domingo - 19/03/2017 - 03:32h
Henrique Constantino

Dono da Gol cita propina a Cunha e envolve Henrique Alves


Do Estado de São Paulo

O empresário Henrique Constantino, acionista da Gol Linhas Aéreas, confirmou a procuradores da Lava Jato ter feito pagamentos para o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ao corretor Lúcio Funaro, ambos presos, em troca de apoio na liberação de valores do fundo de investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Ainda segundo Constantino, o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) teria participado da reunião em que os pagamentos foram definidos.

Henrique e Eduardo Cunha voltam a ser citados; advogados se pronunciam (Foto: arquivo)

As informações foram dadas pelo empresário no âmbito da negociação de um acordo de colaboração com os investigadores de Curitiba e Brasília. Constantino procurou as autoridades após aparecer nas operações Sépsis e Cui Bono? e ser citado no pedido de prisão de Eduardo Cunha.

Como a Gol Linhas Aéreas assinou um acordo de leniência e assumiu os crimes praticados pela empresa, agora o empresário pretende se livrar na pessoa física de problemas na Justiça. Na leniência, a Gol se comprometeu a pagar R$ 5,5 milhões para reparação pública, R$ 5,5 milhões como multa e mais R$ 1 milhão pela condenação.

O Estado confirmou com fontes com acesso à negociação que Constantino afirmou que os pagamentos efetuados às empresas do corretor Lúcio Bolonha Funaro e diretamente às firmas da família de Cunha tinham como objetivo facilitar a liberação de valores do FGTS.

O outro lado

O advogado Ticiano Figueiredo, responsável pela defesa de Cunha, afirmou que “desconhece o teor do depoimento, causando espécie que a imprensa já tenha tido acesso a essa informação sem que esteja disponível para os advogados.”

De toda forma, apontou o advogado, as “ilações e afirmações desprovidas de prova concreta não deveriam servir sequer para embasar abertura de investigação, muito menos para ensejar uma delação.” A defesa de Funaro não foi encontrada para comentar.

O advogado de Henrique Eduardo Alves, Marcelo Leal, disse desconhecer a colaboração e que não poderia, portanto, comentá-la.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Política
quinta-feira - 16/03/2017 - 09:58h
O imprevisível 2018

Pode ser que sim; pode ser que não


A política brasileira ganhou uma “dinâmica” nova em meio ao lamaçal da Operação Lava Jato. De Brasília ao Rio Grande do Norte, é dificílimo se fazer uma previsão para a semana seguinte, imagine esquadrinhamos o possível cenário de 2018.

Tudo é muito movediço e volátil.

Quase ninguém é certo para essa ou àquela disputa.

A corrida eleitoral do estado, por exemplo, é exatamente o modelo desse amontoado de interrogações.

O governador Robinson Faria (PSD) concorrerá à reeleição? Nem ele tem certeza.

Pode ser que sim; pode ser que não, tentando novo mandato à Assembleia Legislativa, onde passou muitos anos.

O atual prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT) será mesmo o candidato dos “Alves”, Rosado, Melo, Maia etc. ao governo?

Pode ser que sim; pode ser que não, optando por concluir seu mandato. Unanimidade na família ele não é.

Mais do que nunca parece não termos nenhum “governador em férias” ou “governador imbatível”.

Diga-se até: a prioridade por parte de alguns poderosos caciques é muito particular.

Garibaldi Filho (PMDB), senador, tem no filho e deputado federal Walter Alves (PMDB) o grande foco. Muito mais do que sua reeleição ao Senado.

Henrique Alves (PMDB), ex-presidente da Câmara Federal, sonha desesperadamente em retornar a Brasília e à Casa que comandou e onde ficou acantonado por mais de 40 anos.

Vencer o governo do estado com o primo e ex-desafeto por muito anos, Carlos Eduardo Alves, não é exatamente a “pedra angular” dessa construção político-familiar.

Carlos Eduardo deve saber disso muito bem. Sabe!

Quanto a Robinson,  não ser pior do que a antecessora Rosalba Ciarlini (PP) tem sido o projeto de agora. Sonhar com a reeleição é-lhe um direito, mas por enquanto não passa de um pesadelo. Para ele, muito mais para os cidadãos potiguares.

Poderemos ter surpresas de um lado e de outro? É possível e não deve ser descartado. Daí o alto grau de imprevisibilidade para 2018.

O ambiente convulsionado da política e da gestão pública ajudam no aparecimento de ‘novidades’, alternativas ou hipotéticos salvadores da pátria, populistas etc.

Caso atual emblemático, é o prefeito paulistano João Dória (PSDB). Surgiu do nada, encorpa sua própria imagem e eclipsa até donos do partido, como o governador Geraldo Alckmin e os desgastados senadores Aécio Neves e José Serra.

Mas não nos esqueçamos: a atmosfera é propícia ainda para velhos alquimistas da palavra, com o lero-lero de sempre. São do ramo.

Lá embaixo, a plateia que parece catatônica, como se coletivamente fosse tomada pela “Síndrome de Estocolmo” (estado psicológico em que a vítima se identifica com seus captores/algozes), precisa ser melhor entendida e analisada.

Talvez, nada seja como antes, mesmo que não mude muito e termine no mesmo.

Tom Jobim dizia: “O Brasil não é para principiantes”.

A política do RN, também.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog
  • Repet
quarta-feira - 08/03/2017 - 03:16h
2018

Sandra Rosado vê se seu grupo volta inteiro ou não pro PMDB


Sandra: em análise (Foto: Edilberto Barros)

Em entrevista ao repórter João Marciliano, o “Joãozinho GPS” da Rádio Difusora de Mossoró, a vereadora Sandra Rosado (PSB) disse que tem convite dos líderes peemedebistas Henrique Alves (ex-presidente da Câmara Federal) e do senador Garibaldi Filho (PMDB) para retornar ao partido.

Mas, por enquanto, apenas sua filha e deputada estadual Larissa Rosado (PSB), confirma essa migração (veja AQUI).

- Estamos verificando todos esses arranjos diante de uma nova legislação eleitoral que poderá surgir e nós temos que fazer sempre essa avaliação – disse.

Acrescentou que a afinação com o grupo Alves e o PMDB “é uma parceria que já vem de muito tempo”. Entretanto reiterou que não há definição se ela e seu grupo estarão integralmente no PMDB ou serão aliados numa composição interpartidária em 2018.

Ela e seu grupo ficaram cerca de 20 anos no PMDB.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Política
quinta-feira - 02/03/2017 - 11:44h
Suíça

Henrique diz não saber origem de US$ 833 mil em sua conta


Do jornal O Globo

O ex-ministro e ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) reconheceu, em defesa apresentada à Justiça Federal de Brasília, que usou um escritório de advocacia uruguaio para abrir uma conta na Suíça em 2008. Admitiu também que é formalmente o beneficiário da conta.

