sexta-feira - 30/12/2016 - 15:52h
Costura política

Larissa retornará à AL e também ao PMDB com o seu grupo


Prestes a retornar à Assembleia Legislativa, após não se reeleger em 2014, a suplente de deputado estadual Larissa Rosado (PSB) deverá mudar também de camisa. O PSB ficará para trás.

Larissa caminha para o PMDB, como parte de costura de apoio à Rosalba em 2016 (Foto: Arquivo)

Larissa e seu grupo político deverão retornar ao PMDB, comandado no Rio Grande do Norte pelo ex-deputado federal Henrique Alves. Estiveram no partido, com o clã Alves, desde 1985, rompendo em 2005.

Ela será empossada como deputada efetiva na próxima terça-feira (3), com a renúncia do deputado titular Álvaro Dias (PMDB), eleito vice-prefeito do Natal.

A volta de Larissa à AL passou por árdua engenharia política e teste nas urnas. Tudo longe do conhecimento da massa eleitora dos dois maiores colégios eleitorais do estado, Natal e Mossoró.

O PMDB negociou a vice na chapa do prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), aboletando Álvaro, para poder vislumbrar a recondução de Larissa à Assembleia Legislativa.

Engenharia sinuosa

O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), Marcelo Queiroz, migrou do PDT para o PMDB para ser o vice de Carlos. Estava “certo”. Acabou descartado.

Paralelamente, em Mossoró, a costura política permitiu montagem de chapão a vereador entre PSB e PMDB, além do PDT e PP, viabilizando eleição da ex-deputada federal Sandra Rosado à Câmara Municipal e a reeleição dos vereadores Izabel Montenegro (PMDB) e Alex Moacir (PMDB).

Ainda nessa engenharia sinuosa, foi possível composição do grupo de Larissa e sua mãe Sandra Rosado com o da candidata a prefeito Rosalba Ciarlini (PP), que se elegeu à prefeitura. O passo seguinte, agora, é a campanha de 2018.

Desenha-se uma ampla aliança para retorno dos Alves ao Governo do Estado (candidatura de Carlos Eduardo Alves) e manutenção de uma vaga do grupo no Senado. A outra seria de apoio à reeleição do senador José Agripino (DEM), que participou do entendimento em Natal.

Rosalba Ciarlini e Sandra Rosado, unidas, são o principal suporte para esse projeto no âmbito de Mossoró e região.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 30/12/2016 - 11:12h
Multas

TCU autoriza repasse de recursos da repatriação para hoje


Após ter impedido o Governo Federal de repassar aos municípios ainda neste ano R$ 4,4 bilhões referentes à multa do programa de repatriação de recursos do exterior, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Raimundo Carreiro voltou atrás e restaurou o que a medida provisória 753 dizia inicialmente: que os recursos podem ser transferidos a partir desta sexta-feira (30), último dia útil do ano.

Com isso os municípios brasileiros receberão os recursos ainda hoje, o que foi comemorado como uma grande conquista pela Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte – FERMUN, que participou ativamente da mobilização nacional para sensibilizar o Governo Federal.

Assim, a entidade informa que as Prefeituras poderão fechar suas contas em tempo hábil, pagando aos servidores públicos e fornecedores.

A Femurn reforça que a atuação dos parlamentares foi decisiva, em especial dos deputados Fábio Faria (PSD), Walter Alves (PMDB), dos senadores Garibaldi Alves Filho (PMDB) e José Agripino (DEM), bem como do ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB), que atuaram em defesa dos municípios.

Com informações da Femurn.

Categoria(s): Administração Pública
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terça-feira - 20/12/2016 - 21:54h
Ação Civil Pública

MPF pede fim de concessão de TV e rádios de Agripino e filho


O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPF/RN) ajuizou uma ação civil púbica contra a União, TV Tropical, Rádio Libertadora Mossoroense e outras quatro rádios com o objetivo de obter o cancelamento da concessão do serviço de radiodifusão sonora ou de som e imagens.

O MPF sustenta que fere a Constituição Federal o fato de o senador José Agripino Maia (DEM) e o filho dele, deputado federal Felipe Catalão Maia (DEM), figurarem como sócios dessas empresas.

A ação civil pública é resultado de dois inquéritos civis que foram instaurados a partir de denúncias de possível violação aos preceitos constitucionais decorrentes da figuração de titulares de mandato eletivo no quadro societário de pessoas jurídicas que detêm a outorga para explorar o serviço de radiodifusão.

Durante o trâmite dos inquéritos, o MPF apurou que tanto a TV Tropical como a Rádio Libertadora Mossoroense – e as outas quatro rádios -, autorizadas a explorar o serviço de radiodifusão no estado, têm entre seus sócios José Agripino (senador desde 1995) e Felipe Maia (deputado federal desde 2007).

Saiba mais detalhes AQUI.

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Categoria(s): Administração Pública / Comunicação / Justiça/Direito/Ministério Público / Política
sábado - 17/12/2016 - 20:48h
Investigação de Corrupção

DEM e Agripino têm sigilos quebrados por ministro do STF


Da Agência Estado

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso determinou a quebra do sigilo bancário do Diretório Nacional do partido Democratas, no período de 1º de janeiro de 2012 a 31 de dezembro de 2014. Também o afastamento dos sigilos telefônicos do presidente do partido, senador José Agripino Maia (DEM-RN), do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e de Raimundo Maia, primo do senador, pelo mesmo período.

