quarta-feira - 04/10/2017 - 15:36h
Política

Grupo Rosado e Robinson precisam um do outro em Mossoró


Uma provável aliança entre o governador Robinson Faria (PSD) e o grupo da vereadora Sandra Rosado (PSB) e da deputada estadual Larissa Rosado (PSB) é questão de tempo. E de necessidade mútua, que se diga.

Desde que rompeu com o então prefeito Francisco José Júnior no ano passado, o governador ficou sem qualquer referência política de peso e de capital eleitoral em Mossoró.

Robinson Faria, Larissa Rosado e Sandra Rosado em fevereiro de 2012 - em Tibau (Foto: arquivo)

Agarrou-se a alternativas pueris e inexpressivas, como Jório Nogueira (PSD), que apesar de estar na presidência da Câmara Municipal no pleito municipal passado, sequer conseguiu se reeleger. Enfim, sem nada a oferecer.

Quem passou a “apitar” e até definir nomeações para cargos no estado, por exemplo, foi Kléber Azevedo, assessor direto de Julianne Faria (PSD),  primeira-dama e secretária de Estado do Trabalho e Ação Social (SETHAS).

Capacidade de organização

É quem tem representado o governismo em Mossoró, até por cima de antigos seguidores do governador, que tiveram mandato eletivo na cidade.

Quem também viu um vácuo e aproximou-se foi o vereador João Gentil (PV), estreante na Câmara Municipal. Senso de oportunidade ou oportunismo, como queira.

Com o grupo Rosado é diferente. Mesmo em profundo desgaste de imagem, consideráveis problemas judiciais, descapitalização eleitoral e convertido por necessidade de sobrevivência ao “rosalbismo”, possui vasta experiência política que pode ser útil ao governador.

“Feridas”

Pior para ambos os lados talvez não fique. Principalmente para o grupo de Sandra e Larissa, que parece sem uma saída político-eleitoral viável em relação à campanha de 2018.

É importante ser sublinhado também, que uma composição entre os dois grupos não seria algo estranho. Já estiveram afinados. O PSD de Robinson deu apoio à postulação de Larissa em 2012 à Prefeitura de Mossoró. A própria Larissa Rosado chegou a ser cogitada por ele como sua vice, na corrida eleitoral de 2014, em que saiu vencedor.

Mas as “feridas” do pleito suplementar municipal de maio de 2014, quando a deputada perdeu a disputa para o prefeito interino Francisco José Júnior (então no PSD), tornaram difíceis essa arrumação.

Leia também: Grupo de Sandra ‘cola’ em Robinson à cata de saída eleitoral AQUI.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 03/05/2017 - 01:12h
Operação Vulcano

Políticos e empresários passam a responder por crimes na Justiça


Diversos empresários e políticos estão listados como réus, a partir de demandas desencadeadas pelo Ministério Público do RN (MPRN), em denúncias acatadas pelo juiz da 3ª Vara Criminal de Mossoró, Cláudio Mendes Filho (veja AQUI).

Gustavo e Fafá então no elenco de réus por suposto favorecimento à formação de cartel (Foto: Tribuna do Norte)

É desdobramento no campo judicial da “Operação Vulcano”, quando foram realizadas oito prisões e cumpridos 20 mandados de busca e apreensão (veja AQUI), no dia 30 de maio de 2012. Apurava indícios de formação de quadrilha (cartel) relacionada à tramitação de Projeto de Lei Complementar que favoreceria empresários de combustíveis de Mossoró.

Passaram a ser réus, por exemplo, dois ex-prefeitos (Francisco José Júnior-PSD e Fafá Rosado-PMDB), dois ex-presidentes da Câmara Municipal de Mossoró (Jório Nogueira-PSD e Claudionor dos Santos-PEN), bem como o ex-chefe de Gabinete das gestões Fafá Rosado – seu irmão e agitador cultural Gustavo Rosado.

Veja abaixo a relação de todos os envolvidos e os respectivos crimes (corrupção passiva, corrupção ativa, peculato etc.) a eles atribuídos:

a) SÉRGIO LEITE DE SOUSA, nas penas do art. 4º, inciso I, da Lei 8.137/1990 (com redação
determinada pela Lei Nº 12.529/2011) e art. 4º, inciso II, alínea “a”, da Lei 8.137/1990 (com redação
determinada pela Lei Nº 12.529/2011), em continuidade delitiva, c/c 288 do Código Penal (com a
redação determinada pela Lei n. 12.850/2013), na forma do art. 69, do Código Penal;

b) OTÁVIO AUGUSTO FERREIRA DA SILVA, nas penas do artigo 4º, I da Lei nº 8.137/90 e 333
do Código Penal, aplicados na forma do artigo 70 do Código Penal, com a incidência da causa especial
de aumento de pena prevista no parágrafo único, do art. 333 do Código Penal.

c) JOSÉ MENDES DA SILVA, nas penas do art. 4º, inciso I, da Lei 8.137/1990 (com redação
determinada pela Lei Nº 12.529/2011) e art. 4º, inciso II, alínea “a”, da Lei 8.137/1990 (com redação
determinada pela Lei Nº 12.529/2011), em continuidade delitiva, c/c 288 do Código Penal (com a
redação determinada pela Lei n. 12.850/2013), na forma do art. 69, do Código Penal;

d) ROBSON PAULO CAVALCANTE, nas penas do art. 4º, inciso I, da Lei 8.137/1990 (com
redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011) e art. 4º, inciso II, alínea “a”, da Lei 8.137/1990 (com
redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011), em continuidade delitiva, c/c 288 do Código Penal (com
a redação determinada pela Lei n. 12.850/2013), na forma do art. 69, do Código Penal;

e) PEDRO EDILSON LEITE JÚNIOR, nas penas do art. 4º, inciso I, da Lei 8.137/1990 (com
redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011) e art. 4º, inciso II, alínea “a”, da Lei 8.137/1990 (com
redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011), em continuidade delitiva, c/c 288 do Código Penal (com
a redação determinada pela Lei n. 12.850/2013), na forma do art. 69, do Código Penal;

f) EDVALDO FAGUNDES DE ALBUQUERQUE, nas penas do art. 4º, inciso I, da Lei 8.137/1990
(com redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011) e art. 4º, inciso II, alínea “a”, da Lei 8.137/1990
(com redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011), em continuidade delitiva, c/c 288 do Código Penal
(com a redação determinada pela Lei n. 12.850/2013), na forma do art. 69, do Código Penal;

g) WELLINGTON CAVALCANTE PINTO, nas penas do art. 4º, inciso I, da lei 8.137/1990 (com
redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011) e art. 4º, inciso II, alínea “a”, da Lei 8.137/1990 (com
redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011), em continuidade delitiva, c/c 288 do Código Penal (com
a redação determinada pela Lei n. 12.850/2013), na forma do art. 69, do Código Penal;