Mas, argumentou que, por motivos burocráticos, não conseguiu movimentá-la e preferiu deixá-la inativa. Assim, alegou que os US$ 832.975,98 depositados na conta — e que segundo a Procuradoria Geral da República (PGR) era dinheiro de propina — foram movimentados por terceiros, sem seu conhecimento.

 

O ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves apresentou defesa através de advogados (Foto: Jorge William / Agência O Globo)

Após ser envolvido em uma série de acusações na Operação Lava-Jato, o então ministro do Turismo, pediu demissão em junho do ano passado.

Os valores — que equivalem a R$ 2.573.895 no câmbio de hoje — foram depositados em três datas diferentes: 5 de outubro, 18 de novembro e 8 de dezembro de 2011. Segundo a PGR, trata-se de propina paga pela empreiteira Carioca Engenharia com o objetivo de liberar recursos do Fundo de Investimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS), administrado pela Caixa Econômica Federal.

O dinheiro serviria para o financiamento de obras do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro.

Depósitos

“É importante ressaltar que a utilização indevida da citada conta bancária e os depósitos acima mencionados jamais foram de conhecimento do acusado”, diz trecho de um documento assinado pelos advogados Marcelo Leal e Luiz Eduardo Ruas do Monte e que integra uma ação penal na Justiça Federal de Brasília.

Outros dois depósitos foram feitos nos anos anteriores — um no valor de US$ 980, em 14 de setembro de 2009, e outro de US$ 10 mil, em 21 de junho de 2010.

O primeiro, diz a defesa, “ao que tudo indica, foi realizado apenas para efetivar a abertura da mencionada conta, o que, vale repetir, foi realizado sem o seu conhecimento”. O segundo, “aparentemente para arcar com o pagamento de suas taxas bancárias e despesas operacionais”.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Política
quinta-feira - 23/02/2017 - 09:26h
Federal e Estadual

Governismo esquadrinha caminhada eleitoral de seus candidatos


O grupo governista municipal mossoroense esquadrinha formatação para as eleições que virão em 2018. Nada acordado ainda, mas intimamente pensado e já costurado, sujeito a improvável – mas possível – alteração.

Beto e Larissa, mesmo grupo e duas frentes de votos (Foto: arquivo)

No esboço inicial, o deputado federal Beto Rosado (PP) deverá ser candidato à reeleição em dobradinha com a prima Lorena Ciarlini (PP), atual secretária do Desenvolvimento Social da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), sua mãe.

Já a deputada estadual Larissa Rosado (PSB) está fechada com o grupo Alves (veja AQUI).

Últimas eleições

Sua parceria no âmbito de Mossoró e outros municípios caminha para ser com o ex-presidente da Câmara Federal Henrique Alves (PMDB).

Em 2014, últimas eleições, Beto esteve em comunhão com Manoel Cunha Neto (PHS), o “Souza”, ex-prefeito de Areia Branca. Ambos foram eleitos pela primeira vez.

Lorena: de Rosalba (Foto: Carlos C.)

Já Larissa era parceira da mãe e hoje vereadora Sandra Rosado (PSB), que tentava reeleição. As duas não obtiveram êxito.

Prioridades de Rosalba

Vale ser lembrado, que em 2014 Rosalba era governadora e não teve condições de ser candidata à reeleição e Sandra e Larissa estavam como adversárias dela. Hoje, não. Estão no mesmo grupo.

Apesar dessa “união”, precisam sobreviver e dar novo salto eleitoral com meios próprios de caminhada.

No governismo, as prioridades de Rosalba para 2018 serão Beto e Lorena. Sandra e Larissa sabem disso.

Ponto final.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Política
domingo - 19/02/2017 - 23:14h
Hoje

“Fantástico” revela esquema de corrupção na Caixa Econômica

Programa aponta ex-deputado federal Henrique Alves como um dos destinatários da propina; ele nega

O programa Fantástico (Rede Globo de Televisão) teve acesso, com exclusividade, à delação premiada do empresário Alexandre Margotto, ligado a Lúcio Bolonha Funaro, que é apontado como operador financeiro do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB), hoje preso na Operação Lava Jato.

Esta delação, que foi homologada pelo juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, revela mais detalhes sobre a suposta ligação do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) com um esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal (CEF).

Revela também o suposto envolvimento do empresário Joesley Batista, dono do Grupo J&F, com as operações irregulares no banco.

Outro nome em evidência é do ex-deputado federal potiguar Henrique Alves (PMDB).

E uma surpresa: o delator conta que esse escândalo revelou ao menos uma pessoa honesta, um personagem que se recusou a praticar corrupção.

Henrique nega

Através de redes sociais próprias, Henrique Alves negou que tivesse se beneficiado de qualquer esquema de corrupção. Na reportagem, ele é apontado como “um dos destinatários da propina”.

Afirma (veja print acima, nesta postagem), que sequer conhece o empresário Alexandre Margotto.

Veja reportagem do Fantástico, na íntegra, clicando AQUI.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Política
  • Repet
quarta-feira - 15/02/2017 - 07:20h
Política

João Maia prepara partido para aliança diferente de 2016


Jorge e João: recalcitrância e aceitação em 2016 (Foto: arquivo)

Flexível durante as campanhas municipais do ano passado, na politica de alianças e escolhas paroquiais de seus candidatos, o presidente do PR no Rio Grande do Norte, ex-deputado federal João Maia, deve ter mais rigoroso em 2018.

PR deve caminhar com PMDB e DEM, além do próprio PDT e PP, na disputa de vagas à Câmara Federal e Senado, além da chapa majoritária ao Governo do Estado.

Sintonia fina

Isso está esquadrinhado desde o ano passado, como este Blog sublinhou à época (veja AQUI). Os líderes João Maia, ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB) e senador José Agripino (DEM) agem em sintonia fina.

Em 2016, o João Maia tentou impor – por exemplo – aliança do seu PR com o PP da então candidata a prefeito Rosalba Ciarlini, em Mossoró (veja AQUI). Acabou tendo que retroceder, devido a recalcitrância do empresário Jorge do Rosário (e a sigla no município) em se compor e ser vice dela.

Em 2017 será diferente. Os interesses vão além da comuna mossoroense.

Acompanhe nosso Twitter AQUI. Notas e comentários mais ágeis.

Categoria(s): Política
sábado - 04/02/2017 - 19:56h
IstoÉ

Temores de Henrique Alves


Da revista IstoÉ (Coluna Brasil Confidencial, por Débora Bergamasco)

Melhor Avisar

O ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) anda preocupado com as investigações contra si e com um possível pedido de prisão preventiva.