Agripino lembra que era oposição no Governo do PT (Foto: Senado)

A medida é parte das investigações de um dos inquéritos que correm no STF contra Agripino Maia – neste caso, sobre pagamento de propina nas obras da Arena das Dunas, construída pela OAS para a Copa do Mundo de 2014.

O pedido partiu da Procuradoria-Geral da República.

Propina no Arena das Dunas

Barroso também notificou companhias de telefonia para que envie “todos os dados e registros contidos nos cadastros dos investigados e dos interlocutores das ligações, bem como todos os respectivos registros de chamadas (data, tipo de chamada, se foi texto ou voz, duração), incluindo o número de identificação do equipamento móvel (IMEI) e as Estações Rádio-Base (ERBs) transmissoras e receptoras das ligações e suas respectivas localizações”.

A suspeita é a de que o Agripino Maia teria recebido propina da empresa OAS, em troca de seu auxílio político na superação de entraves à liberação de recursos de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) direcionados à construção da Arena das Dunas.

A licitação para a obra foi ganha pela OAS, na gestão de Rosalba Ciarlini (DEM).

O outro lado

Procurado pela reportagem, o senador afirmou esperar que a investigação seja “completa” e feita com a “rapidez devida”, mas disse não ver motivos para a quebra do sigilo bancário do diretório nacional do Democratas.

“Não quero discutir decisão da Justiça. Se querem investigar, que investiguem. Sempre estive à disposição para colaborar”, disse o senador.

Agripino negou qualquer influência política a favor da OAS. “Que tipo de influência eu poderia ter para conseguir liberação de recursos do BNDES em pleno governo do PT?”, questionou, ressaltando que na época estava ao lado da oposição.

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Categoria(s): Política
sábado - 10/12/2016 - 21:40h
Odebrecht

‘Remédio’ para gripe e sinusite


Se “gripado” (codinome do senador José Agripino-DEM no esquema de propinas da Odebrecht – veja AQUI) ficou bom com R$ 1 milhão, imagino que eu que tenho Sinusite Crônica há décadas, mereço mais.

Bora!

Tragam o remédio!

Atchim!

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Categoria(s): Política / Só Pra Contrariar
sexta-feira - 09/12/2016 - 23:46h
IstoÉ Exclusivo

Delação envolve Temer, Agripino, Renan e vários ex-ministros

Ex-diretor da Odebrecht Cláudio Melo Filho cita vários nomes, mostra documentos e detalha propina

A revista IstoÉ teve acesso na noite desta sexta-feira 9 à integra das 82 páginas de um relato minucioso sobre a corrupção na política nacional. Trata-se do bombástico depoimento do ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho. Em sua delação, Melo faz graves acusações contra integrantes da cúpula do PMDB, ministros do primeiro escalão do governo federal e envolve até o presidente Michel Temer.

Ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht, Cláudio Melo Filho: explosivo (Foto: Web)

Entre os nomes citados está o do senador José Agripino (DEM), identificado por codinomes como “Pino” e “Gripado”. Teria recebido R$ 1 milhão para repasse ao DEM, na campanha de Aécio Neves (PSDB) à Presidência da República em 2014.

O depoimento de Cláudio implica ainda o andar de cima do Congresso Nacional: o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e se dedica a discorrer sobre o relacionamento da empreiteira com integrantes também do PSDB e outras legendas.

Nomes e codinomes

Consta ainda da documentação a lista  dos que receberam propina da empreiteira e seus respectivos codinomes. Segundo o relato, os pagamentos eram feitos por meio de doações legais e caixa dois para que os parlamentares defendessem os interesses da empresa no Congresso Nacional.

Cláudio Melo Filho lista uma série de medidas provisórias e projetos no Congresso que obtiveram alterações favoráveis à Odebrecht graças ao bom relacionamento e, claro, à contrapartida financeira aos deputados federais e senadores.

Temer e Agripino: propinodutos (Fotomontagem)

IstoÉ publica com exclusividade também os documentos da delação.

Veja AQUI documento na íntegra sobre depoimento de Cláudio Melo Filho, envolvendo o presidente Michel Temer, ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, ex-ministro Geddel Vieira, Renan Calheiros (Presidente do Senado), Rodrigo Maia (Presidente da Câmara Federal), Eduardo Cunha (ex-presidente da Câmara Federal), senador José Agripino, Jacques Wagner  (ex-ministro de Dilma Rousseff), senador e ex-ministro Romero Jucá etc.

Ele também detalha como é o sistema de poder e corrupção no PMDB, que se divide em núcleos na Câmara Federal e Senado da República, com prepostos dos principais líderes atuando nas arrecadações das propinas.

Também não faltam os apelidos (codinomes) para os políticos, forma de identificação deles nas planilhas da corrupção.

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Categoria(s): Política
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quinta-feira - 10/11/2016 - 16:44h
Municípios

Prefeitos eleitos cumprem agenda político-administrativa no DF


Souza, Sael, Walter Alves e Bolota estiveram reunidos em Brasília (Foto: cedida)

A convite da Confederação Nacional de Municípios (CNM), os prefeitos eleitos do Partido Humanista da Solidariedade (PHS), Sael Melo (Porto do Mangue) e Antônio Bolota (Governador Dix-Sept Rosado), estão em Brasília (DF). Eles participam do Seminário Novos Gestores, que começou na quarta-feira (9) e vai até sexta-feira (11).

Eles também aproveitam para adiantar contatos político-administrativos em ministérios e com parlamentares potiguares em Brasília, com vistas à gestão municipal.

