arquivo)

Levantamento exclusivo da Revista Congresso em Foco, que chega à sua 26ª edição, mostra que pelo menos seis em cada dez senadores são alvo de inquéritos, ações penais ou recursos de condenação em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF).

Dentro desse universo, todos os representantes titulares de seis estados brasileiros no Senado estão às voltas com procedimentos criminais em andamento no Supremo. Acre, Alagoas, Amazonas, Minas Gerais, Rondônia têm todos os três senadores em exercício respondendo a procedimentos criminais.

Isso só não ocorre com São Paulo porque um dos senadores titulares (o ministro Aloysio Nunes, das Relações Exteriores), também com pendências no tribunal, está licenciado.

Rio Grande do Norte

No Rio Grande do Norte, José Agripino (DEM) e Garibaldi Alves Filho (PMDB) têm  problemas no âmbito do STF.

Garibaldi Alves Filho (PMDB)

Inquérito 4440. Delatores da Odebrecht na Lava Jato afirmam que a empreiteira repassou, na forma de caixa dois, R$ 200 mil para a eleição do senador em 2010.

José Agripino (DEM)

Presidente nacional do DEM, é acusado por um delator de receber R$ 1 milhão de um esquema de fraudes no Detran-RN (inquérito 4011). Ainda é alvo dos inquéritos 4141 e 4184, por corrupção, e 4399. No primeiro, é suspeito de ter recebido propina de executivos da OAS em troca de favores na construção do estádio Arena das Dunas, em Natal. No segundo procedimento, responde por peculato pela contratação de um funcionário fantasma em seu gabinete. Já no último inquérito, baseado nas delações da Odebrecht na Lava Jato, é suspeito de ter recebido da empreiteira R$ 100 mil para sua campanha eleitoral. O caso também envolve seu filho, o deputado Felipe Maia (DEM-RN). O relator do inquérito, Edson Fachin, pediu à Procuradoria-Geral da República que se manifeste sobre a eventual prescrição dos crimes atribuídos ao senador.

A assessoria do senador disse que ele não faria, a respeito do tema, nenhuma manifestação nova. O senador tem negado todas as acusações lançadas contra ele.

Especificamente sobre a questão envolvendo o Detran-RN, em nota à imprensa, Agripino afirmou não entender as razões que levaram à “reabertura deste assunto” no STF. Ele diz que o próprio acusador já o havia isentado de participação no esquema. A fraude, de acordo com delação de empresário, envolvia o pagamento de propina a integrantes do governo do Rio Grande do Norte entre 2008 e 2011.

Ao todo, são pelo menos 48 os senadores com procedimentos abertos no STF, dos quais 34 estão sob investigação na Operação Lava Jato. Trata-se de um recorde, de acordo com o acompanhamento que este site faz desde março de 2004. Nunca foi tão grande o número de senadores formalmente colocados sob suspeita de terem praticado crimes.

No último levantamento realizado, em abril deste ano, eram 42 os senadores investigados, o que já era um recorde na ocasião.

Renan e Aécio

De Alagoas, o ex-presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) aparece com 12 inquéritos e uma ação penal; seguindo-se Valdir Raupp (PMDB-RO), com sete inquéritos e quatro ações penais, e Aécio Neves (PSDB-MG), com nove inquéritos, o que faz dele um recordista de investigações decorrentes da Operação Lava Jato.

Veja matéria completa clicando AQUI.

Veja lista completa dos implicados AQUI, com citações e síntese por estado.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 17/07/2017 - 22:28h
Mossoró

Reunião do setor salineiro tem dificuldade de juntar apoios


O senador Garibaldi Filho (PMDB) estava em Apodi, hoje (segunda-feira, 16), quando “foi informado” de que haveria uma importante reunião do setor salineiro ao final da tarde em Mossoró – com o governador Robinson Faria (PSD).

“Pela importância do setor e da reunião, eu vim”, justificou Garibaldi em entrevista ao jornalista Saulo Vale (programa Jornal da Tarde, da Rádio Rural de Mossoró).

Outros políticos “em cima da hora” foram convidados por telefone pelo Sindicato das Indústrias da Extração de Sal do Estado do Rio Grande do Norte (SIESAL), que provocou encontro com o governador, para tratar de cruzada para transformar o setor como segmento de “interesse social”.

Quanta desorganização!

Estiveram na reunião ocorrida no auditório do Serviço Social da Indústria (SESI), além do governador Robinson Faria e o senador Garibaldi Filho, a prefeita Rosalba Ciarlini (PP), vereadoras Izabel Montenegro (PMDB) e Sandra Rosado (PSB), deputados estaduais Galeno Torquato (PSD), José Dias (PSDB) e Larissa Rosado (PSB); secretário de Desenvolvimento Econômico do município, Lahyrinho Rosado Neto; secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Flávio Azevedo; dirigente estadual do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (IDEMA), Rondinelli Oliveira e Helder Maranhão, que representou a Federação das Indústrias do RN (FIERN).