Henrique Eduardo Alves quer mostrar que não tem intenção de fugir (Foto: IstoÉ)

Réu em uma ação penal sob acusação de receber propina da Carioca Engenharia em uma conta aberta no exterior, Henrique Alves avisou ao juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara Federal do DF, que faria uma viagem ao exterior em janeiro. Após retornar, entregou espontaneamente seu passaporte ao juiz, no último dia 26.

“Para que não reste qualquer dúvida, informa também que sua viagem à Europa possui caráter familiar, não se relacionando com qualquer atividade bancária no exterior, uma vez que não possui recursos fora do Brasil”, escreveu seu advogado, Marcelo Leal, na petição ao juiz Vallisney.

Não é meu

Em sua defesa prévia, Henrique Alves admite ter aberto a conta no exterior por meio de um escritório uruguaio, mas diz que não tinha poderes para movimentá-la.

Mais de R$ 2 milhões foram depositados e o peemedebista diz que não soube de nada.

Segundo a defesa, a conta “foi utilizada de maneira inescrupulosa, sem o seu conhecimento”.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Política
  • Lion, Moda Masculina, de João Paulo Araújo - 11-08-15
domingo - 29/01/2017 - 09:02h
2018

Sandra Rosado pode ‘se sacrificar’ com nova candidatura


Há desejo pessoal. Há interesse político estratégico. Mas ainda está sob estudo projeto de nova candidatura à Câmara Federal (2018), da ex-deputada federal e atual vereadora Sandra Rosado (PSB).

Larissa, Henrique e Sandra: aposta no PMDB (Foto: arquivo)

Sua filha e deputada estadual recém-empossada, Larissa Rosado (PSB), admitiu a hipótese de sua mãe ser candidata em entrevista ao programa “Conversa de Alpendre” da TV Cabo Mossoró (TCM). Mas tudo precisa ainda passar por “análise”.

Segundo Larissa, há estímulo do presidente estadual do PMDB e ex-presidente da Câmara Federal Henrique Alves (PMDB), para que Sandra seja candidata.

O núcleo familiar de Sandra acumulou 13 mandatos consecutivos na Câmara Federal, sendo sete com seu pai – Vingt Rosado, três com seu marido Laíre Rosado e igual número com ela.

Estragos

Mas a derrocada em 2014, que também puxou a própria Larissa à não-reeleição, deixou estragos até aqui insanáveis.

Uma nova candidatura a federal é possível, é até provável, mas não é fácil sua viabilização eleitoral.

A costura de Henrique Alves é interessante para ele próprio, que planifica retornar a Brasília. Daí a importância de Sandra para fazer “esteira”.

Um eventual ‘sacrifício’ de Sandra, certamente passará por cobrança de meios para garantir nova eleição de Larissa, que precisará de colégios eleitorais fora de Mossoró para ensejar novo mandato.

O grupo de Sandra deverá migrar para o PMDB de Henrique, como este Blog assinalou em primeira mão no ano passado.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Política
terça-feira - 03/01/2017 - 09:43h
Equipe e eleições

O dedo de Henrique no Governo da “Rosa”


Em 2014, em campanha, Henrique teve Aldo assumindo compromissos por ele em Mossoró (Foto: reprodução)

Coordenador em Mossoró da campanha do então deputado federal Henrique Alves (PMDB) ao Governo do Estado, em 2014, o advogado Aldo Fernandes virou secretário municipal do Planejamento da gestão recém-empossada de Rosalba Ciarlini (PP).

Teve o dedo e peleja árdua de Henrique na nomeação, arrancada quase a fórceps.

Na 25ª hora, que se diga.

Mas pesou estranho o seu cargo: Planejamento?

Nunca antes na biografia de Fernandes, advogado e professor de Direito, coube-lhe missão tão desconexa da realidade com a qual lida diariamente.

Ah, mas as eleições de 2018 vêm aí!

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Política
  • Repet
domingo - 01/01/2017 - 20:40h
Mossoró

Rosalba assume com novos nomes e equipe incompleta


Três novos nomes do primeiro escalão do governo Rosalba Ciarlini (PP), prefeita mossoroense que começa hoje o seu quarto mandato, foram anunciados à tarde deste domingo (1º). O titular do Previ- Mossoró (Previdência Municipal) e de Urbanismo ainda não foram anunciados.

Entre os três escolhidos, critérios diferentes à escolha. Carlos Eduardo Ciarlini Rosado, o “Cadu”, é filho da própria prefeita e vai ocupar o Gabinete, estreando em cargo público. Fátima Marques, ex-funcionária do Banco do Brasil, ficará na Controladoria Geral do Município, que j á ocupou antes. E o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Mossoró, Aldo Fernandes, é nome indicado pelo presidente estadual do PMDB, ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB) – como Blog assinalou (veja AQUI).

Veja o perfil dos três:

Cadu: filho da prefeita (Foto: divulgação)

Secretaria do Gabinete da Prefeitura – Carlos Eduardo Ciarlini Rosado – Filho da prefeita, é Graduado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade pela Universidade Católica de Brasília. Atuou na área de comunicação e marketing na campanha eleitoral do governador reeleito do Amazonas, José Melo de Oliveira. Foi coordenador da comunicação da campanha de Rosalba Ciarlini em 2016. Realizou cursos de formação política na George Washington University (EUA) em 2012 e da Fundación de Estudos Sociales de Madri – FAES em 2009. Participou da elaboração do plano de governo em áreas como políticas para a juventude e modernização administrativa com o Cidade Inteligente.

Controladoria Geral do Município – Fátima Marques – Graduada em Letras pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Funcionária de carreira do Banco do Brasil S.A de 1974 a 1999. Exerceu a presidência da Fundação de Apoio à Geração de Emprego e Renda (FUNGER). Foi titular do Planejamento na Prefeitura de Mossoró. Integrou a equipe de transição em 2012. Também na Prefeitura, assumiu a função de Controladora Geral do Município.

Fátima: nome técnico (Foto: divulgação)

Secretaria do Planejamento – Aldo Fernandes – graduado em Direito pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte em 2001. Especialista em Direito do Trabalho e Processo.  Professor da Universidade Potiguar (UNP). Já foi conselheiro e vice-presidente da OAB Mossoró. Foi eleito como presidente da OAB para o triênio 2013-2015.

