segunda-feira - 22/05/2017 - 21:00h
Mossoró

Comissão rejeita mudança em “Tribuna Popular”


A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal de Mossoró rejeitou, na manhã desta segunda-feira, o projeto de autoria da Mesa Diretora que modifica a Tribuna Popular, a qual dá espaço para representantes da sociedade nas sessões da Câmara.

A proposta reduz o tempo de discurso de dez para cinco minutos e restringe intervenções dos vereadores (apartes) sobre o tema tratado. A proposição foi rejeitada pelos três membros da CCJR presentes à reunião: vereadora Sandra Rosado (PSB, presidente), vereador Genilson Alves (PMN) e vereadora Isolda Dantas (PT).

Com informações da Assessoria de Sandra Rosado.

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terça-feira - 16/05/2017 - 18:00h
Hoje

Sandra Rosado garante em plenário que provará inocência


Em discurso na Câmara Municipal de Mossoró, nesta terça-feira, a vereadora Sandra Rosado (PSB) reafirmou não ter praticado irregularidades a ela atribuídas em recente decisão da 8ª Vara Federal de Mossoró (veja AQUI), a respeito de utilização de recursos públicos pela Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM).

Ex-deputada federal lembrou nome do seu pai, o deputado federal Vingt Rosado, já falecido (Foto: Edilberto Braga)

“Provarei minha inocência na instância superior, porque é uma decisão judicial sem provas e fora da realidade, fundada no interesse político de chancelar a malfadada intervenção na Apamim e que, para tanto, necessita de um bode expiatório”, disse, em pronunciamento na tribuna do plenário.

Equívoco

A vereadora esclareceu não ter apresentado a emenda parlamentar, a qual baseia a decisão judicial. “A emenda a que se refere o juiz teria sido liberada em convênio celebrado aos 31 de dezembro de 2003. Eis aí o maior erro da decisão de primeiro grau, pelo simples fato de que a iniciativa jamais poderia ser atribuída a mim, que cheguei à Câmara dos Deputados em fevereiro daquele ano”, explica.

Disse que quem entende o mínimo do funcionamento de uma casa legislativa sabe que senadores, deputados federais, deputados estaduais e vereadores só podem propor emendas para o exercício orçamentário do ano seguinte.

Acrescentou que não trabalhou na Apamim, nunca interferiu na administração nem tirou benefício econômico da entidade. “Nunca agi em relação à Apamim, a não ser em seu auxílio, quando pediram, por compreender a magnitude do papel social da maternidade onde nasceram os meus quatro filhos”, frisou.

Integridade

Sandra lembrou que nos 12 anos que exerceu o mandato de deputada federal, apresentei dezenas de emendas ao Orçamento Geral da União, que, levando-se em consideração a cota anual de R$ 15 milhões reservada ao parlamentar, alcançaram cerca de R$ 180 milhões, para municípios de todas as regiões do Estado.

“Se pretendia me beneficiar de emendas, por que apenas uma para a Apamim entre dezenas? Por que somente R$ 719 mil no universo de R$ 180 milhões? Por que eu, filha de Vingt Rosado, sujaria minhas mãos e desonraria a memória de meu pai por R$ 3 mil, se nem milhões me desviariam do bom caminho?”, referindo-de ao valor pelo qual foi condenada.

Lembrou ter trabalhado no Congresso Nacional entre 2003 e 2014 e, mesmo diante da enxurrada de delações premiadas, verdadeiras e falsas, o nome dela jamais foi associado a escândalos de corrupção.

“Trago as mãos limpas e asseguro: jamais recebi sequer propostas indecentes, porque todos me conhecem e ninguém teria a petulância de me oferecer vantagem indevida. Embora a injustiça seja uma arma dolorosa, tranquilizam-me a consciência de minha inocência e a certeza de que o erro será reparado na instância superior. Com fé em Deus e convicta de que a Justiça prevalecerá”, concluiu o pronunciamento.

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Categoria(s): Política
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segunda-feira - 15/05/2017 - 22:54h
Justiça Federal

Ação Penal coloca Sandra, Laíre e Larissa em novo julgamento

Costura política nas eleições municipais 2016 ajuda grupo a empurrar sentença para Tribunal Federal

Do Mossoró Hoje e Blog Carlos Santos

O núcleo político comandado pela ex-deputada federal e atual vereadora Sandra Rosado (PSB) tem mais e mais problemas em fila na Justiça Federal. Eles alcançam também seu marido e ex-deputado federal Laíre Rosado (PSB), bem como a deputada estadual Larissa Rosado (PSB), filha de ambos.

A Ação Penal sob número 0000862-84.2015.4.05.8401, protocolada em novembro de 2015 pelo Ministério Público Federal (MPF/RN), com assinatura do procurador Emanuel de Melo Ferreira, trata de suposto desvio de R$ 3.429.779,00 no período 2004/2005. Seriam recursos federais destinados à Saúde, através da Fundação Vingt Rosado, comandada pela família de Sandra, Laíre e Larissa.

Laíre, Sandra Rosado e Larissa Rosado são denunciados duramente pelo MPF em ação penal (Foto: arquivo)

Nesse rol, ainda aparecem 12 outros envolvidos (veja lista em boxe dentro desta postagem).

A demanda judicial desembarca no Tribunal Regional Federal da 5ª Região, com sede em Recife (PE), devido à presença da deputada “Larissa Daniela da Escóssia Rosado” como ré. Ela tem foro privilegiado, por ser deputada estadual.

O processo, que já estava concluso para sentença, seria julgado na 8ª Vara da Justiça Federal de Mossoró. Não ocorreu devido a essa situação política-jurídica excepcional obtida por Larissa em janeiro deste ano, como resultado de minuciosa articulação política desencadeada pelo ex-deputado federal Henrique Alves (PMDB) no ano passado. A costura envolveu também o grupo rosalbista (veja AQUI), e ligou as eleições municipais de Natal com as de Mossoró em 2016.

Henrique – que quer retornar à Câmara Federal  em 2018 – aboletou o então deputado estadual Álvaro Dias  (PMDB) como vice-prefeito do Natal, Carlos Eduardo (PDT), para que a suplente Larissa Rosado virasse titular. Assim, o mandato dela teria também tem essa serventia, como chicana no labirinto judicial.

Todo esse anteparo político não é suficiente, assim mesmo, para aplacar o cerco do MPF/RN ao grupo Rosado. O que a ação penal em foco descreve, no labirinto dos recursos federais milionários que teriam evaporado a caminho de Mossoró, é desconsertante.

Gestores e dirigentes corruptos

“Como uma instituição que sempre recebeu milhões e milhões de reais para investimento nos vários serviços de saúde para cuja prestação foi criada, quase fechou as suas portas por incontestável inoperância? Simples. As mulheres e recém-nascidos de Mossoró/RN tiveram o azar de depender de uma entidade de saúde constituída por gestores e dirigentes corruptos que não tiveram o menor pudor em retirar os recursos do cuidado com a saúde dos seus pacientes para aplicá-los em finalidades completamente escusas”, vocifera o procurador da República Emanuel de Melo Pereira, de Mossoró, no texto que denuncia pai, mãe, filha e mais 12 envolvidos.