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Categoria(s): Economia
sexta-feira - 14/07/2017 - 17:10h
Leis trabalhistas

Fiern faz campanha para agradecer senadores pró-reforma


A Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN) colocou hoje no ar uma campanha de agradecimento aos senadores José Agripino (DEM) e Garibaldi Filho (PMDB).

Aplaude-os pelo voto em favor do projeto de reforma trabalhista no Senado.

Segundo a entidade, “foram mantidos os direitos dos trabalhadores, prestigiando o diálogo nas relações e flexibilizando as contratações. Um cenário que favorece a retomada do crescimento do Brasil”.

Dos três senadores do estado, apenas Fátima Bezerra (PT) votou contra o projeto.

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Categoria(s): Economia / Política
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domingo - 02/07/2017 - 22:40h
Mossoró

Cidade Junina e política muito amistosa


O governador Robinson Faria (PSD) e o senador Garibaldi Filho (PMDB) tiveram encontro casual durante o Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2017. Foi num dos camarotes da Estação das Artes Elizeu Ventania, na sexta-feira (30).

Conversa amistosa sob o flagrante do fotógrafo Edilberto Barros (acima) e o testemunho, como interlocutor de ambos, do desembargador Expedito Ferreira, presidente do Tribunal de Justiça do RN (TJRN).

Robinson cumpriu agenda político-administrativa na cidade entre sexta-feira à tarde e sábado (1º) à noite.

O governador e o senador foram recepcionados pela prefeita Rosalba Ciarlini (PP) – foto abaixo – e outros políticos no MCJ.

Encontros civilizados, como não poderiam deixar de ser, que os deixam bem distantes do estresse comum nos andares mais abaixo do poder, onde o normal é militante se digladiar inocentemente com adversários. Coisa de babaquara.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 28/06/2017 - 09:30h
Senado

Renan ataca Henrique Alves em bate-boca com Garibaldi Filho


Dois ex-presidentes do Senado e integrantes do PMDB bateram boca nessa terça-feira (27) em pleno cenário dessa Casa. A animosidade causou profundo mal-estar na bancada governista.

O entrevero acabou se acirrando, quando Garibaldi Filho (PMDB-RN) cobrou de Renan Calheiros (PMDB-AL) coerência, além de lhe ensinar que “liderança não se impõe”. Ponderava que ele precisava se afinar com a linha política traçada para a bancada, em relação ao projeto de Reforma Trabalhista.

A reação de Renan Calheiros foi curta e dilacerante, mexendo com a suscetibilidade de Garibaldi Filho. O senador alagoano virou-se para Garibaldi e deu um salto verbal mortal.

Assinalou que o ex-ministro, ex-presidente da Câmara Federal Henrique Alves (PMDB), primo de Garibaldi, estava preso por “integrar uma quadrilha, uma quadrilha” (veja AQUI a denúncia contra o ex-parlamentar).

No ataque

- Eu compreendo a provocação do senador Garibaldi. Não é a primeira vez, não será a última vez. Eu compreendo o estado de espírito do senador Garibaldi Alves – ironizou Renan Calheiros, antes de lembrar da prisão de Henrique Alves como suposto quadrilheiro.

Garibaldi engatou uma tréplica em meio ao pronunciamento de Renan, causando uma confusão de vozes. “Senador, senador, o senhor não pode se referir ao ex-ministro Henrique Eduardo Alves dessa maneira…”

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), interveio no confronto ao avisar que estava encerrando a sessão. Mesmo assim, Renan – fora do microfone ainda seguiu no ataque, fitando Garibaldi Filho e vociferando palavras inaudíveis à captação do áudio.

Até bem poucos anos, Renan e Henrique comandavam respectivamente Senado e Câmara Federal na gestão Dilma Rousseff (PT), como dois dos mais importante e poderosos homens da República.

O litígio público entre Renan e Garibaldi expôs o nível de estresse na bancada governista, num momento em que mesmo no poder está em permanente convulsão.

Como desdobramento dessa situação, o PMDB começou a trabalhar saída de Renan da liderança, como o Blog publicou ao final da noite passada (veja AQUI).

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terça-feira - 27/06/2017 - 22:42h
Tensão

Garibaldi pode assumir liderança do PMDB em lugar de Renan


Do G1 (Por Andréia Sadi)

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), procurou o presidente Michel Temer na noite desta terça-feira (27) após discutir no plenário com o líder do PMDB na Casa, Renan Calheiros (AL). Os dois divergiram, principalmente, sobre a reforma trabalhista, em análise no Senado – Jucá é o relator.