Os prefeitos foram acompanhados do deputado estadual Manoel Cunha Neto, “Souza” (PHS), e paralelo ao seminário participaram de audiências com alguns senadores e deputados federais do RN, para tratar de assuntos em prol dos seus municípios.

Parlamentares

No Congresso Nacional, Souza e os prefeitos eleitos do PHS estiveram reunidos com os deputados federais Beto Rosado (PP) e Walter Alves (PMDB) e dos senadores José Agripino (DEM) e Fátima Bezerra (PT), para tratar das demandas do município e da região.

No encontro, foram discutidos e apresentados pleitos dos municípios de Porto do Mangue e Governador Dix-Sept Rosado. O deputado também conversou com os parlamentares federais sobre demandas de outros municípios da região Oeste e Costa Branca, como Mossoró e Areia Branca.

Com informações da Assessoria do Deputado Souza.

Categoria(s): Política
terça-feira - 08/11/2016 - 18:12h
Reforma Política

Agripino crê em mudança em coligação e cláusula de barreira


O presidente nacional do Democratas, José Agripino (RN), acredita que os temas “cláusula de barreira” e “fim das coligações nas eleições proporcionais” passarão com tranquilidade no Senado. A Casa deve votar nesta quarta-feira (9) a proposta de emenda à Constituição (PEC) da Reforma Política, que trata desses dois pontos.

Senador José Agripino é contra coligação proporcional (Foto: O Globo)

Para o senador do Rio Grande do Norte, debate maior deverá ocorrer na Câmara dos Deputados, principalmente no que diz respeito ao fim de coligações proporcionais.

“No Senado, na minha opinião, a cláusula de barreira e a proibição de coligação na eleição proporcional passam com certa tranquilidade. Na Câmara, sim, haverá uma longa discussão. Talvez menos com relação à cláusula de barreira e muito mais com relação ao fim das coligações nas eleições proporcionais”, destacou.

Coligações

De acordo com Agripino, a aprovação desses dois temas é fundamental para tornar o processo eleitoral mais consistente. “A cláusula de barreira é fundamental para diminuir a quantidade de partidos políticos no Brasil e oferecer ao eleitor visibilidade na formulação programática das legendas”, ressaltou.

“Já a proibição de coligação na eleição proporcional acaba com esse negócio de um partido eleger um vereador com mil votos e outro partido, que teve 15 mil votos para vereador, não o eleger”, esclareceu Agripino.

De autoria dos senadores tucanos Ricardo Ferraço (ES) e Aécio Neves (MG), a PEC 36/2016 estabelece um percentual mínimo de votos para um partido ter acesso aos recursos do fundo partidário e a tempo no rádio e na TV. A proposta também acaba com as coligações nas eleições proporcionais (vereadores e deputados) e cria uma cláusula de barreira para a atuação dos partidos políticos.

Com informações da Assessoria de José Agripino.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 08/11/2016 - 10:30h
Pós-Eleições 2016 III

O bem e o mal do “retrovisor” a partir de 1º de janeiro de 2014


Na terça-feira (1º de novembro), o editor deste Blog esteve no programa “Cidade em Debate” da Rádio Difusora de Mossoró, apresentado pelo radialista Carlos Cavalcante. Lá se vai uma semana.

Sabatinado por ele ao vivo e, por ouvintes, via telefone, foi questionado sobre a possibilidade da prefeita eleita Rosalba Ciarlini (PP) utilizar após a posse em 1º de janeiro de 2017, o velho discurso do “retrovisor”. Seria uma forma de justificar previsíveis dificuldades e eventual incapacidade de superar certos problemas.

Em resumo, ponderei que o uso do retrovisor, ou seja, se reportar ao antecessor (ou antecessores) para se situar diante das intempéries de uma nova gestão, não poderia ser descartado. Não há como pura e simplesmente se seccionar o tempo, separando passado de presente.

Rosalba fez promessa implícita que não se realizou no Governo do Estado (Foto: reprodução)

Certamente, Rosalba vai recorrer a esse expediente e deve fazê-lo, para cientificar o contribuinte quanto ao que recebeu como legado. É ponto de partida e marco zero à sua própria administração. Não significará, necessariamente, que esteja antecipando uma “desculpa” a qualquer fracasso.

Ela será cobrada “Pra fazer acontecer” (slogan de sua campanha ao Governo do Estado em 2010). “Ela faz Mossoró dar certo” (slogan da campanha deste ano), conforme o prometido nas ruas e na propaganda em rádio, TV, Internet etc. Garantiu que devolveria aos mossoroenses uma Mossoró mais bem-cuidada, sem admitir para o eleitor uma realidade mais nua e crua.

Rosalba – como os demais candidatos – teve o cuidado de poupar o cidadão de debates mais sérios, principalmente em face de uma crise ímpar da economia e gestão pública no município. Criou uma expectativa que precisará honrar.

Outros paradigmas

A propósito, bom sublinharmos: ela, a crise, não pode ser creditada tão-somente ao atual prefeito Francisco José Júnior (PSD). É uma crise de gestão, de conjuntura e de erros continuados, gestão após gestão.

Rosalba não terá a Prefeitura do passado, principalmente a partir da sua segunda administração (1997-2000), quando navegou com ventos favoráveis e até então únicos na história das gestões mossoroenses, por diversos fatores. Vivenciou o boom dos royalties do petróleo, a estabilidade da moeda, o controle inflacionário, o instituto da reeleição e forte injeção da União em programas sociais com verbas amarradas.