h) JOSÉ MENDES FILHO, nas penas do art. 4º, inciso I, da Lei 8.137/1990 (com redação
determinada pela Lei Nº 12.529/2011) e art. 4º, inciso II, alínea “a”, da Lei 8.137/1990 (com redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011), em continuidade delitiva, c/c 288 do Código Penal (com a redação determinada pela Lei n. 12.850/2013), na forma do art. 69, do Código Penal;

i) CARLOS OTÁVIO BESSA E MELO, nas penas do art. 4º, inciso I, da Lei 8.137/1990 (com
redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011) e art. 4º, inciso II, alínea “a”, da Lei 8.137/1990 (com
redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011), em continuidade delitiva, c/c 288 do Código Penal (com
a redação determinada pela Lei n. 12.850/2013);

j) CLAUDIONOR ANTÔNIO DOS SANTOS, nas penas do art. 4º, inciso I, da Lei 8.137/1990 (com
redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011), em continuidade delitiva, c/c 288 do Código Penal (com
a redação determinada pela Lei n. 12.850/2013), na forma do art. 69, do Código Penal;

k) JÓRIO RÉGIS NOGUEIRA, nas penas dos crimes previstos nos artigos 4º, I da Lei nº 8.137/90 e
317 do Código Penal, com a causa de aumento de prevista em seu § 1º aplicados na forma do artigo 70
do Código Penal;

l) MARIA DE FÁTIMA ROSADO NOGUEIRA, nas penas do art. 4º, inciso I, da 8.137/1990 (com
redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011);

m) JERÔNIMO GUSTAVO DE GÓIS ROSADO, nas penas do art. 4º, inciso I, da Lei 8.137/1990
(com redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011);

n) CYRO RENNÊ MAIA FERNANDES, nas penas do art. 4º, inciso I, da Lei 8.137/1990 (com
redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011) e art. 4º, inciso II, alínea “a”, da Lei 8.137/1990 (com
redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011), em continuidade delitiva, c/c 288 do Código Penal (com
a redação determinada pela Lei n. 12.850/2013);

o) CARLOS JERÔNIMO DIX-SEPT ROSADO MAIA, nas penas do art. 4º, inciso II, alínea “a”, da
Lei 8.137/1990 (com redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011), em continuidade delitiva, c/c 288
do Código Penal (com a redação determinada pela Lei n. 12.850/2013);

p) PEDRO DE OLIVEIRA MONTEIRO FILHO, nas penas do art. 4º, inciso I, da Lei 8.137/1990
(com redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011) e art. 4º, inciso II, alínea “a”, da Lei 8.137/1990
(com redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011), em continuidade delitiva, c/c 288 do Código Penal
(com a redação determinada pela Lei n. 12.850/2013);

q) GENIVAN DE FREITAS VALE, nas penas do art. 4º, inciso I, da Lei 8.137/1990 (com redação
determinada pela Lei Nº 12.529/2011);

r) LEONARDO VERAS DO NASCIMENTO, nas penas do art. 4º, inciso I, da Lei 8.137/1990 (com
redação determinada pela Lei Nº 12.529/2011);

s) FRANCISCO JOSÉ LIMA DA SILVEIRA JÚNIOR, nas penas dos crimes previstos nos artigos 4º, I da Lei nº 8.137/90 e 317 do Código Penal, com a causa de aumento prevista em seu § 1º, aplicados na forma do artigo 70 do Código Penal.

Leia: Preço de combustível faz de Mossoró “capital da exploração” (veja AQUI), postada pelo Blog no dia 24 de abril de 2012, que antecedeu em pouco mais de um mês a Operação Vulcano, dissecando o incrível alinhamento de valores cobrados nos postos mossoroenses.

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segunda-feira - 13/02/2017 - 17:39h
Mossoró

Ciretran, em greve, pode ter mudança de chefia


Há rumores de que a 1ª Circunscrição do Trânsito de Mossoró (CIRETRAN) poderá passar por mudanças em seu comando.

Por enquanto, o ex-vereador Nogueira de Dodoca é seu supervisor (cargo de chefia no órgão).

A ‘rádio peão‘ informa que o ex-presidente da Câmara Municipal de Mossoró Jório Nogueira (PSD) poderá ser o seu substituto.

Nada confirmado até aqui, que fique claro.

Paralelamente, segue a greve dos seus servidores – iniciada terça-feira (7) – veja AQUI.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
segunda-feira - 06/02/2017 - 21:30h
Mossoró

Pressão cobra resgate de Verba de Gabinete em Câmara


Reunião hoje na Câmara mostrou quadro financeiro delicado da Casa (Foto: Blog Carlos Santos)

A presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Izabel Montenegro (PMDB), sofre pressão asfixiante para fazer corte radicais no custeio da Casa, que viabilizem o pagamento da Verba de Gabinete para cada parlamentar.

Até o momento, ela e os técnicos financeiros e jurídicos da Casa não veem meios para atendimento a esse lobby. Eles mostraram esse quadro hoje em reunião aberta à imprensa e vereadores no plenário da Casa (depois daremos mais detalhes).

Ano passado, na gestão Jório Nogueira (PSD), recomendação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) o levou a frear essa rubrica, que serve para cobertura de gastos de cada mandato com material de expediente, transporte e outras necessidades.

Ministério Público de Contas

Seu custo por gabinete era de R$ 8.900,00 por mês, ou seja, totalizando R$ 186.900 cumulativamente (21 vereadores).

Em abril do ano passado, o Ministério Público de Contas (MPTC) alertou que mesmo com amparo na Lei Municipal nº 2.620/2010, que formalizava a Verba de Gabinete, “há uma inadmissível anomalia da gestão orçamentária, em especial, à luz do princípio da unidade de tesouraria ou de caixa”.

Veja AQUI postagem de fevereiro do ano passado, quando o Blog já antecipava o que se confirmou adiante.

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Categoria(s): Administração Pública
quarta-feira - 18/01/2017 - 23:10h
Mossoró

Câmara negocia direitos com ex-comissionados exonerados


A presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Izabel Montenegro (PMDB), comprometeu-se hoje com comitiva de ex-cargos comissionados da

Izabel: entendimento (Foto: Walmir Alves)

Casa, que viabilizará pagamento de seus direitos trabalhistas, sem que haja necessidade de demandarem judicialmente.

Reunião da presidente e ex-comissionados foi antecipada pelo Blog (veja AQUI) no dia passado.

“Nós chegamos a um entendimento, porque os próprios ex-comissionados se organizam para que logo que tenhamos disponibilidade financeira, a gente priorize quem está desempregado, ligados àqueles vereadores que não se reelegeram”, comenta Izabel em conversa com esta página.

Exoneração em massa

Ela confirmou, que “algumas pessoas mais próximas ao então presidente Jório Nogueira (PSD) receberam esses direitos, até com enorme agilidade.” Izabel é clara: “Nós não queremos favorecer ninguém em especial, mas sermos justas e atendermos ao que é legal”.