Veja o restante dos nomes já escolhidos e os anunciados hoje:

Consultoria Geral do Município – Anselmo Carvalho;

Secretaria do Gabinete da Prefeitura – Carlos Eduardo Ciarlini Rosado;

Secretaria de Infraestrutura – Kátia Pinto;

Controladoria Geral do Município – Fátima Marques;

Procuradoria Geral do Município – Karina Martha Ferreira de Souza Vasconcelos;

Secretaria de Segurança – General Eliéser Girão Monteiro Filho;

Secretaria de Comunicação – Aglair Abreu;

Secretaria do Planejamento – Aldo Fernandes;

Aldo: nome do grupo Alves (Foto: divulgação)

Secretaria da Fazenda –  Abraão Padilha de Brito;

Secretaria do Desenvolvimento Econômico – Lahyre Neto;

Secretaria de Saúde – Benjamim Bento;

Secretaria de Desenvolvimento Social  e Juventude– Lorena Ciarlini;

Secretaria de Educação – Magali Delfino;

Secretaria de Administração e Finanças – Ronaldo Cruz;

Secretaria Executiva de Agricultura e Recursos Hídricos- Anne Katherine de Holanda Bezerra.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Administração Pública
sexta-feira - 30/12/2016 - 11:12h
Multas

TCU autoriza repasse de recursos da repatriação para hoje


Após ter impedido o Governo Federal de repassar aos municípios ainda neste ano R$ 4,4 bilhões referentes à multa do programa de repatriação de recursos do exterior, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Raimundo Carreiro voltou atrás e restaurou o que a medida provisória 753 dizia inicialmente: que os recursos podem ser transferidos a partir desta sexta-feira (30), último dia útil do ano.

Com isso os municípios brasileiros receberão os recursos ainda hoje, o que foi comemorado como uma grande conquista pela Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte – FERMUN, que participou ativamente da mobilização nacional para sensibilizar o Governo Federal.

Assim, a entidade informa que as Prefeituras poderão fechar suas contas em tempo hábil, pagando aos servidores públicos e fornecedores.

A Femurn reforça que a atuação dos parlamentares foi decisiva, em especial dos deputados Fábio Faria (PSD), Walter Alves (PMDB), dos senadores Garibaldi Alves Filho (PMDB) e José Agripino (DEM), bem como do ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB), que atuaram em defesa dos municípios.

Com informações da Femurn.

Categoria(s): Administração Pública
sexta-feira - 30/12/2016 - 08:28h
Governo Rosalba

PMDB espera ser ‘prestigiado’, como prometido


Aldo: na 'agulha' (Foto: OAB)

O PMDB de Henrique Alves e do senador Garibaldi Filho aguardam sinalização para indicar um nome para a equipe da prefeita eleita-diplomada de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PMDB). As horas estão passando…

- O PMDB será prestigiado – adiantou Rosalba à Rose Cantídio, dirigente histórica do partido em Mossoró, após as eleições de 2 de outubro (veja AQUI).

Se for o caso, o partido já tem um nome na ‘agulha’ para esse fim: o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Mossoró, Aldo Fernandes.

Ele foi um dos coordenadores da campanha de Henrique Alves ao Governo do Estado, em 2014, na cidade.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Política
quinta-feira - 15/12/2016 - 19:58h
TSE

Henrique tem contas de campanha aprovadas à unanimidade


O Pleno do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu por unanimidade aprovar as contas do então candidato ao Governo do RN, Henrique Eduardo Alves (PMDB).

Seguindo o voto do Ministro relator Napoleão Maia Filho, houve votação à unanimidade: 7 x 0.

Votaram os ministros Jorge Mussi, Henrique Neves, Luciana Lóssio, Luiz Fux, Rosa Weber e Gilmar Mendes.

“Nessas condições, a reconsideração da decisão agravada é medida que se impõe, ante as particularidades do caso concreto e a orientação jurisprudencial sedimentada por esta Corte Superior”, diz o voto.

Henrique perdeu as eleições ao Governo do Estado para Robinson Faria (PSD).

Acompanhe o Blog também pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Política
  • Lion, Moda Masculina, de João Paulo Araújo - 11-08-15
segunda-feira - 21/11/2016 - 21:26h
Abastecimento de água

Henrique reage a Governo e trata Robinson por ‘incompetente’


O ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB) reagiu à notícia pulverizada pelo Governo Robinson Faria (PSD), através de sua Assessoria de Comunicação (veja AQUI), de ter agido para o comprometimento no abastecimento de água de Caicó e região, devido mudança de gestão da obra de adutora emergencial.

Henrique: reação à nota (Foto: O Globo)

Em seu endereço no Twitter, Henrique foi incisivo: “Impressiona pela absoluta desinformação quanto à Adutora de Caicó.”

Henrique Alves foi acusado, ao lado do prefeito Roberto Germano (PMDB) e do Governo Michel Temer, de “articulações políticas” que levaram o “Ministério da Integração Nacional” a retirar a obra da Caern e passasse para o Departamento Nacional de Obras de Combate as Secas (DNOCS).

- O que é grave é o desconhecimento da obra que já começou e com recursos O.K. – salientou Henrique Alves.

Incompetência

“A respeito das acusações a mim e ao Governo do Presidente Temer, não responderei pela óbvia desqualificação. RN quer verdades da obra! Até para o Governo saber também!” – salientou.

Henrique Alves destacou, que “o DNOCS com recursos assegurados tem prazo de quatro meses para entregar adutora de Caicó! Obra que começou por Jucurutu com licenças concedidas.”

Ele disse por fim, que é importante o governador Robinson Faria ser melhor informado, “para que não transfira incompetência demagogia e irresponsabilidade. Segurança, saúde, atraso salário etc. dizem tudo.”

Acompanhe o Blog também pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Administração Pública / Política
segunda-feira - 21/11/2016 - 14:08h
Seridó

Fornecimento de água é suspenso; Governo culpa Henrique


O Governo do Estado informa que está suspenso o fornecimento de água a alguns municípios do Seridó, como São Fernando, Caicó e Jardim de Piranhas. Isso, em função da baixa do rio Piancó/Piranhas/Açu.Adutora era para ter controle do Estado, avisa Governo (Foto: arquivo)

“Para minimizar os efeitos da crise hídrica, o Governo do Estado está envidando esforços para restabelecer o abastecimento”, diz a Assessoria de Comunicação do Governo Robinson Faria (PSD), mas alfinetando em seguida a oposição:

- Uma das alternativas para o abastecimento do Seridó era a construção da Adutora Emergencial de Caicó. Mas articulações políticas promovidas pelo prefeito de Caicó, Roberto Germano e o ex-deputado Henrique Alves, junto ao ministro do PMDB Helder Barbalho, fizeram com que o Ministério da Integração Nacional retirasse a obra da Caern e passasse para o Departamento Nacional de Obras de Combate as Secas (DNOCS).