O desafio, olhando para trás, exigirá de Rosalba o estabelecimento de outros paradigmas e outras fórmulas, pois se repetir o remédio adotado como prefeita, fracassará. Se lançar mão do “kit” utilizado em sua passagem sofrível pelo Governo do Estado, capitulará. Não poderá fazer tão-somente um governo com compadres, comadres e xeleléus.

Este Blog antecipava antes mesmo dela virar governadora: “Natal não é Mossoró e o Governo do Estado não é a Prefeitura de Mossoró“. Dias, semanas, meses e anos foram tornando esse mantra numa realidade cruel para a governadora.

A Rosalba eleita em outubro foi a Rosalba que vendeu o suposto “nirvana” dos governos municipais empreendidos em três ocasiões, mesmo sabendo que os tempos são outros. Esquivou-se na própria campanha de aprofundar qualquer debate sobre a Rosalba Governadora, no que agiu muito bem do ponto de vista do marketing.

Prefeita pela quarta vez, ela será avaliada cotidianamente. De forma simbológica, nos 100 primeiros dias. Por sua vontade, espera ser cobrada talvez só a partir do segundo ano de gestão.

Alá e intifada

Mas as soluções para dramas diversos da administração que urgem e rugem, exigem urgência urgentíssima. O prefeito “Francisco” foi um ótimo sparring (lutador com que profissionais do boxe e outros esportes treinam) na campanha e seu principal ‘cabo eleitoral’. Mas ela não poderá carregá-lo na bolsa para sempre, salvando-se dos próprios pecados.

Francisco José Júnior, o “Francisco”, é a Rosalba de 2014, que não teve condições de sequer ser candidata à reeleição e hoje deve agradecer ao senador José Agripino (DEM) e ao seu então partido, o DEM, por vetá-la. Passaria vexame.

Um vexame que a falta de bom senso não impediu o prefeito de vivenciar este ano. Faltou-lhe um Agripino, talvez. Ele tinha Amélia Ciarlini, sua “mulher-bomba”, promovendo patética “intifada” (rebelião popular de origem palestina em oposição ao Governo de Israel) contra o próprio marido, na ânsia de reelegê-lo.

Nem “Alá” (‘O Deus’, em árabe) poderia salvá-lo, ou a mistura de católicos com evangélicos que tentou promover.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog
sábado - 27/08/2016 - 08:14h
Mossoró

Líderes estaduais têm pouco a oferecer à sucessão municipal


Qual o peso – na atual campanha municipal – de lideranças estaduais que num passado até recente eram muito aguardadas nos palanques políticos, em Mossoró?

Será que existe apenas um esvaziamento da influência de tradicionais lideranças locais (como abordado pelo Blog ontem – veja AQUI), ou também essas expressões de nível estadual estão em baixa?

Garibaldi e Fátima são lideranças que podem ser importantes à campanha municipal (Foto: montagem)

Os primeiros dias de campanha não empolgaram o eleitor. Os próprios candidatos apostam numa programação inicial com limitações que estão longe das manifestações do passado, quando ocorriam comícios, passeatas e carreatas expressivos.

Por enquanto, o ambiente mais efervescente é a Internet e suas redes sociais, com as campanhas descarregando propaganda e fomentando participação de seus militantes, numa guerra que é irreal diante do que é visto nas ruas. São dois mundos distintos.

Robinson Faria

No palanque do atual prefeito e candidato à reeleição, Francisco José Júnior (PSD), é difícil que apareça o líder estadual do seu partido que teve votações maciças ao Governo do Estado em Mossoró, governador Robinson Faria (PSD).

Até aqui, ele refugou até mesmo presença na convenção partidária do prefeito no início deste mês, num ambiente plenamente favorável. Escalou o filho e deputado federal Fábio Faria para esse fim.

Os dois têm profundo desgaste público no município, capaz de provocar um efeito oposto à energia de uma fusão nuclear: queda livre mais acentuada de ambos.

Henrique e Garibaldi

No palanque de Rosalba Ciarlini (PP), ex-governadora, liderança como do ex-ministro e ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB) não é vista como salutar, em face do seu envolvimento com escândalos de repercussão nacional.

Outro apoio, após anos sendo satanizada pelo rosalbismo, seria da ex-governadora e hoje candidata a vereador em Natal, Wilma de Faria (PTdoB). Por Mossoró, também não deve aparecer, mesmo tendo sido uma governante com bom acervo de realizações para o município.

Quanto ao senador Garibaldi Filho (PMDB), há maior leveza. Teoricamente pode acrescentar ao lado do seu PMDB à campanha de Rosalba, pois sofre menor desgaste e passa incólume a tsunami de escândalos nacionais.

Agripino

Em relação ao candidato Tião Couto (PSDB), seu partido já contou e deve contar com a presença do seu presidente estadual em Mossoró, deputado federal Rogério Marinho. Mas ele tem muito mais a capitalizar para 2018 do que acrescentar à votação do candidato Tião agora.

Henrique e Agripino: dois palanques (Foto: Câmara Federal)

Outro nome com Tião, é do senador José Agripino (DEM). Sua trajetória política em Mossoró sempre foi vinculada ao casal Rosalba-ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado. Hoje, sua referência local é a ex-prefeita Cláudia Regina (DEM) que levou o DEM para Tião Couto.