A exoneração em massa de assessores de vereadores e até do próprio Gabinete da Presidência, atingiu mais de 140 pessoas (veja AQUI) no final do mandato de Jório.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
quarta-feira - 18/01/2017 - 22:02h
Hoje

Diário Oficial tem nomeações com nomes de Jório Nogueira


O Diário Oficial do Estado (DOE) saiu hoje (quarta-feira, 18) com várias nomeações de pessoas ligadas a Jório Nogueira (PSD), ex-presidente da Câmara Municipal de Mossoró.

Passam a ocupar cargos comissionados no Governo Robinson Faria (PSD).

São pessoas remanescentes de sua equipe na Câmara Municipal.

O governador tem mantido pessoas ligadas ao seu ex-aliado e ex-prefeito de Mossoró Francisco José Júnior (PSD).

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Categoria(s): Política
  • Repet
terça-feira - 17/01/2017 - 20:50h
Câmara Municipal de Mossoró

Exonerados se mexem para cobrança de direitos na Justiça


Dezenas de pessoas exoneradas de cargos comissionados no final do ano passado, na Câmara Municipal de Mossoró, articulam-se à cobrança de direitos trabalhistas. Ônus desembarcará na mesa da atual presidente, Izabel Montenegro (PMDB).

Algumas pessoas mais próximas ao então presidente Jório Nogueira (PSD) receberam esses direitos, até com enorme agilidade, mas a maioria ficou sem igual benefício. Daí a mobilização para busca da Justiça.

Izabel Montenegro já foi alertada dessa movimentação e deve se reunir com comissão de exonerados à manhã dessa quarta-feira (18).

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Categoria(s): Administração Pública / Política
segunda-feira - 09/01/2017 - 21:40h
Compromisso...

Pauta entregue há quase um ano, a Robinson, segue ignorada


Em sua última agenda administrativa em Mossoró, no dia 10 de março de 2016, há dez meses, o governador Robinson Faria (PSD) tinha ainda como aliado o então prefeito Francisco José Júnior (PSD).

Passado todo esse tempo, não é apenas “Francisco” que ficou para trás. Houve um vácuo em suas relações com a própria cidade, além de dispersão de pauta reivindicatória que lhe foi entregue pela Câmara Municipal, presidida pelo então vereador e também aliado Jório Nogueira (PSD).

Robinson (cabeceira da mesa) esteve com vereadores, prefeito e outras pessoas no do dia 10 de março (Foto: Rayane Mainara)

Veja abaixo a íntegra do documento. Dos 15 pontos, quase nada foi atendido ou sequer obteve resposta:

Excelentíssimo Senhor Governador,

Governador do Estado do Rio Grande do Norte.

Os vereadores que compõem a Câmara Municipal de Mossoró vêm muito respeitosamente à presença de Vossa Excelência, apresentar uma pauta de reivindicações construída a partir de acaloradas discussões no plenário da Casa Legislativa, nas associações de classe, na imprensa em geral e na sociedade como um todo.

Ressaltamos senhor Governador, que a cidade de Mossoró sofre com as restrições e limitações impostas pela conjuntura nacional, que é agravada pelo tratamento dispensado pelo Governo do Estado, que impõe substantivo ônus financeiro à cidade, especialmente nas áreas de Segurança e Saúde Pública.

A cidade não suporta mais receber tratamento diferente daquele dispensado as cidades do Natal e Caicó, por exemplo. Também não suporta o constante adiamento das soluções esperadas, por meio de sucessivas e injustificadas desculpas.

Segue a PAUTA DE REINVINDICAÇÕES ASSINADA POR TODOS OS VEREADORES DE MOSSORÓ, para a qual esperamos ter resposta rápida e eficaz.

1 – Pagar o PLUS referente aos serviços prestados pela rede credenciada de Mossoró nos mesmos moldes em que é pago ao Município do Natal;

2 – Apoiar financeiramente a Maternidade Almeida Castro-APAMIM, nos mesmos percentuais concedidos à APAMIM de Caicó. Esse apoio deve ser estendido à UTI Pediátrica, cuja taxa de ocupação é 70% oriunda de crianças de outros Municípios;

3 – Ressarcir o déficit resultante da Programação Pactuada Integrada (PPI), que já alcança cerca de R$ 18 milhões. É imprescindível que a PPI seja revisada, estancando o crescente prejuízo à Mossoró;

4 – Regularizar o fornecimento de remédios de alta complexidade;

5 – Reforma do Hospital Regional Tarcísio Maia, priorizando o aumento de leitos de UTI adulto e a instalação de UTI pediátrica;

6 – Disponibilizar transporte para os renais crônicos que fazem tratamento pós transplante em Fortaleza/CE;

7 – Revitalizar o Hospital da Mulher Maria Correia;

8 – Retomar reforma do Teatro Lauro Monte;

9 – Dotar o ITEP Mossoró de peritos e médicos legistas de tal forma que em qualquer dia e horário os serviço estejam disponíveis;

10 – Reformar o Aeroporto Dix-sept Rosado, dotando-o de voos regulares. Essa deficiência tem impactado sobre maneira no desenvolvimento econômico de Mossoró;

11- Aparelhar e ampliar o efetivo da DEFUR e da DEHOM visando coibir dois dos principais delitos que tem assolado a nossa população, crimes contra patrimônio e os CVLI (crimes violentos letais intencionais);

12 – Assumir o custeio das BIC’S de Mossoró, conforme preceitua o Art. 144 da CF, que diz que o Estado é o responsável pela segurança do cidadão;

13 – Concluir a Escola Técnica Estadual;

14- Equipar e aparelhar o CIOSP;

15 – Assegurar o custeio, sem contingenciamento orçamentário, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, tida como o maior patrimônio de Mossoró.

Mossoró, 10 de março de 2016.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
sábado - 07/01/2017 - 21:30h
Mossoró

Câmara Municipal não sinaliza com cortes de comissionados


Ainda não há qualquer sinalizador, na Câmara Municipal de Mossoró, de redução no número de cargos comissionados e outros cortes para adequação às exigências orçamentárias imediatas.

Na Prefeitura, o governo Rosalba Ciarlini (PP) baixou decreto determinando a redução “em até 50% dos cargos em comissão e de funções gratificadas”.

Quanto à gestão da vereadora e presidente da Câmara Municipal, Izabel Montenegro (PMDB), a pressão de 20 vereadores é em sentido inverso.

Vamos ver se ela cederá ao cerco ou seguirá a cartilha de otimização de gastos e melhoria na produtividade da Casa.

No final da gestão do ex-presidente Jório Nogueira (PSD), ele deu uma “canetada” que expurgou 126 assessores diretos dos vereadores e mais 17 de livre nomeação da presidência, totalizando 143 cargos (veja AQUI).

