quinta-feira - 27/04/2017 - 21:18h
Grupo de Tião Couto

Fafá Rosado pode ser opção à Câmara Federal em 2018


Tião tem Fafá em seu grupo (Foto: arquivo)

O nome da ex-prefeita mossoroense Fafá Rosado (PMDB) tem sido comentado como opção à Câmara Federal em 2018.

Ela integra o grupo do ex-candidato a prefeito Tião Couto (PSDB).

O assunto não ganhou corpo, até porque tudo é ainda muito vago nas articulações e arrumações à campanha do próximo ano. O PSDB de Tião pode materializar costura para chapas majoritárias e proporcionais em faixas próprias no próximo ano.

Em 2014, Fafá foi candidata – sem êxito – à Câmara Federal. Ficou à sombra da candidatura ao governo estadual do então deputado federal Henrique Alves (PMDB).

Ao não se viabilizar a vice de Rosalba Ciarlini (PP) à Prefeitura de Mossoró, ano passado, desembarcou no palanque de Tião. Com ele ainda continua.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 27/04/2017 - 10:19h
Toma lá, dá cá

Beto Rosado apoia reformas de Temer em nome de Rosalba


O deputado mossoroense Beto Rosado (PP) cravou o “Sim”, como voto em defesa do texto-base do projeto de lei da reforma trabalhista, que a Câmara Federal aprovou ontem (veja AQUI).

Ao se inclinar à tentação do “efeito manada” governista, o parlamentar mossoroense fixou seu olhar também para o Palácio da Resistência, sede da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Henrique encaminha Beto e Rosalba (de perfil) ao Governo Temer e precisa de apoio em troca (Foto: divulgação)

Seu voto tem relação direta com cabedal de pleitos apresentados pela prefeita Rosalba Ciarlini (PP) ao Governo Federal, desde que assumiu a gestão municipal em janeiro deste ano.

Henrique Alves

Beto sabe que se votasse “não”, estaria comprometendo sobremodo essas diligências da prefeita, que tem circulado pelos escaninhos do poder com o ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB), amigo pessoal do presidente Temer.

O sinalizador dessas dificuldades, o próprio deputado federal mossoroense deu à semana passada, quando admitiu em endereços seus nas redes sociais, que o evento “Mossoró Cidade Junina” não tinha apoio garantido do Governo Federal (veja AQUI).

Antes, através de matéria oficial da prefeitura, era informado exatamente o contrário do que realisticamente Beto assinalara.

Enfim, o velho “toma lá, dá cá” nunca sai de moda – de Brasília a Mossoró.

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Categoria(s): Política
sábado - 22/04/2017 - 10:25h
Documento histórico

Veja “Raio X” com “Tudo sobre a delação da Odebrecht”


O portal G1 colocou no ar um documento expressivo em relação à Operação Lava Jato.

Abriu página especial com “Raio X” do caso. “Tudo sobre a Delação da Odebrecht” é o título do material especial que tem permanente atualização para o internauta acompanhar a apuração judicial.

Os políticos citados, apelidos, os pontos-chave das delações, os inquéritos e as petições, os vídeos e perfil da da Construtora Norberto Odebrecht da empresa estão expostos.

No caso do Rio Grande do Norte, é possível colher todas as minudências dos nomes citados até aqui na lista do ministro-relator dessa demanda no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin:

Robinson Faria (PSD) – AQUI;

José Agripino (DEM) – AQUI;

Garibaldi Filho (PMDB) – AQUI;

Felipe Maia (DEM) – AQUI;

Fábio Faria (PSD) – AQUI;

Rosalba Ciarlini (PP) – AQUI;

Wilma de Faria (PTdoB) – AQUI;

Henrique Alves (PMDB) – AQUI;

Iberê Ferreira (PSB, já falecido) – AQUI.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 20/04/2017 - 12:05h
Tensão

Rosalba prioriza em Brasília defesa contra Operação Lava Jato

Prefeita tem agenda com Henrique e Agripino, além de advogados, para enfrentar denúncias delicadas

O desembarque da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) essa semana de novo feriadão, em Brasília, não tem apenas uma agenda administrativa em curso. Há uma delicada pauta política sendo cumprida distante das câmeras e do roteiro oficial. Não poderia ser diferente.

Rosalba foi posta em destaque em rede nacional, ao aparecer em lista de supostos beneficiados com caixa 2 (Foto: reprodução)

Sua citação como suposta beneficiária de Caixa 2 para a campanha estadual de 2010, com recursos proveniente do farto capital espúrio da Construtora Norberto Odebrecht (veja AQUI e AQUI), mexeu com a imagem da governante. Emocionalmente, também.

Passou a ser prioridade que sejam estabelecidas estratégias de defesa judicial e reação no marketing pessoal-institucional, em face da dimensão que toma o rolo-compressor das delações premiadas de executivos da Odebrecht. Há uma metástase na classe política do país, com alcance de Mossoró e Rio Grande do Norte.

Em Brasília, Henrique é companhia de Rosalba (de perfil) na agenda administrativa e tensões políticas (Foto: cedida)

Encontros

Ela tem encontros definidos com advogados e líderes políticos igualmente citados, como o ex-deputado federal Henrique Alves e o senador José Agripino (DEM).

Rosalba fora largada pelos grupos de Henrique e Agripino ao final do seu governo, em 2014. Depois de adernar, afundou sozinha.

Vingou-se politicamente, ao avalizar em Mossoró a candidatura ao governo do seu vice-governador dissidente, Robinson Faria (PSD), contra o próprio Henrique, que recebeu apoio e fez aliança com Agripino. Eram as eleições de 2014.

Meses depois, Rosalba refluiu do afastamento. Começou novo processo de reaproximação de ambos, nos intramuros do delicado processo que colocava seus direitos políticos em jogo no âmbito do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Safou-se.