A participação de Agripino, do ponto de vista da imagem pessoal, num momento que o país caminha para fim da era PT, pode acrescentar ao discurso da chapa Tião-Jorge do Rosário (PR), mas provavelmente de forma residual.

O ex-deputado federal João Maia, dirigente estadual do PR, trabalhou para levar seu partido à coligação de Rosalba. Deverá ficar distante da sucessão, num colégio eleitoral em que tem escassa influência sua.

Fátima Bezerra

Com a candidatura de Gutemberg Dias (PCdoB), que traz como vice uma jovem militante do PT, Rayane Andrade, temos a atração esperada da senadora Fátima Bezerra (PT). Deve catalisar a participação da militância petista, mesmo num momento de desgaste de seu partido no plano nacional e flacidez local.

Já o candidato a prefeito Josué Moreira (PSDC), não tem qualquer político de expressão estadual o apoiando. O nome de maior representatividade é do vereador natalense e advogado Joanilson de Paula Rêgo.

Ele é dirigente da executiva do PSDC no Rio Grande do Norte, com largo conceito no meio forense, mas sem peso eleitoral em Mossoró.

Como chegou a definir o senador Garibaldi Filho sobre a política mossoroense, à época em que ainda era governador do Estado, “Mossoró é muito difícil”.  Se é! Ô!

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Categoria(s): Eleições 2016 / Política
quarta-feira - 10/08/2016 - 07:02h
Hoje

Agripino e Garibaldi votam contra Dilma; Fátima, não


Os senadores potiguares votaram majoritariamente em desfavor da presidente afastada Dilma Rousseff (PT).

A posição deles já era esperada e não causou qualquer surpresa.

José Agripino (DEM) e Garibaldi Filho (PMDB) votaram a favor do relatório da Comissão Especial do Impeachment que recomenda que a presidente afastada Dilma Rousseff seja levada a julgamento pela Casa.

Já a petista Fátima Bezerra (PT), reiterou sua inocência, votando em contrário.

A votação foi concluída à madrugada de hoje (veja AQUI). Terminou às 2h38 desta quarta (10).

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Categoria(s): Política
sábado - 30/07/2016 - 10:08h
Assu

Convenção define nomes do PR e PMDB a prefeito e vice


Foi bastante concorrida nessa sexta-feira (29), a convenção municipal que fechou chapa com PMDB e PR, à Prefeitura do Assu. Tem coligação numerosa e é principal força oposicionista à campanha deste ano. São 14 partidos ao todo.

Convenção foi bastante movimentada à noite passada em Assu (Foto: cedida)

No evento, foi homologada a coligação que reúne o PMDB, PR, PSDB, PSC, PHS, SD, PTdoB, PP, PDT, PPS, PTB, PRB, DEM e PTN.

O pré-candidato a prefeito é o médico Gustavo Soares (PR) que compõe chapa com a professora Sandra Alves, do PMDB.

O evento foi realizado no ginásio da Escola Caminho do Futuro e contou com a maciça participação de apoiadores da chapa.

No palanque, foi registrada a participação de nomes como do deputado federal Walter Alves (PMDB), deputada federal Zenaide Maia (PR), deputado estadual George Soares (PR), Senador José Agripino (DEM).

Também prestigiaram a convenção o deputado estadual Kelps Lima (SDD); dirigente estadual do PR, João Maia; presidente estadual do PMDB, ex-ministro e ex-deputado federal Henrique Alves, além do presidente estadual do PP, ex-deputado federal Betinho Rosado.

Governismo

No governismo, o pré-candidato a prefeito é Patrício Júnior (PSD). ele  terá como vice o atual presidente da Câmara, vereador Breno Lopes (PSB).

O prefeito Ivan Júnior, atual presidente da Federação dos Municípios do RN (FEMURN), terá enorme desafio para confrontar sua chapa com os adversários.

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Categoria(s): Blog
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quinta-feira - 28/07/2016 - 19:26h
Política e poder

Sucessão mostra que “Natal não é de ninguém” em 2016


“Natal não é de ninguém”, repito o então deputado federal Djalma Marinho, que cunhou a frase nos anos 60.

“Natal é da liberdade”, complementava ele, com meu endosso hoje, observando a sucessão natalense.

Djalma (na foto) discursa em 1967 na Tribuna da Câmara Federal (Foto: arquivo)

Grandes lideranças políticas estão fragilizadas, com menor poder de influência; quase inaudíveis.

O governador Robinson Faria (PSD) sequer vai ter candidato próprio do seu partido, à disputa municipal, com a desistência do deputado estadual Jacó Jácome (PSD).

Procura a quem apoiar.

O ex-ministro Henrique Alves (PMDB) tenta emplacar um deputado estadual de sua confiança, na chapa do prefeito e primo Carlos Eduardo Alves (PDT), que refuga as ofertas.

O DEM do senador José Agripino é sigla subalterna.

A ex-governadora Wilma de Faria (PTdoB) está fora do páreo e com papel secundário.

É… não está fácil.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 25/07/2016 - 12:30h
Baraúna

Partidos de Agripino e Wilma vão ser unir em sucessão


O Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB) e o Democratas caminharão juntos no município de Baraúna. Na sucessão municipal, eles formarão chapa à disputa da Prefeitura e vagas na Câmara Municipal.

Luana, Wilma, Agripino e Saldanha: campanha em Baraúna (Foto: cedida)

O acordo foi firmado no último sábado (23), entre os dirigentes estaduais das legendas, a ex-governadora Wilma de Faria (PTdoB) e o senador José Agripino (DEM), com a participação de seus pré-candidatos a prefeito e vice-prefeita, respectivamente: o ex-vereador e advogados João Saldanha (DEM) e Luana Queiroz (PTdoB), ex-sub-procuradora da Prefeitura baraunense.