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Categoria(s): Política
sábado - 07/01/2017 - 14:08h
O outro lado

Izabel mostra que Jório Nogueira deixou dívida em Câmara


A vereadora Izabel Montenegro (PMDB) em entrevista ao Meio-Dia Mossoró da 95 FM, nessa sexta-feira (6), revelou que ao contrário do anunciado o antecessor dela na presidência da Câmara Municipal, Jório Nogueira (PSD), deixou dívidas para a gestão dela.

Débitos apresentados por Izabel Montenegro conflita com números de Jório (Foto: reprodução)

Mesmo devolvendo mais de R$ 500 mil (ver AQUI) ao executivo, o presidente da Câmara teria deixado R$ 551 mil em contas abertas.

“A maior parte (ver na imagem acima) é com previdência. Se forem recursos descontados do servidor é apropriação indébita”, disparou.

Nota do Blog – Generosidade com o chapéu alheio, digamos.

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Categoria(s): Administração Pública
domingo - 01/01/2017 - 21:44h
Mossoró

Câmara devolve mais de R$ 500 mil para a Prefeitura


A Câmara Municipal de Mossoró devolveu R$ 506.134,91 à Prefeitura no final da legislatura encerrada ano passado. O dinheiro é referente a duodécimo repassado à Casa pelo Executivo e foi devolvido como sobra financeira, após o Legislativo ter pago todas as despesas possíveis do ponto de vista orçamentário.

O presidente da Câmara até então, Jório Nogueira (PSD), comentou que a devolução comprova que a Casa não possui problema financeiro, mas orçamentário.

Exonerações

Acrescentou que mesmo com dinheiro disponível, faltava previsão no orçamento do Legislativo para determinadas despesas, o que gerou medidas de economia.

“A adoção de medidas duras para a economia, como a exoneração de 143 cargos comissionados (veja AQUI), no começo do mês, gerou descontentamentos. “Mas foram decisões necessárias. No final, diminuímos o déficit orçamentário na Casa e até devolvemos recursos”, assinala.

O último presidente a fazer devolução de recursos foi Júnior Escóssia (DEM).

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 28/12/2016 - 23:22h
Vá entender!

Jório nomeia assessor outra vez para apenas 5 dias de trabalho

Kennedy Salvador retorna a cargo de procurador geral da Câmara, após tratar vereadores por "corja"

Exonerado “a pedido” do cargo de procurador da Câmara Municipal de Mossoró no último dia 5 (veja AQUI), o advogado Kennedy Salvador está de volta à Casa e ao mesmo posto.

Outra vez, o presidente Jório Nogueira (PSD) assina portaria datada de 26 de dezembro (segunda-feira última). Assim, seu ‘assessor’ terá apenas cinco dias de trabalho, haja vista que dia 1º de janeiro haverá nova legislatura e escolha de novo presidente, além de nomeação de outros comissionados.

O caso absolutamente inusitado pode ser atestado no mais recente Jornal Oficial do Município (JOM) – veja no boxe abaixo.

Portaria devolve exonerado para cargo, com apenas cinco dias de "trabalho" (Foto: reprodução)

Kennedy Salvador teve que sair do cargo após escrever longo texto nas redes sociais (dia 3 deste mês), tratando todos os vereadores como bandidos e coletivamente como “corja”. Disse ainda que seus assessores comissionados participavam de falcatruas com empréstimos e salários (veja AQUI).

Os vereadores “pediram” sua cabeça e o presidente Jório Nogueira aquiesceu, não obstante publicar em nota oficial que na verdade atendera a pedido do próprio procurador.

Nunca antes na história da Câmara Municipal de Mossoró ocorreu tamanha situação.

Nota do Blog - O jeito é eu pedir a ajuda dos universitários para que me expliquem isso.

Não estou entendendo um ó com a quenga.

10h44 de 29 de Dezembro de 2016 – Atualização - A nomeação ocorreu por necessidade do serviço. O Procurador voltou a pedido para manejar um Mandado de Segurança contra a Prefeitura de Mossoró. Como a matéria é complexa e faltam tão somente cinco dias para finalizar o ano outro Advogado precisaria de mais tempo para estudar o caso. Como o Procurador já conhece o caso profundamente foi chamado. O MS trata de decisão do TCE que orienta os municípios sobre base de cálculos do duodécimo. Os informantes do nobre jornalista deveriam ter mais cuidado e buscar as informações corretas para não induzir a população a análise equivocada. O Processo é púbico e pode ser acompanhado pelo Site do TJRN. Bom dia à todos.

Nicanor Salvador, irmão do procurador geral Kennedy Salvador.

Nota do Blog II Salvador, bom dia. “Os informantes”, como citas, estão no JOM. Daí o questionamento quanto à publicação, que o próprio presidente (via Câmara – imprensa) deveria fazê-lo. E aí não há nada de pessoal ou institucional. A matéria é anunciativa, enunciativa e questionadora. Do ponto de vista político, ela se espraia para o aspecto de uma saída atribulada. Ao mesmo tempo, bom você não esquecer, que em momento algum a página deixou de dar os dois lados, abrindo farto espaço para seu irmão. Compreendo, entendo, mas outra vez convivemos com o complexo de transferência de culpa para justificar situações quixotescas. Abração. Saúde e paz.

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Categoria(s): Política
  • Repet
domingo - 25/12/2016 - 16:20h

Natal infeliz e a tornozeleira eletrônica que não vem…


Por Carlos Duarte

Enquanto aguardava para resolver um procedimento burocrático numa das secretarias da Prefeitura de Mossoró, dirigi-me à copa em busca de água para beber. Fui gentilmente atendido por uma senhora, de compleição frágil, que, acanhada, disse-me que não havia água, café e sequer copos descartáveis.

Isso é até compreensível e esperado, diante da situação de crise por que passam as prefeituras de todo o País.

Mas, o que não é compreensível e nem tolerável, é o desabafo revelado por essa senhora, que trabalha numa das empresas terceirizadas pela PMM:

“Meu salário está atrasado há oito meses…, luz e água cortadas, dois filhos pequenos para criar; …faltam três dias para o Natal e ninguém, ainda, me disse quando vou receber o décimo terceiro salário. Não sei o que vou dizer aos meus filhos”, completou com os olhos marejados.

A constatação desse fato nos mostra que o problema é bem maior do que os percalços técnicos decorrentes da incompetência de gestores públicos inescrupulosos – que, além de empalmarem o dinheiro público, roubam também a esperança dos menos favorecidos. A grande maioria desses (des)ordenadores do dinheiro público age com uma espécie de padrão preestabelecido: insensibilidade, covardia, dissimulação e frieza, entre outras estratégias de perfis psicopatas.

Enquanto os bacanas ostentam ceias requintadas e presentes caros, em ambientes luxuosos, neste natal, como está sendo o natal dessa humilde servidora terceirizada e de outros milhares de pessoas atingidas pelo descaso com o dinheiro público?