E acrescenta: “Desde maio o  projeto da adutora emergencial estava pronto, aguardando apenas o repasse da Defesa Civil Nacional para ser realizado. Com a mudança na gestão, o equipamento que iria contribuir para abastecer 100 mil potiguares voltou para a estaca zero. ”

Diante do colapso, uma das alternativas buscadas para amenizar o problema é a perfuração de poços. A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (SEMARH), já realizou mais trinta perfurações. Destes, conseguiu condições de exploração em 14 poços. Destes, sete poços já foram testados e outros sete terão vazão ainda nesta semana, como alternativa para a recuperação de parte do abastecimento.

Com informações da Assecom do Governo do Estado.

Acompanhe o Blog também pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Administração Pública / Política
domingo - 06/11/2016 - 13:19h

O ‘fugitivo’ num estado entregue à própria sorte


Por Carlos Duarte

Na manhã da última quinta-feira (03/11), o governador Robinson Faria (PSD) desembarcou (veja AQUI) no aeroporto de Mossoró. Poucas pessoas o recepcionaram e ninguém da imprensa estava por lá. Na verdade, quase ninguém sabia. Fora montada uma estratégia de ‘fuga rápida’.

Mossoró serviu apenas de escala para o destino final do governador: um evento em Baraúna (cidade a cerca 35 km) – veja AQUI, que acabou revelando a triste constatação de que o município atualmente não tem prefeito e nem governador interessados nos inúmeros problemas que afligem a todos na cidade polo do Oeste potiguar.

Com muita habilidade, conseguiu driblar manifestantes, imprensa, políticos e livrou-se de dar explicações do inexplicável aos professores da Uern, aos servidores da educação, saúde e segurança e, principalmente, sobre a evidente insolvência do Estado que ele administra.

Rosalba e Robinson: estrago continuado (Foto: arquivo)

A gestão Robinson de Faria é incapaz de fazer funcionar o básico dos princípios fundamentais da administração pública.

É bem verdade, que a falência técnica do Estado do Rio Grande do Norte não pode ser atribuída exclusivamente ao atual governador. Começou bem antes, com agravamento no final do governo Wilma de Faria e teve aprofundamento durante toda a gestão do governo Rosalba Ciarlini.

Atualmente, o Rio Grande do Norte vive um estado de calamidade financeira, sem precedentes na história recente. A crise nacional, que abala todos os estados brasileiros, agravou o já combalido cenário da economia norte-rio-grandense. O descontrole fiscal teve maior incidência no período de 2011 a 2015, quando houve um aumento real da folha de pagamento (descontada a inflação) de 22%, no período.

A folha passou de R$ 2,7 bilhões para R$ 4,2 bilhões. No mesmo período, a arrecadação cresceu exatamente a metade: 11%.

Isso é inexplicável, insustentável e irresponsável.

Quais os interesses ocultos que levam um gestor público a tomar atitudes como essa? Cadê os órgãos fiscalizadores (MPE, TCE, Assembleia, entidades representativas de classes, partidos de oposição…) que não enxergaram isso e ficaram silentes a tudo?

Para piorar, em 2016, houve uma frustração de receitas que já beira quase R$ 1 bilhão, somente em transferências federais. Por outro lado, os royalties do petróleo caíram de R$ 100 milhões (média mensal), em 2012, para atuais cerca de R$ 10 milhões, em média, por mês.

O ICMS atual caiu em mais de R$ 75 milhões, aprofundando o déficit fiscal e acumulando dívidas impagáveis junto a fornecedores, com ressonância nefasta aos serviços de saúde, educação, segurança, entre outros setores, inclusive na própria folha de pagamento – que já se encontra atrasada, com perspectiva de atraso, ainda maior, a partir dezembro de 2016.

O Portal da Transparência do Estado revela que cerca de 23,4% da Receita Corrente Líquida são repassadas exclusivamente para os poderes Legislativo e Judiciário. Trata-se de um dos maiores repasses do Brasil para esses poderes, bem acima da média nacional (17,8%).

Isso explica os ganhos reais e os sucessivos superávits desses dois poderes, em detrimento do exponencial déficit do Executivo. Induz também à possível explicação para a falta de reação de quem deveria fiscalizar o Executivo – afeito a contínuas atitudes suspeitas de gestão.

A previdência do Estado, agora sem quase nenhuma reserva de seu fundo previdenciário, aponta para outro grande problema a ser enfrentado a partir de 2017. Os cálculos atuariais mostram que o atual sistema só se sustentará se tivermos quatro servidores ativos para cada servidor inativo.

Com o quadro de servidores envelhecido do RN, essa relação hoje é de um servidor ativo para cada servidor inativo. Ou seja, o estouro da bolha é questão de pouco tempo, pois, no próximo ano, o erário estadual terá que cobrir R$ 1,3 bilhão somente para pagamentos de pensionistas e aposentados – que equivale a cerca de 37% das Receitas Correntes Líquidas.

Sem exageros, com base apenas na breve análise desse cenário, já se pode constatar a insolvência técnica do RN.

Por isso, Robinson tem razão em passar como um fugitivo por Mossoró. Não tem o que mostrar e nem o que explicar. E o pior: não há evidências de eficiência mínima de gestão capaz de superar a crise.  Sem planejamento, o Estado do RN está à deriva e entregue à própria sorte.

SECOS E MOLHADOS

Deus nos acuda! – Temos uma Constituição Federal formatada com perfil parlamentarista num sistema presidencialista. O presidente é simultaneamente o chefe de Governo e o de Estado. Para fazer o governo “funcionar” precisa fazer coalizão com o Congresso (o chamado parlamentarismo de coalizão). É aí onde se inicia o ciclo vicioso da corrupção sistêmica, que se amplia para outros tentáculos do Judiciário, do próprio Executivo, das Autarquias e demais esferas da República. Embora tarde, ainda é hora de se pensar numa reforma política profunda, no Brasil, antes que vejamos prosperar, ainda mais, uma geração desses psicopatas corporativos, travestidos de políticos, agora com genes modificados para o mal pior.

Contumácia - O ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB) é contumaz em envolvimento com o crime organizado do alto escalão político. A quadrilha a qual está sendo acusado de pertencer, agora, pratica diversos crimes hediondos de causar inveja a meliantes, traficantes e assaltantes do submundo do crime. O que os diferencia é o modus operandi. Igualmente covardes, escudam-se à sombra do poder constituído e da “certeza” da impunidade, com requintes de cinismo, escárnio e desrespeito ao contribuinte brasileiro – a quem deveria prestar contas e satisfação.

Afago - Talvez para desfazer o mal-estar da semana passada, a assessoria do governador Robinson Faria sinaliza que ele virá, daqui a 10 ou 15 dias, passar três dias em Mossoró. Está preparando três “grandes” projetos para anunciar com a aplicação de parte do dinheiro do superávit do TJRN (R$ 100 milhões), que está sendo devolvido para o Executivo. Uma dos projetos tem como objetivo o Hospital Universitário da Uern. Um afago, talvez!