O procurador da República Emanuel de Melo Ferreira destaca que para a “eficiência desta espécie de desvio de dinheiro público eram necessárias as atividades de quatro tipos de agentes, devidamente delineados.

Henrique: costura (Foto: Marcelo Camargo)

“Deputado autor da emenda; entidade pública e respectivo gestor destinatário dos recursos provenientes das emendas parlamentares; empresas privadas e sócios pré-definidos, indicados mediante o auxílio dos agentes intermediadores, que executariam o objeto do convênio, com pagamento de propina ao parlamentar; integrantes de comissão de licitação que fabricariam os certames públicos para ofertar ares de legalidade à trama improba,” descreveu Emanuel de Melo Ferreira.

No caso em questão, a então deputada federal Sandra Rosado, no ano 2004, destinou recursos (quase R$ 3 milhões em emendas) para a Fundação Vingt Rosado, que na época era administrada por Francisco de Andrade Silva Filho.

Ele era marido de sua filha Larissa Daniela da Escóssia Rosado, então deputada estadual.

Os réus na Ação Penal 0000862-84.2015.4.05.8401

Laíre Rosado Filho;
Sandra Maria da Escóssia Rosado;
Larissa Daniela da Escóssia Rosado;
Francisco de Andrade Silva Filho;
Damião Cavalcante Maia;
Claudio Montenegro Coelho de Albuquerque;
Francisco Wilton Cavalcante Monteiro;
Francisco Wallacy Monteiro Cavalcante;
Maria Alves de Sousa Cavalcante;
Maria Goreti Melo Freitas Martins;
Maria Melo Forte Cavalcante;
Manuel Alves do Nascimento Filho;
Suane Costa Brusamerello;
Anderson Luis Brusamarello;
José do Patrocínio Bezerra

Como a Fundação Vingt Rosado não é hospital, simulava-se compra de material e equipamentos para a Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), controlada pelo então marido de Sandra Rosado, o ex-deputado federal e médico Laíre Rosado Filho. Segundo relata o MPF na denúncia acatada pela Justiça Federal, cada centavo enviado pelo Governo Federal para a saúde de Mossoró era desviado.

“A fraude cometida pelos investigados não se propunha a frustrar o caráter competitivo das licitações, que, repita-se, sequer chegaram a ocorrer. A manipulação da documentação foi posterior ao repasse dos recursos entre os integrantes da associação criminosa e teve o objetivo de burlar a prestação de contas, dificultando a identificação das operações ilícitas”, explicou o MFP em sua denúncia.

O procurador federal Emanuel de Melo Ferreira foi enfático, claro e direto em afirmar que a família Rosado está praticando este tipo crime gravíssimo contra a população de Mossoró há muitos anos usando a Apamim, que está sob intervenção federal desde setembro de 2014.

“Neste ponto, cumpre destacar que a utilização da Apamim por Laíre Rosado Filho, Sandra Rosado e Larissa Rosado como fachada para a prática de atos ilícitos vem de um longo contexto histórico, em que ele, agindo na condição de superior mandatário da Apamim, capitaneou reiterados desvios de recursos públicos destinados à prestação de serviços de saúde nesta cidade, os quais são notadamente de origem federal (oriundos do Ministério da Saúde, a exemplo dos vários convênios que firmou com o Fundo Nacional de Saúde – FNS)” – apontou o procurador federal.

Veja matéria completa no Mossoró Hoje clicando AQUI;

Veja a denúncia na ÍNTEGRA clicando AQUI.

Veja também: Sandra Rosado tem condenação a 9 anos e dois meses de prisão (AQUI);

Veja também: Vereadora Sandra garante ser inocente (AQUI).

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sexta-feira - 12/05/2017 - 23:54h
O outro lado

Vereadora Sandra Rosado garante ser inocente


A vereadora Sandra Rosado (PSB), condenada a 9 anos e dois meses de prisão pela Justiça Federal (veja AQUI), emitiu nota se pronunciando sobre essa sentença.

Veja sua íntegra abaixo:

Nota de Esclarecimento

A respeito de recente decisão da 8ª Vara Federal, envolvendo meu nome, asseguro não haver praticado as irregularidades que me são atribuídas, quando, na condição de deputada federal, indiquei, dentro da Lei, emendas ao Orçamento da União que resultaram em desenvolvimento para vários municípios do RN, sem tirar disso qualquer proveito pessoal.

Recebo a notícia com serenidade, embora discorde veementemente das conclusões expressas na sentença, que, diante da comprovação de minha inocência, será modificada em instância superior.

Assim, com fé em Deus e convicta de que essa grave injustiça será reparada, agradeço a todos pelas manifestações de solidariedade, assegurando que o acontecimento não abalará em nada o trabalho que realizo em benefício do povo de Mossoró.

Mossoró-RN, 12 de maio de 2017.

Sandra Rosado

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sexta-feira - 12/05/2017 - 23:36h
Desvio de recursos

Sandra Rosado tem condenação a 9 anos e 2 meses de prisão


Do Mossoró Hoje

A vereadora Sandra Rosado (PSB) foi condenada a 9 anos e 2 meses de prisão por apropriação indevida de recursos repassados pela União à Associação de Assistência e Proteção à Maternidade de Mossoró (APAMIM). A sentença, do juiz federal Orlan Donato Rocha, da 8ª Vara Federal de Mossoró, foi assinada na última quarta-feira, 10, e será publicada neste fim de semana no Diário de Justiça Eletrônico.

Sandra tem condenação (Foto: arquivo)

Na sentença, o magistrado destaca que houve um “conluio para apropriar-se indevidamente de recursos repassados pela União (Convênio nº 1782/2003-FNS – SIAFI nº 495578) para APAMIM – Associação de Assistência e Proteção à Maternidade de Mossoró, no valor de R$ 719.779,00”. Estes recursos foram repassados em cinco parcelas de R$ 143.955,80.

No processo, ficou configurado que a então deputada federal Sandra Rosado, no ano de 2004, agilizou em Brasília a liberação dos recursos junto ao Ministério da Saúde, destinando-os para a APAMIM, em Mossoró, que por sua vez era administrada na época pelo marido dela, Laíre Rosado Filho e o genro, Francisco Andrade Silva Filho.

Confira a situação de cada réu no processo:

RÉU – Sandra Maria da Escóssia Rosado – 9 anos e 2 meses de prisão;

RÉU – Manuel Alves do Nascimento Filho – 9 anos e 2 meses de prisão;

RÉU – Maria Goreti Melo Freitas Martins – 8 anos e 6 meses de prisão;

RÉU – Cláudio Montenegro Coelho de Albuquerque – 7 anos e 4 meses de prisão;

RÉU – Francisco de Andrade Silva Filho – 4 anos de prisão;

RÉU – Maria Melo Forte Cavalcante – Absolvido;

RÉU – Suane Costa Brusamarello – Absolvido;

RÉU – Anderson Luis Brusamarello – Absolvido;

RÉU – José do Patrocinio Bezerra ¬ Absolvido;

RÉU – Samuelson Pinto Dantas Diniz – Absolvido.