Com o aval do presidente, Jucá já articula para esta quarta (28) a troca na liderança do PMDB.

Ex-ministro de Temer, Jucá colheu assinaturas na bancada, formada por 22 senadores, para destituir Renan do posto. Ele quer Garibaldi Alves (RN) na liderança do PMDB.

Renan irritou o governo ao ameaçar fazer trocas na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, que votará nesta quarta a reforma trabalhista.

Ex-presidente do Senado, Renan tem sido um dos principais oposicionistas do governo Temer desde que o presidente assumiu.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 09/06/2017 - 07:04h
RN

Bolsonaro é recebido efusivamente e sob homenagem a Ustra


O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) chegou à tarde dessa quinta-feira (8) ao Rio Grande do Norte, em desembarque no Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, numa programação de pré-candidato a presidente da República. Estava sob denso aparato de segurança.

Foi recebido por numeroso grupo de manifestantes aos gritos de “mito” e “presidente”.

No pátio do aeroporto, ele chegou a discursar pregando cruzada contra a corrupção e foi saudado por vários manifestantes aos gritos de “Viva Ustra!”

A homenagens dos manifestantes resgatou o nome do coronel Carlos Brilhante Ustra, reconhecido torturador da época do regime militar.

Ustra e Garibaldi

Bolsonaro não fez referência ao “homenageado” em seu discurso, mas tem vinculação com a lembrança. Ano passado, ao pronunciar seu voto pela cassação da então presidente Dutra, lembrou de Ustra.

Enquanto aguardavam Jair Bolsonaro, vários militantes viram chegar primeiro o senador Garibaldi Filho (PMDB), que passou a ser alvo de ataques sob o epíteto de “ladrão, ladrão!”.

Bolsonaro fez palestra à noite num hotel em Natal a convite da União Nordestina dos Plantadores de Cana de Açúcar do Nordeste. Hoje pela manhã concede entrevistas à imprensa, para depois voar para o Rio de Janeiro.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 22/05/2017 - 09:20h
No Twitter

Garibaldi se solidariza com Temer, mas depois se arrepende


Através do seu endereço na rede social denominada de Twitter, o senador Garibaldi Filho (PMDB) defendeu ostensivamente o presidente Michel Temer (PMDB) nesse domingo (21).

Postagem às 13h38 minutos do domingo (21), com defesa contundente e acusação clara, atesta "denúncia caluniosa" contra Temer

Foi enfátivo e sem rodeios, mas depois a postagem foi retirada do ar, em face de crescentes manifestações de reprovação à sua postura e, por conseguinte, ao próprio presidente.

Veja o que ele escreveu:

- Quero manifestar minha solidariedade ao presidente Michel Temer alvo de denúncia caluniosa e dizer da minha confiança seu governo reformista (sic).

Nota do Blog - Nem o ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB), primo do senador, encoberto por uma série de denúncias, teve tamanha advocacia do congressista.

Estranho, muito estranho.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 16/05/2017 - 11:07h
Campanha 2002

Delatora diz que Henrique Alves pagou campanha “por fora”


Do jornal O Estado de São Paulo

Em depoimento do Ministério Público Federal, a empresária Mônica Moura declarou que, em 2002, acertou caixa 2 para a campanha de Henrique Eduardo Alves (PMDB) ao Governo do Rio Grande do Norte. A combinação, segundo a delatora e mulher do marqueteiro João Santana, se deu com o próprio Henrique Alves, ex-ministro do Turismo (Governo Temer).

Mônica Moura relatou que o peemedebista era o candidato de Garibaldi Alves Filho ao governo naquele ano. Segundo a empresária, Henrique Alves deixou a campanha no início, ‘antes de começar o horário gratuito’, e deu lugar a Fernando Freire.

Henrique terminou não sendo candidato a governador àquele ano e o nome foi Fernando Freire (Foto: Reuters/Ueslei Marcelino)

“Essa campanha foi mais ou menos uns 4 milhões, 4,5, 5 milhões o valor acho que do primeiro turno, que foi pago da mesma forma. Esse meu acerto de campanha foi feito com Henrique Alves, porque ele era o candidato, então acertei diretamente com ele e que receberia, e aí, ele pediu para pagar uma parte por fora e uma parte por dentro. Nós tivemos um contrato menor, nessa época, bem menor do que a parte paga em caixa 2. Ele mandou alguém pagar”, declarou.

A delatora disse que após a saída de Henrique Alves, ‘assumiu o Fernando Freire, que era o vice do Garibaldi’.