Na contramão - Enquanto o governo Temer discute o corte de gastos (PEC 241/55), gargalos maiores ficam à margem das discussões. O atual sistema tributário brasileiro arrecada 56% sobre o consumo e 16% sobre a renda do trabalho. As rendas do capital e a riqueza são tributadas com apenas 28%. Isso caminha na contramão do restante dos países em todo o mundo. Dados da OCDE apontam que a média de tributação de seus países membros, sobre a renda do capital, é de 67% dos tributos arrecadados. Consumo e renda do trabalho representam apenas 33%.

Menos mal - A política de Repatriação do capital acabou deixando cerca de R$ 5,5 milhões para Mossoró. Esse dinheiro vai ajudar na atualização das folhas de pagamentos do município neste final de gestão.

Carlos Duarte é economista, consultor Ambiental e de Negócios, além de ex-editor e diretor do jornal Página Certa

Categoria(s): Artigo
sexta-feira - 04/11/2016 - 22:07h
Propina

Nota à Imprensa diz que Henrique Alves é inocente


Através de escritório de advocacia que defende seus interesses, o ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB-RN) rechaça conteúdo de reportagem especial da revista IstoÉ neste final de semana (veja AQUI), que narra suposta trama sua para esconder cerca de R$ 3 milhões em propina.

Veja abaixo:

NOTA À IMPRENSA

A defesa de HENRIQUE EDUARDO ALVES repudia veementemente o teor da reportagem de Istoé desta semana.

A citada conta bancária jamais foi por ele movimentada e os depósitos e transferências nela realizados nunca foram de seu conhecimento, conforme será fartamente provado ao longo do processo.

A matéria de Istoé, por partir de falsa premissa, não se sustenta.

A defesa confia na Justiça Federal do DF e tem a absoluta certeza de que HENRIQUE EDUARDO ALVES será inocentado.

Brasília, 04 de novembro de 2016.

Marcelo Leal Advogados Associados

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Política
sexta-feira - 04/11/2016 - 21:10h
Reportagem especial

O esconderijo da propina de Henrique Alves

IstoÉ narra que ex-ministro tentou esconder nos Emirados Árabes e no Uruguai cerca de R$ 3 milhões

Da revista IstoÉ

Nos corredores do QG da Lava Jato, em Curitiba, um dos investigados é conhecido pela alcunha de “Sheik”. Trata-se do peemedebista Henrique Eduardo Alves (RN), ex-ministro, ex-presidente da Câmara (2013-2014) e um dos principais interlocutores do presidente Michel Temer. Dono de 11 mandatos consecutivos como deputado federal, e reconhecido como hábil articulador, Henrique Alves já foi um dos políticos mais poderosos do País.

“O sheik”: O ex-deputado recebeu propinas na Suíça de uma empreiteira do Rio, mas esvaziou a conta (Foto: IstoÉ)

Em junho de 2013 chegou a ocupar a Presidência da República, na ausência de Dilma Rousseff e Temer. Com certeza teria lugar de destaque no governo não fossem as descobertas feitas pela Lava Jato, que em junho passado encontrou sua conta não declarada na Suíça. A existência da conta confirmou delação premiada feita por diretores da Carioca Engenharia, que apontam Alves como destinatário de propinas do Petrolão.

A denúncia fez com que o peemedebista perdesse o cargo de ministro do Turismo. Agora, documentos obtidos por ISTOÉ não só confirmam a existência da conta na Suíça, como mostram a milionária movimentação feita por Alves no exterior e revelam a trama urdida pelo ex-ministro para tentar esconder o dinheiro mesmo depois de estar na alça de mira da Lava Jato, o que, segundo procuradores, pode caracterizar crime de obstrução de Justiça.

Os documentos encaminhados ao Brasil pelo Ministério Público Suíço explicam por que os agentes o tratam como “Sheik”. Reúnem extratos bancários e cartões de assinatura de contas. Eles mostram que, em março do ano passado, quando o procurador geral da República, Rodrigo Janot, encaminhou ao STF os primeiros pedidos de investigações contra políticos, Henrique Alves esvaziou sua conta no banco Merrill Lynch e transferiu os recursos para bancos nos Emirados Árabes e no Uruguai.

Na ocasião, Henriquinho, como é chamado pelos mais íntimos, foi um dos citados em delações premiadas, mas não virou alvo porque Janot entendeu que os indícios não eram suficientes para investigá-lo. Em abril, logo depois de escapar da “lista de Janot”, Henrique Alves foi nomeado ministro do Turismo pela então presidente Dilma. Deixou o cargo só em junho deste ano, já na gestão de Michel Temer, depois de a Lava Jato se deparar com a conta secreta na Suíça.

Da Suíça para Dubai

De acordo com movimentação bancária de Henriquinho, a qual ISTOÉ teve acesso, em 30 de março de 2015, três dias após a imprensa noticiar que ele seria indicado para o cargo de ministro do Turismo, Henrique desidratou sua conta no banco Julius Bär (sucessor do Merrill Lynch), na Suíça. Transferiu US$ 733.501,48 para uma conta bancária no Emirates NBD, instituição financeira sediada em Dubai, nos Emirados Árabes. Considerando a cotação do dólar na época, o valor equivalia a cerca de R$ 2,3 milhões. Outra parte do recurso ilegal, um total de USD 137.500,00, cerca de R$ 600 mil na ocasião, já havia sido repassada para um banco no Uruguai em fevereiro.

Com essa manobra, Henrique escapou de ter o dinheiro bloqueado na Suíça, atitude que tem sido adotada pelas autoridades daquele País. A origem desses recursos seria, de acordo com as investigações, pagamentos de propina feitos pela empresa Carioca Engenharia em troca de obter recursos da Caixa Econômica Federal para a obra do Porto Maravilha.

Aberta em 2008, a conta foi fechada logo depois de os valores terem sido transferidos para os Emirados Árabes, ainda no mês de março, segundo relatório do próprio banco Julius Bär. Ainda não se sabe se o banco em Dubai foi o destinatário final dos recursos ou se, de lá, circularam para outros caminhos.

O Ministério Ptúblico da Suíça transferiu a investigação contra Henrique Alves para a Procuradoria Geral da República, no Brasil. As informações chegaram oficialmente às autoridades brasileiras em abril deste ano. Os investigadores ainda rastreiam o restante da movimentação dos recursos do peemedebista no exterior. A conta no banco Emirates NDB aparece nos extratos da Suíça como pertencente ao nome Al Hadeed. É possível, porém, que seja apenas um laranja ou uma empresa offshore para esconder o real dono dos recursos.