Rosalba, Henrique e Agripino juntos de novo

Recomposição política fechada, Rosalba teve apoio de Henrique em minuciosa costura política às eleições municipais do ano passado, quando se elegeu pela quarta vez à Prefeitura de Mossoró. Agripino, por fissura nas relações entre Rosalba e sua liderada e ex-prefeita Cláudia Regina (DEM), ficou equidistante do prélio eleitoral. Contudo, sem se revelar alheio.

Agora e para 2018, os três estão umbilicalmente ligados por conjunção de interesses eleitorais e por apreensões relativas à Operação Lava Jato. A delação em escala industrial dos executivos da Odebrecht é apenas parte dos problemas que bate à porta dos três.

Informações de bastidores apontam que o pior se forma no tocante a outras delações, como dos executivos da construtora baiana OAS. Ela esteve à frente do consórcio que construiu o bilionário Arena das Dunas, equipamento multiuso utilizado em escassos jogos da Copa do Mundo de 2014.

Antes de qualquer hipotético embaraço com delações da OAS, Rosalba já vive às voltas com auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que produziu relatório que lhe compromete (veja AQUI e AQUI a sua posição sobre o caso). O problema veio à tona ano passado.

AUDITORIA

(…)“Parece clara a irresponsabilidade da gestão da época (governo Rosalba Ciarlini) quando contratou sem os devidos estudos técnicos de viabilidade da PPP (Parceria Público Privado) ora em comento. Agiu tal gestão assim de forma supostamente imprudente e negligente com a coisa pública, prejudicando as finanças do Estado com um empreendimento incapaz de atender qualquer das necessidades preponderantes da sociedade potiguar”.

Segundo a auditoria do TCE, o erário estadual estaria condenado a um rombo de mais de R$ R$ 451 milhões ao longo de 15 anos, em face de negligência governamental, que teria movido o empreendimento a sobrepreço (superfaturamento).

Rosalba contou à época com o então presidente nacional do PTB, Benito Gama, como seu secretário de Desenvolvimento Econômico. Ele foi importado por ela para o cargo. Até hoje, é difícil de se justificar sua escolha, além do fato de ser baiano como a OAS.

Benito deu as costas para RN e voltou à Bahia (Foto: arquivo)

O secretário extraordinário para Assuntos Relativos à Copa do Mundo, Demétrio Torres, esteve à frente das obras e foi uma indicação do senador José Agripino. É outro enrolado pela auditoria do TCE.

Sair desse emaranhado de suspeições, tanto no campo judicial como político, é missão hercúlea que liga Rosalba a seus tutores políticos de agora, Henrique e Agripino.

Sobreviver ao lamaçal que não para de subir, é imprescindível porque eles deverão estar próximos em 2018. Acordo está firmado assim.

Com gestão municipal se sobressaindo (o que até o momento não ocorre) e imunizada da Operação Lava Jato, Rosalba será importante indutora de voto para retorno de Henrique à Câmara Federal e à reeleição de Agripino.

Sua estada em Brasília tem razão de ser muito além das demandas da Prefeitura Municipal de Mossoró. Faz sentido.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 06/04/2017 - 15:40h
Operação Lava Jato

Relator inclui parlamentares do RN em apuração de propina


D’O Estado de São Paulo

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que “fatos potencialmente criminosos” atribuídos na delação do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado a três senadores e quatro deputados federais sejam juntados a um inquérito que já tramita no STF, a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), e também determinou que as citações a cinco ex-parlamentares sejam encaminhadas ao juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba.

Fachin abre caminho para investigação de parlamentares (Foto: STF)

A decisão abre a possibilidade de a PGR investigar os senadores Valdir Raupp (PMDB-TO), Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) e Agripino Maia (DEM-RN) e os deputados federais Walter Alves (PMDB-RN), Felipe Maia (DEM-RN), Jandira Feghali (PC do B-RJ) e Luiz Sergio (PT-RJ), no âmbito de um procedimento de investigação já em andamento contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE), em que se apuram supostos crimes praticados em relação com a Transpetro e a Petrobras.

Sérgio Machado relatou que estes congressistas receberam propina, via doação oficial, com recursos oriundos de vantagens indevidas pagas por empresas contratadas pela Transpetro.

Desvios

“Todos os fatos potencialmente criminosos a eles relacionados e narrados pelo colaborador encontram-se no contexto dos desvios operados por Sérgio Machado no âmbito da Transpetro. Tais fatos, em uma melhor avaliação, podem ser investigados no âmbito do inquérito 4215, em tramitação junto a esta egrégia Corte. Por isso, basta, por ora, a juntada dos termos de depoimento referente a tais fatos nos autos do feito em curso”, disse o procurador-geral.

Teriam sido repassados R$ 850 mil a Valdir Raupp, R$ 450 mil a Garibaldi Alves Filho, R$ 300 mil a Agripino Maia, R$ 250 mil a Walter Alves, R$ 250 mil a Felipe Maia, R$ 100 mil a Jandira Feghali, e R$ 400 mil a Luiz Sergio, por diferentes construtoras, sobretudo Queiroz Galvão e Camargo Correia. Como um todo, o período corresponde as eleições de 2010 até as eleições de 2014 – embora cada caso tenha um período específico.

Fachin também atendeu ao pedido da PGR para que sejam encaminhadas a Sérgio Moro as citações a Henrique Eduardo Alves, ex-deputado pelo PMDB-RN e ex-ministro do governo Temer; Cândido Vaccarezza, ex-deputado federal pelo PT-SP e atual integrante do PTB; Jorge Bittar, ex-deputado federal pelo PT-RJ; Ideli Salvatti, ex-senadora e ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais; e Edson Santos, ex-deputado federal e ex-ministro da Secretaria Especial da Igualdade Racial do governo Lula.