“Ele virou o candidato de repente e nós fizemos a campanha com ele”, afirmou. “Logo no início, eu não me lembro como foi, o que foi que a gente recebeu durante o pequeno período em que o Henrique Alves foi candidato. Mas logo depois assumiu Fernando Freire, que era o governador, e aí Fernando Freire assumiu o pagamento dessa parte não oficial. Ele mandava gente dele entregar dinheiro a gente no hotel em que a gente estava”, relatou.

O Ministério Público Federal perguntou Mônica Moura sobre o porquê de Henrique Eduardo Alves ter acertado o pagamento dos custos.

“Porque ele ia ser o candidato, ele era o candidato. Ele que ia resolver, ele tinha condições de resolver os pagamentos, né? Eu nunca falei de dinheiro com Garibaldi, foi sempre com Henrique Eduardo Alves”, narrou.

O outro lado

Henrique Alves e Fernando Freire manifestam-se sobre o assunto em pauta, através de suas assessorias:

Nota à Imprensa

Em relação ao trecho da delação de MÔNICA MOURA em que esta teria afirmado que HENRIQUE EDUARDO ALVES teria acertado pagamento de valores por fora para a campanha ao Governo do Rio Grande do Norte no ano de 2002, vimos esclarecer o que segue:

As afirmações da mencionada publicitária sobre fatos ocorridos há quase 15 anos não são verdadeiras.

HENRIQUE EDUARDO ALVES jamais discutiu contrato de propaganda para campanha ao cargo de Governador do Rio Grande do Norte com MÔNICA MOURA. Aliás, o candidato antecipadamente lançado naquele ano pela coligação sequer pertencia ao PMDB.

No ano de 2002 HENRIQUE já chegou à convenção do PMDB, realizada no mês de junho, como candidato a Deputado Federal e sua campanha foi realizada por publicitários do Rio Grande do Norte.

Por estas razões, a defesa repudia veementemente qualquer insinuação de sua participação nos atos ilícitos que lhe foram atribuídos.

Brasília, 16 de maio de 2017. Marcelo Leal de Lima Oliveira – OAB/DF 21.932

Advogado Flaviano Fernandes – que defende Fernando Freire:

“Adotaremos apenas a descrição de nos manifestarmos nos autos se existirem autos que venham apurar esse fato, visto que já se encontram prescritos – faz 15 anos.”

Veja matéria completa clicando AQUI.

Nota do Blog – A campanha eleitoral de 2002 foi vencida por Wilma de Faria (então no PSB). Ela foi para o segundo turno após vencer as chapas Fernando Bezerra (PTB)-Carlos Augusto Rosado (PFL) e Fernando Freire-Laíre Rosado (PMDB), também. Tinha como vice o deputado Antônio Jácome. Disputou o segundo turno contra Freire.

Henrique era nome “certo” para ser vice na chapa presidencial do senador José Serra (PSDB), mas reportagem da revista IstoÉ (veja AQUIAQUI) implodiu sua postulação.

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Categoria(s): Política
  • Repet
quinta-feira - 11/05/2017 - 23:07h
Fernando Freire

Ex-governador do RN é citado em delação de marqueteiros


A Justiça Federal em cinco Estados, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) são os destinos dos pedidos de providência encaminhados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) à Corte com base nas delações dos marqueteiros João Santana e Monica Moura e de André Santana, funcionário do casal.

Freire: mais problema (Foto: reprodução)

Sem contar os estrangeiros, dezesseis políticos brasileiros são citados em 21 petições – a 22ª ainda não teve o conteúdo divulgado.

Só o Paraná receberá metade das petições, 11, a serem analisadas na primeira instância, pela Procuradoria da República no Estado e pelo juiz Federal Sérgio Moro. As seções da Justiça Federal nos Estados de Rio Grande do Norte, Sergipe, Mato Grosso do Sul e São Paulo receberão um caso cada uma.

Fernando Freire

No Rio Grande do Norte aparece o ex-governador Fernando Freire, ave rara na política do RN, que está preso devido o chamado “Máfia dos gafanhotos”. Recentemente ele teve nova condenação (veja AQUI).

O ex-governador foi citado como  um dos beneficiados com trabalho do casal João Santana-Mônica Moura, marqueteiros que teriam feito sua campanha ao governo estadual em 2002 e recebido pagamento de “caixa 2″.

Fernando Freire à época era governador. Vice de Garibaldi Filho (PMDB), que se desincompatibilizou do cargo de governador para ser candidato ao Senado, Freire foi à disputa e terminou derrotado por Wilma de Faria (à época no PSB).

Veja AQUI detalhes sobre a delação de João Santana e Mônica Moura.