“No que diz respeito às condutas de cada investigado, percebe-se que a peça do MPF as descreve minuciosamente, enfatizando que SANDRA MARIA ESCÓSSIA ROSADO, enquanto Deputada Federal, com seu prestígio e poder, realizou emendas ao Orçamento da União com o intuito de direcionar recursos à APAMIM (associação dirigida à época por seu esposo e genro, Laíre Rosado e Francisco Andrade, respectivamente), culminando com o Convênio nº 1782/2003 – FNS e o repasse de R$ 719.779,00 (setecentos e dezenove mil, setecentos e setenta e nove reais)”, assinala a narrativa da sentença.

“Aduz, o parquet (Ministério Público), que o direcionamento para posterior desvio torna-se ainda mais nítido com a participação direta do assessor de Sandra, Sr. MANUEL ALVES DO NASCIMENTO, bem como por parte dos recursos ter parado na conta de SUANE C. BRUSAMARELLO ME (empresa pertencente à esposa de outro assessor de SANDRA ROSADO – ANDERSON LUIS BRUSAMARELLO)”, salienta.

A denúncia do Ministério Público Federal, nesse processo, foi recebida pela Justiça Federal no dia 17 de dezembro de 2015. A partir desse momento, todos os réus apresentaram suas defesas, arrolaram testemunhas e também anexaram provas em suas defesas. Vários advogados atuaram fortemente junte à Justiça Federal em Mossoró, na defesa dos réus, inclusive Sandra e Laire Rosado.

No dia 16 de novembro de 2016, a Justiça Federal de Mossoró procedeu a oitiva de várias testemunhas tanto de defesa como de acusação, como Maria de Fátima Freitas Cruz e José Pereira de Lima, arroladas no processo pelos promotores de justiça.

Já como testemunha de defesa foram arroladas pelos advogados Flávio Humberto Noronha Freitas, Adauto Pereira da Rocha Neto, Kátia Maria de Oliveira França, Paulo Henrique Perna Godeiro, Rubem Antônio Machado Martins, Katiana Maria de Azevedo, Lahyre Rosado Filho (declarante), Evaristo Moreira Freire, Tazia Maria da Costa Alencar Freire, e Raimundo Benjamim Junior. Os seus depoimentos foram gravados em vídeo.

No dia seguinte, foi ouvida a testemunha de defesa Christianne Patrícia Bezerra de Oliveira, além dos réus. Cada um apresentou sua defesa e tiveram todos os direitos respeitados no processo de defesa. Ao final da instrução processual, o Ministério Público Federal atestou:

Apesar dos esforços dos advogados, ficou devidamente comprovado que Sandra Rosado atuou fortemente em Brasília para conseguir a liberação dos recursos que seriam para beneficiar os serviços de saúde prestados pela então Casa de Saúde Dix Sept Rosado, que atualmente é o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), gerido pela APAMIM.

Àquela época, quem administrava a APAMIM era o marido de Sandra Rosado, o ex-deputado Laíre Rosado. Segundo O Ministério Público Federal, o processo de licitação foi fraudado.

O juiz federal Orlan Donato Rocha, apesar do pedido do Ministério Público Federal, por força de Lei teve que extinguir a pena prevista em lei aos réus Maria Gorete Melo Freitas Martins, Maria Melo Forte Cavalcante e Claudio Montenegro Coelho de Albuquerque, pelos crimes de fraude em licitação.

Em suas considerações, o juiz Orlan Donato deixa claro que “tal desvio foi perpetrado mediante sofisticado esquema que envolveu fraudes em licitações, montagem de prestação de contas e utilização de interpostas pessoas para efetuação de saques e da movimentação do dinheiro público”.

Após desviar os recursos, numa tentativa de escapar das barras da justiça, a acusada Sandra Rosado usou as contas bancárias pessoais dos assessores parlamentares, bem como seus parentes, para movimentar os recursos desviados dos recursos públicos. Envolveu, inclusive os assessores da filha Larissa Rosado, que posteriormente eram retirados e usados para pagar as despezas do casal Rosado.

À sentença cabe recurso em segunda instância. Uma vez que concluído o julgamento deste processo em segunda instância, conforme ficou decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), os réus terão que começar a tirar cadeia, especial Sandra Rosado, Manoel Alves e Maria Gorete.

Dezenas de processos

Também na Justiça Federal, existem dezenas de processos também por desvios de recursos federais através da APAMIM por Laire, familiares e amigos. Com relação ao processo que envolve o nome da deputada estadual Larissa Rosado, este foi enviado para ser julgamento no Tribunal de Justiça do RN (TJRN), por ela ter foro privilegiado.

A Apamim está sob intervenção federal desde outubro de 2014, quando chegou a fechar a então Casa de Saúde Dix Sept Rosado. Através de uma junta de Intervenção, a Justiça Federal reabriu o hospital e determinou o retorno do nome antigo: Hospital Maternidade Almeida Castro.

HMAC vive hoje uma outra realidade sob intervenção da Justiça Federal (Foto: Blog Carlos Carlos Santos)

Os interventores, com a fiscalização dos promotores de Justiça Federal, Estadual e do Trabalho, assim como de várias entidades, especialmente o Conselho Estadual de Medicina, estão conseguindo reerguer a estrutura, que atualmente já se encontra com quase 200 leitos.

Com os cuidados da Junta de Intervenção e com os olhares atentos da Justiça, o Hospital Maternidade Almeida Castro se tornou referência em toda região Oeste do Rio Grande do Norte em partos de alto risco, não se negando a receber também mulheres para ter seus bebes da Paraíba e do Ceará.

Outra realidade

Ao todo, são 20 leitos de UTI neonatal, 18 de canguru, 12 de berçário, 8 leitos de UTI adulto, além de uma equipe de profissionais dedicado 24 horas por dia para atender toda a região, fazendo, atualmente, uma média de 550 partos por mês.

Os interventores Ivanise Feitosa, Benedito Viana e Larizza Queiroz (coordenadora da intervenção) estão trabalhando a maior obra da intervenção, que é a reforma e ampliação (dentro das normas do Ministério da Saúde) do Centro Obstétrico da Maternidade Almeida Castro.

Essa obra está prevista à conclusão em setembro deste ano. Os trabalhos de manutenção da estrutura estão sendo custeados com recursos do SUS, com contra-partida da Prefeitura Municipal de Mossoró e também do Governo do Estado, seguindo precisamente determinação judicial.

Do processo de intervenção resultam vários outros processos, inclusive criminais, contra Laíre Rosado, familiares e amigos, por desvios de recursos e outros crimes igualmente graves. Em alguns casos, constam investigações correndo em segredo de Justiça, procedidos pela Polícia Federal.

Veja a seguir: Sandra Rosado se pronuncia.

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quarta-feira - 10/05/2017 - 10:36h
Desfeita

Rosalba magoa Sandra com nome do ‘Blog do Paulo Doido’


A vereadora Sandra Rosado (PSB) tem ruminado detidamente sobre a nova desfeita do Palácio da Resistência (sede da prefeitura), que ela suporta. Exercita autocontrole incomum, após nomeação (veja AQUI) de Ivanaldo Fernandes Costa Júnior para cargo comissionado na Secretaria Municipal de Cultural.