Caberá a Sérgio Moro analisar as informações do delator Sérgio Machado de que eles teriam receberam propina via doação oficial de campanha. O envio à primeira instância se deve ao fato de que, ao perderem o mandato no Congresso, eles já não detêm prerrogativa de foro no STF.

Propinas para PMDB

Divulgada em junho de 2016, a delação de Sérgio Machado trouxe a informação de que, nos 11 anos dele à frente da Transpetro, ao menos R$ 100 milhões em propinas foram repassados para a cúpula do PMDB no Senado. Os fatos relacionados a outros senadores do partido estão em análise em outras investigações, não mencionadas nos trechos específicos.

Outro lado. Entre os parlamentares citados, a defesa do senador Ivan Raupp nega que ele tenha cometido crimes. “Trata-se de má-fé de delatores que buscam benefícios para si imputando falsidades a terceiros. Esperamos que o Ministério Público Federal e o Poder Judiciário reconheça a verdade sobre os fatos”, diz o advogado Daniel Gerber.

Em nota, a defesa da deputada Jandira Feghali diz que ela “não tem nada a temer, que não se pode confundir doação oficial ao partido com propina e que o único destino para esse assunto é o arquivamento”.

O outro lado

Quando a delação de Sérgio Machado foi divulgada, em 2016, o senador Garibaldi Alves (PMDB-RN) afirmou, em nota, que o próprio delator afirmou que as doações eleitorais “foram oficiais e sem nenhuma troca de favor, benesse ou vantagem de qualquer natureza”.

Também após o surgimento das citações, o senador Agripino Maia afirmara que as doações que buscou como presidente do DEM “foram obtidas sem intermediação de terceiros, mediante solicitações feitas diretamente aos dirigentes das empresas doadoras”. Dissera também que não teria nenhuma contrapartida a oferecer a qualquer empresa que se dispusesse a fazer doação em troca de favores de governo. O senador afirmou, ainda, que “as doações recebidas – todas de origem lícita – foram objeto de prestação de contas, devidamente aprovadas pela Justiça Eleitoral”.

Os deputados Luiz Sérgio e Felipe Maia negaram ter recebido valores ilícitos. Walter Alves (PMDB-RN) afirmou que o próprio delator ressalta que as doações eleitorais foram oficiais, “sem nenhuma troca de favor, benesse ou vantagem de qualquer natureza”.

Entre os que poderão passar a ser investigados em Curitiba, Candido Vaccarezza disse ao Broadcast Político que está processando Sérgio Machado pelas citações. “Como você sabe ele diz que enviou o dinheiro para o DIretório Estadual do PT e que este repassou para minha conta de campanha em 2010. Como você sabe também o repasse para minha conta de campanha do DR foi zero”, disse.

Henrique Alves

Não foi obtido contato com Henrique Eduardo Alves. Mas, quando a delação foi divulgada, ele havia dito que repudiava “a irresponsabilidade e leviandade das declarações desse senhor”. O ex-deputado e ex-ministro Edson Santos, do PT, afirmara que é “absurda” a acusação de Machado de que ele recebeu dinheiro de propina.

Também em 2016, o ex-deputado federal e ex-presidente da Telebras Jorge Bittar informou que ele nunca teve contato ou reunião com Sérgio Machado para pedir recursos para campanha eleitoral, e que todas as doações recebidas “foram feitas de forma legal e devidamente registradas junto à Justiça Eleitoral”.

E a ex-ministra Ideli Salvatti afirmou que as doações à sua campanha eleitoral ao governo de Santa Catarina em 2010 foram declaradas e aprovadas pelos órgãos competentes, e que sua conduta pública é regida pelos princípios da ética, moral e legalidade.

No mesmo pedido da PGR, havia uma fundamentação para não investigar o atual presidente Michel Temer, por citações de Sérgio Machado, por se referir a “fato estranho ao mandato”. O despacho do ministro Fachin não toca nesse ponto, uma vez que não houve demanda a ele relacionada.

O delator revelou uma suposta operação de captação de recursos ilícitos, envolvendo Temer e o senador Valdir Raupp (PMDB-RR), para abastecer, em 2012, a campanha do então candidato Gabriel Chalita (PDT), que na época integrava o PMDB, para Prefeitura de São Paulo. Tanto Michel Temer como Chalita negam irregularidades.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política
quarta-feira - 05/04/2017 - 08:31h
Folha de São Paulo

Delator diz que Odebrecht deu R$ 2 mi à campanha de Henrique


Por Wálter Nunes (Folha de São Paulo)

O ex-presidente da Odebrecht Ambiental Fernando Cunha Reis afirmou, em seu acordo de delação premiada no âmbito da Lava Jato, que doou R$ 2 milhões em caixa dois para a campanha do pemedebista Henrique Eduardo Alves ao governo do Rio Grande do Norte, em 2014.

Alves perdeu a eleição no segundo turno para Robinson Faria, candidato do PSD.

Henrique Alves nega, através de advogado, que tenha recebido qualquer apoio ilegal à campanha (Foto: Folha de São Paulo)

O pedido de contribuição foi feito, segundo o delator, numa reunião de que ele participou juntamente com Alves e o então deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), hoje preso em Curitiba pela Operação Lava Jato.

O encontro, segundo a delação, aconteceu no dia 06 de setembro de 2014 no gabinete de Cunha, na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Departamento de Propinas

A doação em caixa dois teria sido paga em dinheiro vivo e viabilizada por meio do setor de operações estruturadas da Odebrecht, classificado pelos investigadores da Lava Jato como departamento de propinas da empresa.