A tática é muito comum: a própria conta de Henrique Alves na Suíça não está em seu nome, mas sim no da offshore Bellfield Investment, sediada em Cingapura. Os documentos de abertura da conta, porém, contêm passaporte do peemedebista, assinatura e endereço: ele consta como o único “beneficiário econômico” dos valores depositados. Nem Janot nem o Ministério Público da Suíça têm dúvidas de que a conta pertença ao ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Câmara.

“Há outros documentos em nome ou pessoais de Henrique Eduardo Alves, a exemplo de carta de recomendação do Banco do Brasil e passaporte. Endereços constantes da documentação, inclusive o funcional da Câmara dos Deputados, correspondem ao de Henrique Eduardo Alves”, escreveu Janot.

Destino: Uruguai

As autoridades suíças atribuem a Henrique Alves a responsabilidade pelo repasse do dinheiro aos Emirados Árabes. “Os valores transferidos (pela Carioca Engenharia) à Bellfield, respectivamente a Alves Lyra, posteriormente foram transferidos a contas no exterior pelo mesmo”, escreveu o Ministério Público da Suíça. As outras contas às quais o documento faz referência são pagamentos ao escritório uruguaio Posadas y Vecino, contratado para cuidar da abertura e manutenção da conta no exterior.

O Posadas y Vecino também foi usado pelo ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para abrir suas contas na Suíça, para as quais houve transferência de propina por negócios na Petrobras, de acordo com as investigações. As contas no exterior fundamentaram a prisão preventiva de Cunha, realizada no último dia 19 por ordem do juiz Sérgio Moro.

Ricardo Pernambuco conta como pagou propina a Henrique - Foto IstoÉ

A origem do patrimônio milionário de Henrique Alves no exterior já foi rastreada e é um dos pontos que fundamentam a ação penal em razão da qual ele e outros acusados se tornaram réus há duas semanas, sob acusação de participarem de um esquema de corrupção para desviar recursos do fundo de investimentos do FGTS, administrado pela Caixa.

Henrique Alves e Eduardo Cunha indicaram Fábio Cleto para uma vice-presidência da Caixa e, consequentemente, uma cadeira no conselho do FI-FGTS. Lá, ele tinha o poder de influenciar na liberação de recursos para as empresas. Segundo a delação de Cleto, Cunha cobrava propina das empresas interessadas nos recursos da Caixa e depois lhe avisava sobre quais investimentos poderiam ser liberados.

Foi um desses investimentos que beneficiou Henrique Alves, segundo as investigações. Cunha teria indicado diversas contas no exterior para o empresário da Carioca Engenharia, Ricardo Pernambuco Backheuser, pagar propina referente à liberação de recursos do FGTS para as obras do Porto Maravilha. Ricardo Pernambuco fez delação premiada e entregou aos investigadores todas as transferências que fez fora do Brasil para pagar propina a pedido de Cunha. Com o aprofundamento das investigações, as autoridades suíças descobriram que uma das contas, identificada pelo nome de Esteban García, era de Henrique Alves.

A Carioca Engenharia fez transferências para ele em outubro, novembro e dezembro de 2011, que totalizaram 833.113 francos suíços (equivalente a cerca de R$ 3 milhões, pela cotação atual). “Fica comprovado que os pagamentos de propina de Backheuser a Cunha, conforme os seus depoimentos, efetivamente foram efetuados a favor do acusado (Henrique Alves)”, diz relatório do Ministério Público da Suíça. Segundo os delatores, não só a Carioca, mas outras duas empresas envolvidas na obra, a OAS e a Odebrecht, também fizeram pagamentos de propina pelo Porto Maravilha, mas esses repasses ainda não foram rastreados.

Réu na Justiça do DF

As autoridades da Suíça definiram Henrique Alves como “político brasileiro do alto escalão que, como Cunha, pertence ao partido PMDB, envolvido no escândalo Petrobras” e apontaram que as transações no exterior são de valores provenientes de crime e configuram lavagem de dinheiro.

Além de ter se tornado réu na Justiça Federal do DF, pelo caso da Caixa, Henrique Alves também é investigado em conjunto com Cunha em um inquérito sob suspeita de receber propina da OAS na forma de doações oficiais para sua campanha ao governo do Rio Grande do Norte em 2014. As provas são mensagens obtidas no celular do ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, que mostram insistentes cobranças de Cunha para que o empreiteiro fizesse doações à campanha do seu correligionário.

Também há mensagens do próprio Henrique Alves em que este promete favores à empresa, como interceder em processos em tribunais de Contas. O caso estava no Supremo Tribunal Federal, mas tanto Cunha como Henrique perderam foro privilegiado, o processo foi enviado para a primeira instância.

Procurada, a defesa de Henrique Alves afirmou que ele não foi o responsável por transferir os recursos para os Emirados Árabes e fechar a conta na Suíça. Diz que ele nem sequer chegou a usar a conta. Em sua argumentação, a defesa confirma que o peemedebista de fato abriu a conta por meio do escritório uruguaio Posadas y Vecino, mas diz que não existem provas de que Henrique deu ordens para a movimentação dos recursos.

O advogado Marcelo Leal ressaltou que não podia entrar em detalhes, porque “não seria elegante antecipar a defesa fora dos autos”. Em sua decisão de 26 de outubro, na qual aceitou a denúncia contra Henrique e os demais envolvidos, o juiz Vallisney de Souza Oliveira, de Brasília, deu um prazo de dez dias para os réus apresentarem suas defesas. Entretanto, esse prazo só começa a contar depois que eles forem citados formalmente por um oficial de Justiça, o que ainda não ocorreu com Henrique Alves.

Estratégia semelhante à levada a cabo por Alves a fim de ludibriar a Lava Jato foi adotada por outros investigados. A atitude acabou provocando a prisão preventiva deles. Esvaziar uma conta na Suíça é uma tentativa de dificultar o rastreamento, porque aquele País tem adotado uma postura de cooperação intensa com o Brasil.

Para esconder os valores, é comum que correntistas suíços – flagrados em malfeitos – recorram a outros países, a exemplo do que fez Alves, na vã esperança de que o dinheiro permaneça oculto. Neste caso, como em outros, os investigadores têm obtido mais sucesso. Ao tentar enviar recursos ilegais da Suíça para Mônaco, o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque acabou preso pela segunda vez pelo juiz Sérgio Moro, ironicamente também em março de 2015.

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa também foi parar na cadeia em junho de 2014, depois que a Suíça descobriu recursos de US$ 23 milhões pertencentes a ele em contas secretas naquele País. Os precedentes atemorizam Henrique Alves. Seus dias de liberdade podem estar contados.