Ivanaldo: nomeado por Rosalba; Sandra: autocontrole ainda

Ele foi processado por Sandra Rosado, por envolvimento no rumoroso caso do “Blog do Paulo Doido”, produzido a partir da Prefeitura Municipal de Mossoró, na gestão Fafá Rosado (PMDB). A página apócrifa procurava desmoralizar, constranger e até promover ameaças a pessoas tidas como “inimigas” do governo.

Nem netos da então deputada federal Sandra Rosado escaparam do escárnio.

Condenado

Já existem sentenças condenatórias contra Ivanaldo Fernndes Costa Júnior e outros comparsas (veja AQUI) que operavam o apócrifo Blog do Paulo Doido.

Ivanaldo foi secretário de Comunicação Social na gestão Fafá Rosado, também com passagens pelas gestões Cláudia Regina (DEM) e Francisco José Júnior (PSD).

Agora, a prefeita Rosalba Ciarlini o resgata para outra vez ocupar cargo de “confiança”.

Nota do Blog - Chegará o dia em que Sandra Rosado repetirá o pai, ex-deputado federal Vingt Rosado: abrirá os braços para não ser engolida.

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sábado - 22/04/2017 - 16:25h
Conversando com... Milton Marques

“Eu acho que sou um homem simples… em paz!”


Abaixo, o Blog Carlos Santos apresenta a íntegra de entrevista feita pela jornalista Ana Paula Cadengue, para o jornal O Mossoroense, em julho de 2007.

Ela conversava com o professor Milton Marques de Medeiros, falecido hoje (veja AQUI). Leia:

Nascido em Upanema no dia 9 de julho de 1940, filho de pai tabelião e mãe doméstica, Milton Marques de Medeiros é casado com Zilene e  tem quatro filhos e três netos.

Médico, advogado, professor, empresário e atual reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), ele veio para Mossoró aos seis anos de idade para estudar e considera o apoio da família, a educação da família fundamental.

Nesta entrevista, Milton Marques nos conta um pouco sobre a sua vida e seus desafios, e se define como “um homem a serviço”.

Por: Ana Paula Cadengue

O Mossoroense – Com quantos anos você veio para Mossoró?

Milton Marques - Vim cedo, aos seis anos de idade, para estudar porque minha cidade era pequena e meu pai e meu irmão mais velho tinham interesse que eu estudasse…  Aqui, fui morar com uma tia, Donana Bezerra. Uma santa, que teve 12 filhos e ainda me acolheu dentro de casa. Era um grupo de muitas crianças e jovens.

OM – Como foi a experiência de sair de casa tão cedo?

MM – Essa é uma experiência que com o tempo é que a pessoa vai percebendo que há diferenças, principalmente na tolerância, na questão de suportar situações novas, sem que isso pareça tão estranho.

Eu vim  de um lar com bastante afeto, amor por parte de meu pai e de minha mãe e fui morar numa residência que tinha muitos irmãos, um prole muito numerosa, e foi uma experiência muito boa e dolorida algumas vezes, porque a gente sai de um contexto  muito individual, já que era o filho mais novo, para um contexto onde você passa a ser semelhante aos demais e tem que aprender a dividir a atenção. Mas, ela e seu Né Bezerra, que foram meus orientadores, meus tutores, eram muito bons, delicados, afáveis, queriam muito bem aos filhos e eu acho que nós nos criamos num ambiente muito bom, sadio.

OM – Ficou em Mossoró até quando?

Milton Marques faleceu hoje em Fortaleza (Ceará) - Foto: arquivo

MM - Eu fiquei até terminar o segundo científico no Colégio Diocesano Santa Luzia. Como eu pretendia fazer vestibular para Medicina e aqui em Mossoró não tinha esse curso, eu me desloquei a João Pessoa, na Paraíba.

OM – Estudar Medicina numa outra cidade e desta vez sem família… O senhor tinha quantos anos?

MM - Eu estava com vinte e poucos anos, vinte e dois, mas também fui morar na residência de outra família. Porque naquele tempo existiam poucas chances, a não ser através das famílias. Era muito comum os jovens que queriam estudar e as famílias acolhiam com facilidade. Era uma família daqui de Mossoró que já estava morando há algum tempo em João Pessoa, a família Leite.

Depois eu fui para São Paulo, onde fiz especialização na USP, Universidade de São Paulo, em psiquiatria.

OM – Por que psiquiatria?

MM – Quando chegou determinada fase da evolução do curso, lá pelo terceiro ano do curso, começam a surgir os pendores e eu comecei a ver… a cirurgia eu achava que era muito repetitivo, muito comum, um parto era sempre o mesmo parto, aí fui para outras especialidades e fui parar na psiquiatria. A psiquiatria era uma especialidade que, na época, exigia bastante.

OM – São Paulo nos anos 60, como foi a experiência?

MM – Muito interessante. A residência não era de ficar residindo mesmo no hospital, então eu morei com uns amigos numa república. A juventude ajuda bastante a gente, São Paulo não era tão grande como é hoje e o caráter científico prendia muito a gente.

OM – Dos anos 60 para cá, houve grandes mudanças no tratamento das pessoas portadoras de distúrbios mentais. Como foi essa passagem?

MM – O que aconteceu é que naquela época o profissional que cuidava da saúde mental era o médico. Basicamente, existiam muito poucos enfermeiros, não existia o assistente social, o psicólogo, o terapeuta ocupacional… O doente era cuidado só pela medicina e hoje é cuidado por uma equipe multidisciplinar. Conseqüentemente, mudaram todos os métodos de tratamento, que foram sendo acrescidos, humanizados.

Mas, eu quero destacar que a saúde mental ainda continua na mão do médico, os outros profissionais auxiliam, mas na verdade ainda continua na mão do médico porque os quadros profundos continuam os mesmos. Há dois mil anos as pessoas se suicidam. O que acontece com a saúde mental é que falta “o” remédio.

Por que é que não acabam os hospitais de psiquiatria? Porque até agora não apareceu a droga heróica que a pessoa ao tomar fique boa imediatamente, como aconteceu com a tuberculose, com a hanseníase. Não existem mais hospitais de tuberculose e de hanseníase porque apareceu a droga que cuida em casa mesmo. No dia em que aparecer uma medicação que cure a psicose maníaco-depressiva, a esquizofrenia, com certeza os hospitais não vão ter mais necessidade de existir.

OM – Da vida médica para a vida acadêmica…

MM - Eu desde cedo que tenho uma vocação para a academia, para se ter uma idéia, eu nunca deixei de ensinar. Na época que eu era estudante, existia o Colégio Universitário,  em João Pessoa, e eu já dava aulas de química. Em São Paulo, eu não ensinei, mas assim que voltei para Mossoró eu comecei a ensinar na Faculdade de Enfermagem, na FURRN. Depois eu terminei o curso de Direito e comecei a ensinar também no curso de Direito e ainda consegui ser professor do curso de Medicina e, por último, cheguei aqui na Reitoria.

OM – É um desafio?