Alves foi ministro do Turismo do governo Dilma Rousseff entre abril de 2015 e março de 2016. Saiu do cargo ao apoiar o impeachment da presidente.

Voltou à pasta em 12 de maio de 2016, com a chegada de Michel Temer ao Palácio do Planalto.

O outro lado

O advogado de Henrique Alves, Marcelo Leal, nega que seu cliente tenha recebido doação ilegal ou por meio de caixa dois.

Veja matéria completa clicando AQUI.

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Categoria(s): Política
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sexta-feira - 31/03/2017 - 23:43h
Transpetro

Políticos do RN são envolvidos em delação sobre Caixa 2


Por Anna Ruth (Blog Política em Foco)

O procurador geral da República Rodrigo Janot solicitou ao Supremo a inclusão das citações feitas pelo ex-presidente da Transpetro a sete parlamentares em um dos inquéritos que estão em andamento na Corte para apurar fraudes na estatal.

O chefe do MP quer que o STF autorize investigações do suposto envolvimento dos senadores Valdir Raupp (PMDB-RO), Garibaldi Alves (PMDB-RN) e Agripino Maia (DEM-RN), além dos deputados Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Luiz Sérgio (PT-RJ), Walter Alves (PMDB-RN) e Felipe Maia (DEM-RN).

Sérgio Machado contou na delação que esses parlamentares e outros ex-congressistas pediram doações oficiais para a Transpetro, sendo que algumas delas representaram vantagens ilícitas.

Na ocasião em que a delação de Sérgio Machado foi divulgada, em junho do ano passado, todos os políticos citados negaram irregularidades nas doações.

Desmembramento

Em petição encaminhada nesta semana a Edson Fachin, o procurador-geral da República solicitou que o relator da Lava Jato autorize o desmembramento das investigações que envolvem os políticos que perderam o foro privilegiado: os ex-deputados Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Cândido Vaccarezza (PT-SP), Jorge Bittar (PT-RJ) e Edson Santos (PT-RJ) e a ex-senadora Ideli Salvatti (PT-SC).

Nesses casos, Janot sugeriu que as apurações sejam encaminhadas ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 31/03/2017 - 09:36h
RN

Grupo Alves assume papel de protagonista no vácuo do poder


Parece que há vacância no poder no Rio Grande do Norte. Surgem sinais de que o assento do governador do estado, no Centro Administrativo em Natal, está sem ocupante.

Henrique, Garibaldi, Rosalba e outros integrantes de comitiva estiveram com Temer (Foto: cedida)

Nos últimos dias e horas, lideranças do grupo Alves ocuparam fartos espaços na mídia e em Brasília, como se estivessem no poder estadual.

O ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB) agendou e comandou audiência com seu amigo e correligionário Michel Temer (PMDB), presidente da República, para receber comitiva comandada pela prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP) – veja AQUI.

“Governador”

Nas redes sociais, possivelmente por ato falho ou força do inconsciente, o senador Garibaldi Alves Filho (PMDB) apresentou-se como “governador” na divulgação de agenda com um prefeito (veja AQUI), em Brasília.

Na Capital Federal, algum jornalista que cubra a política nacional e não esteja mais atento ao rincão potiguar, pode ficar embaraçado. Parece que quem está no governo é Henrique Alves. O primo e senador Garibaldi Filho é reforço de luxo, circulando com políticos do RN pelos escaninhos do Governo Federal.

A ocupação desse espaço revela destreza política e influência, mas também instiga a se questionar o próprio papel do governador de direito nesse contexto. Ele e seus aliados parecem conformados em serem eclipsados pelos derrotados nas  urnas em 2014, que se preparam mais uma vez para novo confronto eleitoral.

Avançam num terreno movediço, mas diante de um governo fragilizado.

Só para lembrar: oficialmente, o governador do Rio Grande do Norte é Robinson Faria (PSD).

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Política
quinta-feira - 30/03/2017 - 22:20h
Em Brasília

Michel Temer promete recursos para obras em Mossoró


A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) participou na tarde desta quinta (30) de audiência no Palácio do Planalto, onde foi recebida pelo presidente da República, Michel Temer (PMDB). O presidente assegurou a liberação de recursos de aproximadamente R$ 70 milhões para recuperação viária e construção de dois novos espaços públicos.

Temer posou ao lado da prefeita e demais membros da comitiva potiguar que ele recebeu (Foto: cedida)

O encontro contou com as presenças do deputado federal Beto Rosado (PP), do senador Garibaldi Alves Filho (PMDB), do ex-ministro e ex-deputado Henrique Alves (PMDB) e dos secretários municipais de Planejamento e Infraestrutura, Aldo Fernandes e Kátia Pinto.

Na ocasião foi apresentado um Plano de Ações para Mossoró, que inclui planejamentos e descrições de obras de recuperação e execução com necessidade imediata. A proposta que contempla o Corredor Cultural, situado na Avenida Rio Branco, solicita trabalho de recuperação de pontos turísticos e culturais do município, são eles: Teatro Municipal Dix Huit Rosado, Praça de Convivência, Memorial da Resistência, Praça da Criança e Estação das Artes.

Equipamentos

O projeto debatido com o presidente Temer cita ainda a construção de dois equipamentos na Avenida Rio Branco. A Arena Cultural será um local dotado de espaços capazes de abrigar os concursos de quadrilhas do Mossoró Cidade Junina, além de eventos culturais que integram a programação da cidade.

O equipamento poderá receber ainda os praticantes de patinação.  Já a Praça Viva será um espaço de convivência com área verde e voltada ao lazer e relaxamento.

A verba assegurada pelo presidente será destinada ainda para recuperação da malha viária das vias com base nas rotas do transporte coletivos.