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Categoria(s): Política
sábado - 29/04/2017 - 04:20h
eleições 2018

Possibilidade de Garibaldi ser candidato a estadual segue viva


Há uma corrente de pensamento dentro do PMDB que trabalha e torce para que o senador Garibaldi Filho concorra a uma vaga à Assembleia Legislativa no próximo ano.

Walter e Garibaldi: 2018 em questão (Foto: arquivo)

Ele, de público, já chegou a descartar essa hipótese. Nem pensar.

Mas o assunto não está morto e sepultado.

Entrevistado pela TV Cabo Mossoró (TCM), jornalista Bruno Barreto, em sua estada em Mossoró no dia 12 de janeiro, disse que atribuía esse ‘boato’ à “coisa de adversários”.

O zunzunzum ganha terreno e não sai das conversas politicas desde o ano passado.

“Chapa Alves”

É o sonho de vários pré-candidatos e deputados estaduais do partido. Garibaldi candidato, seria puxador de votos capaz de assegurar eleição de mais gente.

Paralelamente, abriria espaço para desafogar a “chapa Alves” à Câmara Federal, em que seu filho Walter tenta a reeleição e seu primo Henrique Alves sonha em retornar a esse poder.

Vale repetir: o assunto não está morto e sepultado.

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Categoria(s): Política
  • Repet
sexta-feira - 28/04/2017 - 17:28h
Em Natal

Lindolfo Sales, ex-presidente do INSS, foi alvo de operação


Por Dinarte Assunção (Blog do ID) e Blog Carlos Santos

O alvo da Lava Jato no RN, na segunda fase da Operação Satélites (veja AQUI), foi Lindolfo Sales Neto, ligado ao senador Garibaldi Filho (PMDB).

Lindolfo presidiu INSS e é do grupo do senador Garibaldi Filho (Foto: web)

Quatro policiais federais cumpriram mandado hoje contra Lindolfo e apreenderam documentos em seu apartamento.

Lindolfo foi diretor do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) quando Garibaldi foi ministro da Previdência. Antes disso, integrava a equipe de gabinete do senador.

Garibaldi diz desconhecer operação

Chegou a ocupar a presidência do INSS em dezembro de 2012.

O senador Garibaldi Alves Filho informa que oficialmente desconhece qualquer ação a respeito da chamada Operação Satélites, nem a citação do nome de um ex-assessor nesta investigação.

Natural de Recife, Sales foi professor do Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Mestre em Engenharia Civil pela Universidade de Missouri (EUA), foi também diretor-geral do Detran (RN) e secretário de Planejamento e Finanças do Estado do Rio Grande do Norte na gestão Garibaldi.

Caixa 2

Lindolfo aparece em delações premiadas da Construtora Norberto Odebrecht, que envolvem o senador com suposto recebimento de R$ 200 mil da empresa para Caixa 2 em campanha. Seria o intermediário da negociação.

A Procuradoria-geral da República (PGR) pediu a abertura de inquérito contra Garibaldi para investigar crime de caixa dois. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, enviou todo o material de volta para que a PGR se manifeste sobre a possibilidade de extinção da punibilidade do senador em função do tempo em que o fato ocorreu e da idade dele.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
sábado - 22/04/2017 - 10:25h
Documento histórico

Veja “Raio X” com “Tudo sobre a delação da Odebrecht”


O portal G1 colocou no ar um documento expressivo em relação à Operação Lava Jato.

Abriu página especial com “Raio X” do caso. “Tudo sobre a Delação da Odebrecht” é o título do material especial que tem permanente atualização para o internauta acompanhar a apuração judicial.

Os políticos citados, apelidos, os pontos-chave das delações, os inquéritos e as petições, os vídeos e perfil da da Construtora Norberto Odebrecht da empresa estão expostos.

No caso do Rio Grande do Norte, é possível colher todas as minudências dos nomes citados até aqui na lista do ministro-relator dessa demanda no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin:

Robinson Faria (PSD) – AQUI;

José Agripino (DEM) – AQUI;

Garibaldi Filho (PMDB) – AQUI;

Felipe Maia (DEM) – AQUI;

Fábio Faria (PSD) – AQUI;

Rosalba Ciarlini (PP) – AQUI;

Wilma de Faria (PTdoB) – AQUI;

Henrique Alves (PMDB) – AQUI;

Iberê Ferreira (PSB, já falecido) – AQUI.

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Categoria(s): Política
  • Repet
quinta-feira - 20/04/2017 - 20:06h
RN

Transposição do São Francisco tem nova etapa definida


Garibaldi e Barbalho: transposição (Foto: cedida)

As obras remanescentes da primeira etapa (1N) do Eixo Norte do Projeto de Integração (transposição) do Rio São Francisco podem ser retomadas já na próxima semana. O Ministério da Integração Nacional assinou nesta quinta-feira (20) contrato com o Consórcio Emsa-Siton.