MM - É. Hoje a Universidade está passando por um processo de reestruturação, consolidação do que foi implantado recentemente. A Universidade implantou 18 cursos novos, faculdades inteiras, campus inteiros. Esses pontos passaram a ser desafiadores porque a demanda para que se tenha estrutura física, laboratórios, equipamentos, transporte, acervo bibliográfico, professores é muito grande. A demanda passou a ser maior do que a oferta orçamentária e financeira. Para este ano nós precisamos de 21 milhões de reais para a estrutura física e operacional da Universidade. Nós estamos com seis milhões de reais. O que tem que fazer?convocar todos e dizer: gente, vamos escolher as prioridades. Mas, é claro, que as pessoas nem sempre estão dispostas a fazer parte desse pacto. Mas eu estou dizendo para a comunidade universitária que em três anos – 2007, 2008 e 2009 –  o nosso projeto é que a Universidade fique pronta. Porque se nós aplicarmos seis milhões este ano, sete no próximo e oito no seguinte, nós teremos exatamente vinte e um milhões de reais.

OM – O senhor considera que houve um crescimento sem planejamento?

MM - É verdade, deveria sempre se fazer o seguinte: quando se fosse criar um curso, deveria ter se criado a área física, salas de aula, laboratórios, equipamentos. Mas não houve isso, a Universidade criou o curso sem a parte física que ficou na dependência de outras instituições.

OM – Médico, advogado, professor, atual reitor, empresário. O senhor também tem pretensões políticas?

MM - Não, eu não tenho essa pretensão política. Há sempre uma posição de estar presente na comunidade. Como médico eu passei 35 anos atuando, atendendo, até que chegou o ponto que eu entendi que tinha que deixar essa parte para a nova geração. Como professor eu também continuei atuando normalmente na Universidade até chegar à Reitoria, onde continuo a fazer a prestação desse serviço público. Quero ver se consigo também fazer parte da comunidade dentro da atividade pública, mas não tenho projeto político.

OM – Essa sempre é a conversa pré-eleitoral…

MM - O que eu vejo é que a atividade política deve ser exercida por quem já está no exercício da política. Quem tem e quem deve ter prioridade para qualquer cargo político deve ser as pessoas que já estão identificadas com a política. Por exemplo nesse grupo nosso, com a governadora Wilma de Faria, quem que aqui em Mossoró tem representação política? É a deputada Sandra  Rosado, é a deputada Larissa Rosado, que além de deputada é secretária de governo, é o próprio secretário Marcelo Rosado, Renato Fernandes… Então eu vejo que tem um leque de pessoas que estão identificadas com a política, que já fazem a sua atuação ligada à política, que tem vocação, que fazem grandes e excelentes trabalhos nas suas áreas. Então, eu só vejo que a comunidade deva primeiro ter que olhar essa parte dos políticos. A parte que me cabe é uma parte mais de trabalho junto à sociedade, da prestação de serviços, seja como privado ou como público.

OM – Escorregadio?

MM - Não. A política precisa que a pessoa tenha um certo histórico… e eu nem sou filiado a partido político.

OM – O senhor trabalha com a gestão pública…

MM – Eu vejo que eu tenho prestado bastante serviços públicos, já fui secretário de Saúde, diretor do Inamps, presidente do IPE e hoje já estou aqui dando a minha contribuição, dentro das milhas limitações, à Universidade. Olhando para trás, não me vejo identificado com parte política propriamente, isso é uma arte, precisa saber fazer, ter o apoio da comunidade, da sociedade. Eu vejo que hoje tem que se racionar em quem já está nesse processo. Eu fico bem acomodado na minha posição de reitor…

OM – Com direito à reeleição?

MM - (risos) Eu juro que não estou pensando… ainda não me apareceu na cabeça isso não…

OM – Como se define o homem Milton Marques?

MM - Eu acho que sou um homem simples, que vem de família humilde, que esteve presente em vários momentos da sociedade como estudante, como profissional, como operador na parte pública e que por isso ganhou  certa capacidade de suportar situações novas, enfrentar desafios. Considero-me dinâmico, não consigo conviver com a inércia, ligado ao pijama. Eu ainda me considero bastante ativo, pró-ativo social e muito em paz, sem maiores ambições, conformado com o processo de vida.

OM – O que vai pedir de presente de aniversário?

MM - Saúde, paz e até certo ponto forças a Deus para continuar esse trabalho. Eu me considero a serviço, a serviço da comunidade.

OM – A pergunta que não quer calar: por que tirar o bigode depois de tantos anos?

MM – Porque ele foi ficando cada vez mais branco (risos) e a tinta começou a não pegar mais, não é por vaidade, mas começou a ficar incômodo, difícil, uma mão-de-obra… Tinha que pintar ou então deixar branco, um branco diferente do cabelo que já está começando a ficar branco…

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domingo - 16/04/2017 - 17:16h
Câmara Municipal de Mossoró

CCJ vai se reunir para evitar emperramento de projetos


Sandra quer dar agilidade (Foto: Edilberto Barros)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de Mossoró se reunirá segunda-feira (17), às 9h, no plenário da Casa, para analisar Projetos de Lei. O colegiado designará relatores de matérias e discutirá a constitucionalidade de proposições da atual Legislatura.

A presidente da CCJ, vereadora Sandra Rosado (PSB), informa que a reunião objetiva dinamizar o processo legislativo.

Admissibilidade

“É preciso que a Comissão de Constituição e Justiça se posicione sobre a admissibilidade dos projetos, para decidir se terão seguimento, ou não, na Câmara Municipal”, explica.

Além de dar fluidez à tramitação, segundo ela, a intenção também é evitar o acúmulo de projetos no colegiado. Já são cerca de 50 projetos na CCJ, apresentados somente no atual período legislativo, iniciado mês passado.

Com informações da Assessoria de Imprensa de Sandra Rosado.

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quinta-feira - 23/03/2017 - 23:15h
Câmara Municipal

Sandra Rosado destaca protagonismo da mulher


A presença de mulheres no Parlamento em Mossoró é maior do que a média nacional. Se elas ocupam 13,51% das vagas nas Câmaras Municipais do Brasil, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), essa proporção é de 23,8% em Mossoró.

Aline, Isolda, Izabel, Maria e Sandra estão na CMM (Foto: arquivo)

Os números foram apresentados pela vereadora Sandra Rosado (PSB), na sessão solene em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, nesta quinta-feira, na Câmara Municipal de Mossoró.

Na atual legislatura, a Câmara Municipal de Mossoró tem cinco vereadores, de um total de 21 assentos na Casa: Izabel Monteneegro (PMDB), presidente; Sandra Rosado, Maria das Malhas (PSD), Aline Couto (PHS) e Isolda Dantas (PT).

Na sessão de hoje, a vereadora Sandra homenageou a médica Carol Diógenes, com a Medalha do Mérito da Saúde, pela atuação na área de mastologia, sobretudo, no tratamento do câncer de mama.

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quinta-feira - 09/03/2017 - 16:08h
Bancada governista

Um líder que tenha ligação e compromisso com Rosalba


A escolha do vereador Alex Moacir (PMDB) para líder da bancada da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) na Câmara Municipal de Mossoró, como esse Blog antecipou (veja AQUI), mereceu comentário elucidativo da vereadora Sandra Rosado (PSB), também governista.