Com informações da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Categoria(s): Administração Pública / Política
domingo - 19/03/2017 - 03:32h
Henrique Constantino

Dono da Gol cita propina a Cunha e envolve Henrique Alves


Do Estado de São Paulo

O empresário Henrique Constantino, acionista da Gol Linhas Aéreas, confirmou a procuradores da Lava Jato ter feito pagamentos para o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ao corretor Lúcio Funaro, ambos presos, em troca de apoio na liberação de valores do fundo de investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Ainda segundo Constantino, o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) teria participado da reunião em que os pagamentos foram definidos.

Henrique e Eduardo Cunha voltam a ser citados; advogados se pronunciam (Foto: arquivo)

As informações foram dadas pelo empresário no âmbito da negociação de um acordo de colaboração com os investigadores de Curitiba e Brasília. Constantino procurou as autoridades após aparecer nas operações Sépsis e Cui Bono? e ser citado no pedido de prisão de Eduardo Cunha.

Como a Gol Linhas Aéreas assinou um acordo de leniência e assumiu os crimes praticados pela empresa, agora o empresário pretende se livrar na pessoa física de problemas na Justiça. Na leniência, a Gol se comprometeu a pagar R$ 5,5 milhões para reparação pública, R$ 5,5 milhões como multa e mais R$ 1 milhão pela condenação.

O Estado confirmou com fontes com acesso à negociação que Constantino afirmou que os pagamentos efetuados às empresas do corretor Lúcio Bolonha Funaro e diretamente às firmas da família de Cunha tinham como objetivo facilitar a liberação de valores do FGTS.

O outro lado

O advogado Ticiano Figueiredo, responsável pela defesa de Cunha, afirmou que “desconhece o teor do depoimento, causando espécie que a imprensa já tenha tido acesso a essa informação sem que esteja disponível para os advogados.”

De toda forma, apontou o advogado, as “ilações e afirmações desprovidas de prova concreta não deveriam servir sequer para embasar abertura de investigação, muito menos para ensejar uma delação.” A defesa de Funaro não foi encontrada para comentar.

O advogado de Henrique Eduardo Alves, Marcelo Leal, disse desconhecer a colaboração e que não poderia, portanto, comentá-la.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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Categoria(s): Política
  • Repet
quinta-feira - 16/03/2017 - 09:58h
O imprevisível 2018

Pode ser que sim; pode ser que não


A política brasileira ganhou uma “dinâmica” nova em meio ao lamaçal da Operação Lava Jato. De Brasília ao Rio Grande do Norte, é dificílimo se fazer uma previsão para a semana seguinte, imagine esquadrinhamos o possível cenário de 2018.

Tudo é muito movediço e volátil.

Quase ninguém é certo para essa ou àquela disputa.

A corrida eleitoral do estado, por exemplo, é exatamente o modelo desse amontoado de interrogações.

O governador Robinson Faria (PSD) concorrerá à reeleição? Nem ele tem certeza.

Pode ser que sim; pode ser que não, tentando novo mandato à Assembleia Legislativa, onde passou muitos anos.

O atual prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT) será mesmo o candidato dos “Alves”, Rosado, Melo, Maia etc. ao governo?

Pode ser que sim; pode ser que não, optando por concluir seu mandato. Unanimidade na família ele não é.

Mais do que nunca parece não termos nenhum “governador em férias” ou “governador imbatível”.

Diga-se até: a prioridade por parte de alguns poderosos caciques é muito particular.

Garibaldi Filho (PMDB), senador, tem no filho e deputado federal Walter Alves (PMDB) o grande foco. Muito mais do que sua reeleição ao Senado.

Henrique Alves (PMDB), ex-presidente da Câmara Federal, sonha desesperadamente em retornar a Brasília e à Casa que comandou e onde ficou acantonado por mais de 40 anos.

Vencer o governo do estado com o primo e ex-desafeto por muito anos, Carlos Eduardo Alves, não é exatamente a “pedra angular” dessa construção político-familiar.

Carlos Eduardo deve saber disso muito bem. Sabe!

Quanto a Robinson,  não ser pior do que a antecessora Rosalba Ciarlini (PP) tem sido o projeto de agora. Sonhar com a reeleição é-lhe um direito, mas por enquanto não passa de um pesadelo. Para ele, muito mais para os cidadãos potiguares.

Poderemos ter surpresas de um lado e de outro? É possível e não deve ser descartado. Daí o alto grau de imprevisibilidade para 2018.

O ambiente convulsionado da política e da gestão pública ajudam no aparecimento de ‘novidades’, alternativas ou hipotéticos salvadores da pátria, populistas etc.

Caso atual emblemático, é o prefeito paulistano João Dória (PSDB). Surgiu do nada, encorpa sua própria imagem e eclipsa até donos do partido, como o governador Geraldo Alckmin e os desgastados senadores Aécio Neves e José Serra.

Mas não nos esqueçamos: a atmosfera é propícia ainda para velhos alquimistas da palavra, com o lero-lero de sempre. São do ramo.

Lá embaixo, a plateia que parece catatônica, como se coletivamente fosse tomada pela “Síndrome de Estocolmo” (estado psicológico em que a vítima se identifica com seus captores/algozes), precisa ser melhor entendida e analisada.

Talvez, nada seja como antes, mesmo que não mude muito e termine no mesmo.

Tom Jobim dizia: “O Brasil não é para principiantes”.

A política do RN, também.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog
quarta-feira - 08/03/2017 - 03:16h
2018

Sandra Rosado vê se seu grupo volta inteiro ou não pro PMDB


Sandra: em análise (Foto: Edilberto Barros)

Em entrevista ao repórter João Marciliano, o “Joãozinho GPS” da Rádio Difusora de Mossoró, a vereadora Sandra Rosado (PSB) disse que tem convite dos líderes peemedebistas Henrique Alves (ex-presidente da Câmara Federal) e do senador Garibaldi Filho (PMDB) para retornar ao partido.