O consórcio apresentou a melhor proposta no processo de licitação. A previsão é de que as águas do rio São Francisco corram pelas estruturas físicas de todo o Eixo Norte e cheguem ao Ceará até o final de 2017. Esse trecho foi projetado para beneficiar mais de 7 milhões de pessoas no estado e também no Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraíba.

O passo seguinte do processo será a publicação do Extrato de Contrato entre o ministério e o consórcio no Diário Oficial da União. Após essa formalização, será assinada a Ordem de Serviço para início das obras remanescentes já na próxima semana.

Ministro

O valor pactuado é de R$ 516,84 milhões.

Ao tomar conhecimento da notícia, o senador Garibaldi Filho (PMDB) cumprimentou o ministro Helder Barbalho pelo desfecho do processo.

“A atuação do ministro Helder Barbalho foi decisiva para que finalmente houvesse a assinatura do contrato”, afirmou.

O Projeto de Integração do Rio São Francisco possui 477 quilômetros de extensão, divididos em eixos Norte e Leste, e beneficiará 12 milhões de pessoas no Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraíba. Hoje a região de Campina Grande e a cidade de Monteiro (PB), além de Sertânia (PE) já recebem as águas do ‘Velho Chico’.

Categoria(s): Gerais
sábado - 15/04/2017 - 15:56h
Odebrecht

Delator detalha ‘apoio’ a Garibaldi Filho, Wilma e Iberê


Por Dinarte Assunção (Blog ID)

Em depoimento a procuradores da República no Rio Grande do Norte, em dezembro passado, o ex-diretor da Odebrecht Ariel Parente, relatou que, das tratativas de que ele participou, os repasses para o senador Garibaldi Filho  foram considerados um investimento da construtora, pois sua influência poderia ser útil no futuro.

“João Pacífico (chefe da Odebrecht para o Nordeste) veio a Natal e tivemos reunião na casa de Garibaldi. Lá, pacífico relatou que iríamos contribuir com R$ 200 mil, que foram pagos em duas parcelas”, explicou Parente.

“O senador agradeceu, indicou um interlocutor para operacionalizar, que eu não recordo o nome. Alguém com nome de Leopoldo ou Lindolfo, alguma coisa assim… Era um nome parecido com esse.”

Segundo o delator, o interlocutor do senador foi informado sobre as datas de pagamento. “Não me recordo se o recebimento foi em casa de câmbio em Recife ou São Paulo”.

Nas planilhas, o senador tinha o codinome de “Lento”.

Wilma de Faria (“Cobra”) e Iberê Ferreira (“Hospital”) também receberam propina, diz delator

O ex-diretor da Odebrecht Ariel Parente afirmou em delação premiada que pagou propina no valor de R$ 1.145.000,00 para a ex-governadora Wilma de Faria e o ex-governador Iberê Ferreira de Souza. O valor foi desviado, contou o delator, das contrapartidas do Governo do Estado para a obra da Estação de Tratamento de Esgoto do Baldo, inaugurada em 2010.

De acordo com Ariel, o pleito teria sido feito pelo irmão da ex-governadora Carlos Faria, secretário-chefe do Gabinete Civil do governo Wilma.

Nas planilhas, Wilma está relacionada ao codinome “Cobra”; Iberê, “Hospital”, referência à sua saúde, já que, em 2010, ele enfrentava um câncer, cujas complicações lhe levariam à morte posteriormente.

Ainda de acordo com o relato de Parente, Iberê, quando assumiu o governo em março de 2010, o procurou solicitando dinheiro para a campanha. Ele afirmou que não poderia contribuir já queo Estado estava devendo à Odebrecht.

“Ele prometeu que nos pagaria e eu destinei parte dos últimos pagamentos que estão no sistema para Iberê”, explicou o delator.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 12/04/2017 - 16:12h
A lista de Fachin

Idade elevada deve livrar Agripino e Garibaldi de processos


Por Dinarte Assunção (Portal Noar)

Os senadores José Agripino (DEM), Garibaldi Filho (PMDB) e o deputado federal Felipe Maia (DEM) não tiveram contra si inquéritos abertos na lista do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Os delatores da empreiteira Odebrecht indicaram repasses de R$ 200 mil para Garibaldi, R$ 100 mil para José Agripino e R$ 50 mil para Felipe Maia como caixa dois, na eleição de 2010.

O relator Edson Fachin, contudo, determinou a remessa dos documentos de volta à PGR.

Ele levou em consideração que a Procuradoria Geral da República deve se manifestar sobre a extinção da punibilidade para Agripino e Garibaldi em razão da idade. Não é pedido para Felipe Maia extinção de punibilidade.