Diálogo

Os diálogos vinham acontecendo a nível municipal e foram concluídos no final de semana, quando discutiram com seus dirigentes a composição de uma aliança forte, que se propõe a fazer uma renovação na política da cidade.

“Foi um encontro muito positivo, pois reuniremos a juventude idealista de Luana com a experiência de Saldanha, que já foi vereador e é um policial da reserva, com muito respeito da população da cidade”, observa a ex-governadora.

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Categoria(s): Política
domingo - 17/07/2016 - 08:44h

Acordo espúrio – povo em murmúrio


Por Marcos Pinto

As pedras do tabuleiro   político  estão se movendo.  Engana-se quem pensa que  alguém  tem  eleição  certa  e  garantida.

A missão da Rosalba Rosadus, é não ficar de fora da vida partidária e política. Nesse plano adrede montado  pelo  seu   esposo, entra novamente em  cena  o  velho  e  já  manjado  marketing  enganoso,   com  divulgação  de  pesquisas  com  resultados  que  sinalizem  para  iminente  vitória garantida.

Se já tinham “combinado com os russos”, foi a pergunta sarcástica feita por Mané Garricha ao seu técnico depois de receber dele todas as instruções para liquidar o time soviético. É o que está acontecendo com o povo mossoroense, que está a se perguntar:

- E nós, somos apenas um detalhe? Querem nos utilizar como massa de manobra para chegar ao poder?

- Será que merecemos tamanho e ruidoso tapa na cara?

Em se concretizando, o anúncio será uma verdadeira afronta ao eleitorado mossoroense.  O Sandrismo/Larissismo apoiará Rosalba Rosadus, caso ela consiga viabilizar  judicialmente sua candidatura para prefeito, tendo Fafá Rosadus (PMDB) como candidata a Vice-Prefeito. Como se já estivesse sentada na cadeira de Prefeito, se compromete em apoiar o candidato Henrique Alves (PMDB) para governador em 2018, e as candidaturas à reeleição do José Agripino (DEM) e do Garibaldi Alves (PMDB) ao Senado.

Esse entendimento além de espúrio é vergonhoso, por tentar envolver a Prefeitura de Mossoró, numa negociação afrontosa e desrespeitosa para com a população, que já não admite servir novamente de massa de manobra política.

Várias são as incertezas para lastrear tal acordo: Rosalba, Sandra, Fafá, José Agripino e Henrique Alves não sabem sequer se a justiça eleitoral irá deferir o pedido de registro de candidatura da Rosalba Rosadus, já que aparece na relação de candidatos ficha-suja, como também não sabem se o eleitor de Mossoró aprovará a volta dos Rosadus para a PMM.

E os demais partidos aliados teriam que abdicar de ter um projeto para o futuro; a sociedade não aceitaria saber que a PMM seria transformada em balcão de negócios.

Ao  final,   aparecerão perguntas parecidas com a de Mané Garrincha:

– “Já combinaram isso com o eleitor?”

– “Já consultaram o povo sobre os acertos feitos nos bastidores e na calada da noite, sem o mínimo de discernimento  quanto  à  aceitação  ou  não?

– “Por acaso, a Rosalba Rosadus será prefeita nomeada, sem eleição?”

A revelação desse acordo, não passa de um ato autoritário e desrespeitoso com o povo de Mossoró. Um cambalacho político pra eleger a Rosalba Rosadus e garantir o PMDB no poder em 2018, como se o povo fosse um simples joguete nas mãos dos que tramam em busca de manter-se no poder.

Em  meio  a tudo  isto  há, ainda, as  composições  urdidas  nos  subterrâneos  dos  partidos  políticos  que  ainda  estão  vinculados  ao  prefeito Silveira, mesmo  que  de  forma   quase  imperceptível.   Pode  ocorrer   pressão   financeira   escandalosa   e  inadmissível   de   candidatos  tidos como   donos  de  portentosos  índices  econômicos,  sobre os  humildes  presidentes  de  conselhos  comunitários,  espécies  de  líderes tupiniquins.

Essa  pressão  terá  como  objetivo,  como  sempre,  provocar   um  estado  de  ansiedade  pela  atual  crise  que  vive  o  país, que  irá  contribuir para  a  desestabilização  de  candidaturas que evidenciem  um  perfil  de  pobreza  franciscana, condicionando  as  opções  e  as  escolhas  de  quem  deveria  decidir   em  consciência  e  livremente,  sem  pressões  nem  coações  de  cunho  econômico.

Pronto !

-   Xeque- mate !

Marcos Pinto é escritor e advogado

Categoria(s): Artigo
quarta-feira - 06/07/2016 - 08:58h
Ganho indevido

MPF cobra de Agripino a devolução de mais de R$ 1 milhão


Do Folha de São Paulo com Agorarn.com

Presidente do DEM, o senador José Agripino Maia (RN), recebe por mês R$ 64.234,11 dos cofres públicos. O valor é 90,2% acima do teto do funcionalismo, que atualmente é de R$ 33.763, e representa a soma do salário que ele recebe como congressista com a pensão especial vitalícia de ex-governador (R$ 30,4 mil).