Mas, por enquanto, apenas sua filha e deputada estadual Larissa Rosado (PSB), confirma essa migração (veja AQUI).

- Estamos verificando todos esses arranjos diante de uma nova legislação eleitoral que poderá surgir e nós temos que fazer sempre essa avaliação – disse.

Acrescentou que a afinação com o grupo Alves e o PMDB “é uma parceria que já vem de muito tempo”. Entretanto reiterou que não há definição se ela e seu grupo estarão integralmente no PMDB ou serão aliados numa composição interpartidária em 2018.

Ela e seu grupo ficaram cerca de 20 anos no PMDB.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 02/03/2017 - 11:44h
Suíça

Henrique diz não saber origem de US$ 833 mil em sua conta


Do jornal O Globo

O ex-ministro e ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) reconheceu, em defesa apresentada à Justiça Federal de Brasília, que usou um escritório de advocacia uruguaio para abrir uma conta na Suíça em 2008. Admitiu também que é formalmente o beneficiário da conta.

Mas, argumentou que, por motivos burocráticos, não conseguiu movimentá-la e preferiu deixá-la inativa. Assim, alegou que os US$ 832.975,98 depositados na conta — e que segundo a Procuradoria Geral da República (PGR) era dinheiro de propina — foram movimentados por terceiros, sem seu conhecimento.

 

O ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves apresentou defesa através de advogados (Foto: Jorge William / Agência O Globo)

Após ser envolvido em uma série de acusações na Operação Lava-Jato, o então ministro do Turismo, pediu demissão em junho do ano passado.

Os valores — que equivalem a R$ 2.573.895 no câmbio de hoje — foram depositados em três datas diferentes: 5 de outubro, 18 de novembro e 8 de dezembro de 2011. Segundo a PGR, trata-se de propina paga pela empreiteira Carioca Engenharia com o objetivo de liberar recursos do Fundo de Investimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS), administrado pela Caixa Econômica Federal.

O dinheiro serviria para o financiamento de obras do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro.

Depósitos

“É importante ressaltar que a utilização indevida da citada conta bancária e os depósitos acima mencionados jamais foram de conhecimento do acusado”, diz trecho de um documento assinado pelos advogados Marcelo Leal e Luiz Eduardo Ruas do Monte e que integra uma ação penal na Justiça Federal de Brasília.

Outros dois depósitos foram feitos nos anos anteriores — um no valor de US$ 980, em 14 de setembro de 2009, e outro de US$ 10 mil, em 21 de junho de 2010.

O primeiro, diz a defesa, “ao que tudo indica, foi realizado apenas para efetivar a abertura da mencionada conta, o que, vale repetir, foi realizado sem o seu conhecimento”. O segundo, “aparentemente para arcar com o pagamento de suas taxas bancárias e despesas operacionais”.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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Categoria(s): Política
quinta-feira - 23/02/2017 - 09:26h
Federal e Estadual

Governismo esquadrinha caminhada eleitoral de seus candidatos


O grupo governista municipal mossoroense esquadrinha formatação para as eleições que virão em 2018. Nada acordado ainda, mas intimamente pensado e já costurado, sujeito a improvável – mas possível – alteração.

Beto e Larissa, mesmo grupo e duas frentes de votos (Foto: arquivo)

No esboço inicial, o deputado federal Beto Rosado (PP) deverá ser candidato à reeleição em dobradinha com a prima Lorena Ciarlini (PP), atual secretária do Desenvolvimento Social da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), sua mãe.

Já a deputada estadual Larissa Rosado (PSB) está fechada com o grupo Alves (veja AQUI).

Últimas eleições

Sua parceria no âmbito de Mossoró e outros municípios caminha para ser com o ex-presidente da Câmara Federal Henrique Alves (PMDB).

Em 2014, últimas eleições, Beto esteve em comunhão com Manoel Cunha Neto (PHS), o “Souza”, ex-prefeito de Areia Branca. Ambos foram eleitos pela primeira vez.

Lorena: de Rosalba (Foto: Carlos C.)

Já Larissa era parceira da mãe e hoje vereadora Sandra Rosado (PSB), que tentava reeleição. As duas não obtiveram êxito.

Prioridades de Rosalba

Vale ser lembrado, que em 2014 Rosalba era governadora e não teve condições de ser candidata à reeleição e Sandra e Larissa estavam como adversárias dela. Hoje, não. Estão no mesmo grupo.

Apesar dessa “união”, precisam sobreviver e dar novo salto eleitoral com meios próprios de caminhada.

No governismo, as prioridades de Rosalba para 2018 serão Beto e Lorena. Sandra e Larissa sabem disso.

Ponto final.

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Categoria(s): Política
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domingo - 19/02/2017 - 23:14h
Hoje

“Fantástico” revela esquema de corrupção na Caixa Econômica

Programa aponta ex-deputado federal Henrique Alves como um dos destinatários da propina; ele nega

O programa Fantástico (Rede Globo de Televisão) teve acesso, com exclusividade, à delação premiada do empresário Alexandre Margotto, ligado a Lúcio Bolonha Funaro, que é apontado como operador financeiro do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB), hoje preso na Operação Lava Jato.

Esta delação, que foi homologada pelo juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, revela mais detalhes sobre a suposta ligação do ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB) com um esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal (CEF).

Revela também o suposto envolvimento do empresário Joesley Batista, dono do Grupo J&F, com as operações irregulares no banco.

Outro nome em evidência é do ex-deputado federal potiguar Henrique Alves (PMDB).

E uma surpresa: o delator conta que esse escândalo revelou ao menos uma pessoa honesta, um personagem que se recusou a praticar corrupção.