Ouvida pelo repórter João Marciliano, o “Joãozinho GPS” da Rádio Difusora de Mossoró, ela comentou o assunto e a notícia que soube através de terceiros:

- Encaro com naturalidade a escolha feita pela prefeita – disse.

E completou, com certa dose de sarcasmo:

- Certamente escolheu dentro daqueles parâmetros de ligação, compromisso, que o vereador-líder deve ter com a administração municipal.

Entendi.

Leiam também: Decisão de Carlos e Rosalba isolam grupo de Sandra (AQUI).

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quarta-feira - 08/03/2017 - 03:16h
2018

Sandra Rosado vê se seu grupo volta inteiro ou não pro PMDB


Sandra: em análise (Foto: Edilberto Barros)

Em entrevista ao repórter João Marciliano, o “Joãozinho GPS” da Rádio Difusora de Mossoró, a vereadora Sandra Rosado (PSB) disse que tem convite dos líderes peemedebistas Henrique Alves (ex-presidente da Câmara Federal) e do senador Garibaldi Filho (PMDB) para retornar ao partido.

Mas, por enquanto, apenas sua filha e deputada estadual Larissa Rosado (PSB), confirma essa migração (veja AQUI).

- Estamos verificando todos esses arranjos diante de uma nova legislação eleitoral que poderá surgir e nós temos que fazer sempre essa avaliação – disse.

Acrescentou que a afinação com o grupo Alves e o PMDB “é uma parceria que já vem de muito tempo”. Entretanto reiterou que não há definição se ela e seu grupo estarão integralmente no PMDB ou serão aliados numa composição interpartidária em 2018.

Ela e seu grupo ficaram cerca de 20 anos no PMDB.

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segunda-feira - 06/03/2017 - 18:16h
Rosalbismo puro

Decisões de Carlos e Rosalba isolam Sandra Rosado


A vereadora e ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB) vai colecionando e engolindo, a seco, dissabores na convivência como “liderada” do casal prefeita Rosalba Ciarlini (PP)-Carlos Augusto Rosado.

Depois de quase 30 anos como adversária de ambos, a “neorosalbista” não é a pessoa de confiança deles no Legislativo. Os ungidos são outros.

Pensou e trabalhou para ser eleita – com apoio do casal – à Presidência da Câmara Municipal de Mossoró.

Deu Izabel Montenegro (PMDB) – veja AQUI.

Mirou a liderança da bancada governista.

Sobrou para Alex Moacir (PMDB) – veja AQUI.

Pelo menos conseguiu aboletar no secretariado o filho e ex-vereador Lahyrinho Rosado (PSB), titular do Desenvolvimento Econômico.

No andar de cima, Rosalba e Carlos formam uma diarquia política em seu grupo, que não abre espaço para mais ninguém. Eles comandam.

Ponto final.

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quinta-feira - 23/02/2017 - 10:18h
Impasse

Izabel freia desembarque inteiro do rosadismo no PMDB


Izabel e Sandra: próxima? Nem tanto (Foto: arquivo)

Segundo o jornalista Bruno Barreto, do Blog do Barreto (veja AQUI), a mudança iminente da deputada estadual Larissa Rosado (PSB) para o PMDB (veja AQUI), não é determinante da mudança de sua mãe e vereadora Sandra Rosado (PSB) à mesma sigla.

O impasse está na relação indócil entre Sandra e a presidente da Câmara Municipal de Mossoró e dirigente do peemedebismo local, Izabel Montenegro.

“As duas se repelem”, avisa Bruno.

Tempo

O distanciamento entre ambas se agravou na disputa para presidência da Câmara Municipal de Mossoró. O fosso aumenta, antes mesmo do início do período de sessões ordinárias, pois Sandra é questionadora de compromissos da presidente com bancada governista.

O PMDB já foi de Sandra, Larissa e seu grupo. O retorno inteiro e, não de apenas Larissa, pode não ser apenas uma questão de tempo.

Nota do Blog - A jornalista Carol Ribeiro em seu blog homônimo já tinha adiantado que Sandra e seu filho e secretário municipal do Desenvolvimento Econômico, Lahyrinho Rosado (PSB), não fariam essa “travessia” para o PMDB. Por enquanto, ficam no PSB.

Henrique Alves, pela força crescente de Izabel na politica paroquial e sua capacidade de trabalho na organização partidária, prefere não mexer no vespeiro.

Sua experiência anterior, ao ejetar Izabel Montenegro do comando do PMDB, para aboletar a ex-prefeita Fafá Rosado (PMDB), teve resultados desastrosos.

Fafá foi incapaz de aglutinar forças e de pelos menos dar ordem burocrática à sigla em Mossoró.

Vai repetir? Hoje, não.

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quinta-feira - 23/02/2017 - 09:26h
Federal e Estadual

Governismo esquadrinha caminhada eleitoral de seus candidatos


O grupo governista municipal mossoroense esquadrinha formatação para as eleições que virão em 2018. Nada acordado ainda, mas intimamente pensado e já costurado, sujeito a improvável – mas possível – alteração.

Beto e Larissa, mesmo grupo e duas frentes de votos (Foto: arquivo)

No esboço inicial, o deputado federal Beto Rosado (PP) deverá ser candidato à reeleição em dobradinha com a prima Lorena Ciarlini (PP), atual secretária do Desenvolvimento Social da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), sua mãe.

Já a deputada estadual Larissa Rosado (PSB) está fechada com o grupo Alves (veja AQUI).

Últimas eleições

Sua parceria no âmbito de Mossoró e outros municípios caminha para ser com o ex-presidente da Câmara Federal Henrique Alves (PMDB).

Em 2014, últimas eleições, Beto esteve em comunhão com Manoel Cunha Neto (PHS), o “Souza”, ex-prefeito de Areia Branca. Ambos foram eleitos pela primeira vez.

Lorena: de Rosalba (Foto: Carlos C.)

Já Larissa era parceira da mãe e hoje vereadora Sandra Rosado (PSB), que tentava reeleição. As duas não obtiveram êxito.

Prioridades de Rosalba

Vale ser lembrado, que em 2014 Rosalba era governadora e não teve condições de ser candidata à reeleição e Sandra e Larissa estavam como adversárias dela. Hoje, não. Estão no mesmo grupo.

Apesar dessa “união”, precisam sobreviver e dar novo salto eleitoral com meios próprios de caminhada.

No governismo, as prioridades de Rosalba para 2018 serão Beto e Lorena. Sandra e Larissa sabem disso.

Ponto final.

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Categoria(s): Política
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terça-feira - 21/02/2017 - 16:46h
Hoje

Câmara define comissões técnicas; governo assume principais


Após exaustiva reunião, a Câmara Municipal de Mossoró fechou hoje a formação de suas comissões técnicas (ou permanentes).

As três principais comissões ficaram sob a presidência de vereadores governistas: Constituição, Justiça e Redação com Sandra Rosado (PV); Orçamento, Finanças e Contabilidade com João Gentil (PV); Planejamento, Uso, Ocupação e Parcelamento do Solo, Obras e Serviços Públicos ficará com Alex Moacir  (PMDB).

Foram apresentadas durante sessão extraordinária do Legislativo (veja AQUI).