Pode-se imaginar tudo…

Por outra via, sem quaisquer dramas de consciências, nas redes sociais, os abastados viralizam mensagens de solidariedades, esperanças, amor, paz, reconstrução e prosperidade, entre outros falsos incentivos.

Aproveitam-se da fragilidade e ingenuidade de muitas pessoas, neste clima fraternidade cristã, para mais uma tentativa de divulgação de suas “imagens positivas”.

Que em 2017, Papai Noel fique mais atento e não acredite mais em corruptos.

Eles não foram bons meninos.

Presentei-os, no máximo, com tornozeleiras eletrônicas.

SECOS E MOLHADOS

Piora – Na comparação com a média do País, o Nordeste é a região que apresenta piora mais acentuada em seus principais indicadores econômicos. É o efeito da combinação de renda mais baixa que a média nacional, alta dependência por verbas públicas, congelamento do Bolsa Família (desde 2015) que, entre outros fatores, eleva o desemprego na região para 14,1% e faz a economia cair 6% no acumulado dos últimos doze meses (fontes:IBGE/Banco Central). Como o foco da crise é fiscal, a dependência das políticas exageradas de aumento de renda, sem levar em conta a competitividade, não poderia produzir resultados diferentes neste cenário.

Presente – A Prefeitura de Mossoró dá mais um presente natalino à sociedade. Na véspera de Natal não houve coleta de lixo em vários bairros da cidade. O jeito foi receber os convidados para ceia com o lixo exposto nas calçadas, praças e logradouros. Triste fim de governo. Muito lamentável, mesmo.

Vergonha – Os marginais nunca estiveram tão à vontade em Mossoró e em todo o RN. Estão cada vez mais ousados e violentos. Na última semana, uma vítima – que localizou sua moto roubada – teve que negociar diretamente com o bandido a sua liberação. Achou mais prático e ágil. Sequer apareceu nas estatísticas de roubo. Pagou R$ 600,00 aos “mano” e a recuperou. Isso evidencia a incapacidade do Estado em manter minimamente a ordem pública e a segurança dos cidadãos. Imagine se a segurança pública não tivesse sido a “prioridade” de campanha do governador Robinson Faria (PSD).

(IN)segurança – Continuamos entregues à própria sorte, em Mossoró. Roubos, assaltos, arrastões, assassinatos, arrombamentos, ameaças, extorsões… . O portfólio da bandidagem se amplia e as ações marginais se tornam mais intensas, em todos os quadrantes da cidade. Falta de policiamento ostensivo, ruas escuras e mal iluminadas, impunidade e esgarçamento econômico-social são vetores de fomento ao crime. Com o bandido armado, o cidadão de bem, sem proteção, vive acuado, amedrontado e sem sossego. Não se enxergam medidas concretas (nem de curto, médio ou longo prazo) capazes de, pelo menos, minimizarem os problemas mais evidentes. Ao contrário, o que está ruim vai ficar ainda pior com esse governo medíocre.

Atraso – O Governo do Estado vai entrar 2017 com a folha de dezembro pendente. Até agora, não anunciou sequer o cronograma de pagamento. As projeções apontam que, se não houver uma mudança muito séria na condução das finanças do RN, o governo Robinson Faria poderá conviver com o ano de 2018 com, pelo menos, quatro folhas de pagamento em aberto.

Vulcano – O Ministério Público do RN (MPRN) denunciou à Justiça o presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Jório Nogueira (PSD), e o prefeito Francisco José da Silveira Junior (PSD), na Operação Vulcano, deflagrada em 2012. Sem o manto dos poderes constituídos, ambos vão ter sérias dificuldades. Mas, outras investigações seguem o curso com foco na Câmara e, mesmo com efeito retardado, trarão complicações para muita gente que se considera inatingível.

Secretariado – O secretariado que será anunciado pela prefeita eleita Rosalba Ciarlini (PP), nos próximos dias, não deverá conter grandes surpresas. O núcleo duro do governo já está definido e o resto da composição deverá ser mera acomodação político-partidária. O que se espera da equipe são correções de rumo para o enfrentamento da crise. Tais condutas devem ter estratégias eficazes e de impacto, com transparência, que restabeleçam os níveis de confiança da população. Aguardemos.

* Veja AQUI a coluna anterior.

Carlos Duarte é economista, consultor Ambiental e de Negócios, além de ex-editor e diretor do jornal Página Certa

Categoria(s): Artigo
sexta-feira - 23/12/2016 - 15:40h
Operação Vulcano

MPRN denuncia Francisco José Júnior, Jório e empresário


O MPRN protocolou junto ao Tribunal de Justiça, na terça-feira (20/12), denúncia em desfavor do Prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior (PSD). Também alcança o atual presidente da Câmara Municipal de Mossoró, vereador Jório Regis Nogueira (PSD), além do empresário Otávio Augusto Ferreira da Silva, primo do prefeito, integrante do Grupo Fan (Francisco Assis Neto).

A denúncia é desdobramento da chamada “Operação Vulcano”, desencadeada pelo MPRN no dia 30 de maio de 2012, gerando oito prisões e 20 mandados de busca e apreensão (veja AQUI) com intuito de desbaratar suposta quadrilha-cartel de venda de combustíveis em Mossoró, com participação de diversos empresários do setor e políticos.

O então presidente da Câmara, Francisco José Júnior, só não foi preso porque estava em viagem com a sua mulher, Amélia Ciarlini, pelo Caribe.

Francisco José Júnior e Jório Nogueira terminam mandato e têm mais problemas (Foto: Arquivo)

O prefeito e o vereador responderão por crime de abuso do poder econômico, eliminando total ou parcialmente a concorrência mediante ajuste ou acordo de empresas) e corrupção passiva (aceitar promessa de e receber vantagem indevida, em razão de função pública). Já Otávio, é denunciado por corrupção ativa (oferecer vantagem indevida para determinar funcionário público a praticar ato de ofício).

O prefeito, na condição de Presidente da Câmara de Vereadores de Mossoró, teria aceito em 2012 vantagem indevida em dinheiro do empresário Otávio Augusto Ferreira da Silva para interceder junto a seus colegas vereadores para a célere aprovação do Projeto de Lei Complementar n. 57/2011, o qual objetivava impedir o Supermercado Atakadão de concorrer no mercado mossoroense de postos de combustíveis.

Também Jório Regis Nogueira, na condição de vereador de Mossoró, aceitou promessa e posteriormente teria recebido vantagem indevida em dinheiro do empresário Otávio Augusto Ferreira da Silva para votar favorável ao referido projeto de lei complementar, com conhecimento de sua finalidade ilícita.