Henrique nega

Através de redes sociais próprias, Henrique Alves negou que tivesse se beneficiado de qualquer esquema de corrupção. Na reportagem, ele é apontado como “um dos destinatários da propina”.

Afirma (veja print acima, nesta postagem), que sequer conhece o empresário Alexandre Margotto.

Veja reportagem do Fantástico, na íntegra, clicando AQUI.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 15/02/2017 - 07:20h
Política

João Maia prepara partido para aliança diferente de 2016


Jorge e João: recalcitrância e aceitação em 2016 (Foto: arquivo)

Flexível durante as campanhas municipais do ano passado, na politica de alianças e escolhas paroquiais de seus candidatos, o presidente do PR no Rio Grande do Norte, ex-deputado federal João Maia, deve ter mais rigoroso em 2018.

PR deve caminhar com PMDB e DEM, além do próprio PDT e PP, na disputa de vagas à Câmara Federal e Senado, além da chapa majoritária ao Governo do Estado.

Sintonia fina

Isso está esquadrinhado desde o ano passado, como este Blog sublinhou à época (veja AQUI). Os líderes João Maia, ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB) e senador José Agripino (DEM) agem em sintonia fina.

Em 2016, o João Maia tentou impor – por exemplo – aliança do seu PR com o PP da então candidata a prefeito Rosalba Ciarlini, em Mossoró (veja AQUI). Acabou tendo que retroceder, devido a recalcitrância do empresário Jorge do Rosário (e a sigla no município) em se compor e ser vice dela.

Em 2017 será diferente. Os interesses vão além da comuna mossoroense.

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Categoria(s): Política
  • Repet
sábado - 04/02/2017 - 19:56h
IstoÉ

Temores de Henrique Alves


Da revista IstoÉ (Coluna Brasil Confidencial, por Débora Bergamasco)

Melhor Avisar

O ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) anda preocupado com as investigações contra si e com um possível pedido de prisão preventiva.

Henrique Eduardo Alves quer mostrar que não tem intenção de fugir (Foto: IstoÉ)

Réu em uma ação penal sob acusação de receber propina da Carioca Engenharia em uma conta aberta no exterior, Henrique Alves avisou ao juiz Vallisney de Oliveira, da 10ª Vara Federal do DF, que faria uma viagem ao exterior em janeiro. Após retornar, entregou espontaneamente seu passaporte ao juiz, no último dia 26.

“Para que não reste qualquer dúvida, informa também que sua viagem à Europa possui caráter familiar, não se relacionando com qualquer atividade bancária no exterior, uma vez que não possui recursos fora do Brasil”, escreveu seu advogado, Marcelo Leal, na petição ao juiz Vallisney.

Não é meu

Em sua defesa prévia, Henrique Alves admite ter aberto a conta no exterior por meio de um escritório uruguaio, mas diz que não tinha poderes para movimentá-la.

Mais de R$ 2 milhões foram depositados e o peemedebista diz que não soube de nada.

Segundo a defesa, a conta “foi utilizada de maneira inescrupulosa, sem o seu conhecimento”.

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Categoria(s): Política
domingo - 29/01/2017 - 09:02h
2018

Sandra Rosado pode ‘se sacrificar’ com nova candidatura


Há desejo pessoal. Há interesse político estratégico. Mas ainda está sob estudo projeto de nova candidatura à Câmara Federal (2018), da ex-deputada federal e atual vereadora Sandra Rosado (PSB).

Larissa, Henrique e Sandra: aposta no PMDB (Foto: arquivo)

Sua filha e deputada estadual recém-empossada, Larissa Rosado (PSB), admitiu a hipótese de sua mãe ser candidata em entrevista ao programa “Conversa de Alpendre” da TV Cabo Mossoró (TCM). Mas tudo precisa ainda passar por “análise”.

Segundo Larissa, há estímulo do presidente estadual do PMDB e ex-presidente da Câmara Federal Henrique Alves (PMDB), para que Sandra seja candidata.

O núcleo familiar de Sandra acumulou 13 mandatos consecutivos na Câmara Federal, sendo sete com seu pai – Vingt Rosado, três com seu marido Laíre Rosado e igual número com ela.

Estragos

Mas a derrocada em 2014, que também puxou a própria Larissa à não-reeleição, deixou estragos até aqui insanáveis.

Uma nova candidatura a federal é possível, é até provável, mas não é fácil sua viabilização eleitoral.

A costura de Henrique Alves é interessante para ele próprio, que planifica retornar a Brasília. Daí a importância de Sandra para fazer “esteira”.

Um eventual ‘sacrifício’ de Sandra, certamente passará por cobrança de meios para garantir nova eleição de Larissa, que precisará de colégios eleitorais fora de Mossoró para ensejar novo mandato.

O grupo de Sandra deverá migrar para o PMDB de Henrique, como este Blog assinalou em primeira mão no ano passado.

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terça-feira - 03/01/2017 - 09:43h
Equipe e eleições

O dedo de Henrique no Governo da “Rosa”


Em 2014, em campanha, Henrique teve Aldo assumindo compromissos por ele em Mossoró (Foto: reprodução)

Coordenador em Mossoró da campanha do então deputado federal Henrique Alves (PMDB) ao Governo do Estado, em 2014, o advogado Aldo Fernandes virou secretário municipal do Planejamento da gestão recém-empossada de Rosalba Ciarlini (PP).

Teve o dedo e peleja árdua de Henrique na nomeação, arrancada quase a fórceps.

Na 25ª hora, que se diga.

Mas pesou estranho o seu cargo: Planejamento?

Nunca antes na biografia de Fernandes, advogado e professor de Direito, coube-lhe missão tão desconexa da realidade com a qual lida diariamente.