A legislação prevê extinção de punibilidade para maiores de 70 anos. Agripino tem 72 e Garibaldi completou 70 em fevereiro deste ano.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 12/04/2017 - 00:14h
O outro lado

Rosalba e Garibaldi emitem nota sobre citação em lista


Dos oito políticos do RN que aparecem na lista do relator da Operação Lava Jato (veja AQUI), pelo menos dois se pronunciaram oficialmente. São o senador Garibaldi Filho (PMDB) e a prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP).

Veja notas oficiais de ambos:

O senador Garibaldi Filho se declara surpreso com a notícia de inclusão do seu nome nas notícias de delações e, ao mesmo tempo em que nega tais suspeitas, põe-se à disposição da Justiça para quaisquer esclarecimentos, inclusive disponibilizando os sigilos bancário, fiscal e telefônico, e espera agilidade na apuração e responsabilidade na distinção entre doações lícitas e sem qualquer contrapartida das doações irregulares.

Assessoria do Senador Garibaldi Filho

A respeito da matéria do jornal o Estado de São Paulo, a prefeita Rosalba Ciarlini esclarece que nunca recebeu doação de campanha da Odebrecht nem durante seu período no Governo do estado do Rio Grande do Norte contratou qualquer obra ou serviço com essa empresa ou o grupo e também não recebeu deles qualquer benefício ou favor.

Isso, por si só, prova a completa improcedência da referência a seu nome.

Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura de Mossoró

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política
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quinta-feira - 06/04/2017 - 15:40h
Operação Lava Jato

Relator inclui parlamentares do RN em apuração de propina


D’O Estado de São Paulo

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que “fatos potencialmente criminosos” atribuídos na delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado a três senadores e quatro deputados federais sejam juntados a um inquérito que já tramita no STF, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), e também determinou que as citações a cinco ex-parlamentares sejam encaminhadas ao juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.

Fachin abre caminho para investigação de parlamentares (Foto: STF)

A decisão abre a possibilidade de a PGR investigar os senadores Valdir Raupp (PMDB-TO), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) e Agripino Maia (DEM-RN) e os deputados federais Walter Alves (PMDB-RN), Felipe Maia (DEM-RN), Jandira Feghali (PC do B-RJ) e Luiz Sergio (PT-RJ), no âmbito de um procedimento de investigação já em andamento contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE), em que se apuram supostos crimes praticados em relação com a Transpetro e a Petrobras.

Sérgio Machado relatou que estes congressistas receberam propina, via doação oficial, com recursos oriundos de vantagens indevidas pagas por empresas contratadas pela Transpetro.

Desvios

“Todos os fatos potencialmente criminosos a eles relacionados e narrados pelo colaborador encontram-se no contexto dos desvios operados por Sérgio Machado no âmbito da Transpetro. Tais fatos, em uma melhor avaliação, podem ser investigados no âmbito do inquérito 4215, em tramitação junto a esta egrégia Corte. Por isso, basta, por ora, a juntada dos termos de depoimento referente a tais fatos nos autos do feito em curso”, disse o procurador-geral.

Teriam sido repassados R$ 850 mil a Valdir Raupp, R$ 450 mil a Garibaldi Alves Filho, R$ 300 mil a Agripino Maia, R$ 250 mil a Walter Alves, R$ 250 mil a Felipe Maia, R$ 100 mil a Jandira Feghali, e R$ 400 mil a Luiz Sergio, por diferentes construtoras, sobretudo Queiroz Galvão e Camargo Correia. Como um todo, o período corresponde as eleições de 2010 até as eleições de 2014 – embora cada caso tenha um período específico.

Fachin também atendeu ao pedido da PGR para que sejam encaminhadas a Sérgio Moro as citações a Henrique Eduardo Alves, ex-deputado pelo PMDB-RN e ex-ministro do governo Temer; Cândido Vaccarezza, ex-deputado federal pelo PT-SP e atual integrante do PTB; Jorge Bittar, ex-deputado federal pelo PT-RJ; Ideli Salvatti, ex-senadora e ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais; e Edson Santos, ex-deputado federal e ex-ministro da Secretaria Especial da Igualdade Racial do governo Lula.

Caberá a Sérgio Moro analisar as informações do delator Sérgio Machado de que eles teriam receberam propina via doação oficial de campanha. O envio à primeira instância se deve ao fato de que, ao perderem o mandato no Congresso, eles já não detêm prerrogativa de foro no STF.

Propinas para PMDB

Divulgada em junho de 2016, a delação de Sérgio Machado trouxe a informação de que, nos 11 anos dele à frente da Transpetro, ao menos R$ 100 milhões em propinas foram repassados para a cúpula do PMDB no Senado. Os fatos relacionados a outros senadores do partido estão em análise em outras investigações, não mencionadas nos trechos específicos.