A mesma peça acusatória afirma, que Otávio Augusto Ferreira da Silva, empresário do ramo de revenda de combustíveis na cidade de Mossoró (Grupo Fan), prometeu e pagou vantagem indevida aos dois, para obter a aprovação do PLC 57/2011, com o objetivo de impedir a entrada do Supermercado Atakadão no mercado de combustível da cidade, agindo, perante os citados vereadores, como representante de diversos outros empresários alinhados com o mesmo propósito (Sérgio Leite de Sousa – Posto Olinda; Robson Paulo Cavalcante – Posto Nacional; Pedro Edílson Leite Júnior – Posto Santa Luzia; José Mendes da Silva – Postos 30 de setembro e Belo Horizonte; e Edvaldo Fagundes de Albuquerque – Posto Líder).

A denúncia do Ministério Público informa que, após o Supermercado Atacadão ter noticiado à Prefeitura sua intenção de abrir posto de revenda de combustíveis em suas instalações, o Poder Executivo enviou à Câmara de Vereadores Projeto de Lei Complementar que, na prática, impedia a consecução de tal objetivo, modificando o art. 122 do Código de Obras, Postura e Edificações da cidade.

Na Câmara, ainda segundo a inicial acusatória, coube ao denunciado Silveira Júnior a articulação e formação de acordo para a rápida aprovação do referido projeto de lei, bem como de outro, de iniciativa do vereador Genivan Vale (PDT), que alterou o art. 123 do Código de Obras, Postura e Edificações da cidade, cuja proposição atendia aos interesses dos vereadores de oposição.

O resultado da aprovação conjunta dos dois projetos de lei viabilizou o PLC nº 057/2011, que erigiu impedimento legal à entrada do Supermercado Atacadão no segmento de revenda de combustíveis.

Dinheiro

Em função da aprovação das alterações legislativas, o denunciado Otávio Augusto Ferreira da Silva cumpriu a promessa anteriormente feita, repassando ao menos R$ 200.000,00 e R$ 50.000,00 aos acusados Silveira Júnior e Jório Nogueira, o primeiro por sua liderança e atuação em favor das medidas anticoncorrenciais na qualidade de Presidente da Câmara, o segundo pela votação favorável aos projetos de lei de interesse do grupo econômico, ciente de que se tratava de medida direcionada a evitar a instalação do posto de revenda de combustíveis pelo Supermercado Atacadão.

Consta ainda na denúncia encaminhada ao Tribunal de Justiça que os outros envolvidos na trama criminosa nela narrada, que não os denunciados, não foram incluídos na denúncia uma vez que, em função das regras que regem o foro por prerrogativa de função, devem ser processados perante uma das varas criminais da comarca de Mossoró.

Fim de mandatos

Caso condenados, os acusados estão sujeitos a penas que variam de dois a cinco anos, no caso do crime previsto na Lei 8.137/90, e de 2 a 12 anos, em relação aos crimes dos arts. 317 e 333 do Código Penal.

Francisco José Júnior e Jório perdem seus mandatos no final deste mês, pois não se reelegeram. O prefeito chegou a ser candidato à reeleição à Prefeitura, eleito que foi em disputa suplementar em 2014, mas terminou desistindo. Jório Nogueira tentou a reeleição, mas ficou na primeira suplência de sua coligação.

Já Otávio Ferreira continua normalmente com suas atividades empresariais.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política
  • Repet
terça-feira - 20/12/2016 - 10:04h
Mossoró

Ausências notadas, vaiadas e questionadas em diplomação


O prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD) faltou nessa segunda-feira (19) à solenidade de diplomação dos eleitos (e suplentes) no pleito de 2 de outubro em Mossoró (veja AQUI).

Teatro Municipal Dix-huit Rosado lotado, ele não apareceu.

Francisco e Jório até bem pouco tempo estavam cercados por centenas de pessoas (Foto: campanha 2016)

Compreendo. Aceitável.

Até Santa Luzia, padroeira tão incensada por ele em outros anos, foi escanteada este ano.

Mas não ficou bem mesmo foi a ausência do presidente da Câmara Municipal, Jório Nogueira (PSD), que não se reelegeu – mas é o primeiro suplente à próxima legislatura e ainda dirigente desse poder.

Foi no mínimo deselegante. Tinha razões para estar.

Vaiado efusivamente ao ter seu nome citado, fez-se notado. Da mesma forma que o prefeito. Reação normal numa plateia hostil à sua presença.

Enfim, Jório Nogueira insiste em sair do mandato, do cargo e talvez da política, pela porta dos fundos.

Lamentável!

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 07/12/2016 - 18:30h
Câmara Municipal de Mossoró

Procurador tem saída anunciada mas deixa rastro de problemas


O presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Jório Nogueira (PSD), emitiu no final da tarde de hoje mais uma “Nota Oficial” em nome da Presidência da Casa. Foi para informar e justificar saída do procurador desse poder, advogado Kennedy Salvador.

O Blog já tinha antecipado ontem, que a situação de Salvador era “insustentável” (veja AQUI). Cairia fatalmente.

Jório: problemas adiante (Foto: arquivo)

Hoje (veja AQUI), reiteramos a postagem. Atestamos que Jório tinha capitulado à pressão da maioria dos vereadores, que cobrou o afastamento do procurador, travando votação na Câmara desde a sessão do dia passado (terça-feira, 6) e hoje (veja AQUI).

Kennedy Salvador reagiu tresloucadamente a uma nota (veja AQUI) assinada por 17 vereadores, que questionavam a exoneração de 143 assessores da Câmara Municipal. Quando o debate parecia relativamente moderado, Kennedy Salvador vomitou agressões e denúncias contra vereadores e assessores exonerados (veja AQUI), tratando os parlamentares por “corja” e outros adjetivos.

Caso explosivo

Na Nota Oficial, Jório Nogueira divulga que Kennedy Alencar “pediu” para sair. Se pediu ou foi exonerado, é o que menos interessa em face do rastro de problemas que ele produziu para a Câmara, o próprio Jório e diversos vereadores.

Kennedy Salvador entrou também num redemoinho. Pode virar tsunami. Em suas acusações admitiu implicitamente que foi conivente com o que denunciava. Teria prevaricado (faltar ao cumprimento do dever por interesse ou má-fé) no cargo, por saber de incontáveis irregularidades e não ter agido.

Esse enredo está apenas começando, a menos que o Ministério Público queira fazer vista grossa. Mas não faltam elementos para explosivo e novo procedimento investigativo-judicial.

Veja abaixo a Nota Oficial do presidente Jório:

Kennedy: prevaricação? (Foto: reprodução)

O presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Jório Regis Nogueira, comunica que o advogado Kennedy Salvador de Oliveira pediu exoneração do cargo de procurador-geral do Legislativo, segunda-feira (5), diante dos últimos acontecimentos administrativos e políticos na Casa.

Informa que o pedido só foi acatado nesta terça-feira (6), depois de chegar-se à conclusão de que a saída do servidor, apesar de desfalcar o quadro técnico da Casa, não compromete a meta da atual gestão de conseguir o equilíbrio orçamentário na Câmara Municipal.