Ascensão e queda

Herdeiro político de uma das famílias mais tradicionais do Rio Grande do Norte, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) foi eleito deputado federal pela primeira vez em 1971, aos 21 anos. Embora nascido no Rio, toda sua trajetória política foi construída a partir do solo potiguar. Passou pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB), filiou-se ao PP com o fim do bipartidarismo e, em seguida, entrou no PMDB onde segue até hoje.

Por 11 mandatos consecutivos exerceu a função parlamentar, mesmo número de legislaturas acumuladas por Ulysses Guimarães, seu correligionário. Em 2013, quando era presidente da Câmara, chegou a assumir a Presidência da República, na ausência de Dilma Rousseff e Michel Temer. O potiguar só deixou a Câmara para disputar, sem sucesso, o governo do Rio Grande do Norte, em 2014, com o apoio do PT.

Como consolação, em abril de 2015 o peemedebista foi nomeado ministro do Turismo de Dilma. Seu primo, o senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), também foi ministro da Previdência ao nos primeiros quatro anos do governo da petista.

Grande aliado do presidente Michel Temer, rompeu com o PT logo no início das articulações pró-impeachment. Em 26 de março de 2016, Alves entregou sua carta de demissão a Dilma com o argumento central de que o diálogo estava “exaurido”.

No dia seguinte, o PMDB anunciaria a saída da base aliada do governo. O potiguar recuperou o cargo com a posse ainda temporária de Temer, mas ficou apenas 35 dias no cargo, após ser atingido em cheio pela delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

Segundo o depoimento, Alves teria recebido propina da OAS. O escândalo levou a uma nova renúncia do titular do Turismo. Um mês após se demitir, virou réu.

Veja mais detalhes clicando AQUI.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Política
quinta-feira - 03/11/2016 - 07:40h
Contas no exterior

Henrique e Eduardo Cunha têm mesmo endereço em Singapura


Da coluna Painel (Folha de São Paulo)

Coincidência, juro

As empresas que controlam as contas de Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves em Singapura ficam no mesmo endereço: Penang Road, 160.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Política
quarta-feira - 02/11/2016 - 20:38h
Procuradoria da República

Farra das passagens gera denúncia contra 5 ex-deputados do RN


Do Congresso em Foco e Blog Carlos Santos

Mais de sete anos após o Congresso em Foco revelar que parlamentares utilizavam indevidamente a cota de passagens aéreas da Câmara e do Senado para fins particulares, a Procuradoria da República na 1ª Região denunciou, na última sexta-feira (28), 443 ex-deputados por uso indevido de dinheiro público.

Betinho e Sandra: farra das passagens (Foto: montagem)

O crime atribuído a eles é de peculato, cuja pena varia de dois a 12 anos de prisão em caso de condenação. O caso ficou conhecido, em 2009, como a farra das passagens.

Entre os ex-parlamentares denunciados, há representantes dos principais partidos políticos do país e figuras de expressão nacional, como o atual secretário do Programa de Parcerias de Investimentos do governo Michel Temer, Moreira Franco, o prefeito reeleito de Salvador, ACM Neto (DEM), o ex-ministro Ciro Gomes, pré-candidato do PDT à Presidência da República.

Nomes do RN

Os ex-deputados Antonio Palocci (PT) e Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presos em razão das investigações da Operação Lava Jato, também são alvos da Procuradoria.

No plano do Rio Grande do Norte, ex-deputados Betinho Rosado (PP), João Maia (PR), Henrique Alves (PMDB), Lavoisier Maia (PSB) e Sandra Rosado (PSB) estão na listagem como denunciados. A propósito, Henrique coleciona denúncias por deslizes com dinheiro público.

Mas quem ficou mais ‘famoso’ no caso aberto pelo Congresso em Foco no dia 14 de abril de 2009, foi o deputado Fábio Faria (PSD). Veja o que publicou o Blog Carlos Santos à época clicando AQUI, com base em reportagem da Rede Record também.

Fábio, que é filho do atual governador Robinson Faria (PSD), deu passagens para a apresentadora Adriana Galisteu – sua namorada à época, à mãe dela e para amigos. Galisteu e a mãe viajaram para os Estados Unidos com bilhetes pagos com dinheiro público. O deputado também foi acusado de dar passagens para atores. Após o escândalo, Fabio Faria devolveu o dinheiro dos voos.

Fábio e Adriane: dinheiro devolvido (Foto: Luciana Prezia/AE 24.07.2007)

No Senado

No Senado, a então senadora Rosalba Ciarlini (à época no DEM, hoje no PP e prefeita eleita de Mossoró), foi mostrada pelo Jornal Folha de São Paulo em edição do dia 7 de agosto de 2009 com um número espantoso de mais de 240 passagens facilitadas para parentes e amigos, em viagens nacionais e internacionais (veja AQUI), em menos de 300 dias.

Na lista dos denunciados agora, originários da Câmara Federal, não há qualquer parlamentar no exercício do mandato ou ministro de Estado. Também não consta o nome do presidente Michel Temer (PMDB), que cedeu sua cota de passagens à época para viagem de turismo de familiares à Bahia, como mostrou o Congresso em Foco.

Quando o caso veio à tona, Temer presidia a Câmara dos Deputados. É que congressistas, ministros e o presidente da República, entre outras autoridades, só podem ser investigados e julgados no Supremo Tribunal Federal (STF). Nesse caso, a denúncia só pode ser apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Veja reportagem completa AQUI.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Política
terça-feira - 25/10/2016 - 06:58h
Folha de São Paulo

Henrique teve Eduardo Cunha como referência em conta suíça


Da coluna Painel (Folha de São Paulo)

Henrique Alves e Eduardo Cunha: afinidades que o advogado do ex-ministro prefere não comentar fora dos autos (Foto: Folha de São Paulo)

Espelho, espelho meu

Investigadores da Lava Jato identificaram várias semelhanças nos procedimentos usados por Eduardo Cunha e Henrique Alves para a abertura de contas no exterior. As letras nos formulários são praticamente idênticas e, em pelo menos um dos casos, o endereço de instalação das empresas controladoras é o mesmo. Além disso, o ex-ministro do Turismo pelo PMDB cita Cunha como referência na papelada das contas. Há relatos de que o mesmo gerente realizou as operações.

Outro lado

“Henrique Eduardo Alves é inocente. Este advogado, todavia, entende ser deselegante com a Justiça que sua defesa seja, antes de sua primeira manifestação nos autos, apresentada na imprensa”, diz Marcelo Leal.

Veja postagem na própria página do Folha de São Paulo (online) clicando AQUI.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Categoria(s): Política
Home | Quem Somos | Regras | Opinião | Especial | Favoritos | Histórico | Fale Conosco
© Copyright 2011. Todos os Direitos Reservados.