segunda-feira - 09/10/2017 - 17:35h
Mossoró

Prefeitura apresenta projeto de sede própria de Câmara


A Prefeitura Municipal de Mossoró apresentou, na manhã desta segunda-feira (09), o projeto arquitetônico de sede própria para a Câmara Municipal, em solenidade realizada no Salão de Grandes Atos do Palácio da Resistência.

A sede própria da Câmara contará com área de construção de quase 7 mil metro quadrados, 23 gabinetes, 65 vagas cobertas de garagem, auditório para 178 pessoas, plenário com capacidade para 151 pessoas nas galerias, além de lanchonetes, elevadores, banheiros, e salas para diversos setores.

A vereadora-presidente da Câmara Municipal, Izabel Montenegro (PMDB), destaca que o principal objetivo da sede própria é deixar de ter custo de mais de R$ 1,3 milhão só com aluguel a cada legislatura, a cada dois anos. Não foi divulgado o custo final da construção.

Viabilização

Após aprovação do projeto arquitetônico, o próximo passo será o orçamento e, posteriormente, a viabilização dos recursos. Não há previsão para que as obras sejam iniciadas.

A cerimônia histórica contou com participação da prefeita Rosalba Ciarlini, vice-prefeita Nayara Gadêlha, secretários municipais Aldo Fernandes (Planejamento), Kátia Pinto (Infraestrutura, Meio Ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos), Aglair Abreu (Comunicação Social) General Eliéser Girão (Segurança Pública, Defesa Civil, Mobilidade Urbana e Trânsito) Lahyre Rosado Neto (Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Agricultura e Turismo), Karine Ferreira (Procuradora Geral); presidente da Previ-Mossoró, Elviro Rebouças; vereadores Izabel Montenegro (presidente da Câmara), Aline Couto, Maria das Malhas, Didi de Arnor, Emílio Ferreira, Sandra Rosado, Flávio Tácito, Ricardo de Dodoca, Tony Cabelos, Alex Moacir e Manoel Bezerra.

Com informações da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Categoria(s): Administração Pública

Comentários

  1. Inácio Augusto de Almeida diz:

    “Não foi divulgado o custo final da construção.”
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    Não foi e NUNCA será.
    “destaca que o principal objetivo da sede própria é deixar de ter custo de mais de R$ 1,3 milhão só com aluguel a cada legislatura, a cada dois anos.”
    E agora em Mossoró a legislatura só dura 2 anos? Teremos eleições para vereador em 2018?
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
    R$ 1,3 milhão é o custo do aluguel por 4 anos.
    Vejamos:
    O aluguel é em torno de R$ 30 mil reais.
    Em um ano R$ 360 mil reais. Em 4 anos R$ 1,44 milhão.
    Imagine agora 50 milhões, valor estimado da obra, cálculos dos otimistas, aplicados em renda fixa e rendendo em torno de 9% aos ano. Cálculo do pessimistas, já que tem banco oferecendo 10% ao ano para valores acima de 20 milhões de reais.
    Todos os anos o dinheiro renderia R$ 4,5 milhões.
    Vamos imaginar que se destes 4,5 milhões tirarmos os 1,5 milhão do aluguel, arredondando valores, teríamos 3 milhões para a cada ano ir se somando ao valor principal e rendendo mais juros.
    O aluguel subirá? Subirá, mas não na velocidade do rendimento do dinheiro aplicado.
    Sendo o prédio alugado não haverá gasto de manutenção, tais como reparos, pinturas etc.
    De qualquer ponto de vista esta obra é totalmente inviável.
    Somente a vaidade pode justificar esta obra.
    ////
    TJRN, PELO AMOR DE DEUS, JULGUE OS RECURSOS SAL GROSSO.
    MOSSORÓ CLAMA PELO JULGAMENTO DESTES RECURSOS.
    COMO O DINHEIRO É DOS MOSSOROENSES A LOUCURA VAI SER COMETIDA.

  2. Inácio Augusto de Almeida diz:

    MOSSORÓ TEM DINHEIRO SOBRANDO
    Apesar da prefeita Rosalba Ciarlini, citada na Lista do Fachin, alegar que a prefeitura não tem recursos para conceder reajuste superior a 4% aos funcionários municipais, a Câmara Municipal de Mossoró, tem na presidência uma condenada em primeira instância a mais de 5 anos de cadeia por prática de improbidade; está anunciando a construção de uma sede que deixaria os faraós de queixo caído se vivos fossem, tal o luxo do prédio e os custos estratosféricos.
    Que não venham com a MENTIRA, repito, MENTIRA, de que este dinheiro que será gasto na luxuosa obra é da Câmara Municipal de Mossoró.
    A Câmara Municipal de Mossoró e todas as outras do Brasil recebem repasses das prefeituras. E quando o dinheiro repassado não é todo utilizado acontece o estorno aos cofres municipais a fim de que seja utilizado na Educação.
    O DINHEIRO É DA PREFEITURA DE MOSSORÓ.
    O dinheiro é dos mossoroenses.
    Esta obra desnecessária, que só está sendo construída por vaidade, vamos dizer vaidade, não pode ser tocada em frente. Se não existe dinheiro para o funcionalismo ter seus salários corrigidos, não pode haver dinheiro para satisfazer a vaidade de quem está na dependência do julgamento de um recurso para continuar na vida pública.
    Os funcionários municipais não podem aceitar isto caladinhos.
    GENERAL MOURÃO EXPRESSOU O SENTIMENTO DA NAÇÃO.
    ///
    TJRN, PELO AMOR DE DEUS, JULGUE OS RECURSOS SAL GROSSO.
    MOSSORÓ CLAMA PELO JULGAMENTO DESTES RECURSOS.

  3. João Claudio diz:

    Não gostei do projeto. Uma po-bre-za pobre paupérrima para o padrão riquérrimo do país de Mossoró.

    Imaginava que projeto teria semelhanças com as edificações de Dubai, Auckland, Singapura, Nova Yoork ou Doha.

    Portanto, não gostei, não gostei e não gostei. Pronto!

    Sorry.

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