Jório Nogueira enaltece o excelente trabalho realizado por Kennedy Salvador de Oliveira enquanto procurador-geral da Casa, e agradece a contribuição dada pelo advogado à Câmara Municipal de Mossoró, onde reafirmou sua postura de coragem, fidelidade e zelo com o Erário.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 07/12/2016 - 14:02h
Mossoró

Câmara não consegue deliberar e define sessão extraordiária


A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Mossoró convocou sessão extraordinária para amanhã – quinta-feira (8), haja vista falta de consenso para votação de matérias em plenário nesta quarta-feira (7).

O presidente da Câmara, Jório Nogueira (PSD), fez essa convocação após entendimento com lideranças de bancadas e vereadores presentes hoje à Câmara, que não deliberou nada por falta de quorum.

Há dezenas de matérias na fila à apreciação, antes do fim do período e da própria legislatura. Na pauta, a Lei Orçamentária Anual (LOA 2017); segunda e última votação da alteração na Lei Orgânica do Município (LOM), Lei Complementar criando Agência Mossoroense de Regulação dos Serviços Públicos (AMR) e permuta de terreno para instalação de uma faculdade privada.

A reunião ordinária desta quarta-feira obteve quórum suficiente (sete vereadores presentes ao plenário) para a abertura e realização do pequeno e grande expedientes – destinados aos pronunciamentos dos vereadores, na tribuna.

Na  sessão de ontem (veja AQUI) houve cerrado bate-boca e quase nada avançou na apreciação de matérias.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 06/12/2016 - 17:08h
Câmara Municipal de Mossoró

Procurador tem situação insustentável diante de ‘superiores’


Ficou insustentável a permanência do procurador da Câmara Municipal de Mossoró, advogado Kennedy Salvador.

Informação – não confirmada – diz que ele pediu verbalmente exoneração do cargo e o presidente Jório Nogueira (PSD) não aceitou. Segura-o.

Como Salvador vai continuar num cargo onde seus “superiores” são, como ele definiu, “corruptos, urubus do dinheiro público, corja, gentalha sem moral” etc.?

Hoje, ele não apareceu na Câmara Municipal, após ter disparado uma catilinária contra vereadores e assessores exonerados, sem poupar ninguém (veja AQUI).

Nota do Blog - Vereadores cobram sua exoneração ao presidente Jório Nogueira. É questão de honra para eles.

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terça-feira - 06/12/2016 - 14:28h
Mossoró

Câmara vive longa sessão de ameaças, bate-boca e quase nada


Por mais de três horas e meia a Câmara Municipal de Mossoró viveu hoje em sessão ordinária (que ainda está em andamento) um dos seus momentos mais delicados na atual legislatura. Com a presença maciça de assessores exonerados à semana passada pelo presidente Jório Nogueira (PSD), vereadores se engalfinharam num bate-boca que misturou troca de ofensas, ironias, ameaças e provocações pessoais.

O Blog - através do seu Twitter (AQUI) fez cobertura em tempo real dessa sessão bizarra, que marca negativamente um período legislativo bastante negativo para esse poder. Ao final, quase nada de produtivo.

Exonerados, de preto, em vários momentos levantaram a voz em protesto na Câmara (Foto: Blog)

Veja resumo abaixo:

CÂMARA MUNICIPAL DE MOSSORÓ – Sessão começa com bate-boca cerrado entre Jório Nogueira e Ricardo de Dodoca (PROS). Comissionados exonerados nas galerias protestam e irritam presidente.

CÂMARA DE MOSSORÓ 2 – Agência de Regulação e permuta de terreno para faculdade estão em pauta. Exoneração de servidores causa estresse.

CÂMARA 3 – Jório Nogueira bate-boca com exonerado que coloca faixa nas galerias, dizendo que “trouxe” seu uísque do Carnatal, evento que Jório esteve no final de semana. Presidente exige respeito e explica que esteve a trabalho na capital, aproveitando para ver festa popular. “Tenho direito”, justificou. “Não sei nem o que você pode fazer com isso”, comentou.

Segurança pede uísque de Jório a manifestante que faz protesto nas galerias (Foto: Redes sociais)

CÂMARA 4 – Servidora exonerada, Raissa Gabrielly Leal Freire, Chefe de Gabinete do vereador Tassyo Mardonny (PSDB), ocupa Tribuna Popular e protesta contra decisão, dizendo que má gestão de Jório e privilégios marcam episódio. Ela também avisa que exonerados acusados de corrupção vão levar o procurador do Legislativo, Kennedy Salvador, à Justiça.

CÂMARA 5 – Jório discute com vereadores e diz que está apenas se defendendo. Afirma que movimento de exonerados é “orquestrado” por vereadores.

CÂMARA 6 – Raissa Gabrielly, representante dos exonerados da Casa, avisou que o procurador Kennedy Salvador irá responder a acusações feitas. ”Não bastasse o desrespeito por parte do presidente Jório Nogueira, ainda somos agredidos pelo procurador da Casa, Kennedy Alencar, que faz acusações sérias de forma generalizada (veja AQUI), que afeta individualmente cada assessor parlamentar”, afirma Raissa. “O que o senhor presidente está fazendo com os trabalhadores desta Casa é mais que desrespeitoso, é desumano”, assinalou.

Raissa falou em nome dos servidores e resumiu decepção com presidente e procurador (Foto: Blog)

CÂMARA 7 – Para Izabel Montenegro (PMDB), é preciso ‘mea culpa’, pois Câmara criou Fundação Vereador Aldenor Nogueira (nome do pai do p residente da Casa) e fez projeto Câmara Cultural, sem ter como prioridade o pagamento de salários aos servidores e melhor funcionamento desse poder.

CÂMARA 8 – “Nunca pensei que uma final de gestão fosse tão desastrosa”, diz Flávio Tácito (PPL). Alex Moacir (PMDB) também se solidariza com servidores, advoga diálogo mais tolerante e questiona tamanha agressividade e leviandades contra servidores comissionados e vereadores.

CÂMARA 9 – Tassyo Mardony critica gestão Jório. Diz que pediu seu afastamento. Jório ameaça-o e conta ter recebido propostas indecentes dele.

CÂMARA 10 – Servidores exonerados protestam nas galerias, de preto. Mostram indignação com as 143 exonerações sumárias da semana passada. Em vários momentos se confrontam com Jório, que na cadeira de presidente garante estar calmo e que tomara essa decisão atendendo a critérios legais e técnicos e não por vontade própria.

CÂMARA 11 – Genivan Vale (PDT) pede que Jório tenha paciência; “aceite derrota” das urnas que como ele não permitiu sua reeleição. Também se solidariza com vereadores e exonerados, vítimas de agressão e acusações do procurador Kennedy Salvador.

CÂMARA 12 – Jório reage e trata Genivan Vale por “rapaz”, dizendo que o conhece e o ameaçando de denúncias quanto à vida pessoal e política do parlamentar. Esse o desafia a apresentar em plenário ou em juízo o que tiver contra sua honra.