Senador José Agripino: mais de R$ 90 mil/mês (Foto: O Globo)

O Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte (MPRN) entrou com uma ação na Justiça pedindo que a União inclua a pensão no chamado abate-teto (desconto do valor que ultrapassa o limite) e que o senador devolva cerca de R$ 1 milhão pelos recursos recebidos irregularmente nos últimos anos.

O senador recebe a “pensão especial” vitalícia de ex-governador do Rio Grande do Norte desde 1986, quando deixou o governo, após seu primeiro mandato –o pagamento só foi interrompido entre março de 1991 e março de 1994, quando ele voltou a ocupar o cargo de chefe do governo estadual.

A Procuradoria afirma que o pagamento do benefício teve início sem nem sequer ter sido instaurado um processo administrativo.

Para o procurador da República Kleber Martins, “mais do que exótica, a mencionada pensão (de ex-governador) desmoraliza a própria noção de republicanismo, porque condenou o pobre povo potiguar a conceder a José Agripino Maia, por todo o resto de sua vida, um valor mensal equivalente às mais altas remunerações dos servidores públicos estaduais”.

OAS

Segundo Martins, é mais grave é o fato de a pensão ser paga sem ter havido qualquer contrapartida, seja “a prestação de um serviço ao Estado –já que, pelo exercício do mandato de governador, aquele já havia recebido os salários respectivos no período– e nem mesmo o aporte de contribuições previdenciárias”.

Além de Martins, assinam a ação os procuradores Rodrigo Telles, Victor Mariz, Fernando Rocha e Cibele Benevides.

No STF (Supremo Tribunal Federal), Agripino é alvo de um inquérito que apura se o parlamentar negociou o pagamento de propina da empreiteira OAS durante a construção da Arena das Dunas, estádio em Natal usado na Copa do Mundo de 2014.

O STF autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do senador. Agripino nega envolvimento com irregularidades.

Em nota, Agripino afirmou que “o assunto sobre o teto constitucional de vencimentos para os agentes públicos, objeto da ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal, não pode ser confundido com pagamentos ilícitos e inconstitucionais”.

O senador argumenta que o teto remuneratório do funcionalismo público não é considerado como autoaplicável e que há um projeto em tramitação no Congresso Nacional para disciplinar os descontos do teto.

“O projeto de lei está na Câmara dos Deputados e não foi à votação em razão de controvérsias não superadas. Portanto, não há sustentação minimamente objetiva a tese de que o teto remuneratório goza, em nosso ordenamento jurídico, de incontroversa aplicabilidade. Aprovada a lei com a definição dos tetos, serei o primeiro a cumpri-la”, diz o senador.

Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política
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quinta-feira - 30/06/2016 - 20:36h
João Maia, José Agripino, Henrique Alves

Três líderes políticos atentos a 2016 e de olho em 2018


Líderes políticos de três importantes partidos, o senador José Agripino (DEM), o ex-deputado federal João Maia (PR) e o ex-ministro Henrique Alves (PMDB) agendam reunião conjunta.

Querem avaliar cenário político nativo, da capital ao interior.

Existem muitos pontos de convergência de uma ponta a outra.

Em cidades estratégicas podem fechar questão já de olho em 2018.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 28/06/2016 - 03:02h
Lançamento de pré-candidatura

Duas ausências anotadas, mas não necessariamente sentidas


A ex-prefeita Fafá Rosado (PMDB) foi uma ausência anotada no Encontro Partidário do PP no Sítio Cantópolis (veja AQUI), que marcou lançamento da pré-candidatura à Prefeitura de Mossoró da ex-governador Rosalba Ciarlini (PP).

Necessariamente, não significa que o seu não comparecimento tenha sido sentido.

Também por lá não apareceu a ex-prefeita Cláudia Regina e o seu DEM.

Rosalba, Fafá e Cláudia: juntas no passado, acomodadas no futuro? (Foto: Web)

Porém ninguém afirmou que tenha feito falta.

As duas são aliadas do passado de Rosalba, mas tiveram afastamento recente.

Fafá foi eleita duas vezes (2004 e 2008) à Prefeitura mossoroense com apoio da antecessora Rosalba.

Cláudia teve também um ‘empurrãozinho’ da ‘Rosa’ para ser eleita prefeita em 2012, não obstante cassação posterior.

A ex-prefeita Fafá sonha em ser vice de Rosalba em 2016.

Cláudia está inelegível por oito anos e trabalha seu futuro com identidade própria, dissociada dela.

PMDB e DEM são liderados no estado por dois políticos que se afastaram de Rosalba no seu calvário final como governadora: Henrique Alves (ex-ministro do Turismo) e senador José Agripino.

Contudo Henrique e Agripino voltaram a dialogar com Rosalba. Em meio aos processos que ameaçavam sua elegibilidade no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), eles foram procurados por ela e seu marido, o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado. Estão numa boa, digamos.

É provável que levem PMDB e DEM para aliança com a ‘Rosa’ na campanha deste ano. Fafá e Cláudia podem ser acomodadas, descontentes ou não.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 24/06/2016 - 09:40h
Sapos e vitória

Rosalba poderá juntar tudo que detesta em seu palanque


A ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP) desenha uma candidatura à Prefeitura de Mossoró, que pode socar em seu palanque três figuras que sua militância maciçamente detesta. Ela, idem. Contudo tende a engolir, para depois das eleições vomitar:

- Wilma de Faria (PTdoB) – veja AQUI;

- Henrique Alves (PMDB);

- José Agripino (DEM).