Veja como ficaram as comissões:

Comissão de Constituição, Justiça e Redação

Presidente: Sandra Rosado (PSB)

Vice-presidente: Genilson Alves (PMN)

Secretário: Alex Moacir (PMDB)

1º Suplente: Isolda Dantas (PT)

2º Suplente: Aline Couto (PHS).

Comissão de Orçamento, Finanças e Contabilidade

Presidente: João Gentil (PV)

Vice-presidente: Zé Peixeiro (PTC)

Secretário: Genilson Alves

1º Suplente: Emílio Ferreira (PSD)

2º Suplente: Alex do Frango (PMB) .

Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Lazer

Presidente: Francisco Carlos (PP)

Vice-presidente: Isolda Dantas

Secretário: Didi de Arnor (PRB)

1º Suplente: Sandra Rosado

2º Suplente: Petras Vinícius (DEM).

Comissão de Saúde e Meio Ambiente

Presidente: Alex do Frango

Vice-presidente: Ozaniel Mesquita (PR)

Secretário: Emílio Ferreira

1º Suplente: Aline Couto

2º Suplente: Sandra Rosado.

Comissão de Desenvolvimento Social, Direitos e Deveres do Consumidor

Presidente: Petras Vinícius

Vice-presidente: Aline Couto

Secretário: Sandra Rosado

1º Suplente: Alex do Frango

2º Suplente: Flávio Tácito (PPL).

Comissão de Planejamento, Uso, Ocupação e Parcelamento do Solo, Obras e Serviços Públicos

Presidente: Alex Moacir

Vice-presidente: João Gentil

Secretário: Alex do Frango

1º Suplente: Genilson Alves

2º Suplente: Emílio Ferreira.

Comissão de Desenvolvimento Econômico e Turismo

Presidente: Genilson Alves

Vice-presidente: Flávio Tácito

Secretário: Sandra Rosado

1º Suplente: Rondinelli Carlos (PMN)

2º Suplente: Alex Moacir.

Comissão de Agricultura e Cooperativismo

Presidente: Didi de Arnor

Vice-presidente: Rondinelli Carlos

Secretário: Manoel Bezerra (PRTB)

1º Suplente: Isolda Dantas

2º Suplente: Zé Peixeiro.

Comissão de Defesa dos Diretos Humanos da Mulher, da Criança, do Adolescente, do Idoso e da Pessoa com Deficiência

Presidente: Isolda Dantas

Vice-presidente: Petras Vinícius

Secretário: Sandra Rosado

1º Suplente: Aline Couto

2º Suplente: Francisco Carlos.

Qual o papel das comissões técnicas?

- São órgãos técnicos criados pelo Regimento Interno da Casa e constituídos vereadores (as), com a finalidade de discutir e votar as propostas de leis que são apresentadas à Câmara. Com relação a determinadas proposições ou projetos, essas Comissões se manifestam emitindo opinião técnica sobre o assunto, por meio de pareceres, antes de o assunto ser levado ao Plenário; com relação a outras proposições elas decidem, aprovando-as ou rejeitando-as, sem a necessidade de passarem elas pelo Plenário da Casa.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 14/02/2017 - 13:30h
Hoje

Frente em Defesa da Uern apresenta estudo à Assembleia


Uma comissão de deputados estaduais se reuniu com integrantes da Frente Parlamentar e Popular em Defesa da Universidade do Estado do RN (UERN), na manhã desta terça-feira (14), em Natal. Foram abordadas as principais reivindicações da instituição.

Integrante da Frente, ao lado do também deputado Fernando Mineiro (PT), o deputado Manoel Cunha Neto, “Souza” (PHS), antecipou principais pontos da pauta. A reunião foi conduzida pelo presidente da Casa, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).

Souza entrega documento, representando a Frente, ao presidente Ezequiel Ferreira (Foto: cedida)

O presidente recebeu documento com o estudo do impacto financeiro da Uern, das mãos do deputado Souza. Material aponta ainda comparativo com outras instituições similares no país.

“A defesa da Uern é pauta recorrente nesta Casa, porque há um entendimento da sua importância como instituição de ensino para todo o Rio Grande do Norte. A Assembleia tem se colocado sempre à disposição para debater e acolher as reivindicações dessa luta, que é legítima”, afirmou o presidente Ezequiel Ferreira de Souza.

Souza mostra importância

O deputado Souza promoveu em dezembro uma audiência pública na Casa sobre a Uern. Paralelamente, integrou-se ao movimento denominado de Frente Parlamentar e Popular, na Câmara Municipal de Mossoró. “Uma das motivações principais é a autonomia financeira. Teremos reunião com o governador e viemos pedir o apoio total da Casa para uma instituição que é importante para todo o Rio Grande do Norte”, disse o parlamentar.

De acordo com o presidente da Associação dos Docentes da UERN (ADUERN), professor Lemuel Rodrigues da Silva, as principais reivindicações da Frente, formada em dezembro passado, em Mossoró, vão além da questão da não privatização, e incluem necessidades mais urgentes como a autonomia (financeira, pedagógica e de gestão), a efetivação do plano de cargos e salários, estrutura e custeio.

Fuga de talentos

Lemuel informou que plano de cargos já foi enviado para o Executivo e há uma preocupação na instituição com a “fuga de talentos”, que é a mudança dos professores para outras universidades com salários mais atrativos, diante de falhas no plano de cargos.

O presidente da Frente Parlamentar, vereador Francisco Carlos (PP), agradeceu o apoio e a acolhida da Assembleia. “Pretendemos levar essa discussão para outras cidades em defesa do ensino de qualidade. A universidade precisa de melhores condições para que seus docentes desempenhem o seu trabalho”, afirmou.

Ainda participaram da reunião os deputados estaduais Raimundo Fernandes (PSDB) e Getúlio Rêgo (DEM), professores, dirigentes e integrantes da Frente, além da vereadora Sandra Rosado (PSB) e a deputada estadual recém-empossada Larissa Rosado.

Com informações da AL.

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terça-feira - 07/02/2017 - 16:40h
Previdência para poucos

Câmara faz deputado se aposentar com um ano de mandato


Do Congresso em Foco (Por Lúcio Vaz)

O deputado Manuel Rosa Neca (PR-RJ) chegou à Câmara como suplente, em janeiro de 2013. Cinco meses mais tarde, ingressou no plano de previdência dos congressistas. Completou apenas dois anos de mandato como deputado federal. Com o aproveitamento (averbação) de parte de mandatos anteriores de vereador e prefeito em Nilópoles (RJ), além de mais 26 anos de contribuição ao INSS, conseguiu a aposentadoria e recebe, hoje, R$ 8,6 mil.

Esse é um dos exemplos das facilidades do Plano de Seguridade Social dos Congressistas (PSSC), que conta com regras bem mais brandas e flexíveis do que as previstas na reforma da Previdência a ser votada pelos deputados e senadores nos próximos meses.

Mas as regras do plano são ainda mais permissivas. Um deputado pode se aposentar a partir de apenas um ano de exercício do cargo, desde que faça averbações de outros mandatos ou contribuições ao INSS.

O ex-deputado Junji Abe (PSD-SP) exerceu o cargo por  apenas quatro anos, entre 2011 e 2015. Em janeiro de 2015, teve aprovadas pela Câmara a averbação de mandatos de deputado estadual, vereador e prefeito de Mogi das Cruzes que somavam 20 anos de exercício desses cargos.