CÂMARA 13 – Nacízio Silva (PR) lamenta agressões do procurador Kennedy a vereadores. Diz que vários exonerados vão trabalhar, mesmo sem salário. Atesta que há esse compromisso de assessores seus e de outros vereadores, mostrando espírito público, respeito ao próprio trabalho e compromissos com a população.

CÂMARA 14 – Tirem as crianças da sala. Sessão de hoje da Câmara local não é recomendável para elas. Lavagem de roupa suja, troca de acusações.

CÂMARA 15 – “Tenha cuidado”, ameaça Jório se dirigindo a Lahyrinho Rosado. Bate-boca entre os dois leva Lahyrinho a tratá-lo por “mentiroso”.

CÂMARA 16 – Lahyrinho critica Jório por não exonerar procurador Kennedy, que agrediu vereadores e exonerados. Afirma que ele apoia agressor, mantendo-o no cargo e desfiando uma série de mentiras que estão sendo confrontadas com a verdade pelo plenário e por Raissa Gabrielly. Jório não se cala e provoca-o, numa troca de ironias e ofensas que parece sem fim.

CÂMARA 17 – Quase 3 horas de sessão e vereadores não tiveram sequer a abertura do Pequeno Expediente. Bate-boca, troca de agressões, ameaças.

CÂMARA 18 – Um fato à parte: manifestante fez protesto agarrado a um enorme vasilhame de uísque, atestando que se trata de bebida que o presidente deixara no Carnatal (micareta ocorrida no final de semana em Natal, onde Jório esteve), mas presidente pediu segurança para recolher o legítimo ‘paraguaio’. My God!

CÂMARA 19 – Ricardo de Dodoca garante que Jório “não sabe o que é ser pai”, por isso não sabe sofrimento dos exonerados, que não têm como sequer presentear filhos no final de ano. O presidente fica irado e afirma que não aceita falar sobre sua “vida pessoal”. Em seu entendimento, assinalar que ele não tem filhos, é ofensivo, provocativo. Ricardo contraria-o, dizendo que não trata do pessoa e, sim, de questão política.

CÂMARA 20 – Lahyrinho ocupa tribuna e disseca números da Câmara. Resume o que nota que 17 vereadores já tinham postado nas redes sociais contra o presidente (veja AQUI). O presidente intervém e esgrima verbalmente com o parlamentar. Os dois trocam ofensas, ironias e críticas mútuas.

Sessão depois ganhou maior celeridade com pauta de matérias. Entretanto terminou suspensa. Na tentativa de retomada dos trabalhos, o presidente Jório Nogueira encerrou as atividades por falta de quorum, às 14h13.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 05/12/2016 - 23:54h
Mossoró

MP vai apurar denúncias de procurador da Câmara Municipal


Thé: apuração a caminho (Foto: Mossoró Hoje)

“São pesadas as declarações. É sério e grave. Com certeza será alvo de apuração do MP”. As observações foram feitas ao portal Mossoró Hoje – nesta segunda-feira (5) – pelo coordenador das Promotorias de Justiça da Comarca de Mossoró, Fábio Thé.

“Não há como não investigarmos algo dessa gravidade”, acrescentou Fábio Thé ao mesmo portal, em referência à “Nota de Esclarecimento” postada sábado (3) nas redes sociais pelo procurador da Câmara Municipal de Mossoró, advogado Kennedy Salvador (veja AQUI).

O procurador apontou supostas irregularidades no legislativo local, tratou vereadores e assessores como bandidos, além de disparar uma série de desqualificações contra os vereadores:

São uns incompetentes; corruptos; urubus do dinheiro público; mal acostumados com o ciclo de sacanagem que sempre vigeu na Câmara Municipal de Mossoró, e por revolta porque tal ciclo nojento e vicioso foi quebrado; sem argumentos e usando de artifícios próprios de “gentalhas” sem formação profissional ou moral, atingir a vida individual das pessoa (sic).

Um grupo de vereadores (17) acusou o presidente da Câmara Municipal, Jório Nogueira (PSD), de causar instabilidade financeira da Câmara e promover favorecimentos, como à namorada de um filho de Kennedy Salvador (veja AQUI).

Isso provocou a erupção de Salvador.

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  • Repet
segunda-feira - 05/12/2016 - 18:00h
Ah, tá!

Em pleno “inferno astral”, Jório é escolhido “Vereador do Ano”


O presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Jório Nogueira (PSD), foi eleito “Vereador do Ano 2016″, na manhã desta segunda-feira (5). Porém, o parlamentar abriu mão de receber o “Prêmio Vereadora Niná de Macedo Rebouças”.

Jório: "vitória" em pior momento (Foto: arquivo)

Justificou que a escolha fere à Resolução 16/2015, a qual não permite ao ocupante da Presidência ser o escolhido, e determinou nova eleição, quarta-feira (7), às 9h, na Sala de Imprensa Jornalista Kléber Barros.

A votação é secreta e espontânea (sem lista de nomes). Todos as 11 pessoas aptas ao voto – representantes de meios de comunicação, entidades de classe e servidores efetivos da Câmara – participaram da escolha. Os votos foram depositados em urna lacrada e contabilizados, em frente às câmeras da TV Câmara Mossoró, por uma comissão de servidores de carreira da Casa.

Equilíbrio

O vereador Jório Nogueira obteve 4 (quatro) votos e três vereadores ficam empatados em segundo lugar: vereador Genivan Vale (PDT), 2 (dois) votos; vereadora Izabel Montenegro (PMDB); 2 (dois) votos; vereador Alex do Frango (PMB), 2 (dois) votos, e o vereador Francisco Carlos (PP), 1 (um) voto.

Nota do Blog – A escolha de Jório entra em choque com o “inferno astral” que ele vive dentro e fora da Câmara Municipal de Mossoró, além de não ter conseguido se reeleger.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 05/12/2016 - 16:20h
Amanhã

Assessores exonerados farão protesto em Câmara Municipal


Os assessores parlamentares exonerados à semana passada numa “canetada” pelo presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Jório Nogueira (PSD), vão fazer movimento às 9h dessa terça-feira (6) na sede desse poder.

Devem desembarcar na Casa vestidos de preto, em protesto à atitude do presidente, que justificou a exoneração em massa  (veja AQUI) como necessária para o equilíbrio financeiro do Legislativo.

O presidente exonerou seis assessores comissionados de cada vereador (são 21 parlamentares), deixando apenas o chefe de Gabinete, totalizando 126 pessoas, além de 17 assessores diretos da Presidência, o que perfaz o número cumulativo de 143 cargos.

Nota do Blog - Também há mobilização entre os exonerados para desencadear ações judiciais em massa por danos morais e materiais contra a Câmara e contra o procurador desse poder, advogado Kennedy Salvador que disse que os assessores não trabalhavam e rateavam salários com seus respectivos vereadores (veja AQUI).

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Categoria(s): Política
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