Outro lado. Entre os parlamentares citados, a defesa do senador Ivan Raupp nega que ele tenha cometido crimes. “Trata-se de má-fé de delatores que buscam benefícios para si imputando falsidades a terceiros. Esperamos que o Ministério Público Federal e o Poder Judiciário reconheça a verdade sobre os fatos”, diz o advogado Daniel Gerber.

Em nota, a defesa da deputada Jandira Feghali diz que ela “não tem nada a temer, que não se pode confundir doação oficial ao partido com propina e que o único destino para esse assunto é o arquivamento”.

O outro lado

Quando a delação de Sérgio Machado foi divulgada, em 2016, o senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) afirmou, em nota, que o próprio delator afirmou que as doações eleitorais “foram oficiais e sem nenhuma troca de favor, benesse ou vantagem de qualquer natureza”.

Também após o surgimento das citações, o senador Agripino Maia afirmara que as doações que buscou como presidente do DEM “foram obtidas sem intermediação de terceiros, mediante solicitações feitas diretamente aos dirigentes das empresas doadoras”. Dissera também que não teria nenhuma contrapartida a oferecer a qualquer empresa que se dispusesse a fazer doação em troca de favores de governo. O senador afirmou, ainda, que “as doações recebidas – todas de origem lícita – foram objeto de prestação de contas, devidamente aprovadas pela Justiça Eleitoral”.

Os deputados Luiz Sérgio e Felipe Maia negaram ter recebido valores ilícitos. Walter Alves (PMDB-RN) afirmou que o próprio delator ressalta que as doações eleitorais foram oficiais, “sem nenhuma troca de favor, benesse ou vantagem de qualquer natureza”.

Entre os que poderão passar a ser investigados em Curitiba, Candido Vaccarezza disse ao Broadcast Político que está processando Sérgio Machado pelas citações. “Como você sabe ele diz que enviou o dinheiro para o DIretório Estadual do PT e que este repassou para minha conta de campanha em 2010. Como você sabe também o repasse para minha conta de campanha do DR foi zero”, disse.

Henrique Alves

Não foi obtido contato com Henrique Eduardo Alves. Mas, quando a delação foi divulgada, ele havia dito que repudiava “a irresponsabilidade e leviandade das declarações desse senhor”. O ex-deputado e ex-ministro Edson Santos, do PT, afirmara que é “absurda” a acusação de Machado de que ele recebeu dinheiro de propina.

Também em 2016, o ex-deputado federal e ex-presidente da Telebras Jorge Bittar informou que ele nunca teve contato ou reunião com Sérgio Machado para pedir recursos para campanha eleitoral, e que todas as doações recebidas “foram feitas de forma legal e devidamente registradas junto à Justiça Eleitoral”.

E a ex-ministra Ideli Salvatti afirmou que as doações à sua campanha eleitoral ao governo de Santa Catarina em 2010 foram declaradas e aprovadas pelos órgãos competentes, e que sua conduta pública é regida pelos princípios da ética, moral e legalidade.

No mesmo pedido da PGR, havia uma fundamentação para não investigar o atual presidente Michel Temer, por citações de Sérgio Machado, por se referir a “fato estranho ao mandato”. O despacho do ministro Fachin não toca nesse ponto, uma vez que não houve demanda a ele relacionada.

O delator revelou uma suposta operação de captação de recursos ilícitos, envolvendo Temer e o senador Valdir Raupp (PMDB-RR), para abastecer, em 2012, a campanha do então candidato Gabriel Chalita (PDT), que na época integrava o PMDB, para Prefeitura de São Paulo. Tanto Michel Temer como Chalita negam irregularidades.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política
segunda-feira - 03/04/2017 - 06:35h
Promessa

Duplicação da BR-304 terá processo licitatório aberto


A diretoria colegiada do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) aprovou delegação de competência para a superintendência do DNIT no Rio Grande do Norte preparar, até julho, todo o processo licitatório referente a duplicação do trecho da BR-304 que liga a bifurcação do final da Reta Tabajara até o município de Santa Maria.

A boa notícia foi transmitida pelo órgão ao senador Garibaldi Filho (PMDB), que é autor de uma emenda ao Orçamento de 2017, aprovada pela Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado, no final do ano passado, destinando recursos para a duplicação.

O DNIT-RN também foi autorizado a, depois de julho, organizar toda a licitação da duplicação da BR-304 no trecho que liga os municípios de Santa Maria e Lajes.

Hoje (segunda-feira, 3), o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, estará no Rio Grande do Norte.

Ele visitará as obras da duplicação da Reta Tabajara e inaugurará o viaduto de Emaús, em Parnamirim.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
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