Ah, mas as eleições de 2018 vêm aí!

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domingo - 01/01/2017 - 20:40h
Mossoró

Rosalba assume com novos nomes e equipe incompleta


Três novos nomes do primeiro escalão do governo Rosalba Ciarlini (PP), prefeita mossoroense que começa hoje o seu quarto mandato, foram anunciados à tarde deste domingo (1º). O titular do Previ- Mossoró (Previdência Municipal) e de Urbanismo ainda não foram anunciados.

Entre os três escolhidos, critérios diferentes à escolha. Carlos Eduardo Ciarlini Rosado, o “Cadu”, é filho da própria prefeita e vai ocupar o Gabinete, estreando em cargo público. Fátima Marques, ex-funcionária do Banco do Brasil, ficará na Controladoria Geral do Município, que j á ocupou antes. E o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Mossoró, Aldo Fernandes, é nome indicado pelo presidente estadual do PMDB, ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB) – como Blog assinalou (veja AQUI).

Veja o perfil dos três:

Cadu: filho da prefeita (Foto: divulgação)

Secretaria do Gabinete da Prefeitura – Carlos Eduardo Ciarlini Rosado – Filho da prefeita, é Graduado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade pela Universidade Católica de Brasília. Atuou na área de comunicação e marketing na campanha eleitoral do governador reeleito do Amazonas, José Melo de Oliveira. Foi coordenador da comunicação da campanha de Rosalba Ciarlini em 2016. Realizou cursos de formação política na George Washington University (EUA) em 2012 e da Fundación de Estudos Sociales de Madri – FAES em 2009. Participou da elaboração do plano de governo em áreas como políticas para a juventude e modernização administrativa com o Cidade Inteligente.

Controladoria Geral do Município – Fátima Marques – Graduada em Letras pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte. Funcionária de carreira do Banco do Brasil S.A de 1974 a 1999. Exerceu a presidência da Fundação de Apoio à Geração de Emprego e Renda (FUNGER). Foi titular do Planejamento na Prefeitura de Mossoró. Integrou a equipe de transição em 2012. Também na Prefeitura, assumiu a função de Controladora Geral do Município.

Fátima: nome técnico (Foto: divulgação)

Secretaria do Planejamento – Aldo Fernandes – graduado em Direito pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte em 2001. Especialista em Direito do Trabalho e Processo.  Professor da Universidade Potiguar (UNP). Já foi conselheiro e vice-presidente da OAB Mossoró. Foi eleito como presidente da OAB para o triênio 2013-2015.

Veja o restante dos nomes já escolhidos e os anunciados hoje:

Consultoria Geral do Município – Anselmo Carvalho;

Secretaria do Gabinete da Prefeitura – Carlos Eduardo Ciarlini Rosado;

Secretaria de Infraestrutura – Kátia Pinto;

Controladoria Geral do Município – Fátima Marques;

Procuradoria Geral do Município – Karina Martha Ferreira de Souza Vasconcelos;

Secretaria de Segurança – General Eliéser Girão Monteiro Filho;

Secretaria de Comunicação – Aglair Abreu;

Secretaria do Planejamento – Aldo Fernandes;

Aldo: nome do grupo Alves (Foto: divulgação)

Secretaria da Fazenda –  Abraão Padilha de Brito;

Secretaria do Desenvolvimento Econômico – Lahyre Neto;

Secretaria de Saúde – Benjamim Bento;

Secretaria de Desenvolvimento Social  e Juventude– Lorena Ciarlini;

Secretaria de Educação – Magali Delfino;

Secretaria de Administração e Finanças – Ronaldo Cruz;

Secretaria Executiva de Agricultura e Recursos Hídricos- Anne Katherine de Holanda Bezerra.

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Categoria(s): Administração Pública
  • Repet
sexta-feira - 30/12/2016 - 11:12h
Multas

TCU autoriza repasse de recursos da repatriação para hoje


Após ter impedido o Governo Federal de repassar aos municípios ainda neste ano R$ 4,4 bilhões referentes à multa do programa de repatriação de recursos do exterior, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Raimundo Carreiro voltou atrás e restaurou o que a medida provisória 753 dizia inicialmente: que os recursos podem ser transferidos a partir desta sexta-feira (30), último dia útil do ano.

Com isso os municípios brasileiros receberão os recursos ainda hoje, o que foi comemorado como uma grande conquista pela Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte – FERMUN, que participou ativamente da mobilização nacional para sensibilizar o Governo Federal.

Assim, a entidade informa que as Prefeituras poderão fechar suas contas em tempo hábil, pagando aos servidores públicos e fornecedores.

A Femurn reforça que a atuação dos parlamentares foi decisiva, em especial dos deputados Fábio Faria (PSD), Walter Alves (PMDB), dos senadores Garibaldi Alves Filho (PMDB) e José Agripino (DEM), bem como do ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB), que atuaram em defesa dos municípios.

Com informações da Femurn.

Categoria(s): Administração Pública
sexta-feira - 30/12/2016 - 08:28h
Governo Rosalba

PMDB espera ser ‘prestigiado’, como prometido


Aldo: na 'agulha' (Foto: OAB)

O PMDB de Henrique Alves e do senador Garibaldi Filho aguardam sinalização para indicar um nome para a equipe da prefeita eleita-diplomada de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PMDB). As horas estão passando…

- O PMDB será prestigiado – adiantou Rosalba à Rose Cantídio, dirigente histórica do partido em Mossoró, após as eleições de 2 de outubro (veja AQUI).

Se for o caso, o partido já tem um nome na ‘agulha’ para esse fim: o ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Mossoró, Aldo Fernandes.

Ele foi um dos coordenadores da campanha de Henrique Alves ao Governo do Estado, em 2014, na cidade.

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Categoria(s): Política
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