Wilma, antecedeu-a no Governo do Estado e há anos é tratada como ladra e corrupta por militantes mais exacerbados do rosalbismo. Qualquer dúvida, é só rastrear redes sociais na Internet.

Rosalba e Wilma: afinação para palanque (Foto: em 2012 - arquivo)

Henrique abandonou apoio ao seu governo e articulou para que ela não fosse candidata à reeleição em 2014.

José Agripino vetou projeto de disputa à reeleição da então governadora Rosalba, em consórcio com Henrique, candidato a governador àquele mesmo ano.

Falta só, no mesmo palanque, a companhia da ex-prefeita cassada e afastada Cláudia Regina (DEM), por quem a ex-governadora nutre disfarçável antipatia, no que é correspondida da mesma forma.

Ou receber apoio do governador Robinson Faria (PSD), que seu partido apoia, em quem ela votou em 2014, mas também hostiliza através de seus seguidores.

Paciência. Uma máxima da política ensina:”Cada eleição é uma eleição”.

E nesse meio, às vezes é preciso engolir alguns sapos, ou a lagoa inteira, para se chegar à vitória.

Ah, tá!

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Categoria(s): Política
terça-feira - 21/06/2016 - 16:57h
Judas Tadeu e Deibi Dantas

Pré-candidatos são recebidos por José Agripino em Brasília


Dentro das vários encontros que estão participando em Brasília, os jovens estudantes de Medicina Judas Tadeu e Deibi Dantas, que são pré-candidatos a prefeito de Caicó pelo PROS, foram recebidos pelo senador José Agripino (DEM). O encontro ocorreu hoje.

Tadeu, Agripino e Deibi em Brasília (Foto: cedida)

Na conversa, os pré-candidatos a prefeito e vice conversaram sobre questões diversas relacionadas ao município de Caicó e a própria disputa municipal.

Chapa em 1990

José Agripino falou sobre a importância da juventude na política e da grande amizade e respeito que tem para com o deputado Vivaldo Costa (PROS), liderança política da região Seridó.

Vivaldo foi integrante de sua chapa ao Governo do Estado na campanha de 1990, numa composição vitoriosa. Em 94, José Agripino renunciou ao mandato para concorrer pela segunda vez ao Senado, oportunizando que Vivaldo fosse efetivado como governador.

Na atual conjuntura, Vivaldo faz parte da base aliada do governador Robinson Faria (PSD).

Governador e José Agripino estiveram em palanques opostos na campanha eleitoral de 2014.

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Categoria(s): Política
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quarta-feira - 15/06/2016 - 17:10h
Cara de um, focinho do outro

O DEM e o PSDB na Lava Jato, como PT, PP e PMDB


Por Lauro Jardim (O GLobo)

A delação de Sérgio Machado, ao colocar na roda estrelas da oposição como Agripino Maia (foto) e o filho Felipe Maia, o finado Sérgio Guerra e Heráclito Fortes (ex-DEM, hoje no PSB), coloca definitivamente o DEM e o PSDB na Lava-Jato.

Segundo Machado, eles receberam doações eleitorais que, na verdade, eram propina.

Igualzinho a integrantes do PT, do PMDB e do PP.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 15/06/2016 - 14:30h
Empreiteiras

Delator envolve líderes Maia e Alves com propinas


Do Jornal do Brasil

O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado afirmou, em sua delação premiada, que fez o repasse de propina para pelo menos 18 políticos de diferentes partidos, dentre os quais PMDB, PT, PSDB e DEM. Fiador político da indicação para a presidência da Transpetro, o PMDB foi o que mais arrecadou: R$ 100 milhões.

Henrique e Agripino: mais encrenca (Foto: Web)

A informação é da Folha de S.Paulo desta quarta-feira.

A lista de políticos entregue por Machado inclui o deputado Heráclito Fortes (PSB-PI), o ex-senador Sérgio Guerra (PSDB-PE, morto em 2014), o senador José Agripino Maia (DEM-RN) e o deputado Felipe Maia (DEM-RN). Há, ainda, os que o procuraram pedindo recursos: Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR) e José Sarney (PMDB-AP), além dos parlamentares e ex-parlamentares Cândido Vaccarezza (PT-SP), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Luiz Sérgio (PT-RJ), Edson Santos (PT-RJ), Francisco Dornelles (PP-RJ), Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Ideli Salvatti (PT-SC), Jorge Bittar (PT-RJ), Garibaldi Alves (PMDB-RN), Walter Alves (PMDB-RN) e Valdir Raupp (PMDB-RO).

Os pedidos de doações era realizados pelos próprios políticos. Machado, então, solicitava o repasse às empreiteiras que tinham contratos com a Transpetro:

“Embora a palavra propina não fosse dita, esses políticos sabiam ao procurarem o depoente que não obteriam dele doação com recursos do próprio, enquanto pessoa física, nem da Transpetro, e sim de empresas que tinham relacionamento contratual com a Transpetro”, afirmou, de acordo com a reportagem da Folha.

Além de ter afirmado que Renan, Jucá e Sarney receberam tanto por doações oficiais como em dinheiro em espécie, o ex-presidente da Transpetro relatou que as empresas Camargo Corrêa, Galvão Engenharia, Queiroz Galvão, NM Engenharia, Estre Ambiental, Polidutos, Essencis Soluções Ambientais, Lumina Resíduos Industriais e Estaleiro Rio Tietê foram as que aceitavam fazer pagamentos de propinas referentes aos contratos.

Veja matéria completa AQUI.

Categoria(s): Política
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