O valor da averbação ficou em R$ 1,4 milhão. Em junho daquele ano, conseguiu ainda o aproveitamento de 12 anos de contribuições ao INSS. Fechou 24 anos de mandatos e assegurou uma aposentadoria de R$ R$ 23 mil.

“Reaposentadoria”

A Câmara confirma que está mantida a reaposentadoria: “Se o deputado aposentado voltar a exercer o mandato e optar por contribuir para o PSSC, nesse período, poderá averbar esse tempo para atualizar os valores. Lembrando que o exercício de mandato suspende o benefício da aposentadoria que o deputado estiver recebendo”.

A respeito da natureza jurídica do plano, informa: “O PSSC é um regime próprio de previdência de parlamentares, administrado pela União, por meio de cada uma das Casas do Congresso Nacional, nos moldes do regime próprio dos servidores públicos. Não é uma entidade fechada de previdência e sim um regime orçamentário na modalidade benefício definido e financiado por repartição simples”.

Entre os políticos beneficiados por esse sistema previdenciário “para poucos”, está a ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB), atual vereadora em Mossoró.

Veja matéria completa AQUI, com mais detalhes e nuances dessa maravilha para poucos afortunados.

Leia também outros detalhes sobre “Aposentadoria de deputados” clicando AQUI.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
terça-feira - 07/02/2017 - 15:56h
Outras rendas

Sandra Rosado diz que ‘abriu mão’ de salário de vereador


Sandra: outras rendas (Foto: Carlos Costa)

A vereadora Sandra Rosado (PSB) anunciou nessa segunda-feira (6) em reunião (veja AQUI) no plenário da Câmara Municipal de Mossoró, que “abriu mão” do seu salário (subsídio, que é a retribuição pelo exercício público) correspondente ao cargo.

Em tese, atuaria sem receber nada pelo mandato.

Não é bem assim. Vejamos.

Na verdade, incompatibilidade legal a levou a fazer essa opção, sem maiores perdas.

Sandra, a propósito, é aposentada pela Câmara Federal desde fevereiro de 2015, proventos empalmados logo após o fim do seu último mandato. Tem remuneração básica de R$ 11.575,89.

Francisco Carlos

É uma situação parecida com o que aconteceu na legislatura passada em relação ao vereador Francisco Carlos (PP) – veja AQUI. Ele trombeteou que abria mão dos subsídios, mas por injunção da lei e não por bom-mocismo ou sacrifício pessoal.

Compreensível a escolha, que se diga. A propaganda enganosa, também.

Até aqui, no início da atual legislatura, Francisco Carlos não repete o gesto assumido há quatro anos. Resolveu receber os R$ R$ 12.600,00 (brutos) como vereador, além de conservar os ganhos como professor da Universidade do Estado do RN (UERN).

Teve que excluir o salário – menor – no âmbito do Município. Bom senso, que se diga.

Simples assim.

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Categoria(s): Administração Pública
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sexta-feira - 03/02/2017 - 23:38h
Governo Rosalba

Liderança a ser vista na Câmara Municipal


Até aqui, a bancada da prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP) não tem definição quanto à sua liderança na Câmara Municipal.

Favoritismo, por sua vasta experiência como deputada estadual e federal, para a vereadora Sandra Rosado (PSB).

Mas não é a única opção, que se diga.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 01/02/2017 - 21:16h
Pedro Almeida Duarte

Nome exponencial do rosadismo vive situação constrangedora


Pedro: desdenhado (Foto: arquivo)

O nome do professor Pedro Almeida Duarte, baluarte do grupo da vereadora Sandra Rosado (PSB), tem sido submetido a uma desnecessária imolação.

Cá para nós: Pedro não merece.

Nutria como certa sua convocação ao secretariado da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), mas sobrou. Agora ressurgiu no noticiário (veja AQUI). De novo, em em vão.

Chegou a fazer parte de sua comissão de transição (veja AQUI). Mas dos cinco componentes desse colegiado, é o único que não foi aproveitado pela governante, apesar de uma biografia significativa e experiência no serviço público, em cargos de peso no município e estado.

Sobrou na equipe de secretários, porque a prioridade do rosadismo era acomodar o ex-vereador Lahyrinho Rosado (PSB), filho de Sandra. Trato feito. Lahyrinho virou titular da pasta do Desenvolvimento Econômico.

Pedro, nada.

Lamentável e constrangedor.

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Categoria(s): Política
quarta-feira - 01/02/2017 - 08:38h
Alteração

Rosalba Ciarlini vai tirar o próprio filho do seu secretariado


O professor Pedro Almeida Duarte, ex-secretário da Agricultura e da Educação nos governos estaduais de Garibaldi Filho (PMDB) e Wilma de Faria (PSB, hoje no PTdoB), será o titular do Gabinete da prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP).

A informação foi passada à manhã de hoje dentro do programa “Super Manhã Difusora”, apresentado por Haroldo Jácome, da Rádio Difusora de Mossoró.

Coube ao repórter Joãozinho Marciliano a notícia em primeira mão.

Substituirá Carlos Eduardo Ciarlini, o “Cadu”, filho da própria Rosalba.

Pedro é pessoa da absoluta confiança da vereadora e ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB), neorosalbista.

Depois traremos mais detalhes e análises de bastidores.

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domingo - 29/01/2017 - 09:02h
2018

Sandra Rosado pode ‘se sacrificar’ com nova candidatura


Há desejo pessoal. Há interesse político estratégico. Mas ainda está sob estudo projeto de nova candidatura à Câmara Federal (2018), da ex-deputada federal e atual vereadora Sandra Rosado (PSB).

Larissa, Henrique e Sandra: aposta no PMDB (Foto: arquivo)

Sua filha e deputada estadual recém-empossada, Larissa Rosado (PSB), admitiu a hipótese de sua mãe ser candidata em entrevista ao programa “Conversa de Alpendre” da TV Cabo Mossoró (TCM). Mas tudo precisa ainda passar por “análise”.

Segundo Larissa, há estímulo do presidente estadual do PMDB e ex-presidente da Câmara Federal Henrique Alves (PMDB), para que Sandra seja candidata.

O núcleo familiar de Sandra acumulou 13 mandatos consecutivos na Câmara Federal, sendo sete com seu pai – Vingt Rosado, três com seu marido Laíre Rosado e igual número com ela.

Estragos

Mas a derrocada em 2014, que também puxou a própria Larissa à não-reeleição, deixou estragos até aqui insanáveis.

Uma nova candidatura a federal é possível, é até provável, mas não é fácil sua viabilização eleitoral.

A costura de Henrique Alves é interessante para ele próprio, que planifica retornar a Brasília. Daí a importância de Sandra para fazer “esteira”.

Um eventual ‘sacrifício’ de Sandra, certamente passará por cobrança de meios para garantir nova eleição de Larissa, que precisará de colégios eleitorais fora de Mossoró para ensejar novo mandato.

O grupo de Sandra deverá migrar para o PMDB de Henrique, como este Blog assinalou em primeira mão no ano